Fasci Me Rir 3×3 São Paulo

Foi um grande clássico. Daqueles para ser revisto diversas vezes. O ataque são-paulino voltou a funcionar bem, mas o do rival também esteve em tarde inspirada. Em jogo de seis gols, Palmeiras e São Paulo ficaram no empate em 3 a 3, na tarde deste domingo, em Presidente Prudente.

E o Tricolor mostrou, mais uma vez, que é um time que não se entrega. No Choque-Rei, a equipe ficou três vezes atrás do placar e foi buscar o empate. Destaque para o trio Cícero, Willian e Fernandinho. Os dois primeiros, titulares, marcaram mais uma vez na temporada.

Já o camisa 12 colocou fogo no jogo na etapa final. Depois de entrar no lugar de Jadson, ainda no intervalo, Fernandinho foi para cima do rival. Com suas jogadas características, infernizou os palmeirenses. Mas foi num lance de direita que ele fez um golaço e encerrou o jejum de gols.

Com a igualdade, o São Paulo ficou com 19 pontos, na zona de classificação para a próxima fase. Se por um lado o ataque foi bem, a defesa são-paulina voltou a apresentar algumas falhas. Nos últimos dois jogos, o Tricolor sofreu seis gols. Algo que tem feito Emerson Leão chamar a atenção do time.

GOL RELÂMPAGO

O São Paulo entrou em campo com o quarteto ofensivo formado por Cícero, Jadson, Willian e Lucas. Na zaga, Paulo Miranda retornou de suspensão e completou o setor ao lado de Rhodolfo. Apesar disso, o Palmeiras abriu o placar logo nos primeiros minutos do Choque Rei.

Após falta de Casemiro na entrada de área, o meia-atacante Daniel Carvalho surpreendeu Denis e colocou o rival em vantagem no placar. O Tricolor tentou empate com bons chutes de Lucas e, principalmente, Cortez, um dos melhores da equipe na etapa inicial.

E o tão esperado gol chegou aos 30 minutos. No lance, Casemiro recebeu dentro da área pela direita e cruzou na medida para Cícero, que apareceu como homem surpresa no meio da zaga alviverde. Tudo ficaria bom para o São Paulo não fosse Barcos recolocar o Palmeiras na frente do placar aos 37.

TUDO IGUAL

Na volta do intervalo, Emerson Leão colocou Fernandinho no lugar de Jadson. E aos cinco minutos, o atacante Willian José aproveitou vacilo dos zagueiros palmeirenses, dominou dentro da área, mas Deola fez boa defesa após o chute do camisa 19 são-paulino.

Se ele não fez neste lance, o artilheiro não perdoou aos nove minutos. Depois de Cortez sofrer pênalti de Cicinho, Willian José chamou a responsabilidade e converteu com precisão a cobrança de pênalti. Tudo igual em Presidente Prudente.

Minutos depois do gol, Leão tirou Casemiro e promoveu a entrada de Rodrigo Caio. Aos 16, o Tricolor quase virou o placar. Em cobrança de falta, Cícero acertou o travessão. As equipes buscavam, a todo o momento, o gol e quem conseguiu foi o Palmeiras, aos 26, novamente com o atacante Barcos.

Mesmo atrás, o São Paulo não se entregou e foi buscar mais uma vez o empate. Aos 30, Fernandinho, de direita, fez um golaço de fora da área. Lá atrás, Denis apareceu para fazer linda defesa em cobrança de falta de Marcos Assunção. O Tricolor, melhor em campo, tentou o quarto gol, mas ficou tudo empatado no Choque-Rei.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino voltará aos treinamentos na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. O próximo jogo da equipe no Campeonato Paulista acontecerá na quinta-feira diante do Guaratinguetá, no Estádio do Morumbi.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 x 3 SÃO PAULO

Local:  estádio Eduardo José Farah, o Prudentão, em Presidente Prudente (SP)
Data: 26 de fevereiro de 2012, domingo
Horário:  16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Assistentes: Herman Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis
Adicionais: Rodrigo Braghetto e Raphael Claus
GOLS: PALMEIRAS: Daniel Carvalho, aos cinco minutos do primeiro tempo, Barcos aos 37 do primeiro tempo e aos 28 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Cícero, aos 30 minutos do primeiro tempo, Willian José aos oito do segundo tempo e Fernandinho aos 32 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Marcos Assunção e Henrique (Palmeiras); Paulo Miranda e Rodrio Caio (São Paulo)

PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor (Chico) e Daniel Carvalho (Patrik); Maikon Leite (Ricardo Bueno) e Barcos Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO PAULO: Dênis; Piris, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denílson, Casemiro (Rodrigo Caio), Cícero e Jadson (Fernandinho); Lucas e Willian José Técnico: Emerson Leão

Via Gazeta Esportiva

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Próxima Partida: São Paulo x Guaratinguetá, Paulistinha 2012, Morumbi, São Paulo, quinta-feira, dia 01.03 às 19h30.

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33 Respostas to “Fasci Me Rir 3×3 São Paulo”

  1. Helder Says:

    Cheios de problemas na defesa, com desfalques e jogando o segundo clássico consecutivo fora de casa (nesse caso quase em Cuiabá) num sol de lascar e sempre atrás no placar, sinceramente acho que o time vem evoluindo, é jogo atrás de jogo, sem tempo pra arrumar nada, no máximo tentar recuperar e já vamos pra outra.

    Pegamos os porcos fascistas em terreno inimigo, com o que tinha de melhor (???), demos brechas e a defesa não aguentou, fácil culpar os dois zagueiros e o goleiro, desculpa simplista na minha opinião, meio campo com Denílson e Casemiro deixa a galera exposta, com Wellington não tinha isso, quando entrou o Rodrigo Caio isso amenizou, falta atenção e mais solidariedade do time, né seu Lucas? Mãozinha na cintura e virar as costas pro lance não ajuda, mereceu a bronca.

    Cícero… me pergunto o que ele deve fazer pra receber o mínimo de respeito, quem sabe 3 gols por jogo e suar sangue?!

    Cortez, muito bem, de novo.

    Lucas, mais participativo, tá caindo na mesmice de arrancar com a bola e de cabeça baixa. Assim fica fácil marcá-lo, se driblasse os mesmo 2 ou 3 porcos e tocasse, putz…

    Willian José na dele, cobrou bem o penal, recebeu poucas bolas e foi bizarro no único passe decente que o Lucas conseguiu dar no jogo todo, se domina ia na cara do goleiro delas.

    Fernandinho, jogou bem, se vai mal temos prazer e acabar com eles com nossas críticas, mas hoje foi o cara do segundo tempo, boa mexida do Leão.

    Piris, após o retorno da lesão vem mal. Paulo Miranda, mal, tem “pé frouxo”. Rhodolfo, tem tentado, porém sozinho fica difícil, entendo o desabafo dele após o jogo:

    http://www.tricolormania.com.br/noticias.asp?cod=90536

    “Quem vem do ataque às vezes não tem muita noção na marcação, mas já treinamos bastante. O time deles bateu rápido e alguns jogadores ficaram de costas. Ficou só eu e o Paulo Miranda, ai não dá para fazer milagre”, afirmou o defensor tricolor, ao comentar sobre o terceiro gol do Palmeiras, marcado por Barcos após cobrança rápida de falta na lateral do campo.

    “Foram erros em geral, tanto deles quanto da gente. Mas às vezes alguns gols que a gente leva é de vacilo, falta de atenção, a gente tem treinado bastante a bola parada, faltou um na bola, faltou um no segundo pau. Agora é treinar mais, treinamos ontem (sábado) bola parada, só que quem tem que vir, já foi falado, tem que ajudar, infelizmente hoje não deu.”, analisou o defensor.

    SOLIDARIEDADE!

    Meu time pra quinta:

    Denis; Piris, Rhodolfo, Edson Silva e Cortez; R. Caio, Cícero, Maicon e Jadson; Lucas e W. José.

    Lina: Pelas circustâncias, o empate foi bom.

    • guina Says:

      Helder, seu time até faz sentido parceiro, mas sua escalação carece de volantes mais defensivos. Sem proteção a zzaga do SP tem sido sobrecarregada, taíu o motivo de tantas falhas. Com um time que tá resolvendo na frente, o ideal seria jogar num 3-6-1, dando total liberdade para o ´Jádson, Lucas e Cícero encostar no WJ, e teriamos mais variações táticas durante os jogos. Hoje o ideal seria ter 2 volantes brucutus na proteção . Rrsrsrsrs

      Lina: O pior é que estamos sem Wellington e sem o Fabrício que só volta na próxima semana…

      • Helder Says:

        Rodrigo Caio e Fabrício.

        Mas como o jogo é em casa eu coloquei o time mais ofensivo, porém esse 3-6-1 poderia sim funcionar, principalmente em jogos fora de casa contra times mais forte.

        Lina: A la Barcelona mesmo ? Sinistro… rsrsrsrs

  2. guina Says:

    Lina eu te falei, o SPFC vai engrenar. O principal motivo de problemas nas últimas temporadas foi resolvido. Já não falta mais “ALMA” para o time, novamente o tricolor não desistiu e correu atrás do preju. Parabéns ao Leão, que vem dando moral ao time!
    O problema da defesa, é que a “galera” tá perseguindo o Piris (*que não tá bem) e esquecendo que o time está sem proteção a zaga, os volantes quase não marcam (exceto o Wellington), esse é o problema a ser resolvbido, ontem o Leão acertou.
    Fechando o meio e o Jádson se encontrando (tem talento o menino) vem coisa boa pra gente, quem sabe ainda esse ano!
    Mais um jogaço! Depois dizem que o nível tá ruim. Vá entender!
    PS> O tal do Barcos é centroavante das antigas, e o Willian José perdeu a chance da virada, naum pode!

    Lina: Vai se acertar sim, concordo com tudo que você escreveu. Ninguém esperava tanta contusão. Sai zica !

  3. Guedes Says:

    O Paulo Miranda é fraco, e o Piris também.
    Como o São Paulo anda dispensando os perebas, estes dois ai se não entrarem na linha, em breve vão se juntar aos outros que se foram.
    Dois gols por culpa deles.
    Não pode acontecer de novo.

    Lina: Vão rodar, e pelo que li ontem, o JJ já mostrou irritação com a defesa, eles que se cuidem ou roda todo mundo.

    • Tri-Mundial Says:

      Interessante é que todo mundo fala que o time precisa de um zagueiro melhor.
      Será que a diretoria já se tocou ?

      Lina: É o Breno.

      • Helder Says:

        E o Leão, porque não tira o Paulo Miranda?

        Lina: Boa pergunta…

      • José Roberto Says:

        A diretoria está seesforçando para contratar outro zagueiro.
        Pena que não tem no mercado nenhum contundido com de voltar ao campo de jogo em 180 dias.
        Só esse detalhe está atrapalhando, quem sabe não aparece mais um morimbundo por aí?

        Lina: HAUSHUAHSUAHSUHAUSHUAHSUAHS

  4. Edu Tricolor Says:

    O primeiro grande jogo da temporada.
    Precisa de zagueiro, senão vai tomar gol de Daniel Carvalho e Barcos da vida.

    Lina: Foi de doer…

  5. Felipe 6-3-3 Says:

    Tem um monte de jogador que chegou agora, mas se o Leão não arrumar o time, o São Paulo corre o risco de nem se classificar para a próxima fase do paulista.
    Acorda ai pessoal !

    Lina: Calma ai pow !

    • Tri-Mundial Says:

      Felipe, menos, menos.
      Também não vamos criar um inferno.
      São 8 vagas para a próxima fase.
      Calma,

      Lina: Nem tem como naum ir pra outra fase…

      • José Roberto Says:

        Mas já estamos em 6º lugar.
        Se bobear dança.

        Lina: Tem que ganhar do Guaratinguetá. Virou clássico. KKKKKKKKK

    • Helder Says:

      É melhor acordar mesmo Felipe! hehe

      Lina: rssrsrsrs

  6. Henrique Soberano Says:

    Do ano passado pra cá, o São Paulo jogou 12 clássicos e ganhou 2.
    Alguma coisa está errada.

    Lina: O que está errado é que ganhar do maior clube do Brasil faz bem pro ego dos que pensam que são grandes…

  7. Fernando Says:

    Apesar do resultado foi um jogaço! Pra mim só de ver o SOBERANO, correr atras da bola como o cão corre da cruz já esta de bom tamanho! Os títulos vem em consequencia.

    Lina: Isso é verdade. A atitude dos caras é outra. Nesse time não falta vontade.

  8. No Speak Americano Says:

  9. No Speak Americano Says:

  10. Radar Soberano Says:

    27.02.2012 – 12:30
    Um pouco mais sobre um tal Guarani x Palmeiras em 1968
    44

    Juca Kfouri

    Por JOSÉ RENATO SÁTIRO SANTIAGO JR.*

    No ano de 1968 o Palmeiras fez uma grande campanha na Taça Libertadores de América.

    Após eliminar na primeira fase, o Náutico e as equipes venezuelanas do Deportivo Português e do Deportivo Galícia, com

    uma campanha invicta, de cinco vitórias e apenas um empate, o Alviverde passou para a fase semifinal.

    O sucesso na Libertadores provocaria adiamento em algumas partidas do campeonato paulista daquele ano.

    Para se ter uma ideia, em 17 de março de 1968, o Palmeiras venceu o Comercial no estádio Palma Travassos por 2 a 0 com gols de Tupãzinho e Rinaldo.

    Poucos dias depois, em 21 de março estreava nas Semifinais da Libertadores, aplicando uma goleada por 4 a 1 frente o Universidad Católica no estádio do Pacaembu.

    No dia 24 de março, novamente pela Libertadores, jogou em Assunção frente o Guarany local, e sofreu sua primeira derrota na competição sul americana, por 2 a 0.

    Dia 31 de março, em Santiago, venceu novamente o Universidad Católica por 1 a 0 e passou a depender de uma vitória simples frente ao Guarany do Paraguai na rodada seguinte para conquistar a vaga para as finais.

    No dia 4 de abril, no Pacaembu, o Palmeiras venceu os paraguaios por 2 a 1, e conquistou seu grupo.

    E o Campeonato Paulista?

    Pois bem, depois de 17 de março, o Palmeiras voltou a jogar pelo Paulistão apenas em 10 de abril, no clássico frente a Portuguesa, quando perdeu por 3 a 2, após chegar a estar perdendo por 3 a 0 logo nos primeiros 20 minutos de partida.

    As finais pela Libertadores foram marcadas apenas para os dias 2 e 7 de maio.

    O fato é que até a realização destas finais, o Palmeiras apenas mais uma vez, em 13 de abril, na Vila Belmiro, quando perdeu para o Santos por 1 a 0.

    Como o campeonato paulista era disputado pelo critério de pontos corridos, as partidas adiadas do Palmeiras seriam realizadas ao final da disputa.

    Chegaram as finais da Libertadores…

    Em 2 de maio, o Palmeiras perdeu para o Estudiantes por 2 a 1 em La Plata.

    Na partida de volta, o Alviverde devolveu a vitória, agora por 3 a 1, o que provocou a realização de uma partida desempate, uma vez que não havia o critério de desempate por saldo de gols.

    A partida desempate aconteceu em 16 de maio, e o Palmeiras acabou sendo derrotado por 2 a 0, perdendo aquele que seria seu maio título até então.

    Mas ainda havia o Campeonato Paulista para disputar e uma sequência quase interminável dos jogos que tinham sido adiados.

    Três dias depois, em 19 de maio, o Palmeiras voltou a campo e foi derrotado no Palestra Itália por 3 a 1 para o Santos.

    No dia 22, mais uma derrota, agora para a Portuguesa por 2 a 0.

    O Palmeiras só voltaria a vencer uma partida em 26 de maio por 1 a 0 frente o São Paulo.

    Mas três dias depois, sofreu uma sonora goleada para a Ferroviária por 3 a 0.

    Em 1 de junho aconteceu a última rodada do campeonato, conquistado com sobras, pelo Santos. Neste dia o Palmeiras venceu o Juventus por 3 a 1.

    O regulamento naquela época definia que apenas o último classificado do campeonato seria rebaixado.

    Até aquele momento, o Palmeiras estava em último lugar com 13 pontos, ainda restavam 10 jogos para cumprir a tabela.

    Em 5 de junho, o Palmeiras foi derrotado para o XV de Piracicaba, por 1 a 0, que passou a somar 22 pontos e se livrou do rebaixamento com este resultado.

    No dia 8 de junho, o Alviverde novamente é derrotado, agora pelo São Bento, por 3 a 2. Naquele mesmo dia, o Juventus venceu o América por 3 a 0 e passou a somar 20 pontos.

    Veio um empate frente ao Botafogo, por 1 a 1, em 11 de junho, no estádio Palestra Itália, e a situação começava a ficar caótica pois o time não vencia, eis a classificação na parte de baixo da tabela até então:

    Botafogo e XV de Piracicaba – 22
    América, Juventus e Portuguesa Santista – 20
    Guarani – 19
    Comercial – 18
    Palmeiras – 14

    No dia 13 de junho, novamente no estádio Palestra Itália, o Palmeiras é derrotado por um adversário direto contra o rebaixamento, o Guarani, por 3 a 1.

    Guarani – 21
    América, Juventus e Portuguesa Santista – 20
    Comercial – 18
    Palmeiras – 14

    Agora faltavam apenas 6 jogos.

    Em 16 de junho, enfim veio uma vitória, por 1 a 0 frente o XV de Piracicaba.

    América, Juventus e Portuguesa Santista – 20
    Comercial – 18
    Palmeiras – 16

    A partida contra a Portuguesa Santista em 19 de junho no Pacaembu poderia significar um respiro. Mas, o Palmeiras sofreu uma convincente derrota por 4 a 2, o que livrou de vez a Santista do rebaixamento.

    Agora faltavam 4 jogos, contra Botafogo, América, Guarani e Comercial.

    América e Juventus – 20
    Comercial – 18
    Palmeiras – 16

    Em 23 de junho, em Ribeirão Preto, Palmeiras e Botafogo não saíram de um 0 a 0.

    América e Juventus – 20
    Comercial – 18
    Palmeiras – 17

    A partida frente o América, dia 26 de junho, em São José do Rio Preto, era decisiva para as duas equipes. O Palmeiras venceu por 2 a 0, resultado que quase o livrava do rebaixamento.

    América e Juventus – 20
    Palmeiras – 19
    Comercial – 18

    Enfim chegamos a partida entre Palmeira e Guarani que seria realizada em 29 de junho no estádio Brinco de Ouro da Princesa.

    O Guarani já estava livre do rebaixamento e tinha vencido o Palmeiras por 3 a 1 cerca de duas semanas antes em 13 de junho.

    No dia 13 de junho o Guarani entrou em campo com Sidnei, Wilson, Paulo, Beto e Cido; Tião Macalé e Capeloza; Joãozinho depois Wagner, Ladeira, Cardoso depois Bidon e Carlinhos

    Já no dia 29, o Guarani foi escalado com Dimas, Uilson, Cidinho, Tarcísio e Diogo; Dante depois Flamarion e Nilton; Lindóia, Ladeira, Cardoso e Zezinho.

    Nota se que apenas dois jogadores atuaram nas duas partidas: Ladeira e Cardoso.

    O empate por 1 a 1, deixaria a definição do rebaixamento para a última partida entre Palmeiras e Comercial no estádio Palestra Itália.

    América, Juventus e Palmeiras – 20
    Comercial – 18

    Não foi necessário, pois o Guarani tinha duas irregularidades no jogo frente o Palmeiras. A primeira o fato de contar com José Roberto Barreto, que havia sido registrado fora do prazo e a outra a entrada em campo de Flamarion que sequer registrado estava.

    Foi desta maneira que o Palmeiras conquistou o ponto que lhe faltava para fugir do rebaixamento. O TJD decidiu pela vitória palmeirense na partida de Campinas.

    Palmeiras – 21
    América e Juventus – 20
    Comercial – 18

    E olha que foi providencial, pois o Comercial derrotou o Palmeiras em pleno Palestra Itália por 3 a 2.

    Palmeiras – 21
    América, Juventus e Comercial – 20

    Quem seria o rebaixado então?

    O regulamento do Campeonato Paulista de 1968 previa como critério de definição do título e do rebaixamento apenas o número de pontos ganhos.

    Sendo assim haveria a necessidade de serem realizados confrontos entre os três últimos colocados, no caso, América, Juventus e Comercial.

    Disputa que contaria com a presença do Palmeiras caso não tivesse conquistado o ponto da vitória no TJD frente o Guarani.

    Resultado: NINGUÉM FOI REBAIXADO!

    *José Renato Sátiro Santiago Junior é engenheiro com experiência no desenvolvimento de projetos, gerenciamento de pessoas, gestão do conhecimento e implantação de novas tecnologias e inovações em empresas nacionais e multinacionais. É doutor e mestre em Engenharia pela Universidade de São Paulo com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. O autor pode ser contatado pelo email jrsantiago@jrsantiago.com.br. É ainda pesquisador do http://www.memoriafutebol.com.br/forum

    Nota do blog: Apesar das manifestações raivosas de uns poucos revisionistas que deveriam ir fazer livros de história na ex-União Soviética, o fato é que, oficialmente, a SE Palmeiras não se manifestou, nem poderia.

    Porque o glorioso nome da instituição deve ficar a salvo dos fanáticos.

    Dito isso, acrescente-se: não há, em nosso futebol, quem possa atirar a primeira pedra.

    Todos, de uma forma ou de outra, aqui ou ali, têm manchas em suas histórias, às vezes por mera paixão, às vezes por ganância mesmo.

    http://blogdojuca.uol.com.br/2012/02/um-pouco-mais-sobre-um-tal-guarani-x-palmeiras-em-1968/

    Lina: Ê porcada, maracutaia desde sempre.

    • Franklin Says:

      Que história bacana !
      Será que os sites verdes vão repercutir ?

      Lina: Lógico que não, principalmente o Fru-fru de Mongólia que já fechou as portas faz tempo.

  11. SOBERANIA Says:

    O Guarani da Lapa é um time ridículo.
    Sem mais.

    Lina: Concordo 100%

  12. José Roberto Says:

    Lembro como se fosse hoje, Sem condições de ganhar dentro das quatro linhas a porca fez um acordo com o Guarani para ganhar os pontos no tapetão.
    O Bugre escalou Flamarion irregularmente, caso vencesse no campo de jogo perderia no tapetão.
    Anos depois o ex-diretor das porcas Ferrucio Sandoli se gabava de ter feito essa transação.
    O jogo foi 1X1 no tapetão as porcas levaram.

    Lina: Porra Zé ! Escreve essa história meu ! Por favor ! Vamos publicar !

    • José Roberto Says:

      Agora vejam essa estória.

      O Palmeiras escapou matematicamente do rebaixamento no Campeonato Paulista de 1968 graças a um empate com o Guarani em Campinas, em partida com circunstâncias nebulosas, expostas pelo blog do jornalista Juca Kfouri no UOL, na última quarta-feira. Parte afetada diretamente pelo resultado em questão, o Comercial de Ribeirão Preto conseguiu evitar o seu descenso provando o acerto prévio entre os dois alviverdes, em atuação nos bastidores que contou até com um suborno usando um carro de luxo Simca Chambord.
      SOBRE O CARRO

      Ícone do seu tempo, o Simca Chambord foi produzido pela Simca francesa entre 1958 e 1961. No Brasil, ele marcou época por ser o veículo usado pelo ator Carlos Miranda, protagonista da série de TV “O Vigilante Rodoviário” (na foto acima). O carro também foi eternizado na cultura pop nacional graças a uma canção da banda Camisa de Vênus, de Marcelo Nova.
      Presidente do Comercial à época, o advogado José Fernando de Ataíde contou à reportagem do UOL Esporte que deu um carro deste modelo para um funcionário do Guarani em troca de documentos que atestassem a entrega de resultado ao Palmeiras, ou pelo menos que identificassem o “compromisso” de que apenas reservas bugrinos fossem mandados a campo.
      “Eu estudei em Campinas e sempre tive muitos contatos por lá. Cheguei a fazer estágio em uma delegacia da cidade. Portanto, conhecia bem as pessoas. Me passaram o contato de um funcionário do Guarani que talvez pudesse me ajudar. A pessoa pediu inicialmente 50 milhões [de cruzeiros]. Depois pediu um carro igual ao meu. Na época, tinha um Simca Chambord azul claro. Mandei buscar em Ribeirão Preto”, relata José Fernando de Ataíde, hoje com 75 anos, sem identificar o interlocutor em questão.
      Os documentos que provam o acerto entre Palmeiras e Guarani antes do jogo decisivo de 1968 foram publicados na revista dos 100 anos do Comercial, lançada em 2011, com edição do jornalista Luiz Eduardo Arruda Rebouças. Os papéis, no entanto, hoje estão com o ex-presidente Ataíde. A história era conhecida, mas a novidade é a papelada que assegurava o acordo.
      Naquele ano, o Palmeiras havia priorizado a disputa da Libertadores e acabou tendo de jogar uma série de partidas seguidas, anteriormente adiadas, no Paulista. Foi então que o Guarani escalou um time reserva e com um jogador em situação irregular, de maneira que, se a equipe do interior vencesse, o rival da capital poderia buscar na Justiça esportiva os pontos perdidos.
      O Palmeiras entrava na penúltima rodada com chances remotas de rebaixamento, em situação amenizada pela vitória sobre o América de Rio Preto na partida anterior. Neste cenário, um empate asseguraria matematicamente a permanência na elite.
      “Na época os times podiam escalar até dois jogadores amadores por vez. Neste dia o Guarani escalou três”, conta o jornalista Luiz Eduardo Arruda Rebouças, responsável pela pesquisa histórica a respeito desta partida.
      Mas a brecha para manobra no tapetão acabou não precisando ser utilizada, pois o placar de 1 a 1 no Brinco de Ouro, no dia 29 de junho de 1968, um sábado à tarde, assegurou o Palmeiras na divisão de cima do Paulista.
      Prejudicado pelo empate em Campinas, o Comercial acabou destinado ao rebaixamento. Mas, inicialmente, o clube de Ribeirão Preto foi à Justiça esportiva contra a Portuguesa Santista, protestando contra escalação irregular de um jogador, e não reclamando de qualquer problema na partida entre palmeirenses e bugrinos.
      “Perdemos de 8 a 1 na Federação Paulista, de 9 a 0 na antiga CBD [Confederação Brasileira de Desportos] e de 9 a 0 no pleno da mesma entidade. Somente no CND [Conselho Nacional de Desporto] conseguimos a vitória por 11 a 0. Foi só neste último julgamento que conseguimos anexar os documentos do jogo do Palmeiras”, descreve o ex-presidente do Comercial, responsável pela “compra” da papelada.
      Assim, o Comercial conseguiu anular seu rebaixamento e ainda fez a Federação Paulista suspender o descenso no Estadual por alguns anos. Tudo graças ao suborno do Simca Chambord e à ingenuidade dos dirigentes da época, que firmaram compromisso de favorecimento registrado em cartório.
      “Temos toda a autenticidade e o reconhecimento destes documentos. Temos a prova do acerto entre os dois clubes. Um caso inédito no Brasil de entrega de jogo comprovada”, afirma o jornalista Luiz Eduardo Arruda Rebouças.

      Lina: Vou te confessar uma coisa. Eu não gosto do Corinthians. Não é ódio, mas diferença de ideologia, principalmente depois que o cara de areia mijada assumiu a presidência. Agora o Palmeiras, não desce. Tem muita história mal contada destes caras, muita falcatrua, e com o passar dos anos, mais coisas vão aparecendo. O engraçado é que são eles, que não tem moral pra falar dos outros, que criam dossiês, histórias fictícias de tentativas de tomada de patrimônio, mentiras e mentiras. Será que isso é pra esconder seu próprio passado nebuloso ? A internet veio pra desmascarar os mentirosos. Eles que se cuidem…

    • José Roberto Says:

      Lina.
      Já contei essa estória aqui no blog, dando resposta à Joaninha Travequeira (João Paulo)

      José Roberto Disse:

      31/07/2010 às 22:34 | Responder

      Que o Palmeiras, em 1968, ia cair para a segunda divisão não fosse um acerto com o Guarani que escalou Dante e Flamarion, dois jogadores sem condições legais e, com a perda dos pontos, salvou o atualmente neo-bugre? (Se ligaram tanto ao Guarani que resolveram se apequenar para se igualar ao verdinho campineiro)
      Na realidade Ferrucio Sandoli era o pres. das porcas e o diretor que fez a manobra foi o Facchina, depois sa gabou que só não caiu porque ele comprou o resultado.
      Os jogadores que foram usados irregullarmente foram Flamarion e Dante, lembro ainda que mesmo com time reserva o Bugre jogou melhor, mas naquele jogo foi um absurdo, os campineiros demonstraram de forma descarada que não queriam fazer o gol, foi uma vergonha!
      O cambalacho não foi descoberto depois de muito tempo, pelo contrário todo mundo já sabia que tinha coisa armada tanto é que o bugre quase foi punido, se não é aquele jeitinho bem brasileiro, se me ferrar eu abro o bico, colocaram panos quentes e todo mundo saiu content, menos aqueles que tem vergonha na cara e os que amam o futebol.
      ESta é a súmula do jogo:
      .
      GUARANI 1 X 1 Palmeiras
      Campeonato Paulista 1968 – 2º Turno

      Local: Brinco de Ouro da Princesa – Campinas/SP
      Data: 29/06/1968 (sábado)
      Árbitro: José Favilli Neto (SP)
      Renda: NCr$ 9.512,00

      Gols:
      1º tempo: Suingue aos 8 min.
      2º tempo: Wilson aos 16 min.

      GUARANI: Dimas; Wilson, Cidinho, Tarciso e Cido; Bidon (Flamarion) e Dante; Lindóia, Capelloza, Cardoso e Zezinho. Técnico: Dorival Geraldo dos Santos.

      PALMEIRAS: Maidana; Jorge, Djalma Santos, Minuca e Ferrari; Zequinha e Ademir da Guia; Moraes (Cabralzinho), Suingue, Servílio e Élcio (Gildo). Técnico: Alfredo Gonzáles.

      Obs. 1: O GUARANI perdeu os pontos da partida por ter escalado jogadores irregulares.
      Obs. 2: Com esta partida o GUARANI encerrou sua participação no Campeonato Paulista de 1968.

      Repare que na renda a sigla da moeda da época é NCr$ = Cruzeiros Novos.

      Lina: Já tinha falado mesmo…

  13. José Roberto Says:

    Quer mais estórias sujas da porquinha?
    Já publiquei todas elas aqui.

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:06 | Responder
    Governador usa dinheiro público pra ajudar clube
    Com prova
    É dando que se recebe
    Um gavião travestido de periquito resolveu sobrevoar as alamedas do Parque Antártica para saborear com exclusividade alguns segredos do arqui-rival Palmeiras. Após bater asas ao longo de uma manhã festiva no terreno do inimigo, descobriu que o governador de São Paulo, José Serra, merece pelo menos uma placa ao lado do busto do divino Ademir da Guia.
    Coração verde apaixonado, Serra foi o grande responsável pelo acordo de patrocínio da Fiat, apesar do oba-oba da diretoria comandada com mão de gelatina por Afonso della Monica, sob as bênçãos da mídia caolha, que se contenta com a palavra oficial.
    O governador paulista aproveitou a viagem do presidente da Fiat ao país para persuadi-lo a aplicar uma pequena parte do rico dinheirinho da montadora na bola palmeirense. Em princípio, o poderoso chefão da Fiat queria apenas conversar com o presidente Lula sobre investimentos de R$ 5 bilhões no Brasil. Futebol, para ele, só o da Juventus, de Turim. E olhe lá!
    Entre os argumentos usados pelo mandachuva da Fiat para colocar o Palmeiras para escanteio, uma primária lição de marketing: o risco de perder uma bela fatia do mercado ao colocar o logotipo da empresa apenas no enxoval verde, o que poderia revoltar os torcedores dos outros grandes de São Paulo. Para evitar tal rejeição em Minas, por exemplo, a Fiat abriu o cofre para Cruzeiro e Atlético/MG; na Bahia, o mesmo já aconteceu com a dupla Ba-Vi.
    Serra não jogou a toalha. E propôs em troca do patrocínio um inesquecível presente de Papai Noel: impostos mais baixos e facilidades de pai para filho numa futura fábrica da montadora em São Paulo. Com tantas benesses, o presidente da Fiat não resistiu, sob pena de perder o emprego na volta à Velha Bota. Ganharia muito em troca de pouco. Topou investir R$ 9 milhões – e não R$ 12 milhões como foi cantado em prosa e verso pela diretoria do Palmeiras. O resto é conversa fiada para porco dormir feliz.

    Lina: Essa eu conhecia. Sabe da pior ? O tal ex-governador quer agora se candidatar a prefeitura de São Paulo…

  14. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:13 | Responder
    PALMEIRAS, SUJO, DESONESTO E COVARDE.
    Agosto 30, 2008 em 9:24 am
    Pagou pra fugir do São Paulo
    Em 1993, nas semifinais do paulistão, que os Puxadores de Saco não ganhavam havia 17 anos, as semifinais reuniram Corinthians e São Saulo, os Puxadores de Saco, temendo ser mais uma vez fodidos pelo Tricolor na final, como ocorrera em 1992, contratam o Árbitro José Aparecido pra tirar o SPFC da final, contra a já classificada Sociedade Esportiva Puxa Saco.
    O Juiz, muito bem comprado, anula um gol legítimo de Palhinha, em cujo lance o bandeirinha nem assinala o impedimento, dizendo que ele estava em posição irregular, logo depois, valida um gol de Neto pro SCCP, em flagrante impedimento, até os jogadores do SCCP ficam parados, sem comemorar o gol, esperando o impedimento, que o comprado José Aparecido não assinala.
    Bem, pensaram os Puxa Sacos, finalmente nos livramos daqueles que sempre nos ferram, seremos finalmente campeões. Não foi bem assim, o SCCP, endurece o primeiro jogo da final, e ganha por um a zero, com gol de Viola.
    A solução pros Puxadores de Saco, que já haviam pago pra não terem que enfrentar o SPFC na final, foi comprar novamente o Zé Aparecido, o que acontece, e novamente, ele faz o resultado, ao não expulsar Edmundo, e marcar pênaltis inexistentes e expulsar a torto e a direito jogadores do SCCP.
    Nunca tinha visto um time tão covarde, a ponto de pagar pra fugir de um adversário que borravam nas calças de tanto medo.
    Fonte: Revista Placar – 10/2005

    Lina: Esta vai entrar pro Histórias de Um Clube Sujo. Valew Zé !!!

    Lina: Me lembro disso.

  15. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:18 | Responder
    1974: Após ser Campeão Brasileiro de 1973, o Palmeiras se classifica para a disputa da Taça Libertadores de América. Na fase de grupos é sapecado por todos e acaba sofrendo desclassificação após derrota para o São Paulo Futebol Clube. Seria a primeira de quatro eliminações na competição Sul Americana. O Palmeiras já demonstrava vários sinais de que viria a ser um time repleto de pipocadas históricas.

    1977-1992: Palmeiras entra em sua maior seca. Com times pífios atrás de times pífios, o clube fica até 1993, ou seja, 16 anos, na fila de conquistas. Nesse período, nada de relevante nos campos pode ser falado sobre o clube, a não ser algumas passagens parcas que vêm a seguir.

    1978: O Palmeiras chega à final do Campeonato Brasileiro contra o Guarani. Jogando em São Paulo e em Campinas, o alviverde da Rua Turiassu coleciona dois insucessos pelo placar mínimo de 1 a 0 e entrega, pela primeira vez na história, o título de Campeão Brasileiro a um clube do interior do país. Consagração dos campineiros, situação vexatória para os clubes considerados grandes do país.

    Lina: Rsrsrsrsrsrsrsrs

  16. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:19 | Responder
    1985: Última rodada da fase de pontos corridos. Palmeiras enfrenta o já eliminado XV de Novembro, de Jaú, em pleno Palestra Itália. Um derrota de 3 a 2 enterra o sonho dos palestrinos de avançarem à semifinal do Campeonato. A fila continuaria por mais algum tempo…
    1986: A Sociedade Esportiva Palmeiras conseguiu, enfim, chegar à final do Campeonato Paulista. O adversário era a Internacional de Limeira. Nélson Tadini Duque, presidente à época, após dura pressão feita sobre os dirigentes da FPF, consegue tirar um dos jogos da cidade de Limeira, levando a disputa do título exclusivamente para a cidade de São Paulo, no Estádio do Morumbi. Após um empate em 0 a 0 no primeiro jogo, a Inter encaçapa 2 gols a 1 no Palmeiras no 2º jogo e garante o título de Campeão Paulista. Era a primeira vez na história que um clube do Interior atingiu tal feito. Um orgulho para os Limeirenses, um vexame dos maiores para os paulistanos.

    Lina: No projeto da nova arena palmeireinse, o gramado vai ser maior, um projeto anti-retranca, pra evitar, segundo dirigentes, os vexames históricos em casa. KKKKKKKKKKKKK

  17. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:22 | Responder
    1990: Revoltada pela eliminação do Campeonato Paulista de 1990 pela Ferroviária de Araraquara, em pleno Pacaembu, a torcida do Palmeiras protagoniza um dos maiores shows de horrores da história do futebol paulista: invade a sala de troféus do Palestra Itália e quebra boa parte das taças que o clube havia conquistado em sua história. Vexame atrás de vexame!

    Será que quebraram a taça de campeão do mundo em 51, por isso pediram reconhecimento da Fifa?
    rsrsrsrsrsrsrsrsrs

    Lina: Cara eu me lembro perfeitamente disto. Vi na TV na hora do almoço as cenas. Foi hilário este dia. KKKKKKKKK

  18. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:23 | Responder
    1992: Chega ao Palmeiras uma empresa de laticínios, a Parmalat, que viria a participar ativamente da administração do clube na forma de co-gestora. A empresa passou a injetar grandes quantidades de dinheiro no time, formando-se, assim, boas equipes. O clube voltou a ganhar títulos, mas suspeita de lavagem de dinheiro, e, por fim, o escândalo que levou a empresa a pedir concordata pelo “sumiço” de US$ 8,7 bilhões, acabaram por macular, mais uma vez, a história do Palmeiras.

    Lina: Esse negócio de parceria no futebol é um mal necessário. Mas não pode entregar o clube na mão de ninguém. O final é esse ai.

  19. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:27 | Responder
    1993, Representa a saída da fila após 16 anos. Arbitragem tendenciosa por parte do árbitro José Aparecido de Oliveira e do auxiliar(?!) Oscar Roberto Godoy, que não expulsaram, por exemplo, o jogador Edmundo após entrada criminosa no corintiano Paulo Sérgio, causa polêmica até hoje. Seria o famoso “Esquema Parmalat1993: A final do Campeonato Paulista de 1993 representa a saída da fila após 16”?

    Lina: Êeeee Godoy…

  20. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:32 | Responder
    Você sabia?
    Que o Parque Antártica era um parque de lazer para a população paulistana, mas o Palestra \\\”convenceu\\\” a Cia. Antártica a \\\”vender-lhes\\\” o espaço?
    Que a partir da terceira prestação pararam de pagar, e foram salvos pelo conde Matarazzo?
    Que o referido conde lavava seu dinheiro na obra do estádio e deixava seus operários na penúria? (já naquele tempo, que salafrario!)
    8. Que depois de injetar dinheiro sujo no Parque as indústrias Matarazzo faliram e deixaram os empregados na rua da amargura?

    Lina: Ganharam por inadimplência. Que blz…

  21. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:45 | Responder
    Que em 1950, para barrar de qualquer maneira o tricampeonato do São Paulo, tramaram e foram descaradamente beneficiados na final por um juiz ingles que, horas depois, foi visto se esbaldando no baile de carnaval do Palmeiras? (quanta ética, quanta lisura, e têm a cara de pau de achar que são campeões do século!!)

    Lina: Isso é que eu não entendo. O São Paulo estranhamente, nunca conseguiu ser tri-campeão paulista. Esquisito não ?

  22. José Roberto Says:

    José Roberto Disse:

    31/07/2010 às 22:49 | Responder
    A fila atual de 8 anos do Palmeiras, bem como a anterior de 17 anos,foram as únicas, pois de 1951 a 1959 o Palmeiras não ganhou nada e esteve para cair em 16não 57? (Então o gosto pela segunda divisão é namoro antigo?)
    Que a queda para segundona em 2002 não foi a única, e que em 1980 o Palmeiras tambem caiu, e em 1981 teve que disputar uma tal taça de Prata, eufemismo para segunda divisão?
    Que pela história de fracassos nos últimos 30 anos, que nem a Parmalat conseguiu aliviar, a torcida do Palmeiras encolheu e, há muito tempo, não consegue públicos maiores que 20.000 pessoas, isso no Parque, pois em outros estádios, em clássicos, é sempre minoria absoluta?

    Lina: Eles gostam da segundona, em breve vão cair de novo.

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