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Não Adianta Correr

30/04/2013

Não Adianta Correr

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São Paulo 1×0 Penapolense

28/04/2013

O Tricolor está na semifinal do Campeonato Paulista. Na noite deste domingo (28), vestindo ‘vermelho, a cor da Raça’, os comandados do técnico Ney Franco bateram o Penapolense, por 1 a 0, com gol contra do zagueiro Jailton, e enfrentarão o time do governo na próxima fase.

Empurrado pelos 32 mil torcedores que compareceram ao Morumbi, o São Paulo não teve vida fácil contra a equipe do interior. Ao contrário. Bem fechados na defesa, os penapolenses venderam caro a derrota para o Tricolor, que carimbou a trave do goleiro Marcelo duas vezes antes de balançar as redes.

De volta ao time após seis jogos fora, o atacante Luis Fabiano foi a grande novidade na equipe do técnico Ney Franco. Recuperado de um trauma na panturrilha esquerda, o artilheiro do Tricolor na temporada, com 12 gols, reencontrou o Morumbi e a torcida são-paulina.

PRESSÃO TRICOLOR!

Logo aos 3 minutos de jogo, o lateral-esquerdo Carleto bateu falta com perigo e a bola tirou tinta da trave. O Tricolor continuou pressionando, principalmente com o atacante Osvaldo bem aberto pela esquerda, mas esbarrou no sistema defensivo penapolense.

Acuado, o adversário apostou nos contragolpes e em chutes de fora da área. Assim, aos 14 minutos, o goleiro Rogério Ceni apareceu bem para neutralizar a finalização de Liel. A equipe do interior paulista deixou o campo de defesa e, dessa forma, abriu espaço para o Tricolor.

Aos 23 minutos, com Luis Fabiano após bela enfiada de Ganso, e aos 24, em chute forte de Carleto, o São Paulo quase abriu o placar. Os comandados do técnico Ney Franco continuaram pressionando o rival e, aos 31, Osvaldo arriscou de fora da área e deu trabalho ao goleiro Marcelo.

Superior na partida, o Tricolor continuou no campo de ataque e buscando o primeiro gol. Aos 39 minutos, Denilson bateu firme, de perna direita, mas parou nas mãos do arqueiro adversário que também barrou o remate de Jadson pouco depois. E apesar da superioridade da equipe são-paulina, o primeiro tempo terminou sem gols.

DUELO MOVIMENTADO

Na volta para o segundo tempo, São Paulo e Penapolense se empenharam para tirar o zero do marcador. Antes mesmo que o cronômetro pudesse anotar 10 minutos, Rogério Ceni fez três boas defesas e impediu que o adversário balançasse as redes. A mudança de postura do rival, que apenas se defendeu na primeira etapa, fez com que o técnico Ney Franco mexesse na equipe. Pendurado com um cartão amarelo, Wellington deixou o gramado e deu lugar lugar ao lateral Douglas.

A alteração deu certo e o Tricolor reagiu. Aos 11, Osvaldo bateu colocado e levou perigo. No minuto seguinte, Luis Fabiano testou firme e carimbou a trave do goleiro Marcelo. Bem distribuída em campo, a equipe são-paulina partiu para cima do Penapolense e tratou de garantir a classificação.

Aos 22 minutos, Luis Fabiano acertou o travessão, a bola quicou na linha e não entrou. O lance contagiou a torcida, que empurrou o time e pôde finalmente soltar o grito de gol da garganta. Pela esquerda, aos 27, Osvaldo fez linda jogada pela esquerda e bateu cruzado. O zagueiro Jailton tentou cortar e cabeceou contra o próprio patrimônio.

Daí em diante, o São Paulo,  continuou acuando o rival, mas teve tempo de ver o M1TO fazer uma defesa memorável, aos 43 minutos. Após rápida tabela do ataque penapolense, Sérgio Mota pegou de primeira dentro da área. Esbanjando reflexo e categoria, Ceni espalmou para escanteio, fez a festa da torcida tricolor e garantiu a suada classificação são-paulina.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 0 PENAPOLENSE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de abril de 2013 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Paulo de Souza Amaral
Assistentes adicionais: Welton Orlando Wohnrath e Marcelo Rogério
Cartões amarelos: Wellington, Osvaldo, Rafael Toloi, Denilson (São Paulo); Jaílton, Fernando, Niander, Gualberto (Penapolense)

Gol: SÃO PAULO: Jaílton (contra)

Público: 32.995 pessoas
Renda: R$ 686.085,00

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda (Rodrigo Caio), Lúcio, Rafael Toloi e Carleto; Wellington (Douglas), Denilson, Jadson (João Schmidt) e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

PENAPOLENSE: Marcelo; Niander, Jaílton, Gualberto e Rodrigo Biro; Liel, Heleno (Eric), Fernando (Sérgio Mota), Liel e Guaru; Fio (Geuvânio) e Silvinho Técnico: Pintado

Via Gazeta Esportiva

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Mogi Mirim 1×0 São Paulo

21/04/2013

No duelo que colocou frente a frente as duas equipes que mais venceram no Campeonato Paulista de 2013, o São Paulo acabou derrotado para o Mogi Mirim, por 1 a 0, no estádio Romildão. Apesar do revés, os comandados do técnico Ney Franco encerraram a primeira fase do Estadual na 1ª colocação e, agora, medirão forças contra a Penapolense nas quartas de final.

Sem poder contar com o atacante Luis Fabiano, que deixou a atividade de ontem (20) sentindo um incômodo na região posterior da coxa esquerda, com uma pequena contratura, o técnico Ney Franco apostou no ataque formado por Wallyson e Ademilson, mas não conseguiu passar pelo sistema defensivo rival.

Antes mesmo de a bola rolar no interior paulista, na tarde desse domingo (21), os números apontavam que o confronto seria equilibrado. O jogo entre Mogi e São Paulo marcou o confronto das duas equipes que mais triunfaram até o fechamento da primeira fase. Com 13 vitórias, o Tricolor é o primeiro colocado no ranking, seguido pelo Mogi Mirim que, agora, venceu 12.

EXPLORANDO OS FLANCOS

Após o apito inicial, São Paulo e Mogi Mirim se lançaram ao ataque pelas beiradas do gramado. Principalmente pela lateral direita, sob o comando do jovem Lucas Farias, o Tricolor tentou encurralar os anfitriões. No entanto, bem fechados na defesa, os jogadores do Sapão conseguiram neutralizar as investidas são-paulinas.

Dessa forma, foram poucas as oportunidades de gol no primeiro tempo. Aos 18 minutos, Wagner arriscou da entrada da área, mas parou na boa defesa do goleiro Denis.  Aos 23, Henrique cabeceou com perigo e deu um susto na torcida tricolor.

E com as duas equipes presas na marcação adversária, as redes só balançaram aos 40 minutos da etapa inicial. O meio-campista Roger Gaúcho tocou na saída do arqueiro Denis e tirou o zero do placar no interior paulista.

Já na segunda etapa, buscando dar cara nova ao time, o técnico Ney Franco promoveu as entradas do jovem atacante Adelino, da equipe Sub-20, e apostou nos laterais Douglas e Henrique Miranda.

O São Paulo não reagiu, mas conseguiu evitar as investidas do Mogi. Pelo alto, os zagueiros Edson Silva e Rhodolfo impediam que os atacantes rivais investissem contra o gol do goleiro Denis. O panorama do jogo pouco mudou e as redes não balançaram novamente.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
MOGI MIRIM 1 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Romildo Vitor Gomes Ferreira, em Mogi Mirim (SP)
Data: 21 de abril de 2013, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo e Leandro Matos Feitosa (ambos de SP)
Cartão amarelo: Rhodolfo (São Paulo)
GOL: MOGI MIRIM: Roger, aos 40 minutos do primeiro tempo

MOGI MIRIM: Daniel; Caramelo, Tiago Alves, Lucas Fonseca e João Paulo; Magal, Val, Wagner (Juninho) e Roger (Carlos Alberto); Roni e Henrique (Wagninho) Técnico: Dado Cavalcanti

SÃO PAULO: Denis; Lucas Farias, Rhodolfo, Edson Silva e Cortez (Henrique Miranda); Fabrício (Douglas), Rodrigo Caio, João Schimidt e Cañete (Adelino); Wallyson e Ademilson Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

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O Discurso Motivacional do M1TO

20/04/2013

Salve Soberania.

A vitória na marra e na raça do Maior Clube do Brasil, três vezes campeão da Libertadores ( todas honestas e sem matar ninguém )  e três vezes campeão do Mundo ( com Libertadores ) ainda repercute.

Repercute porque foi lindo. Porque foi indiscutível. Porque foi com fé: a cara do nosso clube.

Repercute porque assusta os rivais, principalmente os órfãos do cartola em exílio.

A última quarta-feira nos proporcionou momentos preciosos, mas o discurso do Rogério foi épico, histórico. Um show a parte e nem foi o primeiro com esta mesma pegada motivacional.

Não há o que dizer das suas palavras, o recado foi claro para todos, exceto apenas para enfadonhos jornalistas que deveriam se retirar, sair de cena, se aposentar, a exemplo do mítico goleiro que hoje já não goza da mesma performance de outrora e anunciou, em um depoimento histórico, que vai nos deixar ao fim do ano.

Se o pastor conseguiu anunciar sua aposentadoria, por quê não conseguiria a velha e incrédula ovelhinha desgarrada ?

Para que os irmãos da grande congregação Soberana não se percam com as heresias dos falsos e cansados profetas da web, este crente seguidor do Mess1as, transcreve abaixo a parábola do Time da Fé, pregada no culto da última quarta-feira no Templo Sagrado.

Aquele que tem ouvidos, ouça.

“Fecha bem, fecha bem, fecha bem.
Primeiro, se concentrem no que é possível resolver, o que é possível resolver é o NOSSO jogo.
O que esses caras que vieram aqui querem ver é a NOSSA vitória.
Não se preocupem com o outro jogo, com o que está acontecendo, se preocupem com vocês, se preocupem com o NOSSO time.
Outra coisa.
Isso aqui é passar pra história. O que a GENTE fizer hoje aqui, isso aqui, esses caras vão carregar a GENTE pra um título, só que depende da porra da GENTE dentro do campo.
Eu sei que vocês acreditam em Deus, não acreditam todos vocês ?
Que isso aqui vire um inferno lá dentro, que seja o inferno hoje aqui dentro. Na hora que vocês subirem no campo e verem aqueles caras lá em cima, olha pra cima, olha onde vocês estão, olha o que vocês estão usando, olha a oportunidade que Deus deu pra cada um de vocês, como TIME, como ser humano, como homem, como pai de família.
Olha a oportunidade que Deus está dando pra cada um de vocês, de escrever história ! De escrever história !
VAMOS lá dentro e VAMOS atropelar !
VAMOS! VAMOS!”
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Que Estranho !

18/04/2013

Galo depenado

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São Paulo 2×0 Atlético Mineiro

18/04/2013

O  lema da torcida são-paulina para o jogo contra o Atlético-MG nesta quarta-feira, que decidiria o futuro da equipe na Copa Libertadores, foi “Eu vou com fé”, que remete ao “Clube da Fé”, título que acompanhou o São Paulo durante toda a sua história. Foi exatamente com esse espírito que os jogadores se prepararam e entraram em campo, acreditando na vitória e no outro resultado necessário para que o clube conseguisse a vaga – um tropeço do The Strongest, na Argentina. E com muita raça, um gol de pênalti do M1TO Rogério Ceni e outro do atacante formado na base do clube, Ademilson, o Tricolor conseguiu o que muitos duvidavam, e está nas oitavas de final da competição Sul-Americana!

Desfalcado de Luis Fabiano e Jadson (suspensos) e de Maicon (lesão), Ney Franco optou pelo time que vinha atuando na maior parte do tempo. Rogério Ceni e Denilson, que não atuaram nos últimos jogos nos últimos, foram escalados na equipe titular. Rafael Toloi, que sofreu um edema na coxa, também ficou à disposição e reforçou a zaga ao lado de Lúcio.

SUFOCO NO ATLÉTICO-MG

O jogo começou movimentado. Com muita raça, os atletas tricolores entraram em campo empurrados pela torcida são-paulina, que lotou as arquibancadas do Morumbi, e pressionou o Atlético-MG desde os primeiros minutos. Explorando os lados do campo, os comandados do técnico Ney Franco trataram de encurralar os rivais. Osvaldo, bem aberto pela esquerda, arriscava algumas tabelas com Aloísio, mas parava no sistema defensivo mineiro.

Essa foi a tendência durante a maior parte do primeiro tempo. Acuado, o Atlético só tentava produzir alguma coisa em contra-ataques, mas não chegou a assustar Rogério. Em compensação, a zaga mineira trabalho, e muito. O São Paulo chegava principalmente com jogadas iniciadas por Carleto, na esquerda, ou na velocidade dos atacantes.

Aos 35, Aloísio, pelo meio, enfiou para a área, e Douglas completou, mas a bola saiu em escanteio. Na cobrança, Ganso ficou com a bola, driblou o zagueiro e iria finalizar com muito perigo, mas a defesa chegou na hora pra desviar o lance! Outra grande oportunidade veio com Aloísio, logo depois, mas o atacante deu um drible a mais e a zaga chegou para atrapalhar o chute.

Muito pegado, o primeiro tempo terminou sem gols e com o Atlético chegando um pouco mais à área tricolor no final do primeiro tempo. Ronaldinho Gaúcho até teve chance em cobrança de falta, mas o lance ficou na barreira. Fim do primeiro tempo sem gols no marcador.

EXPLODE MORUMBI!

Logo no primeiro minuto de jogo o São Paulo já mostrou que não queria perder tempo. Após troca de passes rápida, Aloísio recebeu na frente, mas o assistente marcou impedimento do atacante. Aos quatro minutos, Carleto desceu pela esquerda em velocidade e chutou para o gol. Victor espalmou em escanteio, evitando que o Tricolor abrisse o placar.

Mas não havia como o Atlético resistir por muito mais tempo. Aos 11 minutos, Osvaldo lançou Aloísio. Ele passou na frente do zagueiro, que precisou segurá-lo para parar o atacante, pênalti marcado pela arbitragem! Na cobrança, Rogério marcou o gol de número 111 na carreira, fazendo o Morumbi explodir!

A pressão continuou. Denilson teve boa chance aos 21 minutos, quando acertou um chute de fora da área que saiu rasteiro, mas à esquerda do gol. O jogo caiu em produção, e aos 32 minutos Ney Franco fez a primeira mudança na equipe: saiu Aloísio para a entrada de Ademilson. Substituição que definiria o rumo do jogo.

Aos 36 minutos, Osvaldo partiu em velocidade pela esquerda e tocou para a entrada da área, onde estava Ademilson. Com calma, o camisa 11 empurrou para o gol e foi para a torcida comemorar o momento histórico!

Antes, Paulo Miranda havia sido substituído por Rodrigo Caio. Aos 44, ainda houve tempo para a última mudança. Sentindo dores, Ademilson deixou o jogo para a entrada de Fabrício. E em nenhum momento até o apito final os jogadores pararam de lutar, buscando em todo minuto aumentar o marcador. Um jogo para entrar na história e para dar mais moral ainda à equipe na busca pelo tretra continental!

Na próxima fase, o time volta a jogar contra o Atlético-MG. O primeiro jogo será no Morumbi, e a segunda partida acontece fora de casa, com datas ainda a serem definidas pela Conmebol.

REAPRESENTAÇÃO

O São Paulo volta a treinar nesta quinta-feira, pela tarde, no CT da Barra Funda. A equipe joga no próximo domingo (21), contra o Mogi Mirim, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista, fora de casa.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 17 de abril de 2013, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Sampaio (BRA)
Assistentes: Kléber Lúcio Gil e Rodrigo Corrêa (ambos do BRA)
Público total: 50.403 pessoas
Renda: 1.961.516,00
Cartões amarelos: Ganso, Rafael Toloi, Osvaldo, Denilson (São Paulo); Richarlyson, Pierre, Leonardo Silva (Atlético-MG)

Gols:SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 11, e Ademilson, aos 37 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda (Rodrigo Caio), Lúcio, Rafael Toloi e Carleto; Wellington, Denilson e Ganso; Douglas, Osvaldo e Aloísio (Ademilson) (Fabrício) Técnico: Ney Franco

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete (Guilherme), Serginho (Neto Berola) e Ronaldinho Gaúcho; Luan (Alecsandro) e Jô Técnico: Cuca

Via Gazeta Esportiva

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Quando a Única Solução É…

15/04/2013

Vencer ou Vencer

A gente vence.

EU ACREDITO.

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São Paulo 0x1 XV de Piracicaba

15/04/2013

Já classificado para as finais do Campeonato Paulista e garantido na liderança da primeira fase do torneio, o São Paulo recebeu o XV de Piracicaba sem força máxima, visando o confronto de quarta-feira, pela Libertadores, contra o Atlético-MG. Mas a equipe foi superada pelo rival por 1 a 0, gol de cabeça marcado por Luiz Eduardo no segundo tempo do jogo.

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Para não correr riscos de lesão, Ney Franco optou por não escalar os possíveis titulares do jogo com o Atlético-MG. O volante Denilson, que não atuou na última rodada, esteve em campo e teve Fabrício como companheiro. Jadson, suspenso da partida contra os mineiros, atuou na meia ao lado de Cañete. Na zaga, Edson Silva e Rhodolfo foram os titulares, com Rodrigo Caio e Cortez nas laterais. Já o ataque ficou por conta de Wallyson e Ademilson.

POUCAS CHANCES

O jogo começou com perigo vindo de ambos os lados. O XV assustou Denis, e o São Paulo retrucou. Aos 15 minutos, boa chance com Wallyson, que recebeu passe de Jadson na direita e cruzou para Ademilson. Mas a zaga chegou antes do atacante e acabou com o lance.

Aos 20, a melhor chance até então. Jadson achou Cañete invadindo a área, o atacante ajeitou e bateu, mas a zaga tirou. Na sobra, após cobrança de escanteio, Ademilson, desequilibrado, completou, mas por cima do gol! Mas as chances diminuíram, ficou difícil de se aproximar do gol, e as tentativas começaram a surgir de fora da área com Jadson, Denilson e Cañete, mas nenhuma acertou o gol.

Aos 36 minutos, Ney Franco optou por mudar a equipe, e duas vezes: saíram Denilson e Jadson para as entradas de Lucas Farias e João Schmidt. E Lucas Farias teve a primeira chance aos 39 minutos. Ele partiu em velocidade na direita e chutou cruzado, mas o chute saiu à direita do gol. E foi só na primeira etapa.

DERROTA NO MORUMBI

Logo no início do segundo tempo o São Paulo mostrou que queria a vitória. Rodrigo Caio acertou chute de longe e o goleiro rebateu. Na sobra, Edson Silva ficou com a bola na direita e chutou com raiva, mas em cima do goleiro.

Apesar de se mostrar mais produtivo, o São Paulo sofreu o gol. Luiz Eduardo completou o escanteio de cabeça e abriu o placar no Morumbi aos nove minutos. Logo em seguida, Ney Franco fez a última alteração: Henrique Miranda entrou em campo no lugar de Rodrigo Caio.

A partir daí só deu São Paulo. Lucas Farias de Ademilson tiveram chances, e Cañete, em cobrança de falta, quase marcou, mas o lance saiu alto demais. Wallyson, de longe, obrigou o goleiro a fazer ótima defesa.

Apostando nos contra-ataques e nas bolas aéreas, o XV de Piracicaba chegou algumas vezes com perigo no final do jogo, mas Denis apareceu e fez grandes defesas. No último minuto, Henrique Miranda teve chance de cabeça, mas a finalização saiu por cima do gol. Apesar do resultado negativo, nada muda para o Tricolor na tabela do Paulistão.

REAPRESENTAÇÃO

O São Paulo folga neste domingo e retorna às atividades na segunda-feira (15) pela manhã, no CT da Barra Funda. Na quarta-feira, a equipe enfrenta o Atlético-MG pela Libertadores, no Morumbi.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 XV DE PIRACICABA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 13 de abril de 2013, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral
Assistentes: Vicente Romano Neto e Alberto Masseira
Cartões amarelos: Luiz Eduardo, Danilo Sacramento (XV de Piracicaba)

GOL: XV de Piracicaba – Luiz Eduardo, aos 10 minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO: Denis; Rodrigo Caio (Henrique Miranda), Rhodolfo, Edson Silva e Cortez; Fabrício, Denilson (Lucas Farias), Jadson (João Schmidt) e Cañete; Wallyson e Ademilson Técnico: Ney Franco

XV DE PIRACICABA: Bruno Fuso; Vinicius Bovi, Pedro Paulo, Luiz Eduardo e Janílson; Glauber, Diego Silva (Adílson Goiano), Danilo Sacramento e Diguinho (Adriano); Márcio Diogo (Paulinho) e Marcelo Soares Técnico: Edison Só

Via Gazeta Esportiva

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Rapidinhas do Lina

11/04/2013

Fabuloso – Cobranças da torcida por causa da sua ausência em jogos importantes do time em 2012 irritaram o centro-avante Tricolor. O homem se calou, vem gol histórico por ai.

Os Ardis de Maquiavel – Tudo bem que o Marin é uma figura de passado nada exemplar, mas este lance de publicar conversas gravadas e declarações ditas em momentos privados é nojento. Antes de Maquiavel, a boa moral era o fundamento de toda ação ética, hoje em dia “os fins justificam os meios”. O tal chamado jornalismo investigativo é o nomezinho profissional usado pra dar permissão pra criar intriga, fofoca, pra invasão de privacidade, pra mentira, pro ludibrio, pra criar falsificações – provavelmente não é o caso das gravações que surgiram na internet, o que não tira o peso ético da questão. Ninguém faz jornalismo investigativo sem ser discípulo de Maquiavel. E ainda há os que se orgulham dos seus furos…

Esquecido  – No final de 2012 cogitou-se uma partida de despedida entre São Paulo e Peñarol no Morumbi para homenagear um dos maiores ídolos da história do clube: Pedro Rocha. Era pra ser em janeiro. Ninguém falou mais nada…

O castigo vem a cavalo  – Que falha do Denis contra o Botafogo ! A esposa do Rogério M1TOU e não cornetou. Será que a esposa do Denis aprendeu a lição ?

Independente – Ano passado, em um jogo pela Sulamericana que não me lembro qual, havia pouco mais de 4 mil guerreiros no gelado Morumbi. Eu encontrei um amigo de Santo André e o cara me disse o seguinte: “hoje foi uma vergonha, tinha eu, um brother e mais 3 caras da sul”, naquele espaço que ficam as organizadas, lado esquerdo da azul. São estes caras que fazem protesto no CT da Barra Funda quando o time não corresponde.

Independente 2 – Por isso, acho que os jogadores deveriam reclamar também quando tiver menos de 20 mil pessoas no Morumbi. Afinal, o vento que venta lá, tem que ser o mesmo vento que venta cá, já diria o sábio pensador.

Fonte Nova – Antes foi o Mineirão, com problemas de fornecimento de água, acabamento primário e acesso. Desta vez foi a Fonte Nova que apresentou problemas crônicos como distância minúscula entre fileiras de assentos, acúmulo de água nas arquibancadas, banheiros com privadas instaladas do lado errado e etc. O Morumbi, em reformas, não é pior que nenhum destes estádios. Não mesmo.

Frase  – O Morumbi saiu da copa porque tinha ponto cego: não dava pra FIFA enxergar o dinheiro – Juvenal Juvêncio Fake no Facebook.

Frase 2  – Imprensa informa que os 12 “bons meninos”de Oruro ganharam de 10×2 do palmeiras em jogo na penitenciária. Também pudera, jogaram em casa ! – Juvenal Juvêncio Fake no Facebook.

Calado é um poeta – O rei do futebol disse a imprensa que o time do governo deveria ser a base da seleção. Achei que ele falava nas entrelinhas da máquina de resultados criada pelo time do padrinho: arbitragem, tribunais, doping estatal que turbina um clube em detrimento dos outros, dos conchavos, das convocações e etc. Acho que ele quis dizer que para o Brasil vencer a copa de 2014 a seleção deveria usar estas mesmas ferramentas. Se fosse este o caso, eu entenderia, afinal tem funcionado muito bem…

Calado é um poeta 2 – Infelizmente não foi esta a sugestão. A idéia do Pelé era usar o elenco do time do governo como base da seleção no que foi prontamente repreendido pelo Romário que disse: “Mais uma vez falou besteira”. A verdade é que se checarmos as convocações do Felipão, fica claro que o São Paulo é que é a base da seleção brasileira com 12 jogadores que tem alguma ligação com o maior clube do Brasil. Então vejamos: Fabuloso, Jadson, Osvaldo que jogam no time principal do Tricolor, da base temos Jean (Fluminense) e Hernanes, Kaká, Lucas e Oscar que jogam na europa. Sem contar Hulk, Leandro Damião, David Luiz que passaram sem sucesso pelo São Paulo FC e o Daniel Alves declaradamente sãopaulino. O Pelé inocentemente sugeriu transferir uma honra que pertence “de fato” ao Tricolor.

Privatização do Maracanã – Eu amo o Brasil, mas é um país complicado. É sujeira demais, cansa. Depois de tanto dinheiro investido no Maracanã em reformas e mais reformas, resolveram privatizar o estádio. O MP-RJ conseguiu liminar para suspender a tal licitação. Fez seu papel. O que aconteceu então ? Uma desembargadora de nome Leila Mariano, cassou a liminar do Ministério Público para suspender o processo de licitação para concessão do Complexo do Maracanã e hoje será divulgado a empresa responsável por administrar o local pelos próximos 35 anos. E não importa se é no Rio de Janeiro, tem dinheiro do BNDES ali, nosso dinheiro.

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11.04.2013 – 20 Anos da Melhor Volta de Todos os Tempos

11/04/2013

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União Barbarense 1×2 São Paulo

11/04/2013

O São Paulo venceu o União Barbarense de virada na noite desta quarta-feira, na casa do rival, e garantiu a primeira colocação na primeira fase do Campeonato Paulista: 2 a 1, gols de Aloísio e César (contra). Dessa forma, o Tricolor soma 41 pontos e não pode mais ser alcançado por nenhum rival no topo da tabela, tendo vantagem de mando de campo nas finais do Estadual.

O time tinha dois objetivos na partida: além de garantir a vitória e a consequente liderança, o técnico Ney Franco queria testar a equipe que deve entrar em campo diante do Atlético-MG, pela Libertadores, na próxima quarta-feira. Por isso, o treinador escalou o time de forma mais próxima possível à que deve entrar em campo diante dos mineiros – desse time, apenas Rogério Ceni (lesionado) e Denilson (liberado para resolver assuntos particulares) não atuaram, e os substitutos da dupla foram Denis e Fabrício.

Luis Fabiano e Maicon, machucados, nem foram relacionados. Jadson, suspenso da partida da Libertadores, também não viajou. Já Rodrigo Caio, suspenso do jogo do Paulista jogo, não poderia ficar à disposição.

TUDO IGUAL NO INTERIOR

A primeira boa chance são-paulina veio com Carleto, que chutou forte de longe aos 13 minutos, mas o goleiro conseguiu espalmar em escanteio. Carleto apareceu novamente, agora em cobrança de falta. A própria zaga desviou para o gol, e a bola ficou na trave!

O jogo estava aberto, com as duas equipes conseguindo produzir jogadas ofensivas. Aos 25 minutos, após cobrança de escanteio, Cesinha ficou livre na área e chutou forte, sem chances para Denis, abrindo o placar do jogo.

Mesmo após o gol, o Tricolor conseguiu criar chances, principalmente com o lateral Carleto, e ganhou volume de jogo. Aos 40 minutos, Rafael Toloi sentiu um incômodo na coxa e deixou o jogo para a entrada de Edson Silva. Na sequência, Carleto cobrou falta pela direita na cabeça de Aloísio, que completou para o gol, empatando o placar e marcando pelo segundo jogo consecutivo.

VITÓRIA MESMO EM DESVANTAGEM

Logo aos três minutos do segundo tempo o árbitro puniu Aloísio com o segundo cartão amarelo e o atacante teve que deixar o jogo. Mesmo em desvantagem numérica, o Tricolor conseguiu a virada. Douglas cobrou escanteio da esquerda, aos nove minutos, a bola desviou em César e entrou no gol!

Advertido com um cartão amarelo, Carleto foi substituído por Cortez aos 19 minutos da segunda etapa. Cortez teve boa chance aos 21 minutos, quando recebeu na entrada da área, pela esquerda, girou e chutou, mas o goleiro conseguiu defender. A última alteração de Ney Franco foi a saída de Douglas para a entrada do atacante Ademilson, mas não houve mais muitos lances de perigo até que aos 42 minutos PH Ganso foi derrubado na área e o árbitro sinalizou pênalti.

Osvaldo fez a cobrança no canto esquerdo baixo, mas o goleiro Walter conseguiu fazer a defesa e impedir o terceiro gol são-paulino. Mas o gol perdido pelo atacante não fez falta, e a equipe garantiu mais uma vitória no Campeonato Paulista.

REAPRESENTAÇÃO

A equipe volta a treinar na tarde desta quinta-feira, no CT da Barra Funda. O próximo compromisso do Tricolor será no sábado, às 18h30, contra o XV de Piracicaba, no Morumbi, pela última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
UNIÃO BARBARENSE 1 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães, em Santa Bárbara D’Oeste (SP)
Data: 10 de abril de 2013 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Adriano de Assis Miranda (SP)
Assistentes: Fausto Augusto Viana Moretti e Risser Jarussi Corrêa
Cartões amarelos: Camacho, Alex e Cláudio Britto (Barbarense); Lúcio, Carleto, Douglas e Aloísio (São Paulo)
Cartão vermelho: Aloísio (São Paulo)

GOLS: UNIÃO BARBARENSE: Cesinha, aos 25 minutos do primeiro tempo – SÃO PAULO: Aloísio, aos 41 minutos do primeiro tempo, e César (contra), aos nove minutos do segundo tempo

UNIÃO BARBARENSE: Walter; Camacho, Hélio e Bruno Pires (Júlio); Alex, Cláudio Britto, Edilson, Guilherme Batata (Diogo) e César; Caihame e Cesinha Técnico: Claudemir Peixoto

SÃO PAULO: Denis; Paulo Miranda, Lúcio, Rafael Toloi (Edson Silva) e Thiago Carleto (Cortez); Wellington, Fabrício, Douglas (Ademilson)e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo e Aloísio Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

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