Archive for fevereiro \27\UTC 2014

XV de Piracicaba 1×3 São Paulo FC

27/02/2014

No jogo 400 do técnico Muricy Ramalho no comando da equipe, o Tricolor bateu o XV de Piracicaba em grande estilo. Na noite desta quarta-feira (26), no Estádio Barão de Serra Negra, o São Paulo venceu os anfitriões de virada, por 3 a 1. Os gols da partida, válida pela 11ª rodada do Campeonato Paulista de 2014, foram marcados por Luis Ricardo, Luis Fabiano e Pabon – Jonathan Cafu anotou o tento do Nhô Quim. Destaques, o Fabuloso e Ganso foram os grandes trunfos do time, dando trabalho aos marcadores e envolvendo o adversário.

Com o resultado, que de quebra registrou o primeiro triunfo são-paulino como visitante na temporada, o Tricolor colou na Penapolense e, agora, divide a liderança do Grupo A com 18 pontos. Na próxima rodada, programada para o dia 5 de março, o São Paulo entrará em campo novamente e enfrentará o Audax, no Morumbi.

Antes de a bola rolar, o treinador são-paulino foi homenageado pela expressiva marca e recebeu uma camisa, com o número 400, das mãos do goleiro Rogério Ceni. Já para duelar no interior paulista, o comandante promoveu algumas alterações no time: Douglas foi deslocado para a lateral direita e, assim, Luis Ricardo ganhou uma vaga no setor ofensivo.

Dessa forma, o Tricolor começou a partida com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Pabon; Luis Ricardo, Osvaldo e Luis Fabiano. O esquema tático deixou a equipe ainda mais ofensiva, e o São Paulo atuou de forma mais aguda e sempre em direção ao gol.

Porém, quem saiu na frente foi o XV. Logo aos 2 minutos do primeiro tempo, Danilinho cobrou para o meio da área, a bola bateu em Cafu e ele mesmo completou na saída de Ceni: 1 a 0. Bem postado, o Tricolor não acusou o golpe e partiu para cima do anfitrião. Pressionando, os visitantes logo conseguiram deixar tudo igual.

Aos 12, Osvaldo fugiu pela esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área. Luis Ricardo se antecipou e tocou por baixo do goleiro Mateus para empatar: 1 a 1. O gol animou ainda mais os comandados de Muricy, que continuaram assustando o Nhô Quim. Sempre se movimentando com rapidez, Osvaldo e Pabon infernizavam a defesa rival e procuraram Luis Fabiano.

O colombiano, aos 13, passou perto de virar o placar. Pouco depois, aos 25, Rogério cobrou falta com perigo e levantou a torcida são-paulina no Estádio Barão de Serra Negra. Trocando passes, o Tricolor buscava os espaços e só era incomodado nos contragolpes. A forte marcação do adversário dificultou a vida das duas equipes, que aos poucos foram diminuindo a intensidade. Somente aos 32, novamente com Pabon após belo passe de Osvaldo, o São Paulo chegou ao gol de Mateus. O camisa 22 bateu rasteiro, mas o arqueiro rival defendeu e garantiu o empate na primeira etapa: 1 a 1.

No segundo tempo, o time são-paulino voltou atrás do resultado positivo e criou boas oportunidades. Aos 8, Luis Ricardo arriscou de longe, o chute saiu forte, mas a bola passou por cima do gol. Sem conseguir furar o bloqueio rival, Muricy apostou na entrada do meio-campista Paulo Henrique Ganso, que deu cara nova ao Tricolor.

Articulando as jogadas, o camisa 10 justificou o apelido de maestro e foi acionando o ataque. E foi assim que o São Paulo conseguiu penetrou na defesa rival e garantiu a primeira vitória como visitante na temporada. Pabon, aos 21, de longe, já mostrava que era possível virar o marcador, quando viu o seu chute forte passar perto.

Mas, foi com o Fabuloso que a reviravolta foi possível. Aos 23 minutos, Ganso recebeu na intermediária e com um tapa na bola deixou Luis Fabiano na cara de Mateus. O camisa 9 apenas deslocou o goleiro do XV para colocar o Tricolor em vantagem: 2 a 1.

Na frente no placar e demonstrando nítida evolução, o time são-paulino tratou de administrar o resultado e assegurar a vitória no interior paulista. Muricy, sempre orientando e gesticulando do banco de reservas, manteve a equipe e, assim, viu o Tricolor anotar o terceiro gol. Pabon, de pênalti aos 41, fechou a bela vitória: 3 a 1!

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
XV DE PIRACICABA 1 X 3 SÃO PAULO

Estádio: Barão de Serra Negra, em Piracicaba (SP)
Data: 26 de fevereiro de 2014 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Norberto Luciano Santos
Assistentes: Daniel Luis Marques e Luis Alexandre Nilsen
Cartões amarelos: Vinícius Bovi e Pitty (XV de Piracicaba)
Gols: XV DE PIRACICABA: Cafu, aos dois minutos do primeiro tempo
SÃO PAULO: Luis Ricardo, aos 12 minutos do primeiro tempo, Luis Fabiano, aos 23 minutos do segundo tempo, e Pabon (pênalti), aos 41 minutos do segundo tempo

XV DE PIRACICABA: Mateus; Vinícius Bovi, Leonardo Luiz, Pitty e Aelson; Alan Bahia, Rodrigo, Gilsinho (Jean Carioca) e Danilinho; Cafu e Junior Barros (Adilson) Técnico: Edison Só

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo (Ganso), Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Wellington, Souza e Pabon (Wellington); Douglas, Osvaldo (Ademilson) e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

Gols

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Rogério Ceni Faz Defesa Épica no Morumbi

24/02/2014

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São Paulo FC 0x0 Santos – Os Erros de Arbitragem

24/02/2014

Salve Soberania.

Péssima arbitragem do Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP) e dos assistentes Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP) no clássico de ontem.

No primeiro-tempo em pelo menos três oportunidades marcaram impedimento contra o São Paulo, mas o Luis Fabiano estava em posição legal nestes lances.

Eu peguei apenas um deles pra ilustrar como a reclamação santista não procede.

Luis Fabiano recebe passe de Pabón em posição legal, na sequência do lance sofre penalti do goleiro Aranha. Há dois jogadores do São Paulo em impedimento, mas nenhum deles participa do lance. Como o bandeirinha já havia assinalado o impedimento, mesmo estando equivocado, o lance do penalti não foi marcado.

Vídeo

O lance da reclamação do time do litoral não faz sentido. O assistente levantou a bandeira na hora em que o Damião dá a casquinha para o Rildo que estava em posição irregular segundo o tira-teima do Sportv. Na continuação da jogada o Paulo Miranda faz penalti no Rildo, mas o lance já estava parado uma vez que foi assinalado pelo bandeira, como ocorreu no lance de impedimento do Fabuloso relatado acima. Ou seja, pediram pra marcar pra eles, mas não falaram nada quando foi para o time da casa, claro.

Vídeo

O outro lance em que os santistas reclamam, foi o toque do Paulo Miranda em disputa dentro da área Tricolor, achei penalti, porque ele dá um toque proposital na bola com a intenção de dominá-la.

Em compensação, o jogador Neto ao fazer falta no Ademílson perto da grande área do time do litoral no segundo-tempo, merecia amarelo e deveria ter sido expulso, pois já tinha sido advertido com amarelo em lance anterior.

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São Paulo FC 0x0 Museu

23/02/2014

Foi um verdadeiro bombardeio tricolor em busca da vitória, no Morumbi, na tarde deste domingo (23). No entanto, apesar de insistir durante praticamente todo o clássico, o São Paulo não conseguiu balançar as redes e ficou no empate sem gols com o Santos pelo Campeonato Paulista de 2014.

A arbitragem, muitas vezes confusa, desagradou ambos os times, principalmente o são-paulino, que acabou prejudicado em alguns lances.  Com o resultado, os anfitriões se mantiveram na vice-liderança do Grupo A, agora com 15 pontos, atrás apenas da Penapolense. Na próxima quarta-feira (26), o Tricolor entrará em campo novamente. Desta vez, no interior, o adversário será o XV de Piracicaba.

Para o duelo contra o arquirrival, o técnico Muricy Ramalho promoveu algumas alterações na equipe e montou o time com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Douglas; Osvaldo, Luis Fabiano e Pabon.

Quando a equipe estava com a bola, Douglas tinha liberdade para atacar e auxiliava Luis Fabiano, Osvaldo e Pabon, que atuou mais centralizado. Já quando o Santos pressionava, Paulo Miranda era deslocado para a zaga. Assim, Douglas e Paulo Miranda migravam para as alas do campo.

E com essas variações táticas, o Tricolor jogou a maior parte do tempo no ataque e fez um de seus melhores primeiros tempos neste início de temporada. Os visitantes até assustaram logo após o apito inicial, mas os comandados do técnico Muricy Ramalho trataram de equilibrar o confronto e, depois, criaram boas oportunidades.

Aos 17 minutos, Luis Fabiano foi lançado em condição legal, de cara para o gol, mas o assistente marcou posição irregular do atacante. Cicinho dava condição. Na sequência, Pabon chutou forte da entrada da área, mas Mena bloqueou e impediu o gol do colombiano, que buscava mais o jogo e dava opções ao sistema ofensivo.

Jogando em casa, São Paulo procurava mais o gol e teve 62% de posse de bola na primeira etapa, contra 38% do Santos. Um dos motivos para a alta posse de bola são-paulina eram as tabelas pelas pontas, com Alvaro e Osvaldo pela esquerda, e Paulo Miranda e Douglas pela direita. Pressionando, os anfitriões seguiram tocando a bola e aumentado a posse, que chegou a 70% contra 30% do Santos.

O adversário tentava sair jogando, mas o ataque são-paulino marcava forte e não dava espaços. Aos 26, por pouco, Paulo Miranda não abriu o placar. O zagueiro aproveitou o rebote da defesa de Aranha e chutou de fora da área, porém, a bola passou por cima do gol. No minuto seguinte, foi Pabon que levantou a torcida com um chute venenoso de longe.

E se a partida já era boa para o São Paulo, ficou ainda melhor depois dos 35 minutos. Até o intervalo, foi um verdadeiro bombardeio e inúmeras chances de tirar o zero do marcador. Além de ter maior passe de bola, o Tricolor envolvia facilmente o rival.

Antonio Carlos, aos 40 minutos, recebeu bom passe de Paulo Miranda dentro da área e chutou, mas Neto se jogou na frente da bola e mandou para escanteio. Na sequência, Aranha desviou o cruzamento do Fabuloso, a bola sobrou para o camisa 4 que bateu firme, no entanto o sistema defensivo santista conseguiu afastar o perigo. O domínio era total e Paulo Miranda só não balançou as redes, porque no bate e rebate a bola foi para fora. Pressão tricolor até o final do primeiro tempo.

Na volta para a segunda etapa, Muricy manteve a formação inicial e a equipe seguiu pressionando. Logo no primeiro minuto, Alvaro cruzou, a bola passa na frente do gol, mas ninguém consegue desviar para as redes. Pouco depois, aos 9, Pabon tocou para Maicon, que chutou forte de dentro da área, mas Aranha fez boa defesa e afastou o perigo.

Os santistas também se aventuraram no ataque, explorando algumas falhas do Tricolor, porém não tinham a mesma intensidade e ofensividade do time são-paulino. Aos 12, Alvaro cobrou falta, Cicinho desviou de cabeça contra o próprio gol, mas a bola passou por cima e saiu para escanteio.

Aos 20, Pabon chutou da entrada da área, e Aranha fez ótima defesa para evitar o gol do São Paulo. Na sequência, Alvaro passou para Luis Fabiano, mas a arbitragem invalidou o lance. Quando o Tricolor controlava o jogo, o Santos quase marcou com Leandro Damião, mas o M1TO apareceu muito bem e praticou linda defesa.

Acuado, os visitantes ficaram mais tempo no campo de defesa e esperando as investidas do Tricolor. Paulo Henrique Ganso e Ademilson ainda entraram para dar novo ânimo ao time são-paulino, que buscou a vitória até o último minuto, mas não conseguiu balançar as redes e vencer o clássico.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 SANTOS

Local:  Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 23 de fevereiro de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP)
Público: 16.337 pagantes
Renda: R$ 429.610,00
Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Álvaro Pereira e Osvaldo (São Paulo); Geuvânio, Neto, Cicinho e Gustavo Henrique (Santos)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Maicon, Souza, Douglas (Paulo Henrique Ganso) e Pabon; Osvaldo (Ademilson) e Luis Fabiano Técnico:Muricy Ramalho

SANTOS: Aranha; Cicinho, Gustavo Henrique, Neto e Mena; Arouca, Alan Santos (Gabriel) e Cícero; Thiago Ribeiro, Leandro Damião e Geuvânio (Rildo) Técnico: Oswaldo de Oliveira

Via Gazeta Esportiva

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20/02/2014

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São Bernardo 1×1 São Paulo FC

20/02/2014

Ainda em busca da forma ideal para atuar na temporada 2014, o Tricolor conquistou o seu primeiro ponto fora de casa no Campeonato Paulista. Na noite desta quinta-feira (20), com algumas modificações no time, o São Paulo empatou com o São Bernardo por 1 a 1 no Estádio Primeiro de Maio, no ABC. Os gols da partida, válida pela nona rodada, foram marcados por Marino e Alvaro Pereira.

Com o resultado, a equipe são-paulina se manteve na segunda colocação do Grupo A, agora com 14 pontos. No próximo final de semana, no Morumbi, o Tricolor entrará em campo novamente em busca da manutenção da invencibilidade diante de sua torcida. O adversário, desta vez, será o Santos.

Sem poder contar com o volante Wellington, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, mas com a volta de Alvaro Pereira, o técnico Muricy Ramalho fez algumas mudanças na equipe e promoveu as entradas de Paulo Miranda, Maicon e Ewandro. Assim, o time foi escalado com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Roger Carvalho, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Pabon, Luis Fabiano e Ewandro.

Com a bola rolando, o jogo começou lento, mas ainda assim o Tricolor conseguiu chegar com perigo. Em duas oportunidades, Ewandro recebeu belos passes de Luis Fabiano, mas não conseguiu finalizar com precisão. O jovem jogador revelado no CFA Laudo Natel, em Cotia, e o colombiano Pabon tinham a missão de buscar as jogadas entre os marcadores e, assim, abrir espaços para o Fabuloso.

Já Maicon, auxiliando Ganso na armação, tentava organizar as tabelas pelo meio de campo, mas esbarrava no sistema defensivo adversário, que deixou a partida truncada. E se o time não conseguia chegar na área do São Bernardo, a solução foi apostar na bola parada. Aos 23 minutos, Alvaro Pereira cobrou falta pela direita, Edson desviou errado com o pé esquerdo e a bola enganou o goleiro Wilson Júnior, que nada pôde fazer para impedir o gol do São Paulo: 1 a 0.

Após balançar as redes, a equipe são-paulina se soltou mais no jogo e explorou as investidas contra os anfitriões. No entanto, aos 39, os donos da casa conseguiram escapar pela direita, cruzar na grande área e empatar o confronto no ABC, com Marino, e dar números finais ao primeiro tempo: 1 a 1.

Na volta para a segunda etapa, com dores na coxa, Ewandro ficou no vestiário e deu lugar ao também atacante Osvaldo. Jogando em casa, o Tigre se lançou ao ataque em busca do gol da virada e deu trabalho ao sistema defensivo do São Paulo, que tentava afastar o perigo da meta de Rogério.

Após conter os ataques do São Bernardo, o Tricolor tentou sair para o jogo e tentar o segundo gol, principalmente pela esquerda com Alvaro Pereira, mas a partida esfriou e as chances claras foram diminuindo com o passar do tempo no Estádio Primeiro de Maio.

E para tentar mudar o cenário do confronto, o time são-paulino apostou no Fabuloso. Acionado na frente, o camisa 9 passou perto de anotar o segundo gol da equipe, mas foi travado na primeira tentativa e, depois, viu o arqueiro Wilson Júnior praticar grande defesa e impedir que as redes balançassem novamente. Assim, apesar de algumas tentativas, que ainda contou com um chute perigoso de Ganso já nos acréscimos, o placar não foi mais alterado e o duelo terminou igual: 1 a 1.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO BERNARDO 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo (SP)
Data: 20 de fevereiro de 2014 (quinta-feira)
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Alessandro Darcie
Assistentes: Anderson José de Coelho e Leandro Matos Feitosa
Público: 12.840 pessoas
Cartões amarelos: Antônio Carlos, Paulo Miranda e Luis Fabiano (São Paulo)
Gols: SÃO BERNARDO: Marino, aos 39 minutos do primeiro tempo
SÃO PAULO: Álvaro Pereira, aos 22 minutos do primeiro tempo

SÃO BERNARDO: Wilson Júnior; Rafael Cruz, Luciano Castán, Lombardi e Eduardo; Dudu Lima (Diogo Acosta), Marino, Edson (Daniel Pereira) e Bady (Jean Carlos); Careca e Gil Técnico: Edson Boaro

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Roger Carvalho, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Maicon, Souza, Ganso e Pabon; Ewandro (Osvaldo) e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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São Paulo FC 0x0 Portuguesa

15/02/2014

Não faltaram oportunidades no confronto entre São Paulo e Portuguesa, na noite deste sábado (15), no Morumbi, mas as redes não balançaram na estreia do zagueiro Roger Carvalho. De ambos os lados, no duelo válido pela oitava rodada do Campeonato Paulista de 2014, foram inúmeras chances de tirar o zero do placar. No entanto, apesar de insistir, o Tricolor não conseguiu manter os 100% de aproveitamento diante de sua torcida.

Com o resultado, a equipe são-paulina se manteve na liderança do Grupo A, com 13 pontos em oito jogos. Na próxima quinta-feira (20), o Tricolor entrará em campo novamente para defender o primeiro lugar da chave. Desta vez, porém, o adversário será o São Bernardo, no ABC.

Sem poder contar com o zagueiro Rodrigo Caio e o lateral-esquerdo Alvaro Pereira, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, além dos jovens Boschilia e Ewandro, que estão na Seleção Brasileira Sub-20, o técnico Muricy Ramalho manteve o esquema tático 4-3-3 e escalou o time com Rogério Ceni; Luis Ricardo, Roger Carvalho, Antonio Carlos e Reinaldo; Wellington, Souza e Paulo Henrique Ganso; Ademilson, Pabon e Luis Fabiano.

Com uma formação ofensiva, São Paulo adiantou a marcação e dificultou a saída de bola da Portuguesa no primeiro tempo. Desde o apito inicial, o Tricolor pressionou e buscou o gol. Nos contragolpes, os visitantes tentavam assustar, mas paravam no goleiro Rogério Ceni. Assim, dinâmica, a partida contou com grandes chances.

Aos 10 minutos, Ganso subiu sozinho após cruzamento da esquerda e cabeceou firme. Tom defendeu e impediu que o zero saísse do marcador logo no início do confronto. A Lusa assustava nos contra-ataques e usava a linha de impedimento para segurar o atacante Luis Fabiano, que buscava a tabela na intermediária.

Com mais posse de bola, os donos da casa buscavam furar o bloqueio rival e explorava as jogadas com Pabon. Mais recuado, auxiliando Ganso, o camisa 22 tentava desafogar o jogo. Aos 16, o colombiano recebeu passe do maestro e chutou firme de fora da área. A bola saiu ao lado direito do gol rubro-verde e passou rente a trave. Dois minutos depois, após passe de Ganso, o Fabuloso girou e bateu cruzado. O arqueiro adversário, porém, fez boa defesa conteve o ataque tricolor.

E se explorando as jogadas na grande área o gol não saía, os comandados de Muricy mudaram a tática e apostaram nos chutes de longa distância, já que a retranca da Portuguesa fez os atacantes são-paulinos procurarem o jogo na intermediária. Mais recuados, Luis Fabiano e Pabon buscavam as jogadas de fora da área e levantavam a torcida com arremates venenosos. Porém, apesar de insistir, o primeiro tempo terminou sem gols.

Na volta para a segunda etapa, o volante Wellington, que havia recebido um cartão amarelo, ficou no vestiário e deu lugar ao meio-campista Denilson. Assim como no primeiro tempo, o São Paulo controlou os instantes iniciais e pressionou mais.

Os visitantes, mais soltos, até deixaram um pouco mais o campo de defesa e deixaram o duelo mais franco. No entanto, sempre arisco, o colombiano Pabon manteve o ímpeto da equipe. Aos 17, o atacante só não balançou as redes, porque a bola passou rente a trave. Depois, aos 28, o camisa 22 bateu cruzado e, no desvio, o zagueiro Diego Augusto quase marcou contra.

Para dar mais velocidade e opção ao sistema ofensivo, Muricy promoveu a entrada de Osvaldo no lugar de Ademilson. O camisa 17, pela esquerda, tentou abrir o jogo e dar mais mobilidade aos companheiros na frente. No entanto, bem marcados, os jogadores tricolores não conseguiram furar o bloqueio e a partida terminou sem gols.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 PORTUGUESA

Local:   Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 15 de fevereiro de 2014, sábado
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra (SP)
Assistentes: Herman Brumel Vani e Miguel Caetano Ribeiro da Costa (ambos de SP)
Cartões amarelos: Wellington (São Paulo). Renan, Diego Augusto (Portuguesa)
Público: 9.754 pagantes
Renda: R$ 246.405,00
GOLS:—

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo, Roger Carvalho, Antônio Carlos e Reinaldo; Wellington (Denilson), Souza, Ganso e Pabon; Ademilson (Osvaldo) e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

PORTUGUESA: Tom; Régis Souza, Willian Magrão, Diego Augusto e Bryan; Renan, Rondinelly (Dejair), Rudney e Wanderson (Gabriel Xavier); Henrique (Caio) e Leandro Técnico: Argel Fucks

Via Gazeta Esportiva

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13/02/2014

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Ponte Preta 2×1 São Paulo FC

09/02/2014

O São Paulo batalhou contra a Ponte Preta, e o forte calor de Campinas, mas acabou derrotado por 2 a 1 na tarde deste domingo (9). A partida, válida pela sétima rodada do Campeonato Paulista de 2014, marcou as estreias do volante Souza e do atacante Pabon, que deixaram boa impressão. O colombiano foi um dos destaques da partida, ao lado de Alvaro Pereira, e passou perto de balançar as redes.

Os gols do confronto, no Estádio Moisés Lucarelli, foram marcados por Silvinho, Rogério Ceni e Alemão. Apesar do resultado negativo, o Tricolor se manteve na liderança isolada do Grupo A, com 12 pontos em sete jogos. Na próxima rodada, sábado (15), o São Paulo entrará em campo novamente em busca de mais um triunfo no Estadual. No Morumbi, o time são-paulino enfrentará a Portuguesa.

Poupando o atacante Luis Fabiano, que esteve presente nas seis partidas anteriores, o técnico Muricy Ramalho manteve o esquema tático, mas promoveu a entrada de Douglas no lugar de Luis Ricardo. Assim, o time começou a partida com Rogério Ceni; Douglas, Antonio Carlos, Rodrigo Caio e Alvaro Pereira; Wellington, Souza e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo, Ademilson e Pabon.

Apesar da temperatura elevada no interior paulista, a equipe são-paulina começou melhor e criou as melhores jogadas nos primeiros minutos. Aos 6, Douglas avançou pela direita, bateu firme e obrigou o goleiro Roberto espalmar a bola para escanteio. Na cobrança, Antonio Carlos apareceu bem na grande área e, por pouco, não abriu o placar. O xerifão também teve outra grande chance aos 11, até mais aguda, mas a bola passou por cima do gol.

Acuados, os pontepretanos não conseguiam passar do meio de campo e apenas assistiam o Tricolor atacar. Bem solto no jogo e confiante, o atacante Pabon era uma das melhores opções do time nas jogadas ofensivas. O colombiano, que constantemente saía da área para buscar a tabela, passou perto de balançar as redes. Aos 12, Alvaro Pereira cruzou, Ademilson ajeitou e Pabon bateu forte. A bola desviou em Fernando Bob e tirou tinta da trave.

No entanto, quando o São Paulo tinha o controle da partida, o calor ‘entrou em ação’ e começou a desgastar a equipe são-paulina. Assim, depois dos 20 minutos, os donos da casa passaram a explorar mais o campo de ataque e levar perigo ao goleiro Rogério Ceni. Os anfitriões adiantaram a marcação e obrigaram o Tricolor a ficar atrás da linha do meio de campo.

Aos poucos, os campineiros foram trocando passes e rondando a área dos visitantes. Aos 45 minutos, Silvinho dominou, girou e bateu cruzado. O chute saiu rasteiro e Rogério nada pôde fazer: 1 a 0, placar que se manteve até o intervalo no Estádio Moisés Lucarelli.

Mesmo desgastado pelo forte sol de Campinas, o São Paulo reuniu forças para começar bem a segunda etapa. Osvaldo, aos 8, avançou com liberdade e chutou da intermediária. A bola passou por cima do gol, mas o lance mostrou que o time poderia reagir. E foi isso que aconteceu. Aos 12, Alvaro Pereira foi derrubado na grande área. Pênalti, que o M1TO converteu e deixou tudo igual no marcador: 1 a 1.

O Tricolor ainda comemorava o suado gol de empate quando dois minutos depois, aos 14, Alemão se antecipou após cobrança de falta e recolocou a Ponte Preta em vantagem: 2 a 1. Para dar cara nova ao time após o susto, Muricy promoveu as entradas dos jovens Lucas Evangelista e Ewandro.

Os garotos deram mais mobilidade ao time, que chegou bem perto do empate novamente. Ewandro recebeu de frente para a área e bateu colocado. A bola passou com extremo perigo e animou os jogadores são-paulinos. Nos minutos finais, lutando pelo gol, o Tricolor pressionou, mas não conseguiu marcar novamente. Já os campineiros, quando conseguiram chegar ao ataque, pararam nas boas defesas de Rogério.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 2 X 1 SÃO PAULO

Local:  Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 9 de fevereiro de 2013 (domingo)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Prieto Alfieri
Assistentes: Fábio Rogério Baesteiro e Risser Jarussi Corrêa
Cartões amarelos: Tchô (Ponte Preta); Álvaro Pereira, Souza, Rodrigo Caio (São Paulo)
Gols: PONTE PRETA: Silvinho, aos 42 minutos do primeiro tempo, e Alemão, aos 14 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni (pênalti), aos dez minutos do segundo tempo

PONTE PRETA: Roberto; Ferrugem, César, Diego Sacoman e Magal; Alef, Fernando Bob e Tchô (Matheus Olavo); Ademir (Rossi), Alemão (Júnior) e Silvinho Técnico: Vadão

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas (Luis Ricardo), Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Wellington, Souza (Ewandro) e Ganso; Ademilson, Osvaldo (Lucas Evangelista) e Pabon Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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São Paulo FC 2×0 Paulista

06/02/2014

O Tricolor segue com 100% de aproveitamento em casa e na liderança isolada do Grupo A. Nesta quinta-feira (6), com gols de Antonio Carlos e Luis Fabiano, o São Paulo venceu o Paulista por 2 a 0 em duelo válido pela sexta rodada do Estadual. No triunfo sobre o clube de Jundiaí, Muricy Ramalho igualou Telê Santana como recordista de jogos no comando do São Paulo no Morumbi. De quebra, o técnico ainda empatou com José Poy em número de vitórias no comando da equipe, agora com 213, e está atrás apenas de Vicente Feola (299).

Após seis partidas na competição regional, o Tricolor detém 12 pontos e mostrou que o revés no Choque-Rei já é coisa do passado. No próximo final de semana, em Campinas, o São Paulo enfrentará a Ponte Preta no Estádio Moisés Lucarelli.

Sem mudanças na equipe em relação aos últimos jogos, o comandante escalou o Tricolor no esquema tático 4-3-3, com Rogério Ceni; Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo, Ademilson e Luis Fabiano.

Com a bola rolando, o primeiro tempo começou amarrado e sem grandes oportunidades. Os visitantes até assustaram, logo aos dois minutos, mas pararam na boa defesa do M1TO. Com a partida truncada, o time são-paulino só conseguiu levar perigo aos 22. Wellington avançou, Jô tentou desarmar e acabou dando bom passe para Alvaro Pereira. O lateral-esquerdo bateu cruzado e, por pouco, quase abriu o placar no Morumbi.

E se o jogo estava parado e sem muitas emoções, o zagueiro Antonio Carlos tratou de entrar em ação e animar o confronto. Aos 30 minutos, Alvaro Pereira cruzou para a área, em cobrança de falta, Antonio Carlos apareceu livre e desviou de pé direito para inaugurar o placar: 1 a 0.

O gol deu mais força ao São Paulo, que passou a explorar mais as jogadas ofensivas, principalmente com o uruguaio, e por pouco as redes não balançaram novamente antes do intervalo. Aos 34, Luis Fabiano girou e bateu de fora da área. O goleiro Juliano apareceu bem, defendeu o chute do Fabuloso e impediu que a torcida são-paulina pudesse comemorar mais uma vez antes que as equipes fossem para o vestiário.

Na volta para a segunda etapa, Muricy não fez alterações no time, mas mudou a postura de seus comandados. Mais agressivo, o Tricolor partiu para cima do adversário e criou inúmeras jogadas. Acuado, o Paulista tentou tocar a bola e fazer o tempo passar, mas não conseguiu impedir o ímpeto do sistema ofensivo são-paulino.

Logo aos 4 minutos, Alvaro Pereira fez bom cruzamento e Ganso, livre na grande área, quase ampliou. Três minutos depois, novamente o uruguaio se aventurou no ataque. O lateral cruzou para Luis Fabiano, que bateu bem, mas parou na grande defesa do arqueiro rival. E de tanto insistir, o São Paulo conseguiu anotar o segundo gol na partida. Osvaldo fez bela jogada pela esquerda e cruzou rasteiro. O Fabuloso bateu de pé esquerdo e aumentou a vantagem tricolor aos 15: 2 a 0.

Mesmo vencendo com facilidade, o time são-paulino não quis saber de tirar o pé ou administrar o resultado. Ao contrário. Pressionando, os comandados do técnico Muricy infernizaram a defesa jundiaiense, contagiaram a torcida, mas não conseguiram balançar as redes novamente. O treinador ainda poupou os artilheiros da noite e promoveu as entradas de Paulo Miranda e Ewandro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2×0 PAULISTA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 6 de fevereiro de 2014, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado
Assistentes: Danilo Simon Manis e Claudenir Donizeti da Silva
Público: 6.593 pagantes
Renda:
R$ 164.435,00
Cartões amarelos: 
Lusmar, Esquerdinha, Mineiro (Paulista)
Gols: SÃO PAULO: Antônio Carlos, aos 30 minutos do primeiro tempo, e Luis Fabiano, aos 16 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antônio Carlos (Paulo Miranda) e Álvaro Pereira; Maicon, Wellington e Paulo Henrique Ganso; Ademilson (Boschilia), Luis Fabiano (Ewandro) e Osvaldo Técnico: Muricy Ramalho

PAULISTA:  Juliano; Raul (Umberto), Diego Santos, Emerson e Jeff Silva; Umberto, Lusmar, Jô, Dinélson (Márcio Pitt) e Esquerdinha (Carlão); David Batista Técnico: Márcio Bittencourt

Via Gazeta Esportiva

Gols

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Que Venha o Pato

06/02/2014

Esquadrao Tricolor 2014Salve Soberania !

Teoricamente pode vir a ser um esquadrão. Me arrisco a dizer que será o maior time das américas, caso o talento que o time tem no papel se transforme em gols, vitórias e títulos.

Sonhar é saudável, criar expectativas não é, porque existe um abismo entre a teoria e a prática chamado decepção.

A troca entre Jadson e Ganso tem prós e contras. O que mais me incomoda é que ao final do empréstimo, o São Paulo pode ter recuperado o jogador do arquirrival e este poderá vendê-lo, enquanto o Jádson assina um novo vínculo com eles, se vingar do lado de lá.

Sobre os prós e contras eu falo depois, se rolar de fato o negócio. Porque apesar de todas as confirmações da imprensa, o Pato ainda não foi apresentado e pelo que me consta, não assinou nada.

Por enquanto eu fico tentando fazer o papel do Muriçoca, que neste momento deve estar bem contente, bolando seus esquemas de jogo com os reforços que estão a caminho.

Eu no lugar dele faria mais ou menos desse jeito, com Luis Ricardo na lateral direita, assim me xingam menos por ai.

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