Archive for janeiro \31\UTC 2013

Bolívar 4×3 São Paulo

31/01/2013

Em 135 minutos, o São Paulo fez 8 a 1 no Bolívar. Nos 45 minutos finais, os bolivianos ainda reagiram e fizeram mais três gols. Depois da goleada de 5 a 0 no Morumbi, nem mesmo a derrota por 4 a 3, na noite desta quarta-feira, em La Paz, tirou a vaga do Tricolor para a próxima fase da Copa Libertadores.

Diante da altitude, o São Paulo repetiu a boa atuação que apresentou no Brasil, ao menos no primeiro tempo. Nos primeiros 45 minutos, Luis Fabiano, Osvaldo e Jadson marcaram para o time são-paulino e praticamente selaram a classificação da equipe. Na etapa final, o Bolívar reagiu e se despediu com vitória diante de seu torcedor.

Tricampeão da Libertadores, o Tricolor chega à fase de grupos como uma das potências da principal competição da América do Sul. Nesta fase, a equipe enfrentará o Atlético-MG, Arsenal-ARG e The Strongest-BOL. Se a primeira fase foi sem sustos, o revés na Bolívia serve de alerta para possíveis obstáculos na Libertadores.

TRICOLOR DÁ SHOW

O técnico Ney Franco surpreendeu na escalação e colocou Douglas na equipe. Com isso, Paulo Miranda foi titular na lateral direita e o camisa 23 atuou mais avançado no ataque tricolor. Mesmo jogando contra a altitude, o Tricolor não se intimidou e logo aos dois minutos de jogo abriu o placar. Jadson cobrou escanteio na cabeça de Luis Fabiano, que não perdoou.

Muito superior em campo e com ampla vantagem no placar agregado, o São Paulo dominou o Bolívar. Aos 15 minutos, Osvaldo cruzou da esquerda para Jadson. O camisa 10 tirou o zagueiro da jogada e com um toque sutil com a pé esquerdo marcou o segundo gol brasileiro no confronto em La Paz. Os bolivianos responderam aos 29, mas a bola acertou a trave da meta de Rogério Ceni.

Mas o Tricolor seguiu no ataque e Jadson retribuiu a gentileza de Osvaldo. Aos 34 minutos, a dupla tabelou bonito e o meia deixou o companheiro livre para marcar. Nesta altura da partida, a classificação tricolor já estava muito bem encaminhada. Nem mesmo o gol de Ferreira, aos 37 minutos, abalou os ânimos são-paulinos.

BOLÍVAR REAGE

No início do segundo tempo, Ney Franco poupou o atacante Luis Fabiano e colocou Aloísio em seu lugar. Aos 13 minutos, o Bolívar descontou e fez mais um gol com Cabrera, que completou de cabeça o cruzamento feito pela direita. Logo após o gol, o meia Cañete foi a campo no lugar do atacante Osvaldo.

O Bolívar chegaria ao empate aos 24 minutos, novamente com Cabrera. Com o empate, Ney Franco fez a última alteração: Casemiro na vaga de Wellington. O segundo tempo não era mesmo do São Paulo. Aos 29 minutos, o árbitro marcou pênalti para os bolivianos, que Ferrera converteu e virou o jogo para os anfitriões.

A noite de gols parou por aí. Tanto São Paulo quanto o Bolívar não marcaram mais. Com isso, o Tricolor segue sua caminhada rumo ao quarto título da Libertadores e o time boliviano deixa a competição ao menos com uma vitória. O time são-paulino ainda voltará a La Paz, já que enfrentará o The Strongest na fase de grupos.

REAPRESENTAÇÃO

A delegação são-paulina retornará para o Brasil nesta quinta-feira. Os jogadores voltarão a treinar na manhã da próxima sexta-feira, no CT da Barra Funda. No domingo, o Tricolor entrará em campo pelo Campeonato Paulista diante do Santos, na Vila Belmiro. Pelo Estadual, o São Paulo venceu os dois jogos até aqui – Mirassol e Atlético Sorocaba.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BOLÍVAR 4 X 3 SÃO PAULO

Local: Estádio Hernando Siles, em La Paz (Bolívia)
Data: 30 de janeiro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldán (COL)
Asssistentes: Humberto Clavijo (COL) e Eduardo Díaz (COL)
Cartões amarelos: Lizio, Cabrera e Gómez (Bolívar); Rhodolfo e Wellington (São Paulo)

Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, a um minuto, Jadson, aos 15, e Osvaldo, aos 34 minutos do primeiro tempo
BOLÍVAR: Ferreira, aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 29 minutos do segundo tempo; Cabrera, aos 13 e aos 24 minutos do segundo tempo

BOLÍVAR: Arguello, Eguino, Valverde (Cardozo), Cabrera e Álvarez; Miranda (Yecerotte), Flores e Justiniano; Arce (Maygua), Lizio e Ferreira
Técnico:Miguel Portugal

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda; Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington (Casemiro), Denilson e Jadson; Douglas, Osvaldo (Cañete) e Luis Fabiano (Aloísio) Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

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A Homenagem da Bridgestone ao Campeão

29/01/2013

A Bridgestone, patrocinadora oficial da Copa Bridgestone Sul-Americana, fez uma homenagem para o campeão inédito da competição em 2012.

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Tri-Campeão do Mundo

27/01/2013

Sem ajuda de ninguém.

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São Paulo 2×1 Atlético Sorocaba

27/01/2013

Paulo Henrique Ganso e Cañete têm histórias parecidas. Dois jovens de grande talento que o São Paulo aposta muito. A dupla superou lesões, deu a volta por cima e 2013 tem tudo para ser deles. Na tarde deste sábado, no Estádio do Morumbi, os meias mostraram que o Tricolor está muito bem servido.

Com um gol de cada, o São Paulo venceu o Atlético Sorocaba por 2 a 1, pelo Campeonato Paulista, e segue 100% na atual temporada – são duas vitórias no Estadual e uma na Copa Libertadores. Em três jogos no ano, o Tricolor marcou nove gols e sofreu apenas um.

Foi um tempo de cada um neste sábado. No primeiro, Ganso usou a cabeça para marcar o primeiro gol com a camisa do São Paulo. Na etapa final, o debute foi de Cañete. Um espeto de fora da área carimbou o bom início de ano do argentino. Com os dois em alta, além de Jadson que faz ótima temporada, Ney Franco tem o “problema” que qualquer treinador gostaria de ter.

GANSO ABRE O PLACAR

Com 10 jogadores poupados, o São Paulo entrou em campo diante do Atlético Sorocaba com Paulo Henrique Ganso, Cañete, Aloísio e Ademilson no comando de ataque. Mesmo sem os titulares, a equipe não levou perigo do adversário e dominou por completo todo o primeiro tempo no Morumbi.

Aos 21 minutos de jogo, Cañete recebeu na esquerda, tirou o zagueiro da jogada e tocou com categoria, obrigando o goleiro Marcelo Moretto a se esticar todo para evitar o gol. Na sequência deste lance, PH Ganso por não marcou de cabeça. Mas, aos 30, o camisa 8 não perdoaria. Ele aproveitou cruzamento de Carleto e, também de cabeça, fez o primeiro gol pelo Tricolor.

Paulo Miranda e Ademilson também tiveram boas chances na etapa inicial. Enquanto isso, no sistema defensivo, o goleiro Denis foi um mero espectador da partida. O Atlético Sorocaba não conseguiu fugir da boa marcação imposta pelos são-paulinos e quase não ficou com a bola durante os 45 minutos iniciais.

CAÑETE FECHA COM GOLAÇO

No início do segundo tempo, Ney Franco colocou dois jogadores que disputaram a Copa São Paulo deste ano. Lucas Farias e Rodrigo Caio entraram nos lugares de Aloísio e Paulo Miranda, respectivamente. Depois, o treinador promoveu a estreia do garoto Tiago na equipe profissional. O atacante entrou no lugar de Maicon.

Aos 32 minutos, um golaço. Cañete conduziu a bola de fora da área e acertou um belo chute para ampliar o placar no Morumbi. Aos 38, o Sorocaba diminuiu com Fábio Sanches. O Tricolor não se abateu com o gol e seguiu no ataque, sob o comando de Ganso e Cañete, que fizeram ótima partida e deixaram o campo aplaudidos.

Com três vitórias seguidas, o São Paulo começa o ano da melhor maneira possível. Mesmo com os titulares poupados, Ney Franco viu o poder que tem o elenco são-paulino e soube utilizar as peças que tem à disposição. Um elenco forte e qualificado para uma temporada longa que vem pela frente.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino está de folga neste domingo e só voltará a treinar na próxima segunda-feira. Na quarta-feira, o Tricolor enfrentará o Bolivar, na Bolívia, pela primeira fase da Copa Libertadores. No jogo de ida, goleada do São Paulo por 5 a 0, no Morumbi.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 ATLÉTICO SOROCABA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 26 de janeiro de 2012 (sábado)
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Aurélio Santanna Martins (SP)
Assistentes: Marco Antonio Gonzaga da Silva e David Botelho Barbosa (ambos de SP)
Cartões amarelos: Fábio Sanches, Da Silva (Atlético Sorocaba)

Gols: SÃO PAULO: Ganso, aos 30 minutos do primeiro tempo, e Cañete, aos 31 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO SOROCABA: Fábio Sanches, aos 38 minutos do segundo tempo

Público: 6.966 pessoas
Renda: R$ 190.531,00

SÃO PAULO: Denis; Paulo Miranda (Rodrigo Caio), Rafael Toloi, Edson Silva e Carleto; Casemiro, Maicon (Tiago), Cañete e Ganso; Ademilson e Aloísio (Lucas Farias) Técnico: Ney Franco

ATLÉTICO SOROCABA: Marcelo Moretto; Fábio Sanches, César, Wellington e Edson Sitta; Da Silva, Gilberto Santos (Bruninho), Carlinhos (Jorge Preá) e Wilian Simões; Rogélio Balotelli e Tiago Marques (Junior Timbó) Técnico: Estevam Soares

Via Gazeta Esportiva

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25 de Janeiro, Uma Data Predestinada às Três Cores.

25/01/2013

Por Adriane Ribeiro

25 de janeiro não somente é o aniversário da cidade que abriga o Tricolor do Morumbi, como também está comumente ligada à história tricolor.

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Time do São Paulo em 1931

Da união do CA Paulistano e AA das Palmeiras no dia 25 de janeiro de 1930 era fundada na cidade de São Paulo, o São Paulo Futebol Clube. Naquele dia, nasciam os símbolos, a união das cores e a tradição a qual o clube ostenta até os dias atuais.

*Em verdade, a data de fundação ‘16/12/1935’ somente foi instituída no estatuto do clube em 1940 (lá permanecendo até 1949 e sendo re-estabelecida somente em 1973). De 1956 a 1973, a norma maior do SPFC pregava que o clube fora fundado em 25 de janeiro de 1930 e somente reorganizado em 1935, como se vê:

O “São Paulo Futebol Clube”, fundado na Cidade de São Paulo, onde tem foro e sede, em 25 de janeiro de 1930, extinto em 14 de maior de 1935 e reorganizado em 16 de dezembro de 1935, é uma sociedade civil”.

Ainda que hoje seja comemorado o Dia Tricolor como sendo 16 de dezembro, por toda bravura de reerguer o clube, foi ali com na Chácara da Floresta que tudo começou, o São Paulo da Floresta…  Como está escrito em nosso hino, “as tuas glórias vem do passado”:

O São Paulo Futebol Clube, fundado na cidade de São Paulo, onde tem foro e sede, em 16 de dezembro de 1935, preservador das glórias e tradições do São Paulo Futebol Clube, da Floresta…”

De acordo com o atual estatuto do São Paulo FC, 25 de janeiro é a data magna do clube, em homenagem à primeira partida oficial do Clube nesta mesma data no ano de 1936 contra a Portuguesa Santista, logo, o dia mais importante do ano para todo são-paulino.

1primeirapartida

O primeiro jogo pós-1935: Eis o clube da fé.

No dia 16/12/1935 o então São Paulo da Floresta renasceria como o nosso Mais Querido. Permaneceríamos com o mesmo nome, mesmas cores, mesmo escudo, mas predestinado a uma nova história!

No ano seguinte então filiamos o novo time à Liga Paulista de Futebol, pra ser mais exata, no dia 25 de janeiro. e nossa estréia oficial estava marcada e seria contra a Portuguesa Santista, no campo do Palestra Itália.

Um fato curioso desse jogo é que haveria no dia uma parada militar na cidade, e nessas ocasiões, não era autorizado outros eventos públicos e ninguém se tinha se dado conta desse detalhe. Cerca de uma hora antes do jogo, o tenente Porfírio da Paz (autor do hino mais lindo do mundo) saiu louco pela Av. Paulista em meio ao desfile em busca de uma autorização do secretário da Educação Cantídio Campos. Só então após conseguir a autorização num papel de receita, que os portões do Palestra foram abertos.

25.01.1936          

Amistoso Nacional – São Paulo (SP)

Estádio Palestra Itália (Parque Antarctica)

SÃO PAULO Futebol Clube (SP) 3 X 2 Associação Atlética PORTUGUESA (Santos – SP)

São Paulo FC: King; Ruy e Picareta; Ferreira (Julio Colosso), José e Segoa; Antoninho, Hermenegildo Gabardo, Juca (Gutiérrez), Carazzo e Paulinho.

Técnico: Armando del Debbio

Gols: Antoninho, 5/1; Carazzo, 8/2; Carazzo, 20/2

Portuguesa: Ratto; Romeu e Teixeira; Del Popollo, Archimedes e Argemiro ; Vega, Armandinho, Orlando (Franco II), Tim e Gildo.

Gols: Ruy (contra), 43/1; Franco II, 20/2 

Árbitro: Heitor Marcelino Domingues

Público: 3.000 pagantes

Outros grandes eventos marcam a data do dia 25 de janeiro, como a inauguração final do Estádio do Morumbi, sem dúvidas mais um marco na história do clube. Sem dúvidas a data foi predestinada ao vermelho, preto e branco.

(*) Trecho retirado do SPFCpédia.

Fontes de pesquisa: Site Oficial e SPFCpédia

Via Soberanos

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São Paulo: Um Massacre Também em Posse de Bola e Desarmes

24/01/2013
Por Leandro Stein 24/01/2013 00:34

Não foram precisos nem cinco minutos de jogo para sentir o clima de goleada. O São Paulo brincou de jogar futebol no Morumbi, em goleada por 5 a 0 que deu a impressão que poderia ser ainda mais elástica. Os tricolores tiveram domínio total do território e foram eficientes nas finalizações. E, tão importante quanto, sufocaram qualquer tentativa do Bolívar em sair para o jogo.

Foram 64 desarmes do São Paulo, quase o dobro dos 34 realizados pelos bolivianos. Um número ainda mais significativo quando se considera que os paulistas tiveram a posse da bola durante 68,8% do tempo. Além disso, 28 roubadas de bola foram realizadas no campo de ataque, representando a pressão exercida pelos são-paulinos na saída de bola.

Desarmes-São-Paulo

Individualmente, o destaque ficou com Lúcio. O novo xerife da equipe de Ney Franco somou 14 desarmes, líder da estatística na partida ao lado de Bruno Cortês. Não por menos, das dez finalizações do Bolívar na partida, seis foram arriscadas de fora da área, dada a solidez defensiva dos anfitriões.

O veterano também se sobressaiu na saída de jogo, responsável por 45 passes corretos e somente dois errados, melhor do jogo também neste quesito. Lúcio acertou mais passes do que os quatro meio-campistas titulares do Bolívar – Miranda, Justiniano, Álvarez e Cardozo, juntos, somaram 35. E, embora não tenha participado dos lances de maior criatividade, foi o zagueiro quem iniciou a jogada do quarto gol, lançando Osvaldo antes da assistência para Jadson.

Mapa-de-calor-Lúcio

O ponta e o meio-campista também tiveram uma atuação de alto nível, ditando o ritmo do ataque, assim como Aloísio, surpreendente pela movimentação e pelo entrosamento imediato com Luís Fabiano. O teste pode não ter sido dos mais duros, mas serve para mostrar que a formação do time por Ney Franco está no caminho certo.

Via Trivela

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São Paulo 5×0 Bolívar

24/01/2013

Libertadores 2013, Eu VouSalve Soberania !

Só existe um clube ridículo o bastante pra cometer duas gafes graves no mundo do futebol: dizer que é bi-campeão do mundo com apenas UM torneio continental e ser desclassificado na pré-Libertadores.

O Gigante das Américas mostrou como se faz e mandou o recado: “quem quiser tentar a sorte que venha, mas venha humilde pra não passar vergonha.”

Depois de dois anos a Libertadores de verdade volta a ser disputada, porque Libertadores sem o MAIOR CLUBE DO BRASIL, sem o MAIS VENCEDOR não é Libertadores, é piadinha sem graça pra fazer travesti feliz.

Em um Morumbi lindo, quase lotado da torcida mais vencedora do país, o São Paulo veio a campo com a obrigação de ganhar e bem do time visitante, afinal, o jogo de volta na altitude preocupava.

Preocupava.

A blitz Tricolor programada pelo Ney Franco começou forte e foi fulminante. Foram cinco gols que na minha opinião selaram a classificação Tricolor para a fase de grupos.

O Tricolor não tomou conhecimento do time boliviano. Do lado esquerdo era Osvaldo inspirado, do lado direito, substituindo Lucas estava o novato Aloisio que deu conta do recado e no comando do ataque o matador que não perdoa.

Foi pressão desde o primeiro minuto.

Antes dos 5’ Jadson cruza para a área e Osvaldo cabeceia na trave.

Não demorou muito para sair o primeiro gol da noite. Jadson encontra Osvaldo na esquerda e lança, ele ajeita a bola com o pé direito e com o esquerdo acerta um petardo cruzado no canto esquerdo do goleiro boliviano. Eram 7 minutos de jogo. 1×0 para o Tricolor.

Ai amigo, como diz o ditado no interior paulista: onde passa um boi, passa boiada.

O Bolivar tentou encarar o Gigante do Morumbi e até provocou alguns sustos, obrigando o M1TO fazer uma grande defesa. Depois em um lance de efeito, um atacante boliviano tentou uma bicicleta, mas sem direção.

Aos 20’ o Jadson, que está tinindo em 2013, lançou o novato Aloisio pela direita, ele recebeu, deu um drible magistral em um zagueiro boliviano e cruzou para o Fabuloso apenas chapar a bola com o pé esquerdo. 2×0.

Não perca a conta.

Aos 45’ em um cruzamento do Douglas, Osvaldo tenta a finalização, o goleiro defende e dá rebote. A bola sobra para o matador que com o pé direito, em um toque de leve, tira do goleiro e marca o terceiro gol da partida. 3×0.

No segundo-tempo o Tricolor seguia irresistível.

Aos 14´ o xerifão Lúcio subiu e lançou Osvaldo que rapidamente encontrou Jadson acompanhando a jogada no comando do ataque, ele cruzou e o Jadson finalizou com categoria. Mais um gol Tricolor na noite. 4×0.

Três minutos depois, aos 17’, o zagueirão boliviano fez penalti no Osvaldo e quis dar uma de João sem braço, gesticulando para o juiz que marcava a infração.

E se é penalti, é M1TO. E lá foi ele aumentar seu recorde de gols marcados. 5×0.

A partir daí a galera fez festa e o Ney Franco esperto, colocou Ganso ( Jádson ), Cañete ( Aloisio ) e Casemiro ( Denilson ), pra eles sentirem o clima da noite no caldeirão místico e pra dar moral para os caras.

Principalmente para o Ganso, alvo da imprensa sensacionalista, que vai tentar esta semana criar clima contra o treinador que optou pelo Aloisio.

O São Paulo vem forte em 2013: tem técnico, tem ótimos jogadores, mas principalmente tem um time, que pode melhorar ainda mais se o JJ contratar um “cara” pra jogar ali na direita no lugar do Lucas.

Fim de jogo.

Vamos em frente.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 5 X 0 BOLÍVAR

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 23 de janeiro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Assistentes: Mauricio Espinosa (URU) e Marcelo Costa (URU)
Cartões amarelos: Aloísio e Luis Fabiano (São Paulo); Flores (Bolívar)

Gols: SÃO PAULO: Osvaldo, aos sete, e Luis Fabiano, aos 20 e aos 45 minutos do primeiro tempo; Jadson, aos 14, e Rogério Ceni, aos 17 minutos do segundo tempo

Público: 41.838 pessoas
Renda: R$ 1.383.036,00

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson (Casemiro) e Jadson (Ganso); Aloísio (Cañete), Osvaldo e Luis Fabiano
Técnico:Ney Franco

BOLÍVAR: Arguello; Eguino, Cabrera, Albarracín e Álvarez; Flores, Miranda (Lizio), Justiniano (Gómez) e Cardozo (Yecerotte); Arce e Ferreira

Via Gazeta Esportiva

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PVC Explica Esquema Tático de Ney Franco e Como o Tricolor Deve Jogar Contra o Bolivar Nesta Quarta-Feira no Morumbi

22/01/2013

Salve Soberania.

Que o Ney Franco gosta do 4-2-3-1, a gente sabe, mas a ESPN fez um vídeo muito legal sobre o sistema tático Tricolor mostrando a disposição dos jogadores usando imagens do último jogo contra o Mirassol.

Ficou bacana.

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M1TO, 40 Anos – Vida Longa ao Rei.

22/01/2013

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Rapidinhas do Lina

21/01/2013

Novas camisas – Vi hoje amigos o novo manto Tricolor. Lindas. Estranhei um pouco a gola do uniforme dois quando olhei uma foto que vazou na internet, mas ao ver pessoalmente a camisa mudei de idéia. Até a manga preta é bonita porque é continuação da faixa preta que fica nas laterais. Sério mesmo, ficou demais. O uniforme um – que não mudou tanto – também está bem bacana com as faixas mais acima do peito e o logo da Penalty perto do ombro. Tudo isso somado as cores do logo do patrocínio master da Semp Toshiba-STI em preto e vermelho, deixaram a camisa muito bonita. Começou bem a Penalty.

Patrocínio de camisa – Li tudo que falaram e acompanhei, estava até escrevendo um post a respeito do tema semana passada, mas o esculacho da diretoria em nota oficial chamando a matéria do repórter da revista do grupo que pertence a TV Lixo de “imprestável”, foi tão sensacional que de tão satisfeito que fiquei, me calei. É o maior patrocínio esportivo do país. Aceitem isso ou então peçam para o governo federal estatizar alguma indústria de material esportivo para dar ao time do “padrinho” um patrocínio mais vantajoso.

Vargas – Leio no UOL que mil membros da coligay se acotovelaram para ver a apresentação do chileno. Deve ser bom começar o ano comemorando além da contratação do jogador um pseudo “chapéu” no MAIOR CLUBE DO BRASIL. Só que a história não é bem essa. O clube gaúcho pagou pelo empréstimo de 1 ano e vai ficar com o jogador apenas por 6 meses. Nenhum clube sério assinaria um contrato tão absurdo. O São Paulo só não contratou porque não quis. Fez bem o JJ.

Copa São Paulo – Sei bem que as categorias de base servem para revelar talentos e se por acaso títulos vierem como consequência deste trabalho, melhor. Mas não dá pra entender como um centro-avante pode perder tantos gols como o Adelino ( que veio do Guarani de Campinas ), assim como é inaceitável um jogador perder um gol como o que o Mirrai perdeu. Nem os jogadores do Nacional-AM, que foram deixados a mercê da sua sorte em um aeroporto em São Paulo fariam pior.

Zaga – Incrível, mas tem gente que já está falando mal do Lúcio depois de vê-lo atuando por apenas 90 minutos de jogo. Tudo bem, cada um tem sua opinião, mas não é muito cedo pra falar sobre um cara que acabou de estreiar no Brasil depois de anos jogando na europa ? Não é melhor dar um tempo pra readaptação ao país e ao esquema tático do novo clube ?

Zaga 2 – Eu não sei como vai ser, se o Lúcio e o Toloi – destros – são melhores que o Rhodolfo que é canhoto. Mas a mesma matéria acima diz que a zaga titular em breve terá Lúcio e Tolói…

Dagoberto – Alguém se lembra do falatório a respeito da saída do Dagoberto do São Paulo em 2011 ? Pois é, segundo “os jornaleiros”, o São Paulo perdeu dinheiro ao não renovar o vínculo com o jogador, o São Paulo não era mais o mesmo: ”Clube comum !”, vociferavam os mais exaltados. Pois bem. O tempo passou e o chinelinho que foi pro Escóriacional, ganhou um campeonato gaúcho em 2012 e só. Assinou com o clube gaúcho por cinco temporadas e ficou uma. Como o clubinho do sul não tem Reffis, o chinelinho disputou 55% das partidas e o restante ficou em tratamento por lesões. Que belo negócio. Não espere que “os jornaleiros” façam qualquer comentário sobre este assunto agora, eles não tem essa humildade, mas eles tem clube pra torcer e não é o nosso.

Suspensão do Morumbi – A Argentina tem grande força de bastidores na Conmebol. Quem não lembra da Libertadores de 1994, daquele juiz escolhido na última hora pra apitar a final e do penalti não marcado ( toque de mão de um zagueiro argentino no segundo-tempo ) em pleno Morumbi ? Pois é. A pressão sobre a confederação sulamericana deve ser enorme por causa dos incidentes causados pelo time argentino no Morumbi, principalmente por causa da crônica esportiva argentina. Agora é hora do Marin fazer a sua pressão também, porque não é justo ter o campo interditado em plena Libertadores ( nós vamos pra fase de grupos ), por causa do comportamento medíocre de um bando de pernas de pau covardes.

02.02.2011  – Alguém sabe que dia é esse ? O dia em que o Tolima nos fez o favor de manter a orkutização fora da Libertadores por mais um ano. Já estou avisando agora pra gente celebrar os dois anos de aniversário daquele vexame histórico e inédito entre clubes brasileiros. O primeiro e único clube a ser eliminado na pré-Libertadores.

Bi-mundial ? A FIFA diz que não – Mania que essa gente tem que colocar o carro na frente dos bois. É um tal de bi-campeão do mundo em todo lugar agora. E ainda citam a FIFA pra provar uma tal legitimidade do mundialito de 2000. Pra menosprezar, como se pudessem, dizem que a gente ganhou a copa jipe. Então tá, olhem o que diz a FIFA sobre o torneio de verão de 2000: “Fifa cita campeões do Mundial interclubes, mas “esquece” título do Corinthians”, “Fifa bate-cabeça e chama 1º Mundial de Clubes de ensaio”, A sétima edição da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, a ser disputada entre os dias 8 e 18 de dezembro de 2011, ocorrerá nas cidades japonesas de Yokohama e Toyota City”, sétima ? kkkkkk. Fifa admite erro em fórmula do Mundial conquistado pelo Corinthians em 2000”. Achou pouco ? Então toma: ”Marcelinho diz que título de 2000 “não valeu como Mundial” ,”Para Roberto Carlos, Mundial conquistado pelo Corinthians em 2000 foi “Mundialito”. Quer saber o que dizem do torneio de verão na europa ? Toma: “Albo d’oro: Terzo titolo per l’Inter, nono italiano”.

Tri-mundial – O São Paulo, é TRI-MUNDIAL, segundo a FIFA. não é da FIFA que vocês gostam tanto ? Então toma: “São Paulo leva o TRI-MUNDIAL”. Como diz aquela bandeira feita com amor e muita sabedoria: “Para conquistar o mundo, é preciso atravessá-lo”.

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Copa SP: Goiás 2(5)x(3)2 São Paulo

20/01/2013

Em um jogo cheio de emoções, o São Paulo lutou muito, mas está fora da Copa São Paulo 2013. A equipe conseguiu uma virada histórica no tempo normal, com gols de Luiz Eduardo e João Schmidt, mas nos pênaltis a equipe goiana superou o Tricolor e se classificou para as semifinais do torneio.

No primeiro tempo, foram 16 minutos de domínio completo do São Paulo. Chances de gol com Adelino e Tiago, principalmente, incomodaram o goleiro. Mas com um chute inacreditável de muito longe, o lateral Clayton Sales abriu o placar para os visitantes, na primeira chance dos rivais.

Sem mudar o ritmo, aos 22 minutos veio a resposta são-paulina. João Schmidt cobrou falta pela direita e Luiz Eduardo desviou de cabeça para empatar a partida.

Após o empate, a partida ficou igual também no volume de jogo. Ambas as equipes produziram, e o Goiás assustou o goleiro Felipe em algumas oportunidades. As melhores chances do Tricolor viram em cobrança de falta perigosa de Lucas Farias, com um chute de longe de Matheus Reis e, principalmente, com Adelino, no finzinho do jogo. O atacante recebeu passe de Lucas sozinho na frente do goleiro, mas chutou pra fora.

Um segundo tempo muito complicado foi o que o São Paulo encontrou. Baresi teve que tirara Matheus Reis de campo, pois o volante recebeu cartão amarelo, e colocou Pedrinho em campo. A alteração surtiu efeito. Em uma jogada de Pedrinho, o Tricolor conseguiu escanteio. Na cobrança, Lucas Farias achou João Schmidt, que cabeceou para o gol, aos 22 minutos.

A última mudança de Baresi foi a entrada de Mirrai no lugar de Tiago, aos 36 minutos. Com controle maior nos minutos finais, o São Paulo ainda viu Rodrigo ser expulso por falta em João Schmidt. Mirrai quase ampliou no final, após passe de João Schmidt, e o gol fez falta. No último segundo, o Goiás empatou com Mário Sérgio, e o jogo foi para os pênaltis.

João Schmidt, Pedrinho e Lucas converteram, mas a batida de Mirrai foi defendida pelo goleiro, e em seguida o Goiás converteu, garantindo a vaga.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 2 (5) X (3) 2 SÃO PAULO

Local:  Estádio Professor Luis Augusto de Oliveira, em São Carlos (SP)
Data: 20 de janeiro de 2013, domingo
Horário: 10 horas (de Brasília)
Árbitro: Renato Aparecido Fazanaro Canadinho
Assistentes: Carlos Alberto Funari e Luiz Quirino da Costa
Cartões amarelos: Felipe e Clayton (Goiás); Mirrai, Matheus Reis e Adelino (São Paulo)
Cartão vermelho: Felipe (Goiás)
Gols: GOIÁS: Clayton, aos 17 minutos do primeiro tempo, e Mário Sérgio, aos 47 minutos do segundo; Liniker, Artur, Clayton, Eric e Paulo (pênaltis)
SÃO PAULO: Luiz Eduardo, aos 21 minutos do primeiro tempo, e João Schmidt, aos 25 minutos do segundo tempo; João Schmidt, Lucas Evangelista e Pedrinho (pênaltis)

GOIÁS: Paulo Henrique; Clayton, Allef (Caio), Felipe e Mário Sérgio; Túlio (Ray), Rodrigo e Liniker; Erik, Jarlan (Alan) e Paulo Técnico: Augusto César

SÃO PAULO: Felipe Passioni; Lucas Farias, Marcelo, Luiz Eduardo e Henrique Miranda; Rodrigo Caio, Matheus Reis (Pedrinho), João Schimidt e Lucas Evangelista; Adelino (Alan) e Tiago (Mirrai) Técnico: Sérgio Baresi

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

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