Archive for julho \31\UTC 2014

Bragantino 1×2 São Paulo FC

31/07/2014
Rubens Chiri/Site Oficial

Rubens Chiri/Site Oficial

Após duas partidas sem vitória, o São Paulo conseguiu reagir na temporada na noite desta quarta-feira (30), pela Copa do Brasil. Em Ribeirão Preto, a equipe venceu o Bragantino por 2 a 1, gols marcados por Bruno Mineiro (contra) e Alexandre Pato (de pênalti), atacante que fez uma ótima partida e voltou a marcar após seis rodadas – o último gol havia sido no dia 21 de maio.

A partida de volta acontece no dia 13 de agosto, às 22h, no Morumbi. Antes, o time volta a atuar pelo Campeonato Brasileiro. O próximo jogo, válido pela 13ª rodada do Nacional, acontece no próximo sábado (02), às 18h30, no Morumbi, contra o Criciúma.

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O jogo

Muricy teve que mudar bastante a equipe devido a ausências. Luis Fabiano seguiu fora por lesão muscular, e Alan Kardec não pode atuar na Copa do Brasil, pois já defendeu o Palmeiras na competição. Já Osvaldo, que sofreu um trauma no quadril, também ficou fora. Dessa forma, Ademilson, que completou 100 jogos pelo Tricolor, continuou na frente, mas ganhou como companheiro Alexandre Pato, titular pela primeira vez após a disputa Copa do Mundo.

Mais mudanças foram necessárias pelos desfalques de Antonio Carlos (dores na panturrilha esquerda) e Kaká (trauma na panturrilha direita). Para substituir os tricolores, Muricy optou pela entrada de Paulo Miranda na primeira linha, liberando Douglas para atacar. Maicon voltou ao time, e fez dupla com PH Ganso no meio.

A equipe começou o jogo mostrando bastante movimentação, e com Douglas mais livre para atacar, ganhou força pela direita. E aos 16 minutos, a equipe saiu na frente. Após cobrança de escanteio de Alexandre Pato, Rodrigo Caio subiu com o zagueiro Bruno Recife, que tocou contra para o gol, de cabeça.

Ainda em jogadas pela direita, quase saiu um golaço do Tricolor aos 31. Rodrigo Caio tocou para Pato, que deixou para Ganso. O meia finalizou colocado e quase encobriu o goleiro, que desviou em escanteio. Mas essa foi uma das poucas finalizações do time na etapa inicial.

A partir dos dez minutos do segundo tempo, os tricolores começaram a arriscar mais. Douglas e PH Ganso tiveram duas boas chances, mas finalizaram pra fora. Pato também teve chance após o rebote da defesa, mas a zaga travou o chute. Mas a melhor oportunidade veio aos 15 minutos. Pato deixou a bola para Ganso, que finalizou rasteiro, mas o goleiro conseguiu pegar.

Maicon também apareceu bem para finalizar após um lindo passe de Pato, que tirou a marcação. Mas o meio-campista não foi feliz na finalização, que saiu fraca, nas mãos do goleiro. Pato também tentou chute de fora, mas a bola saiu à esquerda do gol.

Aos 28 minutos, Alvaro Pereira foi empurrado na área, e o árbitro marcou pênalti no lateral são-paulino. Pato cobrou no canto direito baixo do goleiro e ampliou a vantagem do Tricolor.

O Bragantino conseguiu marcar com Luisinho, que aproveitou cruzamento rasteiro para finalizar com força da entrada da área. Porém, o Tricolor conseguiu levar a vantagem para a segunda partida. Os são-paulinos voltam a treinar na tarde desta quinta-feira, no CT da Barra Funda.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BRAGANTINO 1 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 30 de julho de 2014 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Fábio Rogério Baesteiro (SP)
Cartões amarelos: Tobi, Robertinho, Francesco, Nunes e Alexandre (Bragantino); Rodrigo Caio e Álvaro Pereira (São Paulo)

Gols:  BRAGANTINO: Luisinho, aos 38 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Bruno Recife (contra), aos 16 minutos do primeiro tempo, e Alexandre Pato (pênalti), aos 31 minutos do segundo tempo

BRAGANTINO: Renan; Robertinho, Tobi, Alexandre e Bruno Recife; Francesco, Geandro, Gustavo (Léo Jaime) e Magno Cruz (Sandro); Luisinho e Cesinha (Nunes) Técnico: André Gaspar (interino)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Rafael Toloi; Douglas, Souza, Maicon, Ganso e Álvaro Pereira; Ademilson e Alexandre Pato Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Memória: Paulista de 2005 – Incêndio no Morumbi

29/07/2014

torcida corinthians incendio morumbi 2005Salve Soberania.

Como o time.gov anda cheio de não me toques com o privadão da Odebrecht, do Lula e do Kassab por causa de algumas cadeiras quebradas, vale recordar aqui o incêndio provocado pela torcidinha no Morumbi em 2005. Porque cadeira quebrada é comum toda vez que elas nos visitam. A coisa foi tão feia que setores do estádio tiveram que ser interditados pelo Contru e corpo de bombeiros na época para vistoria.

Relembre

Eles conseguiram “abalar” o Morumbi – Por Paulo Pontes

O incêndio ocorrido no Morumbi logo após o jogo entre São Paulo e Corinthians, ao que parece, foi criminoso. Por precaução, o São Paulo suspendeu a venda dos ingressos para o jogo da Libertadores, contra o Universidad do Chile, na próxima semana, para a arquibancada amarela. O Contru, por mais precaução ainda, interditou toda a arquibancada e, ainda, a numerada superior amarela.

As câmeras viradas, o posicionamento da torcida do Corinthians/MSI (que ficou as arquibancadas vermelha e amarela) e o aparecimento de uma testemunha que viu torcedores corinthianos quebrando a porta do depósito sob a arquibancada e colocando fogo com isqueiro em todo aquele material inflamável, levam a quase certeza que o incêndio foi criminoso.

O prejuizo do São Paulo pode ser muito maior do que se imagina. Haverá a contratação da empresa Falcão Bauer para que se faça uma análise técnica e se detecte se houve ou não abalo à estrutura do estádio. Isso custa dinheiro.

O Contru interditou mais da metade do estádio. O São Paulo já suspendeu a venda dos ingressos para a arquibancada amarela.

Se for constatado abalo na estrutura, no mínimo o setor onde houve o incêndio, correspondente a dois mil lugares, ficará fechado no jogo da próxima quarta-feira, pela Libertadores. É mais prejuízo.

Já é hora de nossas autoridades analisarem de forma diferente a punição no futebol. Fatos como este têm que leva o time cuja torcida provocou o estrago a ressarcir o dono do estádio. E mais: a pagar, não só a obra, mas o prejuízo futuro, que seria a possibilidade de vendas de ingressos para os jogos, enquanto o setor estiver interditado (ou vocês não acham que haverá lotação completa nas arquibancadas no jogo do São Paulo na Libertadores?).

Sou defensor de que o time punido perca o mando de jogo, mas que a torcida também seja punida. O jogo deve ser com portões fechados.

Não faz muito tempo, na Espanha, o Real Madri perdeu o mando de um jogo, mas pode jogar em seu estádio. A torcida é que não pode entrar, já que foi ela quem causou o problema que puniu o Real.

Aqui no Brasil, um torcedor corinthiano atirou uma pedra sobre o goleiro do Santos, na Vila Belmiro, o Corinthians/MSI perdeu o mando do jogo, mas vai jogar em Mogi Mirim contra o União São João com venda normal de ingressos. Ou seja, a torcida corinthiana estará lotando o estádio. Qual é a punição que houve a quem cometeu o ilícito?

Portanto é hora de nossas autoridades repensarem a punição aplicada nesses acontecimentos. E a diretoria do São Paulo deve cobrar tudo o que tem direito do Corinthians/MSI, pois sua torcida conseguiu abalar a estrutura do Morumbi. Além do mais, o que são alguns milhões de reais para o tal de Kia??

É só uma lavadinha a mais!!!

Paulo Pontes é apresentador e comentarista da Rádio Jovem Pan e proprietário do site www.tricolornaweb.com.br

Via Tricolormania

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Ou Calote ou Falência

29/07/2014

Clubes falidos querem caloteSalve Soberania.

Semana passada houve reunião de dirigentes com a presidente para falar a respeito das dívidas dos clubes.  Querem renegociar as dívidas em 25 anos. É mole ?

O gráfico ao lado que eu achei no blog do Milton Neves, mostra apenas as dívidas tributárias, mas nós sabemos por exemplo que o time.gov ainda tem R$ 400 milhões do privadão – considerando que vão honrar os compromissos -, o que colocaria o clube de centenária incompetência em primeiro lugar na lista de devedores do estado.

Seguindo este raciocínio, o Inter que financiou a reforma do seu estádio para a copa com um empréstimo de R$ 275,1 milhões, iria pra segundo lugar na lista dos sugadores. O Atlético Paranaense saltaria de penúltimo lugar na lista, para ficar entre os dez maiores devedores do erário com o seu empréstimo de R$ 185 milhões.

Com isso, a lista corrigida dos devedores do estado ( só os dez primeiros, os falidos ), seria a seguinte:

01 – corintians – 573,5
02 – internacional – 410,4
03 – flamengo – 386,4
04 – botafogo – 350,9
05 – vasco – 270,5
06 – atlético-mg – 258,8
07 – fluminense – 238,6
08 – atlético-pr – 194,3
09 – santos – 119,8
10 – bahia – 110,4

O diferença na lista das dívidas ( tributos + BNDES ) do primeiro colocado para o segundo, é R$ 160 mi. Isto talvez explique porque o time da marginal teve DOIS representantes na reunião, ao invés de apenas um como os demais clubes. Eles são, certamente, os mais interessados no tal perdão das dívidas tributárias e por quê não do BNDES ?

Amigo, este é o Brasil, não duvide de nenhuma hipótese que em um primeiro momento pareça absurda.

O São Paulo também faz parte da lista e sua dívida de R$ 65,2 mi, a primeira vista não parece impossível de ser paga, afinal em 2013, o clube arrecadou R$ 285 mi. Por isso me irritei ao ver que o Aidar esteve presente na reunião.

Mais tarde vi que o São Paulo também quer se livrar do débito, mas através da Timemania. Segundo o presidente do São Paulo FC, o governo morde 46% da arrecadação, o que não estaria ajudando a quitar as dívidas tributárias. Em 2013 o São Paulo arrecadou R$ 1,847 mi com a loteria. Se o governo abrisse mão da sua parte, o São Paulo teria arrecadado por volta de R$ 5,708 mi. O que faria a dívida do São Paulo, apenas com a Timemania ser paga com algum esforço, em muito menos tempo que os 25 anos cogitados por outros clubes. 10 anos talvez ? Faça as contas.

Pra terminar isso aqui, uma pitada de história.

Há quem diga que o São Paulo faliu em 1935, invencionisse desmentida por quem conhece e estuda a história do clube. Mas vamos entrar na onda dos mitólogos e dizer que o São Paulo faliu.

O que é mais digno ? Falir, fechar as portas e voltar com as próprias pernas, ou se prestar ao ridículo de implorar ajuda governamental como se vê hoje em dia nas páginas do caderno de esportes ?

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Goiás 2×1 São Paulo FC

27/07/2014
Rubens Chiri/Site Oficial

Rubens Chiri/Site Oficial

Na esperada reestreia de Kaká, na tarde deste domingo (27), o São Paulo não conseguiu superar o Goiás, jogando no Serra Dourada, e apesar de o craque ter feito seu primeiro gol no retorno ao Tricolor, o time foi derrotado por 2 a 1, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a derrota, os são-paulinos se mantêm com 19 pontos somados, e ocupam o oitavo lugar na tabela de classificação do torneio. Pelo Brasileiro, o time volta a atuar apenas no próximo sábado (02), contra o Criciúma, no Morumbi. Já na quarta-feira (30), os tricolores jogam pela Copa do Brasil, contra o Bragantino, em Ribeirão Preto.

O jogo

Com o desfalque de última hora de Antonio Carlos (dores na panturrilha esquerda), Muricy optou pelo jovem Lucão na zaga são-paulina ao lado do também estreante Rafael Toloi. Dessa forma, o técnico conseguiu manter Rodrigo Caio como volante, dando suporte ao lado de Souza a Ganso e Kaká. No ataque, apenas dois atacantes: Alan Kardec e Ademilson, que seguiu como titular do time na ausência de Luis Fabiano, lesionado.

Nos primeiros minutos de jogo, já se pôde perceber como joga o Tricolor com o camisa 8. Participativo, o meia trocava de lado com Ganso o tempo todo, e dava bastante trabalho aos marcadores. Foram dele os principais lances são-paulinos do primeiro tempo. Ele participou de quase todas as jogadas de ataque, seja pela direita ou pela esquerda, e inclusive cobrou as faltas e escanteios que apareceram.

Mas além dos dois chutes de Kaká, um no início da partida e outro mais para o fim da primeira etapa, o São Paulo não conseguiu incomodar o goleiro rival no primeiro tempo, e não conseguiu ter a posse de bola que teve nos outros jogos. Aos 43 minutos, quando a partida estava igual, o time sofreu um gol de bola parada. Após cobrança de falta, Amaral conseguiu vencer a defesa são-paulina e marcou de cabeça – o assistente havia marcado impedimento, mas o árbitro validou o gol dos goianos.

Já no intervalo, Muricy optou pela primeira mudança na equipe: Alexandre Pato entrou em campo no lugar de Ademilson. Mas mal houve tempo para ver como iria se portar o time, já que o Goiás surpreendeu novamente com uma jogada aérea, e Bruno Mineiro marcou de cabeça logo aos três minutos.

O Tricolor começou a reagir e criar mais depois do segundo gol sofrido. Aos nove minutos, quase a equipe diminuiu após boa jogada na área com Pato, Kaká e Alan Kardec, mas o goleiro Renan conseguiu fazer ótima defesa. Visando ficar mais com a bola e tentar produzir mais ofensivamente, Muricy fez a segunda mudança aos 19: saiu Lucão, entrou Maicon.

E o time ganhou em potencial ofensivo, dando resultado aos 30 minutos. Pato fez o cruzamento, Souza tocou para o meio, a zaga desviou e Kaká, muito bem posicionado na área, completou para o gol, diminuindo para o Tricolor. Foi o 49º gol do craque em 132 partidas pelo São Paulo.

De olho em mais gols, o técnico são-paulino arriscou colocando mais um atacante, Osvaldo, no lugar de Souza. E só deu São Paulo, que não deixou o Goiás respirar. Investidas pela esquerda, com Kaká e Osvaldo, ou pela direita, com Pato, eram constantes. Com isso, veio a retranca do rival, que conseguiu segurar o resultado.

Os jogadores se reapresentam ao treinador Muricy Ramalho na tarde desta segunda-feira (28), quando o time treina às 15h30 no CT da Barra Funda.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
GOIÁS-GO 2×1 SÃO PAULO-SP

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia-GO
Data: 27 de julho de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves-RS e José Antônio Chaves Franco Filho-RS
Cartões amarelos: David e Érik (Goiás-GO); Ganso (São Paulo-SP)
Público: 12.847 pessoas
Renda: R$ 538.155,00

GOLS: GOIÁS-GO : Amaral (aos 43’ do 1T) e Bruno Mineiro (aos 2’ do 2T) – SÃO PAULO-SP: Kaká (aos 30’ do 2T)

GOIÁS-GO: Renan; Moisés, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, Thiago Mendes, David e Ramón (Tiago Real); Érik (Valmir Lucas) e Bruno Mineiro (Welinton Júnior) Técnico: Ricardo Drubscky

SÃO PAULO-SP: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Tolói, Lucão (Maicon) e Álvaro Pereira; Rodrigo Caio, Souza (Osvaldo), Kaká e Ganso; Ademílson (Alexandre Pato) e Alan Kardec Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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24/07/2014

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São Paulo FC 0x1 Chapecoense

20/07/2014
spo0x1cha brasileiro 19072014

Rubens Chiri / Site Oficial

Na noite deste sábado (19), O São Paulo voltou ao Estádio do Morumbi após 50 dias sem atuar na casa são-paulina. O adversário foi a Chapecoense, que dificultou a partida para os donos da casa e impediu a segunda vitória no retorno do Campeonato Brasileiro: 1 x 0 para os rivais, gol marcado por Ricardo Conceição.

O São Paulo continua com 19 pontos somados, e pelo menos até o início da rodada deste domingo fica na terceira posição da tabela do Nacional. Os são-paulinos descansam amanhã e voltam a trabalhar na tarde de segunda-feira (21), no CT da Barra Funda, quando começam as atividades visando a partida da próxima rodada, quando enfrentam o Goiás, fora de casa.

O jogo

Muricy, que não sabia se poderia contar com todos os atletas devido ao desgaste físico do último jogo, conseguiu repetir a escalação da vitória sobre o Bahia. Sem poder usar Luis Fabiano, que se recupera de uma lesão muscular na coxa, o treinador novamente optou por Ademilson na vaga do atacante.  Ao lado do camisa 19 estava Alan Kardec, que fez a estreia dele diante da torcida após balançar as redes logo no primeiro jogo que disputou no Brasileirão pelo Tricolor.

E conforme antecipado pelo técnico Muricy Ramalho, que previu uma partida complicada para o Tricolor, o São Paulo não encontrou caminho fácil diante dos catarinenses. Apesar de ter o domínio da partida, os tricolores tiveram dificuldades para chegar ao gol do rival, que se fecharam na defesa durante a maior parte do jogo.

A primeira grande chances são-paulina veio apenas aos 33 minutos, quando Ademilson fez a jogada e deixou a bola pra Douglas. O lateral fez um cruzamento perfeito com a perna esquerda e Ganso cabeceou, mas à direita do gol. Na sequência, Alvaro Pereira ficou com a bola após jogada de Alan Kardec, que matou no peito, mas o lateral-esquerdo finalizou por cima da meta.

No primeiro lance do segundo tempo, Ganso quase fez um golaço com um chute de longe que por pouco não acertou o ângulo esquerdo do goleiro rival. Em seguida, mais duas boas chances, com Ademilson e Antonio Carlos, que pegou de primeira.

E aos cinco minutos, quase Alan Kardec marca o segundo dele pelo clube após receber passe de Osvaldo e driblar o goleiro, mas o arqueiro da Chapecoense conseguiu se recuperar e ficou com a bola. Mas apesar de estar melhor, quem balançou as redes foi o rival, com gol de Ricardo Conceição aos 11 minutos, após jogada rápida dos catarinenses, que pegaram a defesa são-paulina desarrumada.

O gol fez o Tricolor avançar ainda mais em busca do resultado positivo, e o goleiro Danilo teve trabalho com diversas investidas são-paulinas. Aos 31 minutos, Muricy fez a primeira mudança no São Paulo: saiu Ademilson, entrou Alexandre Pato. Aos 37, Osvaldo deixou o jogo para a entrada de Ewandro. Apesar de continuar ofensivo, a equipe não conseguiu furar o bloqueio da Chapecoense e perdeu pela primeira vez no Morumbi neste Campeonato Brasileiro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 19 de julho de 2014, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Assistentes adicionais: Rodolpho Toski Marques e Adriano Milczvski (ambos do PR)
Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Maicon, Souza (São Paulo). Rafael Lima, Rodrigo Biro (Chapecoense)
Público: 43.075
Renda: R$ 997.855,00
Gols: CHAPECOENSE: Ricardo Conceição, aos 11 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Ademílson (Alexandre Pato), Osvaldo (Ewandro) e Alan Kardec Técnico: Muricy Ramalho

CHAPECOENSE: Danilo; Fabiano, Rafael Lima, Jaílton e Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva), Dedé, Nenén (Abuda) e Camilo (Zezinho); Bruno Rangel Técnico: Celso Rodrigues

Via Gazeta Esportiva

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Bahia 0x2 São Paulo FC

17/07/2014
bah 0x2 spo brasileiro 16072014

Rubens Chiri / Site Oficial

De volta à temporada após 46 dias longe dos gramados para jogos oficiais no Brasil, o São Paulo entrou em campo na noite desta quarta-feira e mostrou que fez valer a intensa intertemporada que realizou. Em ótima exibição, a equipe são-paulina não deu chances para o Bahia: 2 a 0 em plena Arena Fonte Nova, gols marcados por Rogério Ceni (de pênalti), e Alan Kardec, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a vitória, o Tricolor chegou aos 19 pontos e dorme na vice-liderança da competição. O time volta a campo no sábado (19), quando recebe a Chapecoense no Morumbi. A partida está marcada para às 18h30.

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O jogo

Sem Luis Fabiano, que aprimora forma física após se recuperar de uma lesão muscular, Muricy optou por Ademilson no ataque ao lado de Osvaldo e Alan Kardec, que fez seu primeiro jogo oficial no Brasil após quase dois meses de preparação – chegou ao Tricolor no dia 12 de maio.

O restante da equipe se manteve como antes da pausa para a Copa do Mundo. A única diferença foi na mudança de numeração de alguns atletas: Rodrigo Caio agora usa a camisa 3 e Souza, a número 5. Kardec assumiu a 14. E o novo camisa 14 foi o responsável pelo primeiro lance de perigo do São Paulo. Após cruzamento de Alvaro Pereira, Kardec cabeceou para o gol, mas o lance saiu alto demais, aos oito minutos.

Com domínio do jogo, o Tricolor controlava a posse de bola. Aos 11 minutos, Ademilson, que incomodava bastante a zaga do Bahia com jogadas pela direita, recebeu ótimo lançamento de Rogério Ceni e sofreu pênalti, cometido pelo zagueiro Titi. O camisa 01 foi para a cobrança, acertou o canto direito alto do goleiro e abriu o placar para o São Paulo. O capitão tem agora incríveis 118 gols marcados na carreira!

E o Tricolor manteve o controle da partida mesmo à frente no placar. Aos 19 minutos, uma jogada linda resultou em mais um gol são-paulino. Tudo começou quando Ademilson tocou para Souza, e o camisa 5 tabelou com PH Ganso. O Maestro devolveu a bola para Souza, que passou para Kardec. Aí, o artilheiro não perdoou com um toque direto para o gol, o primeiro dele com a camisa do São Paulo e o segundo do jogador no Brasileiro – ele marcou no dia 20 de abril, contra o Criciúma, quando ainda defendia o Palmeiras.

Kardec também armou jogadas, como aos 37 minutos, quando driblou duas vezes o mesmo marcador e fez o cruzamento para a área, mas o goleiro chegou antes que Ademilson, pronto para finalizar. Aos 45, o atacante roubou a bola e deixou com Ademilson, que fez passe maravilhoso para Maicon, mas o goleiro desviou em escanteio – na cobrança, Antonio Carlos quase marcou de cabeça.

Já no primeiro lance do segundo tempo, outra grande chance para o São Paulo. Ademilson ganhou do marcador e tentou um voleio maravilhoso, mas o goleiro impediu o gol. Na sequência, Ganso por pouco não deixou o dele após finalizar entre os zagueiros, mas novamente Douglas Pires evitou o terceiro são-paulino.

Sem baixar o ritmo em nenhum momento, os são-paulinos tiveram mais diversas chances. Aos 17 minutos, o assistente marcou um impedimento inexistente de Rodrigo Caio. O zagueiro aproveitou o rebote de ótimo chute de Osvaldo, que bateu na trave, e a arbitragem anulou o gol. O Bahia até tentou mudar a situação de jogo, mas não conseguia passar pela defesa paulista.

Muricy precisou fazer duas alterações durante a segunda etapa: Denilson no lugar de Maicon, que sentiu um desconforto muscular, e Pato na vaga de Alan Kardec, que saiu com câimbras. No finzinho, Boschilia substituiu Osvaldo.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 X 2 SÃO PAULO

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 16 de julho de 2014, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Assistentes: Luis Diego Nascimento Lopes e Heronildo Sebastião Freitas da Silva (ambos do PA)
Cartões amarelos: Fahel, Titi, Léo Gago, Guilherme Santos (Bahia). Rodrigo Caio, Álvaro Pereira, Osvaldo, Antônio Carlos (São Paulo)
Gols: SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 13, e Alan Kardec, aos 20 minutos do primeiro tempo

BAHIA: Douglas Pires; Diego Macedo, Demerson, Titi e Guilherme Santos; Fahel, Pittoni (Emanuel Biancucchi), Léo Gago e Rhayner; Maxi Biancucchi (William Barbio) e Henrique (Jeam) Técnico: Marquinhos Santos

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza, Maicon (Denilson) e Paulo Henrique Ganso; Ademílson, Osvaldo (Boschillia) e Alan Kardec (Alexandre Pato) Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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13/07/2014

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Memórias do Chumbo – O Futebol nos Tempos do Condor

10/07/2014

Em dezembro de 2012, a ESPN Brasil exibiu o documentário Memórias do Chumbo — O Futebol nos Tempos do Condor.

Trata-se de profunda investigação sobre as relações entre o futebol e as ditaduras militares do continente sul-americano nas décadas de 60, 70 e 80 em quatro países: Brasil, Argentina, Chile e Uruguai, países cujos governos articularam a Operação Condor, à qual alude o título da série.

A série ganhou o Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, outorgado pela Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI), na categoria “Cobertura noticiosa”. Mostra como as ditaduras militares na América do Sul que integraram a Operação Condor — a “multinacional do terror” criada para exterminar a oposição de esquerda aos governos ditatoriais — estiveram presentes no futebol.

Ficha técnica
Roteiro: Lúcio de Castro
Fotografia: Rosemberg Farias, Luiz Ribeiro
Montagem e Edição: Fábio Calamari, Alexandre Valim, Andrei Oliveira
Produção: Lúcio de Castro
Trilha Musical: Fábio Calamari
Arte: Stela Spironelli e Rodrigo Takigawa.
Elenco Luis Alberto Volpe (narração), Carlos Caszely
Realização da ESPN Brasil.

Documentário, cerca de 50 minutos cada, cor, HD, RJ, 2012

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E o Circo Acabou.

08/07/2014

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ÁUDIO: Aidar Fala da Expectativa Sobre Kaká, Reforma do Morumbi e União dos Clubes

07/07/2014

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