Archive for the ‘Fasci Me Rir’ Category

Rapidinhas do Lina

29/08/2014

Brasileirão x Sul-americana e Copa do Brasil – Ontem o São Paulo perdeu para o Criciuma. Resultado normal ? Talvez, se considerarmos que o Tricolor jogou com um time diferente do que seria o titular. Torcedores mais exigentes podem cobrar a escalação do Muricy, mas será que ele está errado ? Entendo que não. O São Paulo que não tem um grande elenco, apesar de já ter provado que tem um bom time, deve mesmo priorizar o campeonato brasileiro por causa de contusões. Ao perder um jogador chamado titular em um torneio de menor expressão por algum tipo de lesão, pode no fim das contas prejudicar a performance do time em todas as competições. Na minha opinião, jogar apenas o brasileiro, com pausas para descanso e preparação, é o ideal. Afinal os jogadores não são máquinas e não se pode mais reclamar que eles não estão correndo ultimamente…

Douglas, Evangelista e o caixa – Todo mundo sabe que o São Paulo, como a maioria dos clubes do país, não está nadando em dinheiro como o próprio presidente Aidar confirmou. Heranças da gestão de JJ que fez várias lambanças no clube, entre elas, o contrato com a SEMP que venceu no meio do ano. Para um ano já atípico por conta da copa do mundo no país, um erro crasso deste, pode ser chamado de imperdoável. Nenhuma empresa vai fechar patrocínio faltando quatro meses para o fim do ano, empresas têm budgets ( orçamento ). Para resolver o rombo, o Tricolor tirou dois coelhos da cartola: as vendas de Douglas e Evangelista para o futebol europeu. Ainda assim não resolve, porque entram no caixa R$ 18 mi para um rombo de R$ 45 mi. Quem será o próximo jogador a nos deixar ?

E pra suprir a vaga do Douglas ? – Que tal o Auro da base pra reserva do Paulo Miranda ? Não sei se já está com o elenco profissional, mas deveria. O moleque tem bola. Assista e veja.

Centenário da sep – Além da indelicadeza de não convidar ninguém do São Paulo para participar da festa verde ( mesmo com alguns diretores Tricolores dizendo que têm ótimo relacionamento do outro lado do muro ), os mitômanos se lambusaram com seus “causos”. Não sei se os amigos viram, mas vários vídeos que a ESPN, BAND e TV Gazeta produziram pra mostrar a história da tal arrancada heróica de 42, têm as velhas inverdades. O que chamou a atenção é que participam destes vídeos historiadores da sep, o que significa que o que foi dito nas matérias apresentadas na TV contam com a aprovação deles. É dito que o São Paulo se retirou do campo, que o time deixou a partida no intervalo, entre outras inverdades. Naquela época, início do futebol profissional, mas ainda com um certo jeito amador de encarar o esporte, os times quando se sentiam prejudicados faziam o chamado corpo mole. O São Paulo fez o corpo mole e ficou em campo. A sep inclusive já fez o mesmo e até pior, ao perder jogo por WO. O São Paulo ao aplicar uma goleada em partida contra o Santos de Pelé, fez com que o time da baixada simulasse contusões e assim não ter o mínimo número de jpgadores, pra não ter que continuar a disputar partida em que poderia tomar uma goleada histórica, mas a gente não fica falando isso por ai, porque no Morumbi não faltam glórias a ponto de ter que criar fantasias. Isso é coisa de clube que se “apequena com o passar dos anos”.

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Lanterna Verde

21/08/2014

valdivia lanterna verde***(*) ******(*)

palmeiras 1×2 São Paulo FC

17/08/2014
Rubens Chiri/Site Oficial

Rubens Chiri/Site Oficial

O Tricolor conseguiu retomar a confiança após se despedir da Copa do Brasil. Na tarde deste domingo (17), no Pacaembu, o São Paulo bateu o Palmeiras por 2 a 1 e mostrou que segue firme em busca de uma vaga na Libertadores da América de 2015. Mais envolvente após o intervalo, a equipe são-paulina contou com os gols de Pato e Kardec – este já nos instantes finais -, para conquistar a vitória.

Com o resultado, o Tricolor manteve a quinta colocação no Campeonato Brasileiro de 2014, mas agora detém 26 pontos, em 15 rodadas, e está na cola do G-4. Na próxima quarta-feira (20), no Rio Grande do Sul, o São Paulo entrará em campo. Desta vez, porém, o adversário será o Internacional.

Curiosamente, os dois gols da equipe são-paulina no Choque-Rei foram marcados por estreantes em clássico pelo clube. Diante dos palmeirenses, Pato e Kardec disputaram o primeiro grande duelo defendendo as cores do São Paulo.

Com uma série de desfalques, como os casos de Luis Fabiano, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Osvaldo, mas podendo contar com as voltas de Toloi, Kaká e Kardec, o técnico Muricy Ramalho montou o time com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Kaká e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato e Alan Kardec.

Quando a bola rolou na capital paulista, os mandantes foram superiores no início do embate, mas logo foram perdendo terreno para o Tricolor. Nos primeiros 20 minutos, principalmente com Valdivia, os palmeirenses buscavam mais o gol e davam trabalho ao sistema defensivo são-paulino.

No entanto, a lesão do chileno diminuiu o ímpeto dos anfitriões e, assim, o São Paulo conseguiu equilibrar as ações do jogo. Apesar de ficar mais tempo com a bola, o Tricolor tinha dificuldades para chegar ao gol e finalizar. Ganso e Kaká, bem marcados, não tinham espaço para acionar os atacantes Pato e Kardec, que acabaram ficando isolados na frente a maior parte do tempo.

Somente aos 31 minutos, após cobrança de falta, o time de Muricy conseguiu levar algum perigo. Kaká bateu falta cruzada na área, o goleiro Fábio afastou mal e Ganso chutou. A defesa do Palmeiras, porém, formou uma verdadeira parede e impediu que as redes balançassem antes do intervalo, no Pacaembu.

Na volta para o segundo tempo, com a mesma formação, mas outra postura, o Tricolor tratou de encurralar o rival e criar boas jogadas para tirar o zero do placar. Assim, o torcedor são-paulino logo pôde festejar. Aos 8 minutos, Fábio saiu jogando errado com os pés, Ganso abriu para Pato na esquerda e, com categoria na saída do goleiro, o camisa 11 estufou a redes adversárias: 1 a 0.

Melhor na partida e motivado pelo gol, o São Paulo manteve a pressão e seguiu assustando. Kaká, aos 11, foi lançado na esquerda e bateu cruzado. Fábio caiu e fez a defesa. No minuto seguinte, Ganso tocou para Kardec na direita, que invadiu a área e deu um toquinho à direita do gol. A bola passou perto e mostrou que a equipe de Muricy era outra após o intervalo.

No entanto, quando os visitantes ditavam o ritmo do confronto, os palmeirenses empataram o Choque-Rei. Aos 15, em cobrança de pênalti, Henrique deixou tudo igual na capital paulista. Para ficar novamente no marcador, o Tricolor conseguiu duas boas investidas, mas a arbitragem invalidou incorretamente os ataques são-paulinos, que eram legais e perigosos.

E quando a partida parecia definida, o São Paulo conseguiu arrancar os três pontos no Pacaembu e se reerguer na temporada. Já nos instantes finais, após cruzamento de Alvaro Pereira da esquerda, Kardec subiu mais que Victor Luis e cabeceou no canto esquerdo de Fábio. A bola ainda tocou a trave e as costas do goleiro, que não conseguiu impedir o triunfo são-paulino: 2 a 1.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 17 de agosto de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols (Fifa-RJ)
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa e Silbert Faria Sisquim (ambos do RJ)
Assistentes adicionais: Luiz Flavio de Oliveira e Flavio Rodrigues de Souza (ambos de SP)
Cartões amarelos: Lúcio (Palmeiras). Souza, Edson Silva, Rafael Toloi, Álvaro Pereira (São Paulo)
Gols: PALMEIRAS: Henrique, aos 15 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Alexandre Pato, aos 8, e Alan Kardec, aos 43 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fábio; Wendel, Lúcio, Tobio e Victor Luis; Renato, Marcelo Oliveira, Allione e Valdivia (Felipe Menezes) (Leandro); Mouche (Cristaldo) e Henrique Técnico: Ricardo Gareca

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Álvaro Pereira; Souza, Denilson, Ganso (Hudson) e Kaká; Alexandre Pato (Ademilson) e Alan Kardec Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Ou Calote ou Falência

29/07/2014

Clubes falidos querem caloteSalve Soberania.

Semana passada houve reunião de dirigentes com a presidente para falar a respeito das dívidas dos clubes.  Querem renegociar as dívidas em 25 anos. É mole ?

O gráfico ao lado que eu achei no blog do Milton Neves, mostra apenas as dívidas tributárias, mas nós sabemos por exemplo que o time.gov ainda tem R$ 400 milhões do privadão – considerando que vão honrar os compromissos -, o que colocaria o clube de centenária incompetência em primeiro lugar na lista de devedores do estado.

Seguindo este raciocínio, o Inter que financiou a reforma do seu estádio para a copa com um empréstimo de R$ 275,1 milhões, iria pra segundo lugar na lista dos sugadores. O Atlético Paranaense saltaria de penúltimo lugar na lista, para ficar entre os dez maiores devedores do erário com o seu empréstimo de R$ 185 milhões.

Com isso, a lista corrigida dos devedores do estado ( só os dez primeiros, os falidos ), seria a seguinte:

01 – corintians – 573,5
02 – internacional – 410,4
03 – flamengo – 386,4
04 – botafogo – 350,9
05 – vasco – 270,5
06 – atlético-mg – 258,8
07 – fluminense – 238,6
08 – atlético-pr – 194,3
09 – santos – 119,8
10 – bahia – 110,4

O diferença na lista das dívidas ( tributos + BNDES ) do primeiro colocado para o segundo, é R$ 160 mi. Isto talvez explique porque o time da marginal teve DOIS representantes na reunião, ao invés de apenas um como os demais clubes. Eles são, certamente, os mais interessados no tal perdão das dívidas tributárias e por quê não do BNDES ?

Amigo, este é o Brasil, não duvide de nenhuma hipótese que em um primeiro momento pareça absurda.

O São Paulo também faz parte da lista e sua dívida de R$ 65,2 mi, a primeira vista não parece impossível de ser paga, afinal em 2013, o clube arrecadou R$ 285 mi. Por isso me irritei ao ver que o Aidar esteve presente na reunião.

Mais tarde vi que o São Paulo também quer se livrar do débito, mas através da Timemania. Segundo o presidente do São Paulo FC, o governo morde 46% da arrecadação, o que não estaria ajudando a quitar as dívidas tributárias. Em 2013 o São Paulo arrecadou R$ 1,847 mi com a loteria. Se o governo abrisse mão da sua parte, o São Paulo teria arrecadado por volta de R$ 5,708 mi. O que faria a dívida do São Paulo, apenas com a Timemania ser paga com algum esforço, em muito menos tempo que os 25 anos cogitados por outros clubes. 10 anos talvez ? Faça as contas.

Pra terminar isso aqui, uma pitada de história.

Há quem diga que o São Paulo faliu em 1935, invencionisse desmentida por quem conhece e estuda a história do clube. Mas vamos entrar na onda dos mitólogos e dizer que o São Paulo faliu.

O que é mais digno ? Falir, fechar as portas e voltar com as próprias pernas, ou se prestar ao ridículo de implorar ajuda governamental como se vê hoje em dia nas páginas do caderno de esportes ?

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Jogo Limpo Com Plihal: Carlos Miguel Aidar

16/05/2014

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Memória: Antônio Carlos e Cafú, as Pontes da Discórdia

28/04/2014

eticaSalve Soberania !

Ética é a palavra de ordem do momento.

No discurso é tudo lindo: os clubes devem se unir, somos fracos por falta de união, como negociar cotas maiores se não há unidade ? Bom, pra responder esta pergunta, o presidente alviverde deveria dirigir-se ao seu ex-colega alvinegro Andres Sanchez, afinal, foi por um estádio longínquo construído em Itaquera que as cotas de TV são baixas, ou será que ele se esqueceu que o C13 queria mudar o formato de negociação por cotas maiores ?

Não me lembro de ter ouvido lamentações dos dirigentes palmeirenses naquela época. Afinal, estava guardado para eles também um incentivo mais conhecido como cala a boca: a tal equiparação dos títulos brasileiros.

O que houve com a ética neste episódio ?

Mas nem vou me deter a estas coisas que já tenho repetido exaustivamente neste blog. Todo mundo que vem aqui já sabe a história toda.

Quero relembrar os “passa-moleque” que o time verde já deu no São Paulo tempos atrás, fazendo pontes com clubes europeus pra contratar jogadores do São Paulo e enganando a legislação vigente no período.

Pode ser que na grande mídia ninguém conte a história, sei lá, por esquecimento (?) talvez. Mas aqui, por sorte ou por defeito de fabricação, a gente não esquece nada.

A propósito, o executivo que cuidava da Parmalat na época das negociações era o Brunoro, o mesmo que faz parte agora do futebol do palmeiras.

Antônio Carlos: A ponte Albacete e palmeiras.

Antônio Carlos era um zagueiro diferente, talentoso. Jogava de cabeça erguida, técnico até demais para ficar preso na defesa. De personalidade forte, sua carreira foi vitoriosa.

Mas teve problemas que ninguém esquece. O primeiro deles foi quando aceitou a sua saída do São Paulo. Foi comprado pelo minúsculo Albacete, da Espanha. Não houve quem não estranhasse a transação. Na verdade, foi uma tosca ponte bolada pelos homens do futebol da Parmalat.

E ele foi jogar no palmeiras.

A torcida e a diretoria do São Paulo não aceitaram Antônio Carlos ter se submetido a essa negociação por baixo dos panos.

Via R7

Cafú: A ponte Real Zaragoza, Juventude e palmeiras.

Uma das negociações mais estranhas da história do futebol nacional se deu em 1995. Naquele ano, Cafu era um jogador vivendo um excelente momento na carreira. Um ano antes, havia conquistado o mundo com a seleção brasileira; no biênio 92/93, também fora campeão mundial, com a camisa do São Paulo. Estava na Europa, defendendo o Real Zaragoza, onde levantou a taça da extinta Recopa.

No mesmo ano de 1995, o Juventude, de Caxias do Sul, passava por uma significativa ascensão. O clube acabara de faturar o Brasileiro da Série B e se preparava para estrear na elite nacional. Era patrocinado pela Parmalat, o que garantia aos seus cofres uma quantia bem superior às que dispunham equipes do mesmo porte.

As trajetórias de Cafu e Juventude se cruzaram naquele ano. O lateral da seleção brasileira fora contratado pela equipe gaúcha. Momento de consagração do Juventude, que assim trazia um nome de peso para se confirmar no cenário nacional e fazer frente à dupla Gre-Nal no Rio Grande do Sul !

A contratação de Cafu pelo Juventude foi, talvez, o maior exemplo de “jeitinho brasileiro” da história dos grandes clubes do futebol nacional.

Cafu despontou no São Paulo e, como já dito, foi jogar na Europa. O palmeiras – bancado pela Parmalat – se interessou pelo atleta. Mas havia uma cláusula que proibia o Real Zaragoza, então empregador de Cafu, de negociá-lo com equipes paulistas.

O que a Parmalat fez? Pôs Cafu no Juventude. De lá ele seguiu para o palmeiras, sem que as imposições contratuais o barrassem.

A situação, até hoje, é motivo de revolta entre são-paulinos e até mesmo entre torcedores do Juventude. Os tricolores alegam que deveria ter havido maior vigilância dos órgãos competentes para que a desfaçatez da negociação fajuta fosse punida. Já os juventudistas reclamam que o clube foi usado e saiu desmoralizado do episódio.

Via Futepoca

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Ética versus Falta de Educação

19/04/2014

Salve Soberania.

Não deveria, mas eu ainda me surpreendo.

Mudou o presidente, mas o tratamento reservado ao nosso clube continua o mesmo. Se vislumbrarem um pequeno traço de vantagem política ao São Paulo FC nos bastidores, os hipócritas esquecidos (?) clamarão pela ética.

Museu pelé e fasci-me-rir receberam títulos brasileiros à granel há poucos anos atrás, não importando se entre estas conquistas , estão torneios onde foram disputados QUATRO jogos até chegar ao título. O campeonato brasileiro atual tem 38 rodadas e um clube para ter o direito de levantar a taça, tem que cruzar o país de norte a sul. Não importa. A CBF ratificou.

Vale pra eles, pra nós não vale: vide o Roberto Gomes Pedrosa vencido pelo São Paulo FC em 1956. Não ratificaram, não pedimos, pouco importa. Não faremos dossiês por asteriscos. Eles não cabem na nossa história.

O museu pelé contratou o Gabigol quando este era menor de 16 anos e o levou para o litoral. Não levantamos a voz por ética, afinal, deram casa e arrumaram emprego para o pai do menino, além de um robusto salário. Como não tinha contrato, ele foi ser feliz. Sem gritarias.

Vale pra eles, pra nós não vale: a base do São Paulo FC esteve próxima a um boicote nacional, porque clubes mal estruturados perderam seus atletas menores de 16 anos para Cotia. Pais preocupados com o futuro dos seus filhos procuram nosso CT de base, interessados em levar seus projetos de craque para a formação Tricolor. Não é pra menos: oferecem escola, reforço, médicos, dentistas e tratamento psicológico, além dos fundamentos do futebol.

Flalido e time.gov alinhados com globo e CBF em 2011, destruiram o C13 e por isso recebem o dobro em cotas de TV em comparação ao que recebe o São Paulo FC. Pagamento pelos préstimos ao monopólio do futebol na TV. Antes deste episódio, as cotas eram praticamente iguais entre os três maiores clubes do país. Rebaixaram o Tricolor e nenhum jornalista levantou a voz para reclamar sobre esta diferença de tratamento. Você leu/viu algum falar a respeito ? Chegaram a tratar um cidadão semi-analfabeto como cartola exemplar, não importando como ele levou seu clube a alçar vôos mais altos, nacional e internacionalmente.

Vale pra eles, pra nós não vale: o lusitano Flávio Gomes e o santista Fábio Sormani entrevistaram na FOX Sports por telefone o novo presidente Tricolor: Carlos Miguel Aidar. O assunto era o trabalho do novo presidente como advogado para a CBF no caso rebaixamento da Portuguesa.

Para eles faltou ética ao presidente porque o São Paulo pode supostamente ser beneficiado no campeonato brasileiro por estar alinhado a entidade. Se esquecendo (?) de todos os casos citados acima e principalmente a relação espúria entre time.gov, cbf e globo. Trataram expertise profissional de forma desonrosa, como se advogar fosse tão rasteiro quanto se prestar a rachar entidades esportivas pelo toma-lá, dá-cá das vantagens prometidas e bem conhecidas de bastidores.

O Fábio Sormani, mais exaltado depois de tomar uma invertida do Aidar: -“Você acha errado, eu não acho”, disse que o presidente deveria pensar na sua consciência e no seu escritório de advocacia.

Mas isso não vale pra ninguém.

Porque uma pessoa pode até não gostar de uma instituição e lutar contra ela, mas não pode transformar uma discussão institucional em algo pessoal.

Isto é extrapolar o jornalismo, está em um patamar muito abaixo de qualquer discussão sobre ética.

É falta de educação.

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Bola da Vez com Juvenal Juvêncio

17/04/2014

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Dois Toques

02/02/2014

Meu time – Infelizmente como já tinha revelado nosso próprio treinador: ainda não somos um time. Um meio de campo que tem Wellington, Maicon e Ganso não pode ir muito longe. O time da série b é medíocre, fez o gol e se fechou, esperando o contra-ataque. Só que não havia ataque do lado de cá, porque o meio de campo Tricolor não criava. Luis Ricardo e Ademilson apagados, Ganso jogou mal. E Osvaldo deixou a desejar. Você pode não gostar, mas o Douglas hoje é melhor que o Luis Ricardo. O Rodrigo Caio não pode ser melhor que o Roger Carvalho, me desculpem, mas acho fraco demais. Fez um penalti infantil hoje. Não sei o que foi aquilo, parecia um golpe de capoeira em slow motion. Acho o Rhodolfo muito melhor que ele. Assim como acho o Souza melhor que todos os nossos volantes. E o Pabon vai ser titular neste time porque ele é melhor que o Ademilson. Se chegasse o Rafael Sóbis o time melhoraria bem no ataque. Gostei da entrada do Ewandro. Moleque novo mas tem personalidade. Meu time com todos os reforços é este: Rogério Ceni, Douglas, Antônio Carlos e/ou Breno, Edson Silva e/ou Roger Carvalho, Pereira. Souza, Maicon e/ou Jadson e Ganso. Osvaldo, Luis Fabiano e Pabon.

O reforço da impunidade – Não bastou incendiar carros alegóricos no carnaval de 2011. Não foi suficiente rasgar as cédulas com os votos dos jurados naquele ano. Não bastou matar torcedores adversários, como o que ocorreu com o palmeirense na Inajar de Souza em 2012. Nada fizeram quando o aeroporto de Cumbica foi depredado no embarque do time turbinado com dinheiro estatal para o mundial de clubes. Assim como houve quem se indignasse, imaginem, com a prisão na Bolívia dos 12 bons meninos que estavam direta ou indiretamente, envolvidos na primeira morte na história da Libertadores no decorrer de uma partida em 2013. Não, ninguém foi preso quando retornaram, ninguém foi punido. Ao contrário, foram defendidos. Os torcedores do time do governo receberam assistência federal, enquanto lá estavam. Foram enviados para socorrê-los: o embaixador do Brasil na Bolívia, advogados locais pagos com dinheiro dos nossos impostos, políticos e até o ministério da justiça deu apoio aos “cidadãos brasileiros” presos em território estrangeiro. Quando retornaram, a TV do monopólio deu grande atenção ao seu desembarque e mostraram como suas famílias estavam emocionadas com o retorno de pessoas tão especiais para a nossa sociedade. Se você contar isso para um estrangeiro, ele ri com sarcasmo e pergunta se é verdade. Mas esta vergonha dentre tantas outras não é nada. O pior está por vir. Estão criando monstros, parafraseando Renê Simões. Existe uma ciência chamada ciência comportamental. Um dos seus maiores ícones é o psicólogo BF Skinner, ex-professor da conceituada universidade de Harvard nos EUA. Dentro da ciência que ele estudou, ele inventou uma técnica chamada “condicionamento operante”, que era nada mais nada menos, que premiar o bom comportamento dos animais que ele estudava com um reforço. Um exemplo simples pode ser visto quando um cachorro adestrado recebe um biscoito do seu adestrador ao acertar o truque que a ele foi ordenado. Existe vários vídeos de Skinner no You Tube, o mais famoso se refere aos experimentos que ele fazia com pombos. Percebem onde isto está chegando ? Um torcedor mata, apedreja, agride jogadores do seu time, põe fogo em carros alegóricos e nada acontece. Não vão parar de cometer crimes e cometerão ainda piores, enquanto seu comportamento for reforçado com impunidade. E isto não é profecia, é ciência. Tomara que não tenha rodada no meio da semana.

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Série B 2×0 São Paulo FC

02/02/2014

O primeiro clássico do Tricolor na temporada foi nervoso e quente. Na calorosa tarde deste domingo (2), no Pacaembu, o Palmeiras venceu o São Paulo por 2 a 0 em duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Paulista de 2014. Os gols do nervoso Choque-Rei, que contou com entradas mais fortes e reclamações de ambas as equipes, foram marcados por Valdivia e Alan Kardec (pênalti).

Antes mesmo de a bola rolar na capital paulista, com o termômetro acima dos 30 graus, o técnico Muricy Ramalho afirmou que apesar da boa sequência do time, que acumulava três vitórias consecutivas, o confronto contra o arquirrival serviria para fazer o primeiro grande teste do ano e fazer os ajustes necessários para o restante da temporada.

Podendo contar com o meio-campista Paulo Henrique Ganso, recuperado de dores no joelho, o treinador são-paulino manteve o esquema tático 4-3-3 e montou o time com Rogério Ceni; Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Ganso; Ademilson, Luis Fabiano e Osvaldo. O colombiano Dorlan Pabon, recém-contratado, ainda não tem condições de jogo. Já os volantes Denilson e Fabrício, além do meia-atacante Lucas Evangelista, estão recuperados de lesão, mas ainda aprimoram a forma física.

O Choque-Rei começou truncado, com marcação forte de ambos os lados, e nenhum lance de perigo nos primeiros minutos. Abusando dos passes errados, as equipes não conseguiam finalizar e chegar ao ataque. Assim, somente aos 16 surgiu um lance de efeito, mas o goleiro Rogério Ceni apareceu bem e praticou bela defesa.

No minuto seguinte após sofrer o susto, o Tricolor reagiu e devolveu na mesma moeda. Aos 17, Maicon lançou Luis Fabiano, que recebeu pela esquerda, entrou na área e bateu forte. A bola desviou na zaga e, por pouco, não bateu o arqueiro Fernando Prass. Após a resposta do São Paulo, o jogo esfriou e continuou com perde e ganha no meio de campo. Dessa forma, as jogadas ofensivas só apareceram aos 27 minutos, quando Valdivia aproveitou cobrança de falta e abriu o placar, de cabeça: 1 a 0.

Com mais movimentação e em vantagem no marcador, o Palmeiras foi dificultando o avanço dos laterais são-paulinos e teve domínio das ações. Marcado, Ganso não conseguia buscar as tabelas com o trio de ataque e, assim, as redes não balançaram novamente até o intervalo e os times foram para o vestiário com o mandante na frente no placar.

E se no primeiro tempo o clássico foi ‘morno’, o segundo começou quente. Com entradas mais fortes, os times cometeram muitas faltas, algumas mais ríspidas, e deixaram a partida ainda mais catimbada. Demonstrando muita vontade, o uruguaio Alvaro Pereira não deu vida fácil aos adversários e incendiou o jogo pelo lado esquerdo.

Sofrendo com a marcação palmeirense, o São Paulo não conseguia encontrar os espaços e penetrar na grande área. Para dar cara nova, Muricy promoveu a entrada de Jadson no lugar de Osvaldo, aos 18 minutos, e povoou mais o meio de campo. No entanto, apesar da tentativa do comandante, a partida continuou truncada e sem jogadas de efeito.

As redes só balançaram novamente aos 33 minutos, com Alan Kardec, de pênalti. O gol dos mandantes fechou o placar do clássico, que contou com bom número de torcedores no Pacaembu. Na próxima quarta-feira (5), no Morumbi, o Tricolor enfrentará o Paulista e tentará corrigir alguns erros cometidos no Choque-Rei.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 2 de fevereiro de 2014, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP)
Cartões amarelos: Leandro e Juninho (Palmeiras). Rodrigo Caio, Álvaro Pereira e Luis Fabiano (São Paulo)
GOLS: PALMEIRAS: Valdivia, aos 22 minutos do primeiro tempo, e Alan Kardec, aos 34 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington (França) e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Valdivia e Mazinho (Diogo); Leandro (Marquinhos Gabriel) e Alan Kardec Técnico: Gilson Kleina

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Maicon, Wellington e Paulo Henrique Ganso (Ewandro); Ademilson, Luis Fabiano e Osvaldo (Jadson) Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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piscina de plastico palmeiras***(*) ******(*)