Archive for the ‘Brasileirão 2012’ Category

Jadson, Camisa 10

26/02/2013

Jogando o fino da bola e calando a boca dos paladinos…

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Era Um Clube Muito Engraçado…

12/02/2013

Carnaval 2013

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Rapidinhas do Lina

07/12/2012

Luis Fabiano – Só existe uma palavra pra definir a atitude do Fabuloso no jogo contra o Tigre: vacilão. O teatro que o zagueiro argentino fez quando ele fez menção de chutá-lo, era o que o Luis Fabiano deveria ter feito quando tomou o soco no braço. Jogador de 32 anos que não tem malandragem só pode ser chamado de mané. Depois de tudo ainda diz que quer largar o futebol. Se liga né meu !? Vai se tratar !

Casemiro – Já este, que é marginalizado pela diretoria do clube e que tem o nome ventilado como possível moeda de troca em futuras negociações, mostrou contra os travestis como um atleta deve se comportar. Levou chute e caiu, não buscou o revide, fez o que deveria ter feito, chamou a atenção do juiz que não tinha outra alternativa senão expulsar o mini-travesti. Detalhe, o Casemiro tem 20 anos de idade e chorou depois do jogo porque não quer sair do clube. Quanta diferença de atitude…

Willian José – No final das contas, a vaga no ataque na partida final pode cair no seu colo, ele vai detonar e ajudar o São Paulo conquistar o inédito caneco de campeão da copa Sulamericana, para desespero dos gênios das arquibancadas que o chamam de Cone José. Depois, se ele sair mesmo, vou dar risada ao vê-lo brilhar em outro clube enquanto os gênios das arquibancadas gritam o nome do Luis Fabiano, que não está nem ai pro nosso clube.

Efeito suspensivo – Segundo notícia do UOL, o São Paulo pode buscar efeito suspensivo para usar o Luis Fabiano no jogo de volta no Morumbi. Pela importância do jogador ao time, acho que isto é o mais correto a se fazer. Aplicar multa agora, próximo a uma partida decisiva, pode sim trazer efeitos negativos ao grupo. Mas depois que a competição acabar, ele tem que levar um ultimato. Ou se controla ou tchau.

Efeito suspensivo 2 – Eis a definição jurídica para o efeito suspensivo: “Suspensão dos efeitos da decisão de um juiz ou tribunal, até que o tribunal tome a decisão final sobre um recurso.”  Via STF.

Violência do Tigre – Lamentável a arbitragem do senhor Antônio Arias do Paraguay. Os caras do Tigre intimavam os jogadores do São Paulo na cara dele e o cidadão simplesmente fazia vista grossa. Tudo bem que a copa Sulamericana é uma copa do Brasil continental, mas pera lá né meu, precisa ter mais cuidado.

Sócio Torcedor – Depois de toda a confusão na venda de ingressos para a final da copa Sulamericana, me ocorreu uma idéia para salvar pelo menos os pouco mais de 10 mil sócio-torcedores que pagam em dia suas mensalidades no plano pioneiro no Brasil, mas que não recebem por  isso nenhuma vantagem na hora de comprar seu ingresso. A idéia é simples e não precisa ser nenhum gênio do marketing pra bolar isso. Vendas antecipadas, 10 dias.  Nas primeiras 48 horas , acesso ao site apenas para os sócio torcedores que deverão comprar seus ingressos informando o número de inscrição no programa, gravado no cartão do ST. Os ingressos restantes, poderão ser então comercializados com os demais torcedores. Do jeito que está, tratando o ST com este descaso, não há fidelidade que resista.

Sócio Torcedor 2 – Li também no blog do Marcello Lima, que as camisas que o ST recebe anualmente, não serão mais enviadas. Não sei qual a razão para esta decisão, se é que isto é verdade, entretanto, aqui vai outra sugestão. Se o problema for de logística – afinal separar a camisa de tamanho X e enviar para determinado torcedor, deve ser um dos principais motivos no atraso do recebimento dos brindes – ao invés de enviar a camisa, que seja enviado um vale-camisa, permitindo ao ST trocá-lo na loja oficial mais próxima da sua residência. Achou boa a idéia ? Tenho várias, me contrata ai no marketing que eu trabalho de graça.

Leo, o polêmico – Eu achei engraçado o quê o Leo, lateral-esquedo do Santos, falou sobre a baderna travesti no aeroporto. No fundo, todo mundo sabe que ele falou a verdade, mas os jornaleiros fazem tudo ficar maior e pior, como se alguém tivesse chutado a Santa, o que não é o caso, bem longe disso aliás. Aquilo está mais pra mulher de vida fácil. Hoje vi que o jogador se desculpou. Quer dizer, não segurou a pressão e pra acalmar os ânimos, já que do lado de lá os travecos estavam começando a se pronunciar a respeito, voltou atrás. Como o bundão do Leo falou e não segurou a onda, vou lembrar de outra pérola que ele soltou tempos atrás em um vídeo que eu fiz, quando ele disse que queria saber se o Barcelona era isso tudo mesmo que diziam, antes da final do mundial interclubes em 2011. Deu no que deu. O Leo de boca fechada é um poeta…

Pedro Virgílio Rocha Franchetti – El Verdugo

03/12/2012

Pedro RochaSalve Soberania !

Pedro Rocha, um dos maiores craques que o São Paulo FC teve a honra de ter em seus quadros, completa hoje 70 anos.

Não o vi jogar, mas meu pai falava muito sobre ele.

Era tão respeitado por seu futebol, que chegou a ser eleito por Pelé, em uma escolha informal, um dos cinco maiores jogadores do mundo em seu tempo.

Fez parte de duas formações diferentes do time sãopaulino. A primeira com Gérson, Toninho Guerreiro, Édson, Terto e companhia. E a segunda com Serginho Chulapa, Zé Carlos, Muricy, Waldir Peres, Gilberto Sorriso e outros jovens jogadores do Tricolor.

Depois que deixou os gramados, foi técnico de várias equipes do país entre elas Mogi-Mirim e Portuguesa.

Vítima de um AVC em 2009, Pedro Rocha que não ganhou tanto dinheiro com o futebol, tem o seu tratamento custeado pelo São Paulo, amigos e familiares.

Em situação de saúde delicada, São Paulo e Peñarol decidiram se mexer para homenagear o jogador ainda em vida, em amistoso que deve acontecer em janeiro no Morumbi.

Feliz aniversário Verdugo ! Força.

SPFC 1975História

Alto, magro, elegante e tranqüilo, o uruguaio Pedro Rocha chegou ao São Paulo em agosto de 1970, comprado do Peñarol, de Montevidéu, por 880 mil cruzeiros. Àquela altura, já havia jogado as Copas do Mundo de 1962, 1966 e 1970 pelo Uruguai (jogaria, ainda, a de 1974). Tinha vencido dois Mundiais Interclubes (1961 e 1966) e três Libertadores (1960, 1961 e 1966), além de sete Campeonatos Uruguaios pelo Peñarol. Era, enfim, um jogador já consagrado internacionalmente.

No São Paulo, sua função bem diferente da que exercia no ataque do histórico time do Peñarol, campeão de tudo o que disputou nos anos 60, formado por Abbadie, Cortes, Spencer, ele e Joya. Como era de se esperar, a experiência deu errado. Não para o time, que em 1971 chegou ao bicampeonato paulista, mas para o craque uruguaio.

As coisas só começaram a melhorar para o lado dele quando Gérson foi vendido ao Fluminense, em 1972. Mais solto, Pedro Rocha começou a mostra todo o seu grande futebol. Chegou a ser artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1972, ao lado de Dario (o Dadá Maravilha), com 17 gols – Rocha é, até hoje, o único estrangeiro que conseguiu essa façanha.

SPFC 1975 2Em 1975, o São Paulo foi novamente campeão paulista, graças à boa fase do Verdugo (apelido herdado do goleador argentino Eduardo Hoberg, o primeiro a ser chamado de verdugo, ou carrasco, dos goleiros adversários). Rocha manteve-se como o principal jogador tricolor até 1977, ano da chegada do técnico Rubens Minelli.

Emprestado ao Coritiba, Pedro Rocha sagrou-se campeão paranaense de 1978. Antes de encerrar a carreira, passou ainda pelo Toros Neza, do México. Tornou-se treinador de futebol e comandou equipes como Mogi Mirim, Portuguesa e Rio Branco (SP).

Clubes

Peñarol (URU): 1960 – 1970
São Paulo (SP): 1971 – 1977
Coritiba (PR): 1978 – 1978
Toros Neza (MEX): 1979 – 1980

Títulos

Copa Libertadores da América – 1960 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1960 – Peñarol
Mundial Interclubes – 1961 – Peñarol
Copa Libertadores da América – 1961 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1961 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1962 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1964 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1965 – Peñarol
Mundial Interclubes – 1966 – Peñarol
Copa Libertadores da América – 1966 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1967 – Peñarol
Campeonato Uruguaio – 1968 – Peñarol
Campeonato Paulista – 1971 – São Paulo
Campeonato Paulista – 1975 – São Paulo
Campeonato Paranaense – 1978 – Coritiba

Feitos

Artilheiro do Campeonato Uruguaio (18 gols) – 1963 – Peñarol
Artilheiro do Campeonato Uruguaio (15 gols) – 1965 – Peñarol
Artilheiro do Campeonato Uruguaio (8 gols) – 1968 – Peñarol
Artilheiro do Campeonato Brasileiro (17 gols) – 1972 – São Paulo
Bola de Prata da revista “Placar” – 1973 – São Paulo
Artilheiro da Copa Libertadores da América (7 gols) – 1974 – São Paulo

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São Paulo B 3×1 Travestis

03/12/2012

Salve Soberania !

É o que eu costumo dizer: sem padrinho na CBF pra cuidar da arbitragem, de convocações e do STJD, a história é bem diferente. Porque na bola, assim como em matéria de competência administrativa, elas não são de nada. Se fossem, não precisariam se apoiar na bengala dos favorecimentos ilícitos e nem do erário público pra construir estádio e pra conseguir patrocínio.

Em condições de igualdade – o que sempre pedimos, sem favorecimentos a ninguém – o resultado é sempre este: o Tricolor ganhando e bem.

Neste campeonato brasileiro, o saldo é duas vitórias no turno e no returno, o que significa dizer que na partida que é um campeonato a parte, o São Paulo levou o caneco duas vezes.

O freguês, voltou.

Como se já não fosse bom o bastante vencê-las  no estádio que a mídia costuma dizer que é delas, ainda vencemos o segundo-turno, conquistando o troféu João Saldanha, premiando a excelente jornada na segunda metade do campeonato brasileiro de 2012.

Mas isto não é tudo, afinal a fase é ótima e vai melhorar e muito em 2013. Estamos na final da copa Sulamericana e vamos vencer, atingindo assim todos os objetivos traçados: Libertadores 2013 e um título no ano.

Surpresa geral no começo do jogo, ver que o que foi dito durante a semana não se concretizou, já que a informação era que o São Paulo entraria completo.

Nem precisou.

No inicio da partida, em um vacilo da zaga Tricolor, o timinho da marginal fez 0x1, deixando o tobogã ainda mais fresco. Mas a brisa gelada logo se dissipou, já que na seqüência aos 15, Douglas, em ótima assistência do craque Ganso, empata o jogo em chute cruzado, sem defesa para o frangueiro da marginal. 1×1.

Era dia do Maicon, e ele fez um golaço pra virar a partida. O lance foi assim. A jogada começa com o Douglas tocando para o Ganso pela direita. Este encontra o Maicon perto da grande área e passa, recebe de volta e com uma facilidade imensa, deixa o Maicon em ótima posição para bater com o pé esquerdo, tirando do alcance do franqueiro da marginal. Golaço. Lance perfeito, digno de aplausos. O time que gosta de fazer golaços, colocou mais um na lista. 2×1.

No segundo-tempo, as meninas da marginal estavam nervosinhas, principalmente o mini-travesti que chutou o Casemiro no chão e foi expulso direto.

Em seguida Maicon, o nome do jogo, escapuliu pela direita e chutou cruzado, aumentando o placar da virada: 3×1.

Depois não entendi direito a razão, mas pouco antes do final, o meliante de preto expulsou o Willian José, que em 2013 deve jogar no museu Pelé.

Final de jogo, passaporte traveco carimbado e a massa que mais cresce no país dava o recado:

“Sou, sou Tricolor ! Sou, sou Tricolor !
Tenho Libertadores,
Não alugo estádio.
Sou hexa brasileiro,
Nunca fui rebaixado.”

Dorme agora com esse  barulho travesti.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 x 1 CORINTHIANS

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 2 de dezembro de 2012 (domingo )
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)
Assistentes: Rogério Pablo Zanardo e Bruno Salgado Rizo (ambos de SP)
Cartões amarelos: Douglas, Maicon, Willian José, Edson Silva (São Paulo); Douglas, Emerson (Corinthians)
Cartões vermelhos: Willian José (São Paulo); Jorge Henrique (Corinthians)

Gols: SÃO PAULO: Douglas, aos 14 minutos do primeiro tempo, e Maicon, aos 23 minutos do primeiro tempo e aos 22 minutos do segundo tempo
CORINTHIANS: Guerrero, aos 12 minutos do primeiro tempo

Público: 22.436 pagantes
Renda: R$ 403.275,00

SÃO PAULO: Denis; Lucas Farias (Cañete), João Filipe, Edson Silva e Henrique Miranda (Ademilson); Casemiro, Maicon (João Schmidt), Douglas e Ganso; Cícero e Willian José Técnico: Ney Franco

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro (Martínez), Chicão, Wallace e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Douglas e Danilo (Edenílson); Emerson e Guerrero (Jorge Henrique) Técnico: Tite

Via Gazeta Esportiva

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Boa Viagem Travesti, Se Puder…

02/12/2012

maicon

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Rapidinhas do Lina

26/11/2012

Sulamericana – Meu Deus, quantos gols nós perdemos em Santiago ! Imagina se isso fosse jogo de Libertadores ? Agora a Universidad Católica virá fechadinha, esperando pra jogar nos contra-ataques. Se eles fizerem um, vão fechar mais ainda na esperança de levar o jogo para os pênaltis. Haja coração no Morumbi na quarta-feira.

Reposição – Uma coisa ficou muito clara neste jogo contra a Universidad. O São Paulo teve dois momentos no jogo: um com o Lucas e outro sem. É nítida a diferença de performance do time. No ano que vem, o São Paulo vai ter que trazer alguém a altura. O problema é, quem ? Montillo ?  Pelo menos foi o que disse o Lanche no domingo…

Ganso – Mesmo feliz por ver o jogador desde o início do jogo em Campinas, ele esteve apagadão, deu até sono. O próprio Ney Franco disse que ele está bem abaixo do resto do time em relação a preparo físico e ritmo de jogo. Em todo caso, ele foi contratado mesmo pra jogar em 2013, na Libertadores e vai arregaçar, tenho certeza. Mas  mesmo não estando em plena forma, quase ele faz um golaço por cobertura no Moisés Lucarelli, imagina quando a fera estiver no auge…

Roger – Isso não vai acontecer, mas o Roger ainda joga muita bola. Pra um time que precisa de um centro-avante matador pra ser substituto do Fabuloso em suas possíveis convocações e ausências, e com a iminente saída do WJ, por quê não pensar neste jogador ? Eu gosto muito do futebol dele e ao que parece a Ponte vai dispensá-lo ao final da temporada, como ele revelou ao repórter de campo da Jovem Pan em entrevista pós-jogo.

Dá até pena – O quê esperar de um time que perde para o último colocado jogando dentro de casa ? Foi o que aconteceu com o bi-rebaixado da turiassú domingo no Pacaembú. Imagina então no ano que vem quando tiver o Asa de Arapiraca pela frente. Vai ser engraçado…

Mano fora – Quanto tempo o tal de Mano Menezes ficou na seleção ? Dois anos, não sei ao certo. Depois de todo este tempo, convocando jogadores de qualidade duvidosa e pior, convocando jogadores de clubes em momentos importantes ( em véspera de clássicos por exemplo ), ele só conseguiu arrumar o time agora. Ou seja, demorou pra cumprir a função a qual era bem pago pra fazer. O Marin tomou a decisão correta, menos para a crônica esportiva. Para eles o Marin perdeu a copa do mundo de 2014. Navegue por ai e veja o ufanismo às avessas dos jornaleiros advinhos. Será que o quê o tal de Mano fez, o Scolari não faz mais rápido e melhor ? Ou o Tite ? Ou mesmo o Muricy ? Dá um tempo vai.

Só falta um – Houve um tempo em que eu amei a seleção brasileira. Era um nó na garganta quando ouvia o hino, me alegrava saber que jogadores do São Paulo eram chamados pra defender o time da camisa amarela. Com o passar do tempo isso mudou. O amor virou indiferença, a indiferença virou revolta e depois asco. O São Paulo foi muito perseguido pelo nefasto. Agora, as coisas estão mais tranquilas, o nefasto fugiu, saiu o Mano e ao que tudo indica, o último resquício daquele tempo de trevas deve anunciar sua saída esta semana. Eu já não tenho asco, já não ignoro mais a camisa amarela e confesso, estou louco pra vesti-la outra vez, é só embrulhar o lixo e jogar fora pra gente ser feliz.

Entram Raí e Milton Cruz – Saem os travecos entram os tricolores. Pelo menos o ar na CBF vai ficar digamos, mais respirável. Brincadeiras a parte, não acho uma boa idéia colocar tanta gente ligada ao São Paulo por lá. Isto é, caso o que vem sendo ventilado na imprensa aconteça realmente. Vão falar o São Paulo vai ser beneficiado e etc. Como se o Tricolor precisasse de ajuda de alguém pra conseguir seus objetivos: estádio, patrocínio e etc. Em todo caso, se preparem, porque o chororô vai ser gigante.

Caixa Econômica Federal – O jornalista marrom escreveu bobagem de novo neste domingo na Folha de São Paulo. Imaginem, comparou BMG ( banco privado ) com CEF ( banco público ). Disse que o poder de comunicação que o time dele tem, os outros não têm. Oras, por quê então apelou para o padrinho ? O time com tanta visibilidade não foi capaz de arrumar sozinho um patrocínio pra camisa, precisou de ajuda, detalhe, é o atual campeão da libertadores e vai para o Japão em dezembro, o que por si só já atrairia investidores, mas nem assim… É por isso que eu falo que aquilo ali não passa de marketing, não passa de mentira, não passa de balela. É fraude, farsa. Idiotas são os que engolem e não criticam estas bobagens que jornalistas torcedores escrevem por ai.

Caixa Econômica Federal 2 – Mas o pior não é isso. Quem tem dívidas com o FISCO, não pode receber dinheiro público. O clube da marginal estaria apto a receber o patrocínio ? Segundo o jornalista José Cruz, de todos os times consultados sobre uma suposta “ficha suja”, o São Paulo FC foi o único que retornou com a certidão negativa, ou seja, provou que tem o nome limpo. Os “outros clubes” segundo ele diz no texto, que no caso é o clubinho da marginal, não respondeu. Então o que temos aqui é o seguinte, além de imoral ( dinheiro público novamente investido em um clube privado ), é ilegal. E assim caminha este grande acampamento que chamam de país.

Incentivo fiscal – Neste mesmo post do José Cruz, ele diz que o São Paulo recebeu dinheiro público, R$ 26 milhões. É bom esclarecer uma coisa. Incentivo fiscal passa longe de injeção de dinheiro público. O incentivo fiscal é uma lei. Ponto. Funciona da seguinte maneira. O clube interessado em captar recursos, apresenta o seu projeto a iniciativa privada. Os empresários então interessados em patrocinar o projeto, receberão desconto nas suas obrigações conforme a lei de incentivo. O dinheiro que entra no cofre dos clubes é privado e não público. Existe uma diferença gigante entre os dois casos. Além do que, vários clubes já receberam dinheiro desta forma. Não é ilegal e nem imoral, portanto não cabe a comparação.

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Ponte Preta 0x0 São Paulo

26/11/2012

O São Paulo já garantiu uma vaga na Libertadores de 2013 e Ney Franco, de olho nas semifinais da Sul-Americana, poupou todos os titulares diante da Ponte Preta, na tarde deste domingo, em Campinas, pelo Campeonato Brasileiro. Mas, apesar do empate em 0 a 0, a partida serviu para o comandante testar alguns jogadores.

O primeiro deles foi Paulo Henrique Ganso. Após dois jogos, o camisa 8 fez a primeira partida como titular do São Paulo. O Maestro buscou o jogo, deu passe e foi substituído no segundo tempo por outro jogador que a diretoria são-paulina aposta muito: o argentino Cañete, que estreou em 2012 após se recuperar de uma cirurgia no joelho e pode ser uma boa opção a Ney Franco em 2013.

Com o resultado, o Tricolor subiu para 63 pontos e permanece na quarta colocação do Brasileiro. Na última rodada da competição nacional, o São Paulo enfrentará o Corinthians, no Pacaembu. No primeiro turno, no mesmo estádio, vitória são-paulina por 2 a 1, com dois gols de Luis Fabiano.

FICHA TÉCNICA DO JOGO

GANSO É TITULAR

Com uma equipe totalmente reserva, o São Paulo entrou em campo para enfrentar a Ponte Preta. No meio de campo, Paulo Henrique Ganso fez a primeira partida como titular. Já no ataque, Willian José foi o único atacante de origem e contou com a parceria de Cícero, que jogou mais avançado.

Mesmo fora de casa, o Tricolor chegou com perigo ao gol campineiro. Aos nove minutos, Maicon arriscou de fora da área e quase marcou. Aos 14, a melhor chance da primeira etapa. Casemiro tabelou com Willian José e saiu cara a cara com o goleiro, mas tentou duas vezes e não balançou a rede adversária.

Lá atrás, Denis foi seguro. Aos 37 minutos, Roger tentou boa finalização, mas o são-paulino estava atento para aliviar o perigo. O empate sem gols foi a tônica do primeiro tempo, que teve um São Paulo melhor, mas jogando contra um time que contou com o apoio da torcida presente.

CAÑETE “ESTREIA”

Na volta do intervalo, Ademilson entrou no lugar de Henrique Miranda. Com isso, o polivalente Cícero foi deslocado para a lateral esquerda. No início do segundo tempo, Ney Franco fez nova alteração. Colocou Cañete na vaga de Ganso. Foi a primeira partida do argentino nesta temporada. Foi o terceiro jogo dele no clube.

Minutos depois, Ademilson recebeu bela bola pela direita e, por muito pouco, não marcou. A Ponte Preta cresceu na partida e assustou o goleiro Denis em duas oportunidades. Aos 27 minutos, a última mudança no São Paulo. Lucas Farias, que estreou no time profissional, entrou no lugar de Willian José. As equipes buscaram o gol até o último minuto, mas o empate sem gols prevaleceu.

REAPRESENTAÇÃO

Todo elenco são-paulino voltará a treinar na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na próxima quarta-feira, o São Paulo receberá a Universidad Católica, no Morumbi, pelo segundo jogo das semifinais da Sul-Americana. Na partida de ida, empate em 1 a 1 entre as equipes.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 0 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 25 de novembro de 2012, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Anderson José Coelho e Danilo Simon Manis (ambos de SP)
Cartão amarelo: Paulo Assunção (São Paulo)

PONTE PRETA: Edson Bastos; Cicinho, Cleber, Ferron e João Paulo; Baraka, Wendel, Renê Júnior e Nikão (Uendel); Rildo (Rossi) e Roger (Giancarlo) Técnico: Guto Ferreira

SÃO PAULO: Denis; Douglas, João Filipe, Edson Silva e Henrique Miranda (Ademilson); Paulo Assunção, Casemiro, Maicon, Ganso (Cañete) e Cícero; Willian José (Lucas Farias) Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

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Só Quem Nunca Caiu Pode Tirar Sarro dos Verdes

19/11/2012

Salve Soberania !

Caiu o guarani da turiassú.

Já estava certo que isto iria acontecer mas ontem, dia 18.11.2012, confirmou-se matematicamente o que todos já esperavam. Um clube mal administrado, com problemas políticos internos graves e uma gestão em relação ao futebol quase amadora, levaram o clube da Lapa ao seu segundo rebaixamento em 10 anos.

Mas o clube verde não é o único que caiu em São Paulo como todos sabemos. O que talvez muitos não saibam, é que o clubinho da marginal que já caiu uma vez de fato em 2007, se aproveitou da bagunça que sempre reinou no futebol brasileiro para se livrar do rebaixamento em 2000 e com medo de cair no campeonato paulista de 1987, agiu nos bastidores – coisa corriqueira na sua história – para mudar o regulamento com o campeonato em andamento.

Com este passado nada exemplar,  esta gente tem a cara de pau de tirar sarro do clube verde, como se tivessem “envergadura moral” para isso. Não têm, como será comprovado nas linhas a seguir.

Campeonato Paulista de 1987 – Virada de mesa: só pra garantir.

O regulamento do campeonato paulista de 1987 previa que “na primeira fase, todos enfrentavam todos, em dois turnos, com pontos corridos. Depois, os quatro primeiros colocados jogavam as semifinais (primeiro contra quarto, segundo contra terceiro) e as finais, em dois jogos. Caso a mesma equipe vença os dois turnos será declarada campeã.“ Em relação ao rebaixamento, cairiam as quatro últimas equipes na classificação.

A seis jogos do fim da primeira fase, o time da marginal tinha campanha pífia com 8 pontos em 13 jogos disputados.

No dia que antecedia o clássico contra o São Paulo, o então presidente do clube da marginal, sr. Vicente Mateus, é assunto de uma matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em que dizia: “Corinthians não cai, mesmo ficando nos últimos lugares.” Imagem acima.

O primeiro-turno termina com o time da marginal em último lugar na tabela de classificação: 14 pontos em 19 jogos disputados. O regulamento então é alterado, deixando apenas os dois últimos colocados na tabela de classificação condenados ao descenso.

O clube da marginal se recupera no segundo-turno e se classifica para as finais do campeonato que foi vencido pelo São Paulo.

Taça João Havelange 2000 – Rebaixado moralmente.

Segundo os jornais da época, este torneio natimorto foi a solução encontrada pelo clube dos 13 para resolver uma situação emergencial: o Gama teve vaga na elite do futebol brasileiro assegurada pela justiça. Para incluir o time do distrito federal, o campeonato daquele ano foi organizado em módulos. Como era a casa da mãe Joana, o torneio não previa rebaixamento,  de qualquer forma vale conferir a tabela de classificação ao final do campeonato.

O timinho da marginal teve outra campanha pífia, conseguindo 16 pontos no campeonato, terminando em penúltimo lugar. Pior colocado que o Gama, pivô da bagunça que o futebol havia se transformado naquele ano, com 22 pontos.

Campeonato brasileiro de 2007 – Rebaixado de fato e de direito.

Em 2007 o campeonato brasileiro já vivia seus melhores dias. Se não era perfeito, ao menos não existia módulos. A partir de 2003 começou a ser disputado no sistema de  pontos corridos, desde então o regulamento prevê o rebaixamento dos quatro últimos classificados na tabela.

Neste torneio, o timinho da marginal conquistou míseros 44 pontos em 38 jogos.

Bem “caído”.

Sendo assim senhores curicanos, quem pode tirar uma com a porcada é o Tricolor, vocês baixem já a bola e vão consolar seus rivais.

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São Paulo 2×1 Náutico

18/11/2012

O público no Morumbi – 62.207 – resume o momento especial vivido pelo São Paulo. Uma torcida que olha para o campo e tem orgulho dos jogadores que estão vestindo essa camisa. Hoje, lotaram para ver a estreia de Paulo Henrique Ganso, que tem tudo para se transformar em um ídolo.

Com a bola rolando, o camisa 8 viu como tem de se fazer.  Na festa para o novo reforço, Rogério Ceni e Luis Fabiano, ídolos maiores dessa geração, marcaram os gols da vitória de virada sobre o Náutico por 2 a 1, na tarde deste domingo, pela antepenúltima rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Tricolor subiu para 62 pontos e garantiu a classificação para a Libertadores. A equipe, tricampeã do torneio, ficou fora das duas últimas edições. O Botafogo, com 54 pontos, perdeu para o Sport por 2 a 0 e não tem mais chances de chegar na mesma pontuação que o São Paulo.

SEM GOLS

O São Paulo começou o jogo embalado com o apoio da torcida, que bateu mais um recorde na temporada. Mesmo assim, a equipe paulista encontrou pela frente uma retranca da equipe do Náutico. Durante toda a primeira etapa, o Tricolor encontrou muitas dificuldades para entrar na área adversária.

As principais chances do São Paulo saíram dos pés de Lucas. Ao sete minutos, o camisa 7 tentou de fora da área, mas sem muito perigo. O meia-atacante também tentou outra no fim do primeiro tempo e, dessa vez, a bola passou muito perto do gol. Por muito pouco o Tricolor não abriu o placar.

ESTREIA COM FESTA

No início do segundo tempo, Rhodolfo cometeu falta na entrada da área. Na cobrança, o volante Souza venceu Rogério Ceni e abriu o placar no Morumbi. Mesmo com o gol, a torcida não deixou de apoiar o time e começou a gritar incentivando os jogadores em campo.

Artilheiro é artilheiro e Fabuloso não decepciona. Aos nove minutos, Osvaldo cruzou na medida para Luis Fabiano, que tocou de cabeça para marcar o gol de empate. Explosão em dose dupla para a torcida, já que Paulo Henrique Ganso foi a campo no minuto seguinte no lugar de Jadson.

De um ídolo para o outro. Se Fabuloso marcou o primeiro, Rogério Ceni se encarregou de fazer o segundo. Aos 24 minutos, o camisa 9 foi derrubado dentro da área. Na cobrança, o M1TO mostrou a mesma calma e categoria de sempre para fazer mais um gol com a camisa do São Paulo. Festa total no Morumbi. Aos 30, Ganso deu o primeiro chute pelo Tricolor e quase marcou.

Aos 41 minutos, Osvaldo deu lugar a Cícero. Com o apoio da torcida, mais uma vez fundamental, o Tricolor virou diante da boa retranca do Náutico. Paulo Henrique Ganso mostrou que será muito útil ao time. Fabuloso e o M1TO provaram, mais uma vez, que são ídolos de toda uma torcida. Momento excelente para o Tricolor, que ainda está na semifinal da Sul-Americana.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino voltará a treinar na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na próxima quarta-feira, o Tricolor vai ao Chile enfrentar a Universidad Católica, em Santiago, pela primeira partida das semifinais da Copa Sul-Americana.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 NÁUTICO

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 18 de novembro de 2012 (domingo)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Márcia Bezerra Caetano (RO) Luiz Carlos Teixeira (BA)
Cartões amarelos: Luis Fabiano e Rhodolfo (São Paulo); Douglas, Alemão, Jean Rolt e Josa (Náutico)

Público: 62.207 presentes (total)
Renda: 1.429.237,00

Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos nove, e Rogério Ceni, aos 25 minutos do segundo tempo – NÁUTICO: Souza, aos três minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi (Edson Silva), Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson (Ganso); Lucas, Osvaldo (Cícero) e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

NÁUTICO: Felipe; Patric, Jean Rolt, Alemão e Douglas Santos; Alison, Josa, Souza (Reis) e Rhayner; Rogério (Kim) e Kieza Técnico: Alexandre Gallo

Via Gazeta Esportiva

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Mais uma tarde especial

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Grêmio 2×1 São Paulo

11/11/2012

Parecia ser uma tarde perfeita para o goleiro Rogério Ceni. Após renovar o contrato, o M1TO marcou um gol contra o Grêmio, fez ótimas defesas e mostrou que a diretoria acertou. No entanto, de virada, o São Paulo perdeu para o time gaúcho por 2 a 1, neste domingo, em Porto Alegre.

Com o resultado, o Tricolor permanece com 59 pontos e vê distante o sonho de chegar na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Agora, faltando três rodadas para o término da competição nacional, o São Paulo está a sete pontos do próprio Grêmio, que assumiu o segundo lugar do torneio.

VEJA A FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

M1TO MARCA

Mesmo fora de casa, o técnico Ney Franco voltou a usar a formação ofensiva com Jadson, Osvaldo, Lucas e Luis Fabiano no comando de ataque da equipe são-paulina. A primeira chance de gol do Tricolor foi de Fabuloso, que completou de cabeça cruzamento da esquerda de Osvaldo.

Com o apoio da torcida, o Grêmio teve mais chances de gol, com Marcelo Moreno e Léo Gago. Mas a boa fase do São Paulo prevaleceu na primeira etapa. Aos 43 minutos, Osvaldo foi mais esperto do que Saimon. Ao invadir a área, o atacante foi derrubado pelo zagueiro gremista, que recebeu o cartão amarelo.

Na cobrança do pênalti, Rogério Ceni mostrou a categoria habitual e abriu o placar no Olímpico. Em um primeiro tempo sem muitas chances claras, o Tricolor foi mais eficiente e aproveitou a oportunidade que apareceu. Equipe suportou a pressão rival e foi para o intervalo com a vitória parcial.

DERROTA NO SUL

No início do segundo tempo, Ney Franco colocou Maicon no lugar do Osvaldo, que fez ótima parte no Olímpico. Aos 14 minutos, o meia Jadson quase marcou o segundo gol do  time. O camisa 10 soltou a bomba de fora da área e a bola explodiu na trave. Minutos depois, André Lima empatou o jogo.

O Grêmio cresceu na partida, mas encontrou pela frente um Rogério Ceni muito inspirado. O M1TO fez ótimas defesas. Aos 27 minutos, Casemiro deu lugar a Ademilson. Aos 31, Jadson fez boa jogada e lançou Luis Fabiano, que tentou um toque de cobertura na saída de Marcelo Grohe.

Aos 38, Ney Franco fez a última alteração: Jadson por Willian José. No entanto, aos 39 minutos, Marcelo Moreno virou o jogo para o Grêmio. O Tricolor buscou o empate até o fim da partida, mas viu um revés que complica o objetivo dentro do Brasileiro. Ao menos, a equipe segue no G4 e com boas chances de conquistar a vaga na Libertadores de 2013.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino está de folga nesta segunda-feira. O grupo voltará a treinar na próxima terça-feira, no CT da Barra Funda. Com a semana livre sem jogos, o Tricolor jogará no próximo dia 18 de novembro contra o Náutico, no Morumbi, também pelo Campeonato Brasileiro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 11 de novembro de 2012, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Thiago Gomes Brigido (CE)
Público: 45.894
Renda: R$ 1.066.416,50
Cartões Amarelos:Marcelo Moreno, Saimon, Souza, Anderson Pico e André Lima (Grêmio); Douglas, Rhodolfo e Luis Fabiano (São Paulo)

GOLS: GRÊMIO: André Lima, aos 16 minutos do segundo tempo, e Marcelo Moreno, aos 39 do segundo tempo – SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 43 minutos do primeiro tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Pará, Saimon, Naldo e Anderson Pico; Fernando, Léo Gago, Souza (André Lima), Marco Antônio (Marquinhos) e Zé Roberto; Marcelo Moreno Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rhodolfo, Rafael Toloi e Cortez; Denilson, Casemiro (Ademilson) e Jadson (Willian José); Osvaldo (Maicon), Lucas e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

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