Archive for novembro \29\UTC 2012

São Paulo 0x0 Universidad Católica

29/11/2012

Salve Soberania !

A pergunta que não quer calar: tem futebol na Venezuela ? Porque o juiz que apitou o jogo ontem é muito fraco, se não for mal intencionado.

O número 6 do time chileno, que nem me importa saber o nome, bateu demais. Usou todo o seu repertório de golpes baixos: cotovelada, chutes, empurrões e etc.

Estavam assustados. Temiam ser goleados pelo São Paulo no Morumbi, depois que viram a apresentação Tricolor na Cordilheira.

Como eu disse, viriam fechadinhos pra jogar nos contra-ataques, mas ninguém esperava tanto desprezo aos bons costumes e ao espírito esportivo.

Quando o São Paulo joga no Morumbi, o time marca sob pressão desde o começo da partida, tentando marcar logo o seu gol. Desta vez não foi diferente.

A primeira jogada de gol do Tricolor começou com o Lucas pela direita, cobrança de lateral nos pés do menino do gol, que se livra de dois defensores do time chileno e cruza para a área. O Fabuloso domina a bola e bate cruzado, mas o goleiro defende.

Na seqüência, sempre ele, Lucas avança com a bola pelo meio campo e lança para a corrida do Jadson nas costas da defesa chilena, ele e o goleiro apenas. Ele domina a bola e bate cruzado, gol incrível desperdiçado. Se ele tivesse tocado para o meio, o Fabuloso marcaria, porque estava livre e em posição legal.

Depois deste lance a partida ficou mais pegada, com os chilenos batendo muito e catimbando o jogo, tentando deixar os sãopaulinos irritados.

Em nova descida pela direita, Lucas encontra novamente o Jadson pelo meio e toca, o meia bate mas o goleiro chileno defende.

Eram 40 minutos quando o São Paulo teve a melhor chance de gol da partida. Jadson toca em profundidade para Osvaldo que se livra do zagueiro com um drible de corpo e bate. O goleiro chileno defende e a bola sobra nos pés do Fabuloso que tenta duas vezes mas a bola não entra.

Raro momento de gol desperdiçado do Luis Fabiano, que indignado socou a grama do Morumbi. Que jogada do Osvaldo.

Parece que o segundo-tempo é sempre mais nervoso, não havia chegado os 20 minutos de jogo e pelo menos 3 jogadores chilenos já tinham amarelo.

Aos 20, Paulo Miranda cruza para a área e encontra o Fabuloso que domina a bola mas ela foge do seu alcance, dificultando a finalização. Ele tocou mal na bola e o Toselli ficou com ela. Quase gol do Tricolor.

Jadson que já havia perdido pelo menos dois gols incríveis, saiu para a entrada de Ganso. A intenção era fazer o último passe chegar mais redondo nos pés de Osvaldo e Fabuloso, mas o novo craque Tricolor pouco fez no jogo.

A última grande chance do jogo começou novamente nos pés do moleque do gol. Lucas faz passe em profundidade para o Fabuloso que bate no peito do goleiro chileno, ele não costuma perder gols assim, mas desta vez, não conseguiu marcar o seu.

0x0.  Final de jogo no Morumbi, 55 mil corações celebrando a primeira final depois de alguns anos. Festa linda, digna do clube mais vencedor do Brasil.

Senti um cheiro de taça nova chegando no Memorial.

Pode vir linda, aqui a gente cuida de você.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 UNIVERSIDAD CATÓLICA

Local:  Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de novembro de 2012 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Juan Soto (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) e Carlos Lopez (VEN)
Cartões amarelos: Denilson, Wellington, Rogério Ceni (São Paulo); Peralta, Andía, Costa, Silva, Álvarez (Universidad Católica)

Público: 55.286 pagantes
Renda:R$ 934.726,36

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson (Ganso); Lucas, Osvaldo e Luis Fabiano Técnico:Ney Franco

UNIVERSIDAD CATÓLICA: Toselli; Álvarez, Andía, Martínez e Parot; Silva (Ovelar), Costa, Ríos (Mier) e Cordero; Peralta (Meneses) e Castillo Técnico: Martín Lasarte

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Bastidores de São Paulo 0 x 0 Católica

Ney Franco valoriza atuação e vaga na final da Sul-Americana

Elenco são-paulino agradece à “recordista” torcida

Na raça, São Paulo vence batalha e chega à final da Sul-Americana

Em noite atípica, Fabuloso completa 100 jogos no Morumbi

Na final, Rogério diz: “Esse grupo merece”

Lucas: “Vou dar o meu sangue por esse título”

***(*) ******(*)

Raí, em Parceria com Jornalista André Plihal, Lança Livro Sobre Mundial de Clubes de 1992

27/11/2012

***(*) ******(*)

Rapidinhas do Lina

26/11/2012

Sulamericana – Meu Deus, quantos gols nós perdemos em Santiago ! Imagina se isso fosse jogo de Libertadores ? Agora a Universidad Católica virá fechadinha, esperando pra jogar nos contra-ataques. Se eles fizerem um, vão fechar mais ainda na esperança de levar o jogo para os pênaltis. Haja coração no Morumbi na quarta-feira.

Reposição – Uma coisa ficou muito clara neste jogo contra a Universidad. O São Paulo teve dois momentos no jogo: um com o Lucas e outro sem. É nítida a diferença de performance do time. No ano que vem, o São Paulo vai ter que trazer alguém a altura. O problema é, quem ? Montillo ?  Pelo menos foi o que disse o Lanche no domingo…

Ganso – Mesmo feliz por ver o jogador desde o início do jogo em Campinas, ele esteve apagadão, deu até sono. O próprio Ney Franco disse que ele está bem abaixo do resto do time em relação a preparo físico e ritmo de jogo. Em todo caso, ele foi contratado mesmo pra jogar em 2013, na Libertadores e vai arregaçar, tenho certeza. Mas  mesmo não estando em plena forma, quase ele faz um golaço por cobertura no Moisés Lucarelli, imagina quando a fera estiver no auge…

Roger – Isso não vai acontecer, mas o Roger ainda joga muita bola. Pra um time que precisa de um centro-avante matador pra ser substituto do Fabuloso em suas possíveis convocações e ausências, e com a iminente saída do WJ, por quê não pensar neste jogador ? Eu gosto muito do futebol dele e ao que parece a Ponte vai dispensá-lo ao final da temporada, como ele revelou ao repórter de campo da Jovem Pan em entrevista pós-jogo.

Dá até pena – O quê esperar de um time que perde para o último colocado jogando dentro de casa ? Foi o que aconteceu com o bi-rebaixado da turiassú domingo no Pacaembú. Imagina então no ano que vem quando tiver o Asa de Arapiraca pela frente. Vai ser engraçado…

Mano fora – Quanto tempo o tal de Mano Menezes ficou na seleção ? Dois anos, não sei ao certo. Depois de todo este tempo, convocando jogadores de qualidade duvidosa e pior, convocando jogadores de clubes em momentos importantes ( em véspera de clássicos por exemplo ), ele só conseguiu arrumar o time agora. Ou seja, demorou pra cumprir a função a qual era bem pago pra fazer. O Marin tomou a decisão correta, menos para a crônica esportiva. Para eles o Marin perdeu a copa do mundo de 2014. Navegue por ai e veja o ufanismo às avessas dos jornaleiros advinhos. Será que o quê o tal de Mano fez, o Scolari não faz mais rápido e melhor ? Ou o Tite ? Ou mesmo o Muricy ? Dá um tempo vai.

Só falta um – Houve um tempo em que eu amei a seleção brasileira. Era um nó na garganta quando ouvia o hino, me alegrava saber que jogadores do São Paulo eram chamados pra defender o time da camisa amarela. Com o passar do tempo isso mudou. O amor virou indiferença, a indiferença virou revolta e depois asco. O São Paulo foi muito perseguido pelo nefasto. Agora, as coisas estão mais tranquilas, o nefasto fugiu, saiu o Mano e ao que tudo indica, o último resquício daquele tempo de trevas deve anunciar sua saída esta semana. Eu já não tenho asco, já não ignoro mais a camisa amarela e confesso, estou louco pra vesti-la outra vez, é só embrulhar o lixo e jogar fora pra gente ser feliz.

Entram Raí e Milton Cruz – Saem os travecos entram os tricolores. Pelo menos o ar na CBF vai ficar digamos, mais respirável. Brincadeiras a parte, não acho uma boa idéia colocar tanta gente ligada ao São Paulo por lá. Isto é, caso o que vem sendo ventilado na imprensa aconteça realmente. Vão falar o São Paulo vai ser beneficiado e etc. Como se o Tricolor precisasse de ajuda de alguém pra conseguir seus objetivos: estádio, patrocínio e etc. Em todo caso, se preparem, porque o chororô vai ser gigante.

Caixa Econômica Federal – O jornalista marrom escreveu bobagem de novo neste domingo na Folha de São Paulo. Imaginem, comparou BMG ( banco privado ) com CEF ( banco público ). Disse que o poder de comunicação que o time dele tem, os outros não têm. Oras, por quê então apelou para o padrinho ? O time com tanta visibilidade não foi capaz de arrumar sozinho um patrocínio pra camisa, precisou de ajuda, detalhe, é o atual campeão da libertadores e vai para o Japão em dezembro, o que por si só já atrairia investidores, mas nem assim… É por isso que eu falo que aquilo ali não passa de marketing, não passa de mentira, não passa de balela. É fraude, farsa. Idiotas são os que engolem e não criticam estas bobagens que jornalistas torcedores escrevem por ai.

Caixa Econômica Federal 2 – Mas o pior não é isso. Quem tem dívidas com o FISCO, não pode receber dinheiro público. O clube da marginal estaria apto a receber o patrocínio ? Segundo o jornalista José Cruz, de todos os times consultados sobre uma suposta “ficha suja”, o São Paulo FC foi o único que retornou com a certidão negativa, ou seja, provou que tem o nome limpo. Os “outros clubes” segundo ele diz no texto, que no caso é o clubinho da marginal, não respondeu. Então o que temos aqui é o seguinte, além de imoral ( dinheiro público novamente investido em um clube privado ), é ilegal. E assim caminha este grande acampamento que chamam de país.

Incentivo fiscal – Neste mesmo post do José Cruz, ele diz que o São Paulo recebeu dinheiro público, R$ 26 milhões. É bom esclarecer uma coisa. Incentivo fiscal passa longe de injeção de dinheiro público. O incentivo fiscal é uma lei. Ponto. Funciona da seguinte maneira. O clube interessado em captar recursos, apresenta o seu projeto a iniciativa privada. Os empresários então interessados em patrocinar o projeto, receberão desconto nas suas obrigações conforme a lei de incentivo. O dinheiro que entra no cofre dos clubes é privado e não público. Existe uma diferença gigante entre os dois casos. Além do que, vários clubes já receberam dinheiro desta forma. Não é ilegal e nem imoral, portanto não cabe a comparação.

***(*) ******(*)

Ponte Preta 0x0 São Paulo

26/11/2012

O São Paulo já garantiu uma vaga na Libertadores de 2013 e Ney Franco, de olho nas semifinais da Sul-Americana, poupou todos os titulares diante da Ponte Preta, na tarde deste domingo, em Campinas, pelo Campeonato Brasileiro. Mas, apesar do empate em 0 a 0, a partida serviu para o comandante testar alguns jogadores.

O primeiro deles foi Paulo Henrique Ganso. Após dois jogos, o camisa 8 fez a primeira partida como titular do São Paulo. O Maestro buscou o jogo, deu passe e foi substituído no segundo tempo por outro jogador que a diretoria são-paulina aposta muito: o argentino Cañete, que estreou em 2012 após se recuperar de uma cirurgia no joelho e pode ser uma boa opção a Ney Franco em 2013.

Com o resultado, o Tricolor subiu para 63 pontos e permanece na quarta colocação do Brasileiro. Na última rodada da competição nacional, o São Paulo enfrentará o Corinthians, no Pacaembu. No primeiro turno, no mesmo estádio, vitória são-paulina por 2 a 1, com dois gols de Luis Fabiano.

FICHA TÉCNICA DO JOGO

GANSO É TITULAR

Com uma equipe totalmente reserva, o São Paulo entrou em campo para enfrentar a Ponte Preta. No meio de campo, Paulo Henrique Ganso fez a primeira partida como titular. Já no ataque, Willian José foi o único atacante de origem e contou com a parceria de Cícero, que jogou mais avançado.

Mesmo fora de casa, o Tricolor chegou com perigo ao gol campineiro. Aos nove minutos, Maicon arriscou de fora da área e quase marcou. Aos 14, a melhor chance da primeira etapa. Casemiro tabelou com Willian José e saiu cara a cara com o goleiro, mas tentou duas vezes e não balançou a rede adversária.

Lá atrás, Denis foi seguro. Aos 37 minutos, Roger tentou boa finalização, mas o são-paulino estava atento para aliviar o perigo. O empate sem gols foi a tônica do primeiro tempo, que teve um São Paulo melhor, mas jogando contra um time que contou com o apoio da torcida presente.

CAÑETE “ESTREIA”

Na volta do intervalo, Ademilson entrou no lugar de Henrique Miranda. Com isso, o polivalente Cícero foi deslocado para a lateral esquerda. No início do segundo tempo, Ney Franco fez nova alteração. Colocou Cañete na vaga de Ganso. Foi a primeira partida do argentino nesta temporada. Foi o terceiro jogo dele no clube.

Minutos depois, Ademilson recebeu bela bola pela direita e, por muito pouco, não marcou. A Ponte Preta cresceu na partida e assustou o goleiro Denis em duas oportunidades. Aos 27 minutos, a última mudança no São Paulo. Lucas Farias, que estreou no time profissional, entrou no lugar de Willian José. As equipes buscaram o gol até o último minuto, mas o empate sem gols prevaleceu.

REAPRESENTAÇÃO

Todo elenco são-paulino voltará a treinar na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na próxima quarta-feira, o São Paulo receberá a Universidad Católica, no Morumbi, pelo segundo jogo das semifinais da Sul-Americana. Na partida de ida, empate em 1 a 1 entre as equipes.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 0 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 25 de novembro de 2012, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Anderson José Coelho e Danilo Simon Manis (ambos de SP)
Cartão amarelo: Paulo Assunção (São Paulo)

PONTE PRETA: Edson Bastos; Cicinho, Cleber, Ferron e João Paulo; Baraka, Wendel, Renê Júnior e Nikão (Uendel); Rildo (Rossi) e Roger (Giancarlo) Técnico: Guto Ferreira

SÃO PAULO: Denis; Douglas, João Filipe, Edson Silva e Henrique Miranda (Ademilson); Paulo Assunção, Casemiro, Maicon, Ganso (Cañete) e Cícero; Willian José (Lucas Farias) Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Bastidores de Ponte Preta 0 x 0 São Paulo

Edson Silva vive “Dia de Rogério Ceni” em Campinas

Ney Franco valoriza empate: “Atingimos o objetivo”

Ganso sai satisfeito do 1º jogo como titular

Cícero: “O time está de parabéns pela luta”

***(*) ******(*)

Vídeo: Quem Quer Financiar o curintiás ?

25/11/2012

Acorda cidadão !

***(*) ******(*)

Universidad Católica 1×1 São Paulo

23/11/2012

O São Paulo fez um bom primeiro tempo, abriu o placar com Rafael Toloi e teve outras boas oportunidades para ampliar. No entanto, o Tricolor não converteu as chances em gol. Com isso, a Universidad Católica cresceu e o jogo ficou empatado em 1 a 1, na noite desta quinta-feira, no Chile, pelas semifinais da Copa Sul-Americana.

Apesar da sensação de que poderia ter vencido fora de casa, o São Paulo volta para o Brasil com uma importante vantagem para o jogo da volta. Para se classificar à grande final da competição continental, a equipe paulista jogará por um empate sem gols. Quem vencer ficará com a vaga.

GOL TRICOLOR

Com força máxima em campo, o São Paulo não demorou muito para impor seu ritmo de jogo mesmo atuando fora de casa. Logo no início do jogo, o meia Jadson acertou o travessão. Com mais posse de bola, o gol Tricolor saiu aos 21 minutos, em uma jogada entre os zagueiros são-paulinos.

Rhodolfo recebeu boa bola de Denilson na esquerda. O camisa 4 olhou para dentro da área e viu seu companheiro Toloi muito bem posicionado. O zagueiro subiu mais que a zaga chilena e abriu o placar para o Tricolor. Antes do intervalo, o clube brasileiro ainda teve chances de ampliar o marcador.

Osvaldo, pela esquerda, foi um dos destaques da equipe. No entanto, o camisa 17 teve, no mínimo, duas boas oportunidades e não marcou. Em outro lance, o atacante esticou demais a bola e o volante Denilson não conseguiu chegar em tempo de colocar a bola para o fundo da rede adversária.

VANTAGEM EM CASA

No início do segundo tempo, Lucas arrancou pelo meio de campo e lançou Osvaldo. O atacante tentou o toque para Luis Fabiano, mas a zaga afastou o perigo. Por muito pouco o São Paulo não fez o segundo gol. Pouco tempo depois, Osvaldo teve outra ótima oportunidade, porém o goleiro salvou a Católica.

Aos 20 minutos, Lucas recebeu na entrada da área e tocou categoria, mas a bola passou muito próxima da trave. Porém, aos 24 minutos, Castillo deixou tudo igual. Logo depois do gol, o técnico Ney Franco fez a primeira alteração na partida. Colocou PH Ganso no lugar do meia-atacante Lucas.

No fim da partida, Douglas entrou na vaga de Jadson. O resultado no Chile poderia ter sido outro, principalmente com uma vitória do São Paulo. Mas, para o jogo da volta, o Tricolor certamente contará com o apoio incondicional para conquistar uma vaga na final da Sul-Americana, que seria inédito para o clube.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino voltará para a capital paulista nesta sexta-feira. Os jogadores treinarão na manhã do próximo sábado, no CT da Barra Funda. No domingo, o confronto será pelo Campeonato Brasileiro. Em Campinas, o São Paulo enfrentará a Ponte Preta.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
UNIVERSIDAD CATÓLICA 1X1 SÃO PAULO

Local: Estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago (SP)
Data: 22 de novembro de 2012 (quinta-feira)
Horário: 20h15 (de Brasília)
Árbitro: Omar Ponce (EQU)
Assistentes: Juan Cedeño (EQU) e Christian Lecano (EQU)
Cartões amarelos: Sepúlveda, Costa e Ríos (Universidad Católica); Luis Fabiano e Rogério Ceni (São Paulo)

Gols: UNIVERSIDAD CATÓLICA: Castillo, aos 24 minutos do segundo tempo SÃO PAULO: Rafael Toloi, aos 21 minutos do primeiro tempo

UNIVERSIDAD CATÓLICA: Toselli; Álvarez, Martínez, Andia e Parot; Costa, Silva (Peralta), Sepúlveda (Meneses) e Ríos; Pizarro (Ovelar) e Castillo Técnico: Martín Lasarte

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi (Edson Silva), Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson (Douglas); Lucas (Ganso), Osvaldo e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Bastidores de Católica 1 x 1 São Paulo

Ney Franco elogia atuação, mas lamenta empate fora

Rogério Ceni: “Decisão está aberta”

Ganso lamenta chances perdidas: “Empate amargo”

Toloi vibra com gol e agradece: “Meio gol foi do Rhodolfo”

Campeão em 93, Tricolor leva vantagem sobre a Católica

***(*) ******(*)

Denilson no Papo de Boleiro

21/11/2012

Salve Soberania.

Não sei dizer se tudo o que foi revelado na entrevista é verdade, mas pra quem tem um pé atrás como eu tinha, por ele ter fechado com os bi-rebaixados da turiassú na sua volta ao Brasil, o vídeo a seguir é bem esclarecedor.

***(*) ******(*)

Só Quem Nunca Caiu Pode Tirar Sarro dos Verdes

19/11/2012

Salve Soberania !

Caiu o guarani da turiassú.

Já estava certo que isto iria acontecer mas ontem, dia 18.11.2012, confirmou-se matematicamente o que todos já esperavam. Um clube mal administrado, com problemas políticos internos graves e uma gestão em relação ao futebol quase amadora, levaram o clube da Lapa ao seu segundo rebaixamento em 10 anos.

Mas o clube verde não é o único que caiu em São Paulo como todos sabemos. O que talvez muitos não saibam, é que o clubinho da marginal que já caiu uma vez de fato em 2007, se aproveitou da bagunça que sempre reinou no futebol brasileiro para se livrar do rebaixamento em 2000 e com medo de cair no campeonato paulista de 1987, agiu nos bastidores – coisa corriqueira na sua história – para mudar o regulamento com o campeonato em andamento.

Com este passado nada exemplar,  esta gente tem a cara de pau de tirar sarro do clube verde, como se tivessem “envergadura moral” para isso. Não têm, como será comprovado nas linhas a seguir.

Campeonato Paulista de 1987 – Virada de mesa: só pra garantir.

O regulamento do campeonato paulista de 1987 previa que “na primeira fase, todos enfrentavam todos, em dois turnos, com pontos corridos. Depois, os quatro primeiros colocados jogavam as semifinais (primeiro contra quarto, segundo contra terceiro) e as finais, em dois jogos. Caso a mesma equipe vença os dois turnos será declarada campeã.“ Em relação ao rebaixamento, cairiam as quatro últimas equipes na classificação.

A seis jogos do fim da primeira fase, o time da marginal tinha campanha pífia com 8 pontos em 13 jogos disputados.

No dia que antecedia o clássico contra o São Paulo, o então presidente do clube da marginal, sr. Vicente Mateus, é assunto de uma matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em que dizia: “Corinthians não cai, mesmo ficando nos últimos lugares.” Imagem acima.

O primeiro-turno termina com o time da marginal em último lugar na tabela de classificação: 14 pontos em 19 jogos disputados. O regulamento então é alterado, deixando apenas os dois últimos colocados na tabela de classificação condenados ao descenso.

O clube da marginal se recupera no segundo-turno e se classifica para as finais do campeonato que foi vencido pelo São Paulo.

Taça João Havelange 2000 – Rebaixado moralmente.

Segundo os jornais da época, este torneio natimorto foi a solução encontrada pelo clube dos 13 para resolver uma situação emergencial: o Gama teve vaga na elite do futebol brasileiro assegurada pela justiça. Para incluir o time do distrito federal, o campeonato daquele ano foi organizado em módulos. Como era a casa da mãe Joana, o torneio não previa rebaixamento,  de qualquer forma vale conferir a tabela de classificação ao final do campeonato.

O timinho da marginal teve outra campanha pífia, conseguindo 16 pontos no campeonato, terminando em penúltimo lugar. Pior colocado que o Gama, pivô da bagunça que o futebol havia se transformado naquele ano, com 22 pontos.

Campeonato brasileiro de 2007 – Rebaixado de fato e de direito.

Em 2007 o campeonato brasileiro já vivia seus melhores dias. Se não era perfeito, ao menos não existia módulos. A partir de 2003 começou a ser disputado no sistema de  pontos corridos, desde então o regulamento prevê o rebaixamento dos quatro últimos classificados na tabela.

Neste torneio, o timinho da marginal conquistou míseros 44 pontos em 38 jogos.

Bem “caído”.

Sendo assim senhores curicanos, quem pode tirar uma com a porcada é o Tricolor, vocês baixem já a bola e vão consolar seus rivais.

***(*) ******(*)

Libertadores 2013, Eu Vou

18/11/2012

***(*) ******(*)

São Paulo 2×1 Náutico

18/11/2012

O público no Morumbi – 62.207 – resume o momento especial vivido pelo São Paulo. Uma torcida que olha para o campo e tem orgulho dos jogadores que estão vestindo essa camisa. Hoje, lotaram para ver a estreia de Paulo Henrique Ganso, que tem tudo para se transformar em um ídolo.

Com a bola rolando, o camisa 8 viu como tem de se fazer.  Na festa para o novo reforço, Rogério Ceni e Luis Fabiano, ídolos maiores dessa geração, marcaram os gols da vitória de virada sobre o Náutico por 2 a 1, na tarde deste domingo, pela antepenúltima rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Tricolor subiu para 62 pontos e garantiu a classificação para a Libertadores. A equipe, tricampeã do torneio, ficou fora das duas últimas edições. O Botafogo, com 54 pontos, perdeu para o Sport por 2 a 0 e não tem mais chances de chegar na mesma pontuação que o São Paulo.

SEM GOLS

O São Paulo começou o jogo embalado com o apoio da torcida, que bateu mais um recorde na temporada. Mesmo assim, a equipe paulista encontrou pela frente uma retranca da equipe do Náutico. Durante toda a primeira etapa, o Tricolor encontrou muitas dificuldades para entrar na área adversária.

As principais chances do São Paulo saíram dos pés de Lucas. Ao sete minutos, o camisa 7 tentou de fora da área, mas sem muito perigo. O meia-atacante também tentou outra no fim do primeiro tempo e, dessa vez, a bola passou muito perto do gol. Por muito pouco o Tricolor não abriu o placar.

ESTREIA COM FESTA

No início do segundo tempo, Rhodolfo cometeu falta na entrada da área. Na cobrança, o volante Souza venceu Rogério Ceni e abriu o placar no Morumbi. Mesmo com o gol, a torcida não deixou de apoiar o time e começou a gritar incentivando os jogadores em campo.

Artilheiro é artilheiro e Fabuloso não decepciona. Aos nove minutos, Osvaldo cruzou na medida para Luis Fabiano, que tocou de cabeça para marcar o gol de empate. Explosão em dose dupla para a torcida, já que Paulo Henrique Ganso foi a campo no minuto seguinte no lugar de Jadson.

De um ídolo para o outro. Se Fabuloso marcou o primeiro, Rogério Ceni se encarregou de fazer o segundo. Aos 24 minutos, o camisa 9 foi derrubado dentro da área. Na cobrança, o M1TO mostrou a mesma calma e categoria de sempre para fazer mais um gol com a camisa do São Paulo. Festa total no Morumbi. Aos 30, Ganso deu o primeiro chute pelo Tricolor e quase marcou.

Aos 41 minutos, Osvaldo deu lugar a Cícero. Com o apoio da torcida, mais uma vez fundamental, o Tricolor virou diante da boa retranca do Náutico. Paulo Henrique Ganso mostrou que será muito útil ao time. Fabuloso e o M1TO provaram, mais uma vez, que são ídolos de toda uma torcida. Momento excelente para o Tricolor, que ainda está na semifinal da Sul-Americana.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino voltará a treinar na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na próxima quarta-feira, o Tricolor vai ao Chile enfrentar a Universidad Católica, em Santiago, pela primeira partida das semifinais da Copa Sul-Americana.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 NÁUTICO

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 18 de novembro de 2012 (domingo)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Márcia Bezerra Caetano (RO) Luiz Carlos Teixeira (BA)
Cartões amarelos: Luis Fabiano e Rhodolfo (São Paulo); Douglas, Alemão, Jean Rolt e Josa (Náutico)

Público: 62.207 presentes (total)
Renda: 1.429.237,00

Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos nove, e Rogério Ceni, aos 25 minutos do segundo tempo – NÁUTICO: Souza, aos três minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi (Edson Silva), Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson (Ganso); Lucas, Osvaldo (Cícero) e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

NÁUTICO: Felipe; Patric, Jean Rolt, Alemão e Douglas Santos; Alison, Josa, Souza (Reis) e Rhayner; Rogério (Kim) e Kieza Técnico: Alexandre Gallo

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Eu no Morumbi: São Paulo x Náutico

Recorde histórico no Morumbi

A estreia do Maestro

Bastidores de São Paulo 2 x 1 Náutico

Lucas chora no vestiário e recebe apoio dos companheiros

Após dois anos, novamente a Copa Libertadores

Ney Franco elogia Ganso e enaltece vitória

Ganso agradece torcida na estreia: “Tarde perfeita”

Perto do adeus, Lucas chora após vitória no Morumbi

Fabuloso não enfrenta a Ponte, mas pega o Corinthians

São Paulo x Náutico: história curta, vantagem tricolor

Mais uma tarde especial

***(*) ******(*)

Grêmio 2×1 São Paulo

11/11/2012

Parecia ser uma tarde perfeita para o goleiro Rogério Ceni. Após renovar o contrato, o M1TO marcou um gol contra o Grêmio, fez ótimas defesas e mostrou que a diretoria acertou. No entanto, de virada, o São Paulo perdeu para o time gaúcho por 2 a 1, neste domingo, em Porto Alegre.

Com o resultado, o Tricolor permanece com 59 pontos e vê distante o sonho de chegar na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Agora, faltando três rodadas para o término da competição nacional, o São Paulo está a sete pontos do próprio Grêmio, que assumiu o segundo lugar do torneio.

VEJA A FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

M1TO MARCA

Mesmo fora de casa, o técnico Ney Franco voltou a usar a formação ofensiva com Jadson, Osvaldo, Lucas e Luis Fabiano no comando de ataque da equipe são-paulina. A primeira chance de gol do Tricolor foi de Fabuloso, que completou de cabeça cruzamento da esquerda de Osvaldo.

Com o apoio da torcida, o Grêmio teve mais chances de gol, com Marcelo Moreno e Léo Gago. Mas a boa fase do São Paulo prevaleceu na primeira etapa. Aos 43 minutos, Osvaldo foi mais esperto do que Saimon. Ao invadir a área, o atacante foi derrubado pelo zagueiro gremista, que recebeu o cartão amarelo.

Na cobrança do pênalti, Rogério Ceni mostrou a categoria habitual e abriu o placar no Olímpico. Em um primeiro tempo sem muitas chances claras, o Tricolor foi mais eficiente e aproveitou a oportunidade que apareceu. Equipe suportou a pressão rival e foi para o intervalo com a vitória parcial.

DERROTA NO SUL

No início do segundo tempo, Ney Franco colocou Maicon no lugar do Osvaldo, que fez ótima parte no Olímpico. Aos 14 minutos, o meia Jadson quase marcou o segundo gol do  time. O camisa 10 soltou a bomba de fora da área e a bola explodiu na trave. Minutos depois, André Lima empatou o jogo.

O Grêmio cresceu na partida, mas encontrou pela frente um Rogério Ceni muito inspirado. O M1TO fez ótimas defesas. Aos 27 minutos, Casemiro deu lugar a Ademilson. Aos 31, Jadson fez boa jogada e lançou Luis Fabiano, que tentou um toque de cobertura na saída de Marcelo Grohe.

Aos 38, Ney Franco fez a última alteração: Jadson por Willian José. No entanto, aos 39 minutos, Marcelo Moreno virou o jogo para o Grêmio. O Tricolor buscou o empate até o fim da partida, mas viu um revés que complica o objetivo dentro do Brasileiro. Ao menos, a equipe segue no G4 e com boas chances de conquistar a vaga na Libertadores de 2013.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino está de folga nesta segunda-feira. O grupo voltará a treinar na próxima terça-feira, no CT da Barra Funda. Com a semana livre sem jogos, o Tricolor jogará no próximo dia 18 de novembro contra o Náutico, no Morumbi, também pelo Campeonato Brasileiro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data: 11 de novembro de 2012, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Thiago Gomes Brigido (CE)
Público: 45.894
Renda: R$ 1.066.416,50
Cartões Amarelos:Marcelo Moreno, Saimon, Souza, Anderson Pico e André Lima (Grêmio); Douglas, Rhodolfo e Luis Fabiano (São Paulo)

GOLS: GRÊMIO: André Lima, aos 16 minutos do segundo tempo, e Marcelo Moreno, aos 39 do segundo tempo – SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 43 minutos do primeiro tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Pará, Saimon, Naldo e Anderson Pico; Fernando, Léo Gago, Souza (André Lima), Marco Antônio (Marquinhos) e Zé Roberto; Marcelo Moreno Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rhodolfo, Rafael Toloi e Cortez; Denilson, Casemiro (Ademilson) e Jadson (Willian José); Osvaldo (Maicon), Lucas e Luis Fabiano Técnico: Ney Franco

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Bastidores de Grêmio 2 x 1 São Paulo

Rogério Ceni lamenta revés no Sul

Osvaldo: “Deixamos o Grêmio gostar do jogo”

Ney Franco perde Douglas, mas ganha Wellington

***(*) ******(*)