Archive for abril \28\UTC 2014

Memória: Antônio Carlos e Cafú, as Pontes da Discórdia

28/04/2014

eticaSalve Soberania !

Ética é a palavra de ordem do momento.

No discurso é tudo lindo: os clubes devem se unir, somos fracos por falta de união, como negociar cotas maiores se não há unidade ? Bom, pra responder esta pergunta, o presidente alviverde deveria dirigir-se ao seu ex-colega alvinegro Andres Sanchez, afinal, foi por um estádio longínquo construído em Itaquera que as cotas de TV são baixas, ou será que ele se esqueceu que o C13 queria mudar o formato de negociação por cotas maiores ?

Não me lembro de ter ouvido lamentações dos dirigentes palmeirenses naquela época. Afinal, estava guardado para eles também um incentivo mais conhecido como cala a boca: a tal equiparação dos títulos brasileiros.

O que houve com a ética neste episódio ?

Mas nem vou me deter a estas coisas que já tenho repetido exaustivamente neste blog. Todo mundo que vem aqui já sabe a história toda.

Quero relembrar os “passa-moleque” que o time verde já deu no São Paulo tempos atrás, fazendo pontes com clubes europeus pra contratar jogadores do São Paulo e enganando a legislação vigente no período.

Pode ser que na grande mídia ninguém conte a história, sei lá, por esquecimento (?) talvez. Mas aqui, por sorte ou por defeito de fabricação, a gente não esquece nada.

A propósito, o executivo que cuidava da Parmalat na época das negociações era o Brunoro, o mesmo que faz parte agora do futebol do palmeiras.

Antônio Carlos: A ponte Albacete e palmeiras.

Antônio Carlos era um zagueiro diferente, talentoso. Jogava de cabeça erguida, técnico até demais para ficar preso na defesa. De personalidade forte, sua carreira foi vitoriosa.

Mas teve problemas que ninguém esquece. O primeiro deles foi quando aceitou a sua saída do São Paulo. Foi comprado pelo minúsculo Albacete, da Espanha. Não houve quem não estranhasse a transação. Na verdade, foi uma tosca ponte bolada pelos homens do futebol da Parmalat.

E ele foi jogar no palmeiras.

A torcida e a diretoria do São Paulo não aceitaram Antônio Carlos ter se submetido a essa negociação por baixo dos panos.

Via R7

Cafú: A ponte Real Zaragoza, Juventude e palmeiras.

Uma das negociações mais estranhas da história do futebol nacional se deu em 1995. Naquele ano, Cafu era um jogador vivendo um excelente momento na carreira. Um ano antes, havia conquistado o mundo com a seleção brasileira; no biênio 92/93, também fora campeão mundial, com a camisa do São Paulo. Estava na Europa, defendendo o Real Zaragoza, onde levantou a taça da extinta Recopa.

No mesmo ano de 1995, o Juventude, de Caxias do Sul, passava por uma significativa ascensão. O clube acabara de faturar o Brasileiro da Série B e se preparava para estrear na elite nacional. Era patrocinado pela Parmalat, o que garantia aos seus cofres uma quantia bem superior às que dispunham equipes do mesmo porte.

As trajetórias de Cafu e Juventude se cruzaram naquele ano. O lateral da seleção brasileira fora contratado pela equipe gaúcha. Momento de consagração do Juventude, que assim trazia um nome de peso para se confirmar no cenário nacional e fazer frente à dupla Gre-Nal no Rio Grande do Sul !

A contratação de Cafu pelo Juventude foi, talvez, o maior exemplo de “jeitinho brasileiro” da história dos grandes clubes do futebol nacional.

Cafu despontou no São Paulo e, como já dito, foi jogar na Europa. O palmeiras – bancado pela Parmalat – se interessou pelo atleta. Mas havia uma cláusula que proibia o Real Zaragoza, então empregador de Cafu, de negociá-lo com equipes paulistas.

O que a Parmalat fez? Pôs Cafu no Juventude. De lá ele seguiu para o palmeiras, sem que as imposições contratuais o barrassem.

A situação, até hoje, é motivo de revolta entre são-paulinos e até mesmo entre torcedores do Juventude. Os tricolores alegam que deveria ter havido maior vigilância dos órgãos competentes para que a desfaçatez da negociação fajuta fosse punida. Já os juventudistas reclamam que o clube foi usado e saiu desmoralizado do episódio.

Via Futepoca

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Papo de Boleiro com Antônio Carlos

28/04/2014

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Cruzeiro 1×1 São Paulo FC

27/04/2014

Visivelmente sentindo o cansaço da viagem até Alagoas na última quarta-feira (23), no confronto contra o CRB-AL (2 x 1) pela Copa do Brasil, o São Paulo arrancou um empate dramático com o Cruzeiro por 1 a 1 na tarde deste domingo (27), no Estádio Parque do Sabiá. Com gol do zagueiro Antonio Carlos, que apareceu nos acréscimos para assegurar o bom resultado fora de casa, o Tricolor conseguiu evitar a derrota para os mineiros, que marcaram com Júlio Baptista.

No próximo final de semana, no Morumbi, a equipe são-paulina entrará em campo novamente para tentar manter a sua invencibilidade no Campeonato Brasileiro. O adversário será o Coritiba, que detém dois pontos na competição nacional. Após duas rodadas, o Tricolor detém quatro pontos ganhos e ocupa a vice-liderança.

Com retorno do atacante Luis Fabiano, que foi preservado contra os alagoanos, o técnico Muricy Ramalho repetiu a escalação da estreia – vitória sobre o Botafogo por 3 a 0 – e montou o time com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Paulo Henrique Ganso e Boschilia; Alexandre Pato e Luis Fabiano.

No primeiro tempo, com muita marcação das duas equipes, as oportunidades quase não apareceram e o forte calor de Uberlândia ‘segurou’ as duas equipes. Os mineiros até criaram algumas situações, mas foi o Tricolor que levou o primeiro perigo. Aos 14 minutos, Boschilia avançou e chutou, porém, a bola passou à esquerda de Fábio.

Com Ganso bem marcado, o time são-paulino tinha dificuldades para organizar as jogadas. Sem a bola, os cruzeirenses voltavam todos os jogadores para o campo de defesa e, assim, os visitantes sofriam para encontrar espaços. O São Paulo ainda teve uma baixa aos 15 minutos: Douglas sentiu um desconforto muscular na coxa esquerda e acabou substituído por Luis Ricardo.

Mesmo correndo muito, as equipes não conseguiam criar nada em Uberlândia. Sem poder para construir as investidas, os times continuavam esbarrando nas marcações e dificultavam as saídas de bola adversárias. Dessa forma, Luis Fabiano e Pato quase não apareceram. O camisa 11 até voltou para buscar o jogo, mas não conseguiu finalizar com efetividade.

O São Paulo usou o mesmo veneno do rival, apertou a saída de bola do Cruzeiro e obrigou os mineiros a darem chutões. Com uma leve melhora e mais qualidade, os paulistas quase abriram o placar: Rogério, de falta aos 41, levou perigo, porém, a primeira etapa terminou com poucas emoções no Parque do Sabiá.

Na volta para o segundo tempo, após o intervalo, o Tricolor melhorou e buscou o campo de ataque. No entanto, logo aos 5 minutos, Júlio Baptista matou a reação são-paulina. O jogador cobrou falta com perfeição, por cima da barreira, bateu o goleiro Rogério e colocou os anfitriões em vantagem: 1 a 0.

Para buscar o empate, Muricy promoveu a entrada de Osvaldo no lugar de Boschilia e deu mais ofensividade ao time. O camisa 17 ganhou a ajuda de Alvaro Pereira, que foi liberado pelo treinador para atacar pelo lado esquerdo do campo.

E quando a derrota parecia inevitável, já que a marcação cruzeirense e o desgaste prejudicavam o Tricolor, o zagueiro Antonio Carlos apareceu para resolver e arrancar o empate. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, o xerifão subiu de cabeça após cobrança de falta e estufou as redes do goleiro Fábio: 1 a 1 e festa da torcida são-paulina, jogadores e comissão técnica no Parque do Sabiá.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 SÃO PAULO

Local:   Estádio João Havelange, em Uberlândia (MG)
Data: 27 de abril de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Cristhian Passos Sorence (GO)
Cartões amarelos: Samudio e Henrique (Cruzeiro). Álvaro Pereira (São Paulo)
GOLS: CRUZEIRO: Júlio Baptista, aos 4 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Antônio Carlos, aos 46 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio; Ceará (Mayke), Dedé, Bruno Rodrigo e Samudio; Henrique, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Nilton) e Júlio Baptista (Borges) Técnico: Marcelo Oliveira

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas (Luis Ricardo), Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza, Maicon (Hudson), Boschilia (Osvaldo) e Ganso; Alexandre Pato e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Quer Bala ?

25/04/2014

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O Jornalismo Esportivo em Seu Esplendor

25/04/2014

Via Creio em São Paulo

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Dois Toques

25/04/2014

Da lonjura do Itaquerão – É longe de tudo amigo. Queiram ou não, esta é uma verdade inquestionável, é fato ! O Aidar falou a verdade. JJ já tinha dito que pra chegar em Itaquera, precisaria chamar o corpo de bombeiros. Putz, mas pra quê falar ? Atiçar as redações gambás, ávidos por venda de jornais e aquela sede contida de vingança pelas declarações dos Tricolores. Torcedores enrustidos, com pose de profissionais: não enganam mais ninguém. Mas como o argumento é inquestionável e não há réplica que destrua “o fato”, o próprio time.gov tratou de lançar vídeos para mostrar ao mundo do futebol que o Morumbi seria tão longe quanto o Itaquerão, ou talvez mais. Pra isso foram a praça da Sé, centro de São Paulo, marco zero da cidade pra medir distâncias… Vai ser ridículo assim lá em Itaquera ! Ops, Itaquera não, melhor ir pra fazendinha, porque o Itaquerão é da BRL Trust e Odebrecht, pelo menos até pagarem a última prestação do carnezinho. Agora me responda: a Angela Merkel vai ficar hospedada na praça da Sé ? Tem algum hotel ali pra receber chefes de estado ? Em que hotel vai ficar por exemplo o Michel Platini ? O Beckenbauer ? O Blatter vai dormir onde ? No Hilton ? Em algum Blue Tree ? E se algum destes VVIPs precisarem de atendimento médico ? O Albert Einstein fica mais perto do Morumbi ou do Itaquerão ? E o Hospital das Clínicas ? E o INCOR ? Sabe onde fica o Hilton ? No CENU, na Avenida das Nações Unidas perto da Berrini, Zona Sul, região que hoje é mais importante que a avenida Paulista. O que tem em Itaquera ? Nada além de especulação imobiliária e um progresso prometido que nunca chegou, se é que vai chegar um dia. Da próxima vez, por favor, façam vídeos honestos.

Fala mesmo Aidar ! – Eu preciso saber qual a regra do jogo, porque eu ando meio perdido por aqui. Chamar de panetone pode, mas dizer Itaquerão é maldade ? Chamar de bichacom anuência de um juiz e de bambi tá valendo, mas falar que o Kaká é a cara do São Paulo por ser alfabetizado e com todos os dentes na boca é preconceito ? O presidente do São Paulo jamais mencionou o time.gov ! Serviu a carapuça ? Falar que o Morumbi tem que ser implodido é engraçado, mas dizer que o Itaquerão é longe é elitismo ? Quando alguém do São Paulo fala, os reaças são chamados para entrar em ação e quando falam os turbinados pelo estado, todos batem palma ? É isso ? Senhores jornaleiros, não se enganem, o mundo mudou. Vocês não manipulam mais ninguém ! Não adianta torcer ai na sua redação e escrever seus textos tendenciosos, porque ninguém vai dar atenção se você não for honesto com a profissão que você escolheu. A internet nos libertou dos grilhões da mídia. Acordem ! Vejam o exemplo da Globo com audiência em queda livre ! Nos respeitem pra sobreviver. Já passou da hora…

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CRB-AL 2×1 São Paulo FC

23/04/2014

CRB2X1SPO CDB 24042014Com um lindo gol de Ademilson, que acertou uma bela bicicleta, o Tricolor largou na frente por uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil de 2014, mas viu o CRB virar o placar e frustrar as suas pretensões. Na noite desta quarta-feira (23), no Estádio Rei Pelé, o São Paulo acabou derrotado por 2 a 1, com gols de Tozin e Diego Rosa, e terá que vencer na volta para se manter no torneio nacional.

Diante do finalista do Campeonato Alagoano deste ano, que foi empurrado por sua torcida durante todo o jogo, o time são-paulino tentou repetir a boa atuação da estreia do Campeonato Brasileiro, quando bateu o Botafogo por 3 a 0, mas viu a arbitragem prejudicar a sua atuação com a expulsão de Rodrigo Caio no começo do segundo tempo.

Preservando o atacante Luis Fabiano, que ficou na capital paulista, o técnico Muricy Ramalho apostou na entrada do jovem Ademilson, manteve o esquema tático e, assim, o Tricolor começou a partida com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Paulo Henrique Ganso e Boschilia; Alexandre Pato e Ademilson.

No dia 7 de março, desta vez com mando tricolor, os clubes ficarão frente a frente novamente para definir o vencedor da segunda fase. Vale lembrar que o vencedor medirá força contra Bragantino ou Figueirense na terceira fase da Copa do Brasil.

Com a bola rolando, jogando com paciência, o time são-paulino foi superior no primeiro tempo e controlou a maior parte das ações. Logo aos dois minutos, Antonio Carlos deu um chutão para frente e obrigou o goleiro Júlio César sair da meta para cortar. No rebote, Pato arriscou de longe, mas errou o alvo e mandou por cima do gol.

Fechado no campo de defesa, os anfitriões tentavam travar o setor de criação do São Paulo. Com Ganso e Souza bem marcados, Souza e Maicon viraram armadores e, assim, todas as bolas passavam pelos pés da dupla. Alvaro, pela esquerda, também tentava abrir espaço e apoiava o ataque.

No entanto, aos 8, foi pela direita que os comandados de Muricy quase abriram o placar. Douglas cruzou na medida, Pato subiu livre de cabeça, testou com muito perigo, mas viu a bola passar à esquerda de Júlio César e tirar tinta da trave.

Melhor no jogo, os paulistas conseguiram tirar o zero do marcador. E com uma verdadeira pintura de Ademilson. Aos 24, o camisa 11 aproveitou bola espirrada na grande área e, de bicicleta, anotou um golaço no Estádio Rei Pelé: 1 a 0 e festa do jogador e torcida são-paulina!

Porém, quando o Tricolor buscava ampliar a vantagem, os donos da casa conquistaram o empate em Alagoas. Tozin, de pênalti aos 33 minutos, balançou as redes e fechou o placar na primeira etapa, que esfriou após o tento do CRB.

Na volta para o segundo tempo, querendo garantir a classificação já na ida, Muricy apostou na entrada de Pabon no lugar de Boschilia. Bem aberto pela direita, quase como um ponta, o colombiano tentou puxar as jogadas em velocidade e surpreender os alagoanos.

Mas, aos 14 minutos, a estratégia do treinador foi prejudicada pela arbitragem, que expulsou Rodrigo Caio após falta no meio de campo – o camisa 7 tinha cartão amarelo. Com apenas dez homens em campo, o Tricolor mudou a sua postura, arriscou nos contragolpes e fez o tempo passar para garantir o direito de atuar pelo empate sem gols na volta. No entanto, aos 38 minutos e de tanto insistir, o CRB virou. Diego Rosa marcou e fechou o placar em Maceió.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
CRB 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)
Data: 23 de abril de 2014 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Assistentes: Daniel Vidal Pimentel e Victor Oliveira Cruz (ambos do SE)
Cartões amarelos: Marcus Vinícius (CRB); Rodrigo Caio, Rogério Ceni, Souza (São Paulo)
Cartão vermelho: Rodrigo Caio (São Paulo)
Gols: CRB: Tozin (de pênalti), aos 33 minutos do primeiro tempo, e Diego Rosa, aos 37 minutos do segundo empo
SÃO PAULO: Ademilson, aos 24 minutos do primeiro tempo

CRB: Júlio César; Paulo Sérgio (Diego Aragão), Marcus Vinícius, Gabriel e Gleidson (João Vítor); Olívio, Audálio, Johnnattan e Diego Rosa; Geovani e Tozin (Denílson) Técnico: Eduardo Souza

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira, Souza, Maicon, Boschilia (Pabon) e Ganso (Paulo Miranda); Ademilson e Alexandre Pato (Osvaldo) Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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20/04/2014

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São Paulo FC 3×0 Botafogo-RJ

20/04/2014
Rubens Chiri - Site Oficial

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Morumbi com ótimo público e gritos de ‘olé’. M1TO recebendo os três recordes reconhecidos pelo Guinness World Records – e praticando grandes defesas. Ganso dando assistência. Fabuloso marcando mais um. Time envolvente e com variações ofensivas. Estes foram os fatores da bela estreia do Tricolor no Campeonato Brasileiro de 2014.

Na tarde deste domingo (20),com gols de Antonio Carlos, Douglas e Luis Fabiano, o Tricolor bateu o Botafogo por 3 a 0 e começou bem a maior competição nacional. Com o resultado, o São Paulo somou os seus primeiros três pontos na tabela e ganhou moral para atuar na próxima quarta-feira (23), em Maceió, pela segunda fase da Copa do Brasil diante do CRB.

Sem desfalques e podendo contar com o retorno do jovem Rodrigo Caio, que estava na Seleção Brasileira Sub-21, o técnico Muricy Ramalho mudou o esquema tático do time do 4-3-3 para o 4-4-2 e apostou na entrada do meio-campista Boschilia. Assim, a equipe começou a partida com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Paulo Henrique Ganso e Boschilia; Alexandre Pato e Luis Fabiano.

Antes de a bola rolar, o M1TO recebeu a oficialização dos três recordes do Guinness World Records: o atleta de futebol que mais vezes jogou como capitão de seu time, com 866 jogos de competição até 24 de novembro de 2013 (hoje são 885). Recorde de gols atualizado até os 113 que tinha até 13 de novembro do ano passado (hoje são 114) e recordista em número de jogos pelo mesmo time, com 1117 partidas. “Officially Amazing”, ou “oficialmente incrível”, está escrito em cada um dos três certificados. Nada mais adequado para definir Rogério Ceni.

Logo após o apito inicial, motivado e empurrado pela torcida, o Tricolor tomou a iniciativa e ditou o ritmo do confronto. Boschilia e Ganso centralizados, Alvaro e Pato pela esquerda e Douglas e Maicon pela direita tentavam municiar Luis Fabiano na grande área.

Superior, os anfitriões conseguiram abrir o placar e agradecer o incentivo das arquibancadas. Aos 12 minutos, após cruzamento do Fabuloso pela direita, a bola ficou mascada, viva quase na linha, e Antonio Carlos, mesmo caído, empurrou para o gol e abriu contagem: 1 a 0.

Marcando a saída de bola do adversário e trocando passes de maneira envolvente, o Tricolor seguia pressionando e buscando ampliar a vitória. Bem estruturado e com variações ofensivas, já que Pato e Luis Fabiano não ficavam paradões na frente esperando a bola, o time são-paulino balançou as redes novamente.

Aos 21, Alexandre Pato deu passe genial, em profundidade, para Douglas, que fintou Jefferson e fez 2 a 0! O Tricolor sobrava em campo! Triangulando as jogadas e sempre no campo de ataque, os donos da casa só não marcaram de novo, porque Jefferson fez boas defesas nas finalizações de Maicon e Boschilia.

Na volta para a segunda etapa, que mais parecia cópia da primeira, o Tricolor seguiu infernizando a vida dos botafoguenses. Vagner Mancini, técnico dos cariocas, até mexeu na equipe e tentou dar cara nova. No entanto, em tarde inspirada, o São Paulo tratou de conter as investidas rivais e alegrar a torcida novamente.

Aos 10, o sistema ofensivo funcionou muito bem. Pato, pelo meio, abriu na esquerda para Ganso, que cruzou para Luis Fabiano, livre, completar para o gol: 3 a 0 e a confirmação de que o Tricolor chegará forte na disputa do Campeonato Brasileiro de 2014.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO-SP 3 X 0 BOTAFOGO-RJ

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 20 de abril de 2014 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Pablo Almeida da Costa (MG)
Público: 31.564 pagantes
Renda: R$ 421.065,00
Cartões amarelos: Álvaro Pereira (São Paulo); Ferreyra e Marcelo Mattos (Botafogo)

Gols: SÃO PAULO: Antônio Carlos, aos 12, e Douglas, aos 21 do primeiro tempo; Luis Fabiano, aos 10 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira (Reinaldo); Souza, Maicon, Boschilia (Pabon) e Ganso; Pato (Osvaldo) e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

BOTAFOGO: Jefferson, Edílson (Lucas), Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Gabriel, Jorge Wagner (Zeballos) e Lodeiro; Wallyson (Bolatti) e Ferreyra Técnico: Vagner Mancini

Via Gazeta Esportiva

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Ética versus Falta de Educação

19/04/2014

Salve Soberania.

Não deveria, mas eu ainda me surpreendo.

Mudou o presidente, mas o tratamento reservado ao nosso clube continua o mesmo. Se vislumbrarem um pequeno traço de vantagem política ao São Paulo FC nos bastidores, os hipócritas esquecidos (?) clamarão pela ética.

Museu pelé e fasci-me-rir receberam títulos brasileiros à granel há poucos anos atrás, não importando se entre estas conquistas , estão torneios onde foram disputados QUATRO jogos até chegar ao título. O campeonato brasileiro atual tem 38 rodadas e um clube para ter o direito de levantar a taça, tem que cruzar o país de norte a sul. Não importa. A CBF ratificou.

Vale pra eles, pra nós não vale: vide o Roberto Gomes Pedrosa vencido pelo São Paulo FC em 1956. Não ratificaram, não pedimos, pouco importa. Não faremos dossiês por asteriscos. Eles não cabem na nossa história.

O museu pelé contratou o Gabigol quando este era menor de 16 anos e o levou para o litoral. Não levantamos a voz por ética, afinal, deram casa e arrumaram emprego para o pai do menino, além de um robusto salário. Como não tinha contrato, ele foi ser feliz. Sem gritarias.

Vale pra eles, pra nós não vale: a base do São Paulo FC esteve próxima a um boicote nacional, porque clubes mal estruturados perderam seus atletas menores de 16 anos para Cotia. Pais preocupados com o futuro dos seus filhos procuram nosso CT de base, interessados em levar seus projetos de craque para a formação Tricolor. Não é pra menos: oferecem escola, reforço, médicos, dentistas e tratamento psicológico, além dos fundamentos do futebol.

Flalido e time.gov alinhados com globo e CBF em 2011, destruiram o C13 e por isso recebem o dobro em cotas de TV em comparação ao que recebe o São Paulo FC. Pagamento pelos préstimos ao monopólio do futebol na TV. Antes deste episódio, as cotas eram praticamente iguais entre os três maiores clubes do país. Rebaixaram o Tricolor e nenhum jornalista levantou a voz para reclamar sobre esta diferença de tratamento. Você leu/viu algum falar a respeito ? Chegaram a tratar um cidadão semi-analfabeto como cartola exemplar, não importando como ele levou seu clube a alçar vôos mais altos, nacional e internacionalmente.

Vale pra eles, pra nós não vale: o lusitano Flávio Gomes e o santista Fábio Sormani entrevistaram na FOX Sports por telefone o novo presidente Tricolor: Carlos Miguel Aidar. O assunto era o trabalho do novo presidente como advogado para a CBF no caso rebaixamento da Portuguesa.

Para eles faltou ética ao presidente porque o São Paulo pode supostamente ser beneficiado no campeonato brasileiro por estar alinhado a entidade. Se esquecendo (?) de todos os casos citados acima e principalmente a relação espúria entre time.gov, cbf e globo. Trataram expertise profissional de forma desonrosa, como se advogar fosse tão rasteiro quanto se prestar a rachar entidades esportivas pelo toma-lá, dá-cá das vantagens prometidas e bem conhecidas de bastidores.

O Fábio Sormani, mais exaltado depois de tomar uma invertida do Aidar: -“Você acha errado, eu não acho”, disse que o presidente deveria pensar na sua consciência e no seu escritório de advocacia.

Mas isso não vale pra ninguém.

Porque uma pessoa pode até não gostar de uma instituição e lutar contra ela, mas não pode transformar uma discussão institucional em algo pessoal.

Isto é extrapolar o jornalismo, está em um patamar muito abaixo de qualquer discussão sobre ética.

É falta de educação.

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Bola da Vez com Juvenal Juvêncio

17/04/2014

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