Archive for março \27\UTC 2014

São Paulo FC 0(4)x(5)0 CA Penapolense

27/03/2014

O Tricolor lutou até o fim, dominou boa parte do confronto, mas acabou eliminado nos pênaltis pela Penapolense na noite desta quarta-feira (26). No Morumbi, após empate sem gols durante os 90 minutos, os visitantes levaram a melhor, venceram por 5 a 4 nas penalidades e ficaram com a vaga para as semifinais do Campeonato Paulista de 2014.

Agora, o São Paulo se concentrará na disputa da Copa do Brasil, que renderá ao campeão uma vaga na Libertadores da América do próximo ano. No dia 9 de abril, diante de sua torcida, o time são-paulino medirá forças contra o CSA-AL no duelo de volta. Na ida, o Tricolor venceu por 1 a 0 e ganhou o direito de atuar pelo empate.

Sem poder contar com o volante Souza (lesionado), o técnico Muricy Ramalho repetiu a base das últimas partidas – com Wellington na proteção à zaga. Assim, o time entrou em campo com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Pabon, Luis Fabiano e Osvaldo.

Empurrado pela torcida, que contagiou a equipe, o Tricolor criou mais jogadas no primeiro tempo. Apostando na velocidade de Osvaldo pela esquerda, a equipe são-paulina foi superior e levou a melhor durante boa parte do confronto. Aos 17 minutos, Douglas arriscou de perna esquerda e assustou os visitantes.

Cantando e demonstrando o seu amor pelo clube, os torcedores eram o combustível do São Paulo no embate. Apesar de tentar equilibrar o jogo, o Penapolense não conseguia trocar passes e tinha trabalho para segurar o sistema ofensivo dos anfitriões. Aos 26, Ganso bateu rasteiro de fora da área e obrigou o goleiro Samuel a praticar a defesa em dois tempos.

Mais envolvente e buscando a vitória, o Tricolor controlava as ações da partida e chegou a registrar 69% de posse de bola, contra apenas 31% do adversário. No entanto, mesmo explorando as investidas com Osvaldo e sendo mais agudo, o São Paulo não conseguiu balançar as redes antes do intervalo. Wellington, aos 44, ainda pegou firme e passou perto de marcar, mas a bola passou por cima e o placar não foi alterado.

Na volta para a segunda etapa, o time são-paulino até começou melhor, mas aos poucos o rival foi equilibrando as ações da partida e o duelo ficou parelho. Para evitar que o clube de Penápolis continuasse gostando do jogo, Muricy promoveu a entrada de Ademilson no lugar de Pabon.

A alteração do comandante deu novo ânimo ao Tricolor, que quase abriu o placar após jogada do jovem camisa 11. Aos 23 minutos, o atacante cruzou da direita, o zagueiro Jaílton tentou cortar e por pouco não jogou a bola contra o próprio patrimônio.

Com o passar do tempo, sem definição do vencedor, o confronto foi ficando tenso e as duas equipes tentavam impedir que a decisão fosse para as cobranças de pênaltis. No entanto, apesar de lutarem, os times não conseguiram evitar que a vaga para a próxima fase fosse decidida após os 90 minutos.

Nos pênaltis, os visitantes levaram a melhor e conseguiram a classificação. Rogério Ceni, Luis Fabiano, Paulo Henrique Ganso e Osvaldo converteram as cobranças, mas o goleiro Samuel defendeu a cobrança do jovem Rodrigo Caio e decretou a vitória do Penapolense.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0(4)x(5)0 PENAPOLENSE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 26 de março de 2013 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Alessandro Darcie
Assistentes:  Mauro André de Freitas e Tatiane Sacilotti dos Santos
Público: 16.955 pagantes
Renda: R$ 406.425,00
Cartões amarelos: Wellington, Luis Fabiano, Maicon (São Paulo); Alexandro Créu, Petros, Gualberto, Rodrigo Biro, Rodnei (Penapolense)

Pênaltis: SÃO PAULO: Rogério Ceni, Luis Fabiano, Ganso e Osvaldo converteram; Rodrigo Caio desperdiçou
PENAPOLENSE: Guaru, Petros, Washington, Douglas Tanque e Neto converteram

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Wellington, Maicon e Ganso; Pabon (Ademilson), Osvaldo e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

PENAPOLENSE: Samuel; Rodnei, Jailton, Gualberto e Rodrigo Biro; Liel, Washington, Petros e Guaru; Neto e Alexandro Créu (Neto) Técnico: Narciso

Via Gazeta Esportiva

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Ergue a cabeça, Tricolor!

“Demos a vida até o último minuto”

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Rapidinhas do Lina

25/03/2014

Aidar – Vou confessar. Se eu fosse conselheiro eu votaria no Carlos Miguel Aidar. Já não tenho mais dúvidas. Sei que ele é candidato do Juvenal, que por sua vez colecionou tantos desafetos no clube que fortaleceu a oposição. Mas entre Kalil e Aidar não há como não notar a diferença de gabarito, basta assistir a entrevista com os dois candidatos que o UOL publicou em seu site. Também gosto do MAC ( é do ramo ) e espero que se o Aidar vencer, ele seja convidado para participar da gestão do futebol, o clube ficaria fortíssimo fora das quatro linhas.

Efeito Juvenal – Falando em Aidar, muita gente criticou o fato do candidato à presidência do clube ter se envolvido na questão CBF e Portuguesa, atuando como advogado para a confederação. O problema é que já sofremos muito com a maldade do cartola exilado em Miami quando este era presidente, pelos confrontos que tivemos com ele e outros desafetos. Brigas justas aliás, mas que nos trouxeram prejuízos. Os que se alinharam àquela gente durante a eleição do C13, ainda colhem frutos dos seus servicinhos. Não precisamos lamber a bota de ninguém, mas para o bem do clube, o dialogo deve ser mantido. Esta talvez tenha sido a grande lição da gestão Juvenal. Assim, não vejo nada demais em prestar auxílio profissional a entidade. Não se trata de toma lá, dá cá como já vimos por ai. É trabalho e é honesto.

Aliciamento – A gritaria contra o Tricolor deu uma trégua. O São Paulo se comprometeu na FPF a não aceitar mais jogadores de outros clubes em Cotia, o clube oficializou a promessa em carta enviada a entidade. Mas já fizeram a mesma coisa com o São Paulo diversas vezes como já falamos antes. O Gabigol, atacante do santos, foi revelado no São Paulo e foi levado para a Vila Belmiro antes de completar 16 anos conforme você pode ler aqui. Você viu o São Paulo gritar a respeito ?

Ganso e Jadson – A dupla que poderia ter formado o melhor meio de campo do país não funcionou. Desde que PH Ganso foi contratado, o torcedor Tricolor sonhou alto, chegando a vislumbrar a dupla Palhinha e Raí revisitada, guardadas as devidas proporções, lógico. Ganso e Jadson não conseguiram agradar nenhum treinador desde Ney Franco. A culpa foi dos treinadores ? Não. A culpa foi dos jogadores ? Não. De quem foi a culpa da dupla não ter funcionado como deveria ? Da falta de planejamento da diretoria. Futebol é simples amigos. Se um time tem dois meias, o meio de campo precisa de um outro extremo também importante: o volante de retenção, o marcador, o cão de guarda. Este jogador não existe e até hoje não temos um volante com esta pegada. O Jadson foi embora, se cansou de ser reserva porque sabe que tem bola pra ser titular. Fez o certo. Agora começa a jogar bem no arquirrival e pode ser mais um que entra na lista dos que saíram do Morumbi pelas portas dos fundos pra ser feliz em outras bandas. O engraçado da história fica apenas no fato do ex-meia Tricolor ter sido tratado como mediano quando estava por aqui, pra ser elevado a categoria de gênio na marginal. Coisas da imprensinha…

O 1 e o 9 – Eu não ligo mais pra seleção brasileira, me preocupa apenas quem do São Paulo vai vestir a camiseta amarela e só. Torço pelos representantes do maior clube do país, o resto não interessa. O que chama a atenção entretanto, é a falta de critério do Felipão em relação a velha máxima “futebol é momento”, em prol de um suposto grupo fechado de jogadores. O problema é que seu goleiro titular Júlio César está exilado no Canadá, país sem nenhuma representatividade no futebol, enquanto o Rogério anda jogando demais, sempre mantendo a regularidade desde que voltou da contusão no tornozelo. Se houver justiça, ele deve ser convocado. Na frente o seu escolhido vive sofrendo lesões. Fred tem 3 gols na temporada e está em fase descendente. Por aqui o Luis Fabiano já marcou 9, está querendo jogo e deseja ser convocado. Também deveria ser chamado na minha opinião. Bom lembrar que nenhuma seleção brasileira foi campeã do mundo sem jogadores do São Paulo.

Mudança de personalidade – Vocês notaram que o São Paulo não é mais um time que se abate quando sofre gols ? Não faz muito tempo, bastava levar um gol que batia o nervosismo. Agora não, os caras colocam a bola no chão e vão pro jogo. Foi o que aconteceu contra o time.gov e depois contra o Ituano. Não fosse a chuva, o time do governo ainda estaria no paulistinha. Mas fazer o quê se até a natureza é anti ?

Quando uma marca vira sinônimo – Marqueteiros sonham fazer uma marca virar sinônimo de um produto. Quando você deseja “Cotonete” por exemplo, você quer na verdade uma haste flexível com ponta de algodão. Quando você quer um “Band-Aid”, na verdade você deseja uma atadura colante com gaze. Poucas marcas conseguiram tal façanha. Pesquise. Em um passado recente, muito se falou que o São Paulo havia se corintianizado e que o corinthians havia se sãopaulinizado. Diziam que houve uma mudança de cadeiras no futebol paulista em relação a organização e conquistas.  Não tem preço ver seu clube do coração ser sinônimo de gestão competente e vitoriosa enquanto o outro é o oposto disso.

Quando uma marca vira sinônimo 2 – Poucas vezes eu vi na imprensa esportiva, tamanho escracho em relação as declarações de um treinador. A ampla maioria dos comentaristas nos programas que eu assisti, disseram que o São Paulo não entregou o jogo contra o Ituano e de quebra ainda detonaram o ex-treinador da seleção nacional, até os corintianos. Na ESPN,  o ex-jogador Ricardinho convidado de um dos programas chegou a dizer que duvidava que o São Paulo tivesse entregado, disse: “não tem esse perfil”. Foi então que eu me dei conta que não era uma questão de torcedor, mas da instituição. Não que eu não soubesse, mas a ira e a vontade de vingar 2009 falavam mais alto. Depois disso tudo eu entendi que nosso clube tem que continuar a ser o que é: ilibado, sinônimo de seriedade e competência. Não há troféu maior pra isso que ouvir da boca das pessoas o quanto nós somos honrados, ouvir alguém espontaneamente testemunhar da nossa honestidade. Não tem preço. Nunca mais vou desejar que meu time perca um jogo pra prejudicar quem quer que seja. Lição aprendida.

Padrão FIFA no Brasil – Vocês já viram aquelas pessoas que andam de terno e gravata em dias de verão ? Seja por questões profissionais ou por questões religiosas, usam uma vestimenta originalmente criada para o clima europeu em um país tropical. Estupidez sem tamanho não se adaptar. Muito se fala do padrão FIFA nos estádios em construção no Brasil. Por padrão FIFA subentenda-se modelo europeu: estádios verticais, arquibancadas com inclinação maior em relação ao campo de jogo e próximas ao gramado. Em muitos casos, o torcedor ficará distante de 2 a 3 metros da linha lateral. Será que o país que tem vivido episódios de violência entre torcidas nos últimos anos está preparado para tal padrão ? Não é um passo muito largo para um povo que não tem o mesmo nível cultural, intelectual e principalmente educacional dos europeus ? Quer um exemplo ? Vila Belmiro. O estádio que fica em uma das cidades com maior IDH do país já presenciou diversas vezes cusparadas, arremesso de moedas em atletas e já viu até chinelos voarem para dentro do campo de jogo. Isso sem contar privadas arremessadas em torcedores rivais durante a partida. Nós ainda testemunharemos problemas sérios em muitos estádios pelo Brasil por nos rendermos aos caprichos da FIFA. Quem viver, verá.

O impasse no Itaquerão e a pressão das ruas – A receita é conhecida: deixe atrasar até que venha o socorro. Em São Paulo falta dinheiro para fazer as tais estruturas temporárias no Privadão do Lula e do Kassab. Impasse criado, espera-se a injeção de recurso público no problema. Só que depois da demonstração de insatisfação popular nas ruas com o mal uso do erário, não há mais quem se arrisque a bancar o sonho de centenária incompetência sem medo de ter sua imagem arranhada às vésperas das próximas eleições. Pra quem acha que de nada serviu ir pra rua, eis a resposta. Se vira ai cara de areia !

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Botafogo-SP 0x2 São Paulo FC

23/03/2014

Preservando os titulares para as quartas de final do Campeonato Paulista de 2014, o técnico Muricy Ramalho escalou os suplentes na tarde deste domingo (23), em Ribeirão Preto, e certamente não se arrependeu. Com gols de Lucas Evangelista e Ademilson, o ‘Tricolor B’ bateu o Botafogo-SP por 2 a 0 na rodada de encerramento da primeira fase.

De quebra, o time são-paulino derrubou a invencibilidade do Bota, que acumulava 100% de invencibilidade como mandante no Estadual – eram sete triunfos em sete jogos. Na próxima quarta-feira (26), no Morumbi, o São Paulo entrará em campo novamente pela competição regional. Diante da Penapolense, o Tricolor decidirá o seu futuro no torneio em busca de uma vaga na semifinal.

Para encarar o adversário no interior paulista, o treinador são-paulino montou o time no esquema tático 3-5-2, com Denis; Paulo Miranda, Lucas Silva e Edson Silva; Luis Ricardo; Wellington, João Schmidt, Lucas Evangelista e Reinaldo; Ademilson e Ewandro.

Antes de a bola rolar pra valer, Raí, que começou a carreira no Botafogo-SP e brilhou no Tricolor, deu o pontapé inicial da partida. Ele também recebeu uma camisa do tricolor, com o número 9 (a quantidade de títulos que ele tem pelo clube). Os atletas são-paulinos também usaram braçadeira em homenagem a Bellini, ex-zagueiro que faleceu na última quinta-feira (20) e foi velado no Morumbi.

Na primeira etapa, mesmo atuando como visitante, o São Paulo criou as melhores oportunidades e pressionou o rival durante boa parte do confronto. Logo aos 11 minutos, Rafael Caldeira se atrapalhou na entrada da área e Ademilson roubou a bola. O são-paulino chutou cruzado e leva muito perigo para o goleiro Renan.

Pouco depois, aos 16, Lucas Silva apareceu com liberdade após cobrança de falta e, por pouco, não abriu o placar. O cabeceio do zagueiro, porém, passou por cima do gol. Apesar do calor e sem o entrosamento ideal, os visitantes eram melhor no jogo e ficavam mais tempo com a bola no pé.

Dessa forma, os comandados de Muricy conseguiram ir para o vestiário em vantagem no marcador. Aos 41, Lucas Evangelista aproveitou cruzamento de Ademison, subiu mais que todo mundo e testou no cantinho de Renan, que até foi na bola, mas não pôde impedir que as redes balançassem.

Na volta para a segunda etapa, administrando a vitória, o Tricolor deu mais espaço ao Botafogo-SP e diminuiu o ritmo. Assim, os donos da casa apertaram a marcação e deixaram o jogo truncado. No entanto, se o confronto esfriou, Ademilson tratou de levantar a torcida são-paulina nas arquibancadas novamente.

Aos 17 minutos, Luis Ricardo começou a jogada e deixou com o camisa 19, que recebeu e bateu forte. O arqueiro espalmou, mas a bola voltou para o atacante do São Paulo, que saiu driblando os defensores e bateu no canto: belo gol e 2 a 0 no placar.

O tento deu novo ânimo aos visitantes, que retomaram as ações do embate e contaram com a entrada de Boschilia no lugar de Ewandro. O meia, ao lado de Evangelista, cadenciou mais a partida e ajudou a equipe são-paulina a conquistar mais uma vitória no Estadual e fechar a primeira fase com chave de ouro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP 0 X 2 SÃO PAULO

Local:  Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 23 de março de 2014 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Assistentes: Bruno Salgado Rizo e Maria Eliza Correia Barbosa (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Adriano de Assis Miranda e Silvio Renato Silveira (ambos de SP)
Cartões amarelos: Alex Silva, Diogo (Botafogo); Paulo Miranda, Lucas Evangelista (São Paulo)
Gols: SÃO PAULO: Lucas Evangelista, aos 42 minutos do primeiro tempo, e Ademilson, aos 16 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO-SP: Renan; Alex Silva, Rafael Caldeira (Camilo), Henrique Mattos e Augusto Ramos; Carlos Henrique, Afonso, Léo (Felipe) e Vitor; Borebi e Diogo Técnico: Wagner Lopes

SÃO PAULO: Denis; Paulo Miranda, Lucas Silva e Edson Silva; Luis Ricardo (Cañete), Wellington, João Schmidt, Lucas Evangelista e Reinaldo; Ewandro (Boschilia) e Ademilson Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Entrevista Aidar e Kalil

20/03/2014

Via UOL

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São Paulo FC 0x1 Ituano

16/03/2014

O Morumbi será o palco do Tricolor nas quartas de final do Campeonato Paulista de 2014. Na tarde chuvosa deste domingo (16), na capital, o São Paulo acabou derrotado pelo Ituano por 1 a 0, mas assegurou a liderança do Grupo A restando apenas uma rodada para o término da primeira fase. Após 14 rodadas, a equipe são-paulina detém 24 pontos e não pode mais ser assegurada pela Penapolense (19), que empatou com o Corinthians (0 x 0).

O gol solitário da partida, que acabou prejudicada pela forte chuva que caiu sobre a cidade, foi marcado por Esquerdinha. No próximo final de semana, em Ribeirão Preto, o já classificado Tricolor entrará em campo novamente apenas para cumprir tabela antes do mata-mata. O adversário será o Botafogo-SP, que lidera o Grupo B.

O duelo contra o Ituano também marcou o lançamento dos novos uniformes do Tricolor, que trazem muito mais tecnologia e inovação, sem deixar de lado a história do clube, já que as camisas foram inspiradas em modelos que foram utilizados nas décadas de 70 e 80. No primeiro tempo, o time atuou com o uniforme número 1 (branco). Já na segunda etapa, a camisa número 2 (tricolor) vestiu a equipe.

Denilson (desconforto muscular), Souza (lesionado), Pabon, Douglas e Maicon (poupados) desfalcaram a equipe, que contou com o retorno do meia Paulo Henrique Ganso entre os titulares. Assim, o Tricolor começou o confronto com Rogério Ceni; Luis Ricardo, Antonio Carlos, Edson Silva e Alvaro Pereira; Rodrigo Caio, Wellington e Paulo Henrique Ganso; Ademilson, Luis Fabiano e Osvaldo.

Dessa forma, Rodrigo Caio foi deslocado da defesa para o meio de campo, enquanto o maestro foi o responsável por organizar as jogadas. Na frente, Osvaldo pela esquerda e Ademilson pela direita tinham a missão de abrir os espaços e acionar o Fabuloso na grande área.

No entanto, o esquema montado pelo treinador não teve muito tempo para envolver o adversário, que balançou as redes logo aos 13 minutos do primeiro tempo, com Esquerdinha. No lance seguinte após o gol do Ituano, o São Paulo tentou responder com Luis Fabiano, mas o chute do camisa 9 passou ao lado da trave.

Com o embate aberto, ambas as equipes davam trabalho aos marcadores rivais e, aos poucos, as jogadas iam aparecendo. Aos 22, Rodrigo Caio aproveitou cobrança de escanteio, cabeceou firme, mas Vagner espalmou. Pouco depois, aos 24, Osvaldo foi até a linha de fundo, rolou para trás e Luis Fabiano arriscou novamente, desta vez de fora da área. Porém, o goleiro do clube do interior defendeu e impediu o empate.

Já aos 30 minutos, foi a vez de Wellington soltar o pé da intermediária e obrigar o arqueiro do Galo de Itu praticar grande intervenção. E quando o duelo era franco, a forte chuva de granizo paralisou a partida na capital paulista por alguns instantes.

Quando a bola rolou novamente, entre uma investida e outra do time são-paulino, os visitantes também atacavam e criavam boas situações, chegando a carimbar a trave de Rogério. No entanto, apesar de insistirem, as equipes encontravam dificuldades com o campo encharcado e o placar não foi alterado novamente na primeira etapa.

Na volta para o segundo tempo, com o uniforme número 2 (o tricolor), os donos da casa trataram de pressionar mais e evitar o revés. Mesmo com o campo molhado, os comandados de Muricy partiram para o campo de ataque e assustaram o Ituano. Aos 10, Osvaldo pegou firme de perna direita, mas viu o goleiro adversário praticar bela defesa e impedir que a bola entrasse.

Apesar da boa drenagem do Morumbi, as poças de água deixavam o jogo truncado e, assim, as chances claras de gol foram diminuindo pouco a pouco. Velocistas, Osvaldo e Ademilson tinham dificuldade de correr com a bola dominada. E se não dava na técnica, o jeito foi arriscar de longe. Aos 24, Ademilson experimentou de fora da área, com a perna esquerda, e assustou os rubro-negros. Mas, a partida esfriou e o placar se manteve até o apito final.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 ITUANO

Local:   Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 16 de março de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Cássio Luiz Zancopé
Assistentes: Leonardo Schiavo Pedalini e Maria Eliza Barbosa
Cartões amarelos: Osvaldo, Luis Fabiano, Antônio Carlos (São Paulo). Jackson Caucaia, Cristian (Ituano)
Cartão vermelho: Ganso (São Paulo)
Público: 15.171 pagantes
Renda: R$ 225.715,00
GOL: ITUANO: Esquerdinha, aos 13 minutos do primeiro tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo (Ewandro), Antônio Carlos, Edson Silva (Lucas Evangelista) e Álvaro Pereira; Wellington, Rodrigo Caio e Ganso; Osvaldo, Luis Fabiano e Ademilson Técnico: Muricy Ramalho

ITUANO: Vagner; Dick, Alemão, Anderson Salles e Dener; Josa, Jackson Caucaia, Paulinho (Marcelinho) e Cristian (Gercimar); Esquerdinha (Marcinho) e Rafael Silva Técnico: Doriva

Via Gazeta Esportiva

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16/03/2014
De novo não.

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CSA 0x1 São Paulo FC

12/03/2014
Rubens Chiri - Site Oficial

Rubens Chiri – Site Oficial

Com boa estreia do atacante Alexandre Pato, que deu a assistência para o gol de Osvaldo e buscou o jogo durante os 90 minutos, o Tricolor largou na frente em busca de uma vaga pela próxima fase da Copa do Brasil de 2014. Na noite desta quarta-feira (12), no Estádio Rei Pelé, com gol solitário do camisa 17, o São Paulo venceu o CSA-AL por 1 a 0.

O resultado, em Maceió, fará com que as equipes fiquem frente a frente novamente no dia 9 de abril, no Morumbi. O triunfo sobre os alagoanos garantiu ao Tricolor o direito de jogar pelo empate no confronto da volta. O vencedor do mata-mata vai enfrentar CRB-AL ou Rondonópolis-MT na segunda fase do torneio nacional, que dará ao campeão uma vaga na Libertadores da América de 2015.

Sem poder contar com Souza e Denilson, vetados pelo Departamento Médico, o técnico Muricy apostou no volante Wellington e promoveu a entrada de Pato no time. Assim, a equipe começou a partida com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Pabon; Alexandre Pato, Luis Fabiano e Osvaldo.

Com o novo camisa 11 em campo, que ajudou na marcação e criações das jogadas, o colombiano Pabon foi deslocado para o meio e atuou mais centralizado. Dessa forma, bem ofensivo, o Tricolor criou boas oportunidades e deu trabalho aos marcadores adversários, que se desdobraram para segurar o quarteto de frente.

Logo aos 3 minutos, Pato até balançou as redes, mas a arbitragem assinalou infração no lance e invalidou o tento do atacante. Pouco depois, aos 6, mostrando que estava afim de jogo, o jogador dominou no comando de ataque e arriscou de fora da área, mas a bola passou por cima.

Trocando passes e buscando os espaços na defesa alagoana, o São Paulo era mais agudo e pressionava com mais frequência. Pato e Fabuloso, sempre se movimentando, arriscavam algumas tabelas e tentavam finalizar com perigo. Já Pabon, para confundir o sistema de marcação, alternava o posicionamento com o novo reforço e buscava abrir espaços.

Superior, o time são-paulino passou perto de abrir o placar antes do intervalo. Aos 22, Osvaldo fez linda jogada pela esquerda e cruzou para Luis Fabiano, que tocou por cima do goleiro Pantera, mas viu o zagueiro Roberto Dias salvar o CSA em cima da linha.

Os anfitriões até responderam e criaram algumas situações de perigo para Rogério, porém, não conseguiram manter a mesma intensidade do Tricolor. Pacientes, os comandados de Muricy trataram de tocar a bola e explorar os descuidos dos donos da casa. Osvaldo ainda aproveitou falha da zaga alagoana, mas bateu por cima e o resultado se manteve igual na primeira etapa.

No entanto, no segundo tempo, o panorama da partida mudou rapidamente. Pabon até passou perto de marcar aos 7, mas foi Osvaldo que fez a festa da torcida são-paulina aos 8 minutos. O atacante recebeu passe de Pato na área, girou em cima dos marcadores do CSA e bateu de pé esquerdo, estufando a rede de Pantera. Golaço!

O gol animou ainda mais o São Paulo, que aos 15 quase ampliou por acaso. Alvaro Pereira tentou cruzar da esquerda, a bola pegou efeito e quase traiu o arqueiro. Para tentar evitar a derrota, os anfitriões se lançaram ao ataque e criaram perigo. Porém, para manter a mesma pegada, o treinador promoveu a entrada de Paulo Henrique Ganso.

Com o maestro, o Tricolor ficou mais tempo com a posse de bola e, por muito pouco, não ampliou e evitou o confronto da volta. Aos 26, o camisa 10 escorou após cruzamento e, na pequena área, Pato testou para baixo. O goleiro do CSA fez um verdadeiro milagre no Estádio Rei Pelé e impediu que as redes balançassem novamente. O vencedor do mata-mata entre CSA e São Paulo, no Morumbi, vai enfrentar CRB-AL ou Rondonópolis-MT na próxima fase da Copa do Brasil.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
CSA 0 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)
Data: 12 de março de 2014, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Renan Roberto de Souza (PB)
Assistentes:   Luis Filipe Gonçalves Correa e Oberto da Silva Santos (ambos da PB)
Cartões amarelos: Álvaro Pereira (São Paulo) GOL:SÃO PAULO: Osvaldo, aos 9 minutos do segundo tempo

CSA: Pantera; Pedro, Tiago Garça, Roberto Dias e Mineiro; Charles Vagner, Lucas, Daniel Costa e Santos (William Vassoura); Uederson (Thiago Furtuoso) e Jefferson Maranhense Técnico: Oliveira Canindé

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos (Edson Silva) e Álvaro Pereira; Wellington, Maicon e Alexandre Pato; Pabon, Luis Fabiano (Ganso) e Osvaldo (Ademilson) Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Tabu? Que Tabu?! Na tarde deste domingo (9), no Pacaembu, o Tricolor bateu o corinthians de virada e acabou com a ‘zica’. Com gols de Paulo Henrique Ganso (golaço), Luis Fabiano e Rodrigo Caio, o São Paulo venceu por 3 a 2 e acabou com um jejum em clássicos que durava desde 2012 – eram 12 partidas sem triunfos sobre os arquirrivais.

Com o resultado, o time são-paulino registrou a sua centésima vitória sobre os corintianos na história do Majestoso. De quebra, o Tricolor aumentou a sua vantagem na liderança do Grupo A do Campeonato Paulista de 2014. Agora, após 13 rodadas, a equipe detém 24 pontos.

Com o retorno do lateral-esquerdo Alvaro Pereira, que defendeu a Seleção Uruguaia na última quarta-feira (5), o técnico Muricy Ramalho manteve o esquema tático e montou o time com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Pabon, Osvaldo e Luis Fabiano.

Motivados, São Paulo e corinthians começaram o jogo buscando as jogadas no campo de ataque e deram trabalho aos goleiros. Douglas, logo aos dois minutos, arriscou de longe. Pouco depois, aos 4, Osvaldo fez bela jogada, passou por Guilherme, Fagner e arriscou de fora da área. A bola passou por cima do gol, mas levantou a torcida tricolor.

E quando o clássico era parelho, os mandantes abriram o placar. Depois do escanteio, Luciano Henrique cruzou a bola pelo chão, Antonio Carlos tentou desviar, mas acabou marcando contra: 1 a 0. Atrás no marcador, o São Paulo tratou de pressionar e, dessa forma, ficou mais tempo com a posse de bola.

Luis Fabiano, de longe, levou perigo ao gol de Cássio, que via os visitantes rondarem a sua área constantemente. Os comandados de Muricy trocavam passes na intermediária, mas não conseguiam avançar. O Tricolor chegou a ficar 71% do tempo com a bola contra apenas 29% do arquirrival. Assim, buscando os espaços, o time são-paulino arrancou o empate.

Aos 38 minutos, Ganso foi genial. O camisa 10 recebeu de Maicon e chutou de fora da área para acertar o ângulo do arqueiro rival, que nada pôde fazer para evitar o gol: 1 a 1. O tento deu novo ânimo ao São Paulo, que partiu em busca da virada, porém, não conseguiu balançar as redes novamente na primeira etapa. Pabon, inspirado no maestro, ainda levou perigo, mas ficou no quase.

Na volta para o segundo tempo, Wellington herdou a vaga do volante Souza, que ficou no vestiário com dores após um choque acidental na primeira etapa. Buscando a reviravolta, os visitantes se lançaram ao campo ofensivo e incendiaram o Majestoso.

Jogando melhor, o Tricolor virou o placar. Aos 5, Pabon cruzou rasteiro após grande jogada de Douglas, e Luis Fabiano só teve o trabalho de mandar para o fundo das redes e correr para a torcida são-paulina: 2 a 1! O São Paulo tocava a bola em busca do terceiro, quando os corintianos deixaram tudo igual. Antonio Carlos tentou cortar o cruzamento, aos 9, e marcou contra.

Com a igualdade, o duelo ficou equilibrado novamente e as chances foram diminuindo aos poucos. Mais agudo, o Tricolor até criou mais jogadas e esteve perto de assegurar o triunfo, mas a forte marcação do adversário dificultava as descidas do São Paulo. E se por baixo as investidas não davam certo, o jeito foi apostar pelo alto.

E coube ao jovem Rodrigo Caio derrubar o incômodo tabu. Aos 33, Osvaldo cruzou com perfeição e o camisa 7 testou com estilo: 3 a 2 e festa tricolor no Pacaembu. Em vantagem, o São Paulo administrou o resultado e conquistou a sua centésima vitória sobre o arquirrival na história do Majestoso.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
corinthians 2 X 3 SÃO PAULO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 9 de março de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Público: 29.119 pagantes
Renda: R$ 1.003.813,50
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira e Anderson Jose de Moraes
Cartões amarelos: Cássio e Luciano (corinthians); Maicon, Antônio Carlos e Wellington (São Paulo)

Gols: corinthians: Antônio Carlos, contra, aos nove minutos do primeiro tempo e aos 14 minutos do segundo tempo.  SÃO PAULO: Paulo Henrique Ganso, aos 38 minutos da etapa inicial; Luís Fabiano, aos nove do segundo tempo e Rodrigo Caio aos 34.

corinthians: Cássio; Fagner, Cleber, Gil e Uendel; Ralf, Guilherme, Bruno Henrique (Danilo) e Renato Augusto (Guerrero); Romarinho (Emerson) e Luciano Técnico: Mano Menezes

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Maicon, Souza (Wellington) e Ganso; Pabon, Osvaldo (Ademílson) e Luis FabianoTécnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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O Tricolor está classificado para a próxima fase do Campeonato Paulista de 2014. Nesta quarta-feira (5), no Morumbi, na partida que marcou o 300º jogo do goleiro Rogério Ceni e do técnico Muricy Ramalho juntos, o São Paulo bateu o Osasco Audax por 4 a 0 em noite inspirada do atacante Luis Fabiano.

Inspirado, o Fabuloso balançou as redes duas vezes e assumiu a artilharia do Estadual. Osvaldo, que também brilhou ao lado de Ganso, e Souza – com um golaço – marcaram os outros gols do confronto válido pela 12ª rodada. Com o resultado, o time são-paulino se manteve na liderança do Grupo A, agora com 21 pontos, e está confirmado para as quartas de final com três rodadas de antecedência.

No próximo final de semana, no Pacaembu, o Tricolor entrará em campo novamente para defender a ponta da chave. Embalado por cinco jogos de invencibilidade, o São Paulo medirá forças contra o Corinthians, no clássico Majestoso.

Sem poder contar com o lateral-esquerdo Alvaro Pereira, que defendeu a Seleção do Uruguai no amistoso contra a Áustria, e com o meio-campista Denilson, lesionado, o time são-paulino apostou no retorno do meia Paulo Henrique Ganso entre os titulares e atuou com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Reinaldo; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo, Luis Fabiano e Pabon. A entrada do maestro, que ajudou na marcação e não deu espaço ao Osasco, deu mais criatividade ao meio de campo. O camisa 10, mais participativo, deu foi um dos grandes nomes da noite.

Apostando no bom retrospecto em casa e diante de um adversário que evitava os chutões, o Tricolor tratou de pressionar no campo de ataque e explorar as saídas de jogo errada do rival. Assim, logo no primeiro minuto, as redes quase balançaram. Em jogada rápida, Ganso recebeu no meio da área e tocou à direita do gol de Felipe Alves. A bola triscou na trave e, por pouco, não entrou.

O bom início de partida são-paulino animou os comandados de Muricy, que mantiveram a pressão. Aos 8, Douglas fez levantamento para a área, Felipe Alves saiu mal do gol, e Souza quase marcou de cabeça. Com dificuldades para tocar a bola na defesa, o Audax ficou acuado e se defendia como dava para evitar o tento tricolor.

Aos 13, Osvaldo obedeceu às ordens de Muricy, caiu pela esquerda e fez o cruzamento. Luis Fabiano cabeceou à esquerda de Felipe Alves, com muito perigo, e levantou a torcida novamente. Mais uma ótima chance do São Paulo. Evitando afastar o perigo com chutões, os visitantes continuaram passando apuros e chegando poucas vezes ao gol.

Na primeira etapa, o goleiro Rogério Ceni quase não foi exigido e soube conter as investidas do clube de Osasco quando foi acionado. O Tricolor ainda reclamou de uma pênalti não assinalado no Fabuloso, que aproveitou a bobeada adversária, fintou o zagueiro e acabou derrubado na grande área.

O próprio camisa 9, aos 26, levou perigo mais uma vez ao se antecipar aos marcadores e testar rente a trave. Apostando nas jogadas pela esquerda, principalmente com Osvaldo, os anfitriões eram melhores no jogo e buscavam insistentemente o gol. Aos 35, após escanteio, a bola ficou viva na grande área, bateu na trave e assustou os visitantes.

Fechado no campo de defesa, o Audax se defendia como podia e tentava conter, com alguma dificuldade, o ataque tricolor. Osvaldo, ainda antes do intervalo, arriscou de longe, mas viu o arqueiro adversário praticar a defesa e impedir que as redes balançassem na primeira etapa.

E se o placar não foi alterado no primeiro tempo, o panorama mudou completamente na segunda etapa. Logo aos dois minutos, o estilo de toque dos visitantes deu errado e a equipe ficou com um a menos no Morumbi. Felipe Alves tentou sair jogando com André Castro, que vacilou e cometeu falta dura em Osvaldo. O jogador já tinha cartão amarelo e acabou expulso.

Em vantagem numérica, não demorou para o São Paulo garantir a vitória. Reinaldo, aos 4, bateu firme e deu muito trabalho ao arqueiro rival, que não conseguiu fazer o mesmo dois minutos depois. Luis Fabiano aproveitou cruzamento de Pabon, feito pela direita, e cabeceou no travessão. A bola bateu no poste e caiu dentro do gol de Felipe Alves. Sem chance para o goleiro do Audax, que nada pôde fazer. Pouco depois, aos 8, o Fabuloso entrou em ação novamente e ampliou o placar.

Após assistência espetacular de Pabon, o camisa 9 recebeu cara a cara com goleiro e tocou rasteiro: 2 a 0. Melhor no jogo o São Paulo não tirou o pé e tratou de construir um grande resultado diante de sua torcida. Osvaldo, aos 16, aproveitando mais um erro da defesa rival, balançou as redes. Com uma cavadinha, o atacante ampliou a vantagem são-paulina.

Jogando fácil e empurrado pela torcida, o Tricolor conseguiu chegar ao quarto gol e fechar a noite de gala. Aos 31 minutos, após falha de Ednei que deixou a bola de graça para Souza, o volante tricolor fintou o goleiro do Audax e fechou a bela goleada no Estádio do Morumbi: 4 a 0.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 4 X 0 GRÊMIO OSASCO AUDAX

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 5 de março de 2014, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva (ambos de SP)
Público: 5.491 pagantes
Renda: R$ 132.300,00
Cartões amarelos: Paulo Henrique Ganso (São Paulo); André Castro (Grêmio Osasco Audax)
Cartão vermelho: André Castro (Grêmio Osasco Audax)
Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 6 e aos 8, Osvaldo, aos 16, e Souza, aos 31 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Reinaldo; Maicon (Wellington), Souza (Lucas Evangelista), Pabon e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano (Ademilson) Técnico: Muricy Ramalho

GRÊMIO OSASCO AUDAX: Felipe Alves; Velicka, Francis (Ednei), João Paulo e André Castro; Didi, Camacho, Diego e Rafinha (Marquinhos); Denílson (Matheuzinho) e Thiago Silvy Técnico: Fernando Diniz

Via Gazeta Esportiva

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