Raí: o Terror do Barcelona

Eterno camisa 10 foi o grande destaque no título mundial de 1992 contra o time espanhol

“A sensação foi estar vivendo o melhor dos sonhos”. Esta é a definição do ex-camisa 10 Raí sobre a final do Mundial de Clubes de 1992. Título até então inédito para o clube que passou diretamente pelos pés de um dos maiores nomes da história do São Paulo.

Naquele 13 de dezembro de 1992, o favoritíssimo Barcelona entrou em campo recheado de craques, como Guardiola, Stoichkov, Michael Laudrup… E como parar uma verdadeira seleção como esta? O Tricolor encontrou a resposta em apenas três letras: R-A-Í.

“Vencer o Barcelona da época foi provar para o mundo inteiro, de maneira incontestável, que éramos o numero 1. No vestiário percebemos nos discursos que aquele time era mais que um grande esquadrão, era uma grande família”, disse o ex-camisa-10.

Raí sabe do que fala. O inesquecível time de 92 também contava com grandes nomes do futebol brasileiro, como Zetti, Toninho Cerezo, Cafu, Palhinha, Muller, além do próprio meia. Uma equipe que não se importou com os status de favorito dos espanhóis e entrou em campo para fazer história.

Mas como em todo final feliz, sempre um obstáculo pelo caminho. Aos 12 minutos de jogo, Stoichkov abriu o placar para o Barcelona. Sem se entregar, São Paulo e Raí começaram a dar show. Aos 27 minutos, o camisa 10 deixou tudo igual.

Na etapa final, um golaço para ser eternizado na história dos Mundiais. Aos 34 minutos, Raí se preparou para cobrar falta da entrada da área. Naquele momento, ele já sabia. “Minha sensação era de estar vivendo o melhor dos sonhos, que estava dando tudo certo, na hora certa. E, ainda por cima, no clube que eu amava e amo”, completou o ídolo.

Um golaço que nem mesmo Zubizarreta pode evitar. Ali o São Paulo aparecia de vez para o mundo. Conquistava centenas e milhares de torcedores. Colocava de vez o seu nome no topo.

“Vencer o Barcelona da época foi provar pro mundo inteiro, de maneira incontestável, que éramos o numero 1. No vestiário percebemos nos discursos que aquele time era mais que um grande esquadrão, era uma grande família”,ressaltou Raí.

Via Site Oficial

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11 Respostas to “Raí: o Terror do Barcelona”

  1. Barman Says:

    Que bom ter passado.
    Assim quando chegam as vacas magras, podemos olhar para o que já conseguimos.

    Lina: Verdade, mas vamos voltar a ganhar tudo de novo, escreve ai.

  2. Luiz Ferreira Says:

    Quem não viu, perdeu.
    O Raí era um monstro.

    Lina: O Raí foi um dos melhores que eu vi jogar pelo São Paulo.

    • Luiz Ferreira Says:

      É só pegar aquela final contra as galinhas que ele sapecou 3×0, com aquele golaço de fora da área. Lembra daquele jogo Lina ?

  3. Marcos Tri Says:

    O nosso time precisa de um Raí, com um meia deste nível arrumava bem o meio de campo.

    Lina: E onde tem igual ? Bom e barato ? Difícil…

  4. Jorge Tri-Hexa Says:

    O São Paulo era muito melhor que o Barcelona.
    Falando sobre o atual mundial de clube, hoje temos o bom time do Santos que é claramente inferior ao melhor Barcelona de todos os tempos.
    Mesmo assim, futebol é futebol.
    Mas eu acho que o São Paulo de 92 jogava de igual pra igual até com o time atual do Barça.

    Lina: Era realmente superior. Tanto que para o Cruyff, a gente era a ferrari…

    • Franklin Says:

      Antes do jogo diziam que o tricolor seria massacrado.
      Só depois do jogo é que o São Paulo ficou melhor.
      hehehehehehe

      Lina: É sempre assim, ainda impera o complexo de vira-lata.

  5. Felipe 6-3-3 Says:

    Era um time com alguns talentos, mas o grande idealizador do São Paulo foi o Telê. Ele obrigava os jogadores a repetir cruzamentos, finalizações, cabeceios e posicionamento.
    Perfeccionista ao extremo.
    Não é a toa que a torcida grita o nome dele merecidamente ainda hoje.

    Lina: É mesmo, lembra como ele pegava no pé do Cafú que não sabia cruzar direito ? Meu Pai do céu, como o Cafú teve que treinar até o Telê ficar satisfeito…

    • Franklin Says:

      Me lembro disso.

      Lina: Guardadas as devidas proporções, vejo no Leão um pouco daquele perfeccionismo do Telê. Quem sabe ele não surpreende a todos nós em 2012 com um título não é ?

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