Archive for dezembro \30\UTC 2011

Feliz Ano Novo ! Que Venha 2012 !

30/12/2011

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Agora Vai ? Justiça Manda Fifa Liberar Documento Que Pode Complicar Teixeira

27/12/2011

Entidade tem 30 dias para divulgar papéis que, segundo a BBC, incriminam Ricardo Teixeira por pagamento de propina à ISL

A Suprema Corte suíça ordenou que a Fifa libere os documentos referentes ao caso ISL, empresa de marketing esportivo parceira da entidade nos anos 90 e que faliu no início da década de 2000. Há suspeita de que importantes dirigentes tenham recebido propina referente à negociação dos direitos de transmissão da Copa do Mundo e, segundo a emissora britânica BBC, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do COL (Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014), Ricardo Teixeira, e o ex-presidente da Fifa, João Havelange, são beneficiários do dinheiro da empresa.

Saiba mais: Fifa adia divulgação de documento que implica Teixeira

A Fifa tem 30 dias para divulgar a documentação. O presidente da entidade, o suíço Joseph Blatter, havia prometido revelar os papéis, que apontariam os nomes dos envolvidos, em reunião do Comitê Executivo realizada dia 17 de dezembro, mas uma ação judicial de parte interessada (que não teve a identidade revelada) bloqueou a liberação.

Entenda: Teixeira foi obrigado a devolver dinheiro, diz BBC

Segundo a BBC, os envolvidos fizeram um acordo com a Justiça suíça no início da década ao assumirem a culpa e pagaram uma multa de R$ 8,9 milhões para que os documentos não fossem revelados. Eles também devolveram parte da verba adquirida de forma ilegal. Teixeira está de licença da CBF e Blatter havia afirmado que ele também se ausentaria do Comitê Executivo da Fifa, o que foi negado pela assessoria do dirigente brasileiro.

Via IG Esportes

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A casa do Mr. Teixeira vai cair

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Feliz Natal !

24/12/2011

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O Meu Guri

22/12/2011

Sabe-se e não é segredo pra ninguém, que o Privadão está sendo construido com dinheiro da prefeitura de São Paulo, com dinheiro do BNDES e com auxílio do governo do estado. Dinheiro público portanto.

Até o jornalista que posta fotografias do novo estádio municipal em Itaquera, sabe disso, tanto que já publicou suas opiniões a respeito do tema, em um artigo chamado A Copa em São Paulo.

Mas periodicamente informa em seu blog,  a respeito do andamento das obras, como que se estivesse ansioso pra ver o sonho de centenária incompetência enfim realizado.

Eis um dilema, muito bem retratado neste clássico da MPB.

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Com Cortês, São Paulo Fecha Primeira Fase de Contratações

21/12/2011
Por Site Oficial / www.saopaulofc.net

Por Site Oficial / http://www.saopaulofc.net

Diretoria agiu rápido antes do Natal e anuncia cinco reforços

O elenco do São Paulo ainda não está fechado para a temporada 2012, mas a torcida já tem bons motivos pra passar o Natal cheio de expectativas para um FELIZ ANO NOVO!

A começar pela contratação do lateral-esquerdo Cortês, do Botafogo. Eleito melhor jogador da posição no Campeonato Brasileiro, o novo são-paulino encabeça a primeira lista de reforços para 2012. Cortês chega ao Tricolor no auge da carreira e busca se firmar na Seleção Brasileira.

“É uma alegria muito grande vir para o São Paulo. A equipe é muito qualificada e a diretoria sempre monta times para ser campeão. Meu objetico é trabalhar forte para me firmar na equipe, voltar a seleção e conquistar títulos”, diz o jogador de 24 anos, com cinco a cumprir.

Antes de Cortês, o São Paulo já havia concretizado quatro reforços. O volante Fabrício, (Cruzeiro), sonho antigo do clube, os zagueiros Edson Silva (Figueirense) e Paulo Miranda (Bahia), além do meia Maicon (Figueirense), todos com atuação destacada no Campeonato Brasileiro. O vice-presidente de Futebol do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes, tem grande expectativa com a chegada dos reforços.

“Estes atletas vêm para preencher as necessidades que a gente detectou na equipe. São jogadores que entendemos de grande talento, buscando uma projeção maior e certamente todos com muito compromisso com a equipe, algo que insistiremos que ocorra na temporada 2012”, afirma.

Dono de uma personalidade forte, Fabrício simboliza um pouco do que o clube espera de seus atletas: atitude. O volante traz na bagagem experiência, títulos e tem certeza que vai deixar seu nome marcado no clube.

“Já passei por muita coisa no futebol e valorizo demais a profissão. Sempre alimentei o sonho de jogar no São Paulo, pela organização, estrutura e seriedade. Chego com uma expectativa enorme, de títulos é claro. Vi vários quadros na parede do CT e quero deixar o meu também”, afirma o volante de 29 anos, cujo contrato é de três.

Dono de uma campanha espetacular no Brasileirão, o Figueirense reforça o São Paulo com dois dos principais responsáveis pela boa temporada da equipe. O meia Maicon, cérebro do time de Florianópolis, e o zagueiro Edson Silva, que do início ao fim do Brasileiro foi titular absoluto.

“Meu primeiro objetivo é conquistar um lugar no time. Quero arrebentar no São Paulo. Passei dois anos maravilhosos no Figueirense e sei que aqui é diferente. Mas estou pronto, num momento especial da minha carreira”, afirma Maicon. Aos 26 anos, ele passará os próximos cinco no Morumbi.

Edson Silva tem na bola aérea sua especialidade, além, claro, da força. “Os títulos do São Paulo sempre vieram com defesas históricas e espero contribuir para que isso se repita aqui. Podem contar com um cara muito trabalhador, sério e com muita vontade de vencer”, diz o beque, de 25 anos, com três de contrato.

Paulo Miranda é mais um reforço para a defesa do São Paulo. A velocidade é sua arma para conseguir um lugar no time tricolor. “Lutei muito pra chegar aqui e agora depende de mim para fazer um grande ano no clube. A torcida pode esperar um jogador que vai honrar a camisa do clube”, diz o mais jovem dos reforços. Ele tem 23 anos e três de contrato.

Via Site Oficial

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Alguém Discorda ?

21/12/2011

Dica do Fernando

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O Novo Morumbi: Nossa Casa Reformada

20/12/2011
São Paulo FC anuncia parceria para projeto de modernização do Morumbi
Início das obras depende do alvará de liberação da Prefeitura de São Paulo

Foi anunciada na tarde desta terça-feira (20) a parceria entre o São Paulo FC e a empresa Andrade Gutierrez para o projeto de modernização do Estádio do Morumbi, que inclui a construção da cobertura do local. O evento contou com a presença do Governador do Estado, Geraldo Alckmin, do Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do Presidente do São Paulo FC, Juvenal Juvêncio, e do Vereador e Conselheiro são-paulino, Marco Aurélio Cunha.

Além da cobertura do estádio, o Morumbi vai receber uma arena multiuso para shows e eventos, um hotel com centro de convenções, um novo memorial, terá a capacidade do atual estacionamento ampliada e os acessos do público serão reconfigurados.  Durante as obras, a capacidade máxima para o público (67 mil pessoas) não será alterada, assim como a estrutura existente para receber os torcedores.

“Queremos fazer a cobertura do estádio, estádio que se moderniza a cada passo. O Morumbi precisa fazer a sua cobertura, a cidade precisa de um hotel nessa região, que é carente disso. Queremos hospedar aqueles que vêm pra cá. Temos nossos parceiros da Andrade Gutierrez, portanto, o insumo básico para essa obra. O projeto da cobertura já está protocolado junto ao poder público municipal, e gostaríamos de contar com a clarividência do governador para realizarmos a obra”, afirmou o presidente são-paulino, Juvenal Juvêncio.

“É uma obra importante para o Esporte a modernização do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, a nova arena multiuso, o novo hotel, todo esse complexo esportista e turístico, são obras muito importantes pra cidade, estado e país. A grande dificuldade das megacidades é a mobilidade urbana, e teremos aqui a linha 4 do metrô, a mais moderna do país. Teremos em 24 meses a inauguração da estação de metrô próxima ao estádio. A cidade de São Paulo precisa ter estrutura, parabéns ao São Paulo”, afirmou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

“A nação tricolor merece essa obra. Em São Paulo teremos a Copa do Mundo, que criou circunstâncias para que o Corinthians seja apoiado em múltiplos aspectos para ter o seu estádio. Agora temos que ter o mesmo entusiasmo, energia, e pensar também nos outros clubes, para que eles fiquem no mesmo patamar. Nada mais justo do que criarmos condições para que o São Paulo também seja apoiado para que possa ter o seu estádio reformado, ajustado. Vamos fazer um esforço grande para fazer o correto”, completou o prefeito Gilberto Kassab.

A cobertura

Para conseguir cobrir todos os assentos do Morumbi sem interferir na parte estrutural ou na comunicação visual da fachada do estádio, será instalada uma cobertura leve, com estrutura metálica e a menor quantidade possível de pontos de apoio em torno do estádio. A cobertura será suspensa por cabos e vai proporcionar também conforto acústico para os arredores do estádio.

A cobertura será viabilizada com recursos provenientes da exploração comercial dos espaços da arena de show e do hotel. O prazo de conclusão estimado é de 18 meses a partir do início das obras, que acontecerá assim que a Prefeitura de São Paulo emitir as licenças, alvarás e demais autorizações para a construção.

O projeto arquitetônico da cobertura é de autoria da empresa Projeto Alpha Engenharia de Estruturas, do engenheiro e especialista em estruturas metálicas Flávio D’Alambert, com a consultoria do renomado Ruy Ohtaque.

Arena multiuso e hotel

A arena multiuso visa receber um novo nicho de negócios para o clube: eventos para até 25 mil pessoas, demanda da cidade de São Paulo, que hoje não possui casas de espetáculos existentes para essa capacidade.

A arena ficará localizada em um ponto no qual nem o público nem o palco acesso ao gramado do estádio. Dessa forma, os shows não farão com que o estádio seja interditado para jogos devido à necessidade de montagem e desmontagem do palco.

O hotel terá quartos voltados para dentro e para fora do estádio. Os hóspedes poderão desfrutar de piscina coberta, equipamentos esportivos, centro de convenções para até três mil pessoas e acesso aos estádio e à arena.

Novo memorial e estacionamento

O novo memorial do clube terá o espaço ampliado para poder mostrar ao são-paulino grandes histórias dos 76 anos do São Paulo, um dos clubes mais vitoriosos do futebol brasileiro. Já o estacionamento vai ganhar mais vagas, partes delas destinadas ao estádio e divididas em dois andares. O restante das vagas ficará à disposição do hotel.

Sociedade de Propósito Específico (SPE)

Neste primeiro momento, o São Paulo FC e a Andrade Gutierrez vão assinar um memorando de entendimento que celebra a parceria entre o clube e a empresa. É com base nesse documento que a Andrade Gutierrez passa a ter legitimidade para buscar a aprovação das autoridades competentes e celebrar contratos com os demais parceiros do projeto.

A Andrade Gutierrez atuará como integradora do projeto para, juntamente com o clube, garantir sinergia e fluência nas negociações. A construtora será também responsável pelas obras.

O projeto não contará com aporte de dinheiro público, nem será investido qualquer valor proveniente do São Paulo Futebol Clube, seja do investimento direto do caixa do clube, seja pelo comprometimento de receitas atuais e/ou futuras. Os recursos serão viabilizados integralmente com receitas do próprio projeto, a partir de uma estrutura conhecida como Project Finance.

Após o término das obras, todo o complexo será administrado por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), durante todo o período de operação, após o qual todas as benfeitorias realizadas no estádio se reverterão em favor do patrimônio do São Paulo FC.

A SPE será criada para gerir o negócio e composta pelos parceiros investidores do projeto, responsáveis pelo aporte dos recursos necessários que serão recuperados durante o período de concessão do hotel e da arena multiuso.

Ao São Paulo FC caberá fazer a cessão dos direitos de superfície do estádio do Morumbi à SPE e garantir a livre utilização pelos parceiros durante o prazo da concessão, que ainda será determinado entre as partes.

Via Site Oficial

Vídeo Institucional

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Bastidores do anúncio da parceria para projeto de modernização do Morumbi

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Em Boca Fechada Não Entra Mosca

20/12/2011

Antes

Depois

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Morumbi Terá Cobertura e Hotel Por R$ 150 Milhões

20/12/2011

O São Paulo começa hoje a transformar um velho sonho em realidade. Com anúncio cheio de pompa, o clube formaliza o acordo com a empreiteira Andrade Gutierrez para a realização das obras para cobrir e modernizar o estádio do Morumbi e construir um prédio anexo, que servirá como hotel.

Pelo acordo, São Paulo não gastará com a cobertura ou com a construção do hotel

A parte final de uma reforma que já vem sendo tocada aos poucos há pelo menos três anos, com a construção de camarotes e aluguel a empresas, deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2013 e o orçamento inicial para esta fase da obra é estimado em cerca de R$ 150 milhões -metade de todo o gasto com a reforma do Morumbi.

Pelo acordo, que hoje será divulgado com a assinatura simbólica de uma carta de intenções, o clube não gastará com a cobertura ou com a construção do hotel.

Os custos ficarão a cargo da Andrade Gutierrez. Em troca, a empreiteira ganhará porcentagem nos lucros gerados pelo hotel (que deverá ser administrado pela Accor, dona de marcas como Ibis e Holliday Inn) e também nos eventos realizados na arena multiuso para 25 mil pessoas em uma parte do estádio, que também está nos planos da reforma e que tem a cobertura como ponto fundamental.

A arena, aliás, é uma das prioridades da diretoria. Ela terá o formato móvel, podendo ser montada e desmontada atrás de um dos gols, conforme a necessidade de utilização do estádio.

Segundo projeções dos são-paulinos, é a arena multiuso, que será gerida pela empresa de promoções de eventos XYZ, que fará com que a reforma valha a pena financeiramente.

A ideia é abrigar não apenas shows de música -como hoje já ocorre no Morumbi- mas ficar com um filão de eventos considerados de médio porte e que não têm um lugar próprio para serem realizados na cidade. Na gama de eventos estaria até mesmo o São Paulo Fashion Week, a semana de moda que acontece anualmente em São Paulo e tem apelo internacional.

Alfinetada. Para começar a obra, o São Paulo agora depende de uma reformulação na Lei de Zoneamento da cidade, a ser aprovada pela Prefeitura (leia mais no Metrópole, pág C1). A pressa são-paulina é para provar que o estádio teria condições de ser sede da Copa das Confederações, em meados de 2013.

Via Estadão

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Pra Tua Vergonha Rodar o Mundo: É Preciso Atravessá-lo

19/12/2011

Ainda estou bastante feliz com o massacre que assisti de manhã, exatamente 6 anos depois do dia que soltei meu grito mais forte lá no saudoso apartamento do Butantã.

Depois desse tapa na cara que o Barcelona deu em muita gente – e não to falando da torcida (?!) do santos – foi divertido demais ver os programas esportivos desesperados buscando culpados e assuntos pra encher a grade já que, por incrível que pareça, eles não tinham preparado o obtuário do time horroroso de Pará, Elano, Edu Dracena, Arouca, Rafael e outros que não sei o nome. Pior – eu concordo que esse time costuma ser o melhor do Brasil e conta com o melhor jogador daqui.

Enquanto o Flávio Gomes, da ESPN – sempre ela, fez um texto nota 8 e que vale a pena ser lido , os mongolóides da Sportv (lá não salva ninguém) comentavam que Edu Dracena é melhor que o Piqué, que o Barça teve sorte e que o time blaugrana não pegaria nem G4 num Brasileirão tão disputado como o nosso, como o Lédio Marmota no seu twitter.

Na ESPN, PVC e Mauro Cezar Pereira sentavam-se até do outro lado do estúdio pra não serem infectados pelas imbecilidades que um grisalho dizia. Entre as bobagens, atribuía 100% da culpa ao Muricy.

Cléber Machado, que mentiu até o nome da cidade que o time branco jogou a primeira partida pois, triste coincidência, tem nome de marca de carro (Toyota), passou os últimos 15 minutos de jogo discursando sobre o crescimento do futebol brasileiro e como tirar proveito daquele aborto da natureza que foi a vitória quase inesperada do Barcelona. Leu capítulos inteiros do Triste Fim de Policarpo Quaresma. Pra eles, o Barcelona só ganhou porque jogou “como os brasileiros”.

Se hoje caiu o mito de que “lá só tem Getafes, queria ver o Barça jogar aqui”, é porque esses caras, no fundo, sacaram que aqui só tem Getafes e que só 3 ou 4 times que chegam perto de um Sevilla. Nos balizamos pela merda.

Como cavalos em charretes, esses caras não enxergam a verdade, mentem, omitem, escondem e se negam a perceber o declínio do futebol daqui. Se aproveitam enquanto dá, parasitismo puro – até que vai chegar uma hora e vai entrar em colapso. Tem até data: Julho de 2014. Até lá, o golaço do Neymar contra o lixo do Santo André vai ser considerado o mais bonito do mundo, como se todo o futebol da Terra fosse um “bola cheia/bola murcha”. Até lá, vai ser uma injustiça tremenda o mesmo craque não disputar com o Messi o prêmio de melhor do mundo, com perebas como Xavi, Iniesta e Fábregas na frente dele, do Damião, do Liedson e do Guaraná Lucas.

Até lá, festas de premiação do campeão serão iguais à deste ano, denúncias não serão mostradas nos sites da globo, BOs de jogadores portando drogas serão modificados (e, por sorte, nunca mais fará exame anti-doping), contratos com jogadores bancados por empresa estatal serão considerados jogadas de mestre – mesmo que o contrato não tenha sido registrado na cbf e, por fim, considerado nulo depois de um mês, dirigentes de clubes que assume crimes, mentiras, alianças sujas, promoção de ódio e outras bobagens serão incensados quando ganharem alguma coisa e o índio médio brasileiro vai acreditar em tudo isso.

Até lá, Renato Mauricio Prado e Ricardo Perrone vão ter empregos pra contar mentiras, distorcer dados, propagar maldades e vai ter índio acreditando também.

– Vai acreditar que o Pelé faz tudo pelo time que o projetou, mesmo ele preferindo sair com a camisa do Cosmos na edição comemorativa dos seus 70 anos de uma revista inglesa.

– Vai acreditar que o Maguila tinha tudo pra ganhar do Holyfield.

– Vai acreditar que a fifa vai mostrar documentos que falam que seus donos são safados.

– Vai acreditar que o astronauta que deu um rolê bilionário pra plantar feijão é um herói.

– Vai continuar achando que aqueles carros da finada F1 chamam RBR, que o time de vôlei que tinha o escudo do São Paulo chamava Caxias do Sul, que o ricardo teixeira não aparecer no evento do lado do blatter foi um desencontro, que os times do Brasil estão realmente repatriando expoentes da Europa, que as festas das torcidas brasileiras, principalmente aquelas duas mais sofridas (tadinhas) fazem as festas mais bonitas do mundo e muitas outras mentiras.

O domingo desses caras só não foi mais humilhante que o fracasso do Rally que o Rubinho inventou no galinheiro.

Parabéns, Daniel Alves! Chupa, Santos e quem torceu por eles.

Até 2015 a gente volta ao Mundial pra deixar de ser o único Tri e nos tornarmos Tetra.

Via Creio em São Paulo

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16/12/1935 Nasce o Gigante: São Paulo FC

16/12/2011

Salve Soberania !

É dia de festa pra nação que mais cresce no país. Nação que carrega o manto sagrado, uma camisa singular e pesada. E não é pra menos: único clube do pais  HEXA CAMPEÃO BRASILEIRO dos quais TRÊS consecutivos, TRI-CAMPEÃO da LIBERTADORES e TRI-CAMPEÃO do MUNDO !!!

Hoje é o aniversário do Gigante das Américas. Soberano em glórias, odiado e combatido mas sempre vencedor. O clube que nasceu gigante, DNA do Paulistano, a máquina da era amadora do futebol brasileiro. São Paulo Futebol Clube, que foi fundado em 1930 e se tornou campeão já no ano seguinte em 1931. Se endividou, e teve que se fundir, renascendo oficialmente a exatos 76 anos.

Segue um pouco dessa história linda para comemorar este dia.

Abraços e Saudações Tricolores

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História

Entender como começou o São Paulo não é tarefa assim tão fácil. Não adianta querer resumir a história com ternura, como “fulano, sertano e alcatrano se juntaram, cada um escolheu sua cor preferida e assim nasceu o Tricolor”. Não.

Era começo do século XX, e nessa época as coisas eram enroladas. A trama essencial do enredo é a seguinte: em 1900, foi o fundado o Clube Atlético Paulistano (cujas cores eram branco e vermelho), time do mítico Friedenreich, equipe que ganhava tudo nas ligas amadoras das três primeiras décadas do século. Só que o clube não queria saber de profissionalizar seus jogadores e, então, decidiu acabar com o departamento de futebol. Outro clube, o Associação Atlética das Palmeiras (que era alvinegro), resolveu fazer o mesmo.  Em 1930, órfãos dos dois lados se juntaram para criar o São Paulo da Floresta – com o vermelho, o branco e o preto como suas cores.

O time que reunia dois dos maiores nomes da Proto-História do futebol brasileiro – Friedenreich e Araken Patuska – conseguiu seu primeiro título paulista em 1931 e fez história outra vez em 1933, quando venceu o Santos por 5 x 1 na primeira partida profissional de futebol do Brasil. Só que, como sempre, apareceu o dinheiro para complicar as histórias. Por causa de uma dívida, o São Paulo da Floresta teve que se fundir ao Tietê e finalmente, em 14 de maio de 1935, foi dissolvido. Só que a semente já estava plantada: 20 dias depois, em 4 de junho, um grupo de ex-sócios do São Paulo da Floresta assinou a criação do Clube Atlético São Paulo. Em 16 de dezembro daquele ano, o nome foi alterado para São Paulo Futebol Clube – e aqui sim começa de verdade nossa história.

Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, faz o primeiro gol de bicicleta da história

Ainda levou um tempo até que a versão definitiva do clube engrenasse, mas, quando isso aconteceu, foi para realmente passar a fazer companhia aos grandes Corinthians e Palestra Itália. Três fatos foram essenciais para isso: a fusão com ainda outro clube, o Estudante Paulista, em 1938; o arrendamento do estádio do Canindé e, em 1942, a primeira grande contratação de sua história. Por inimagináveis 200 contos de réis, com fama de “bonde” que já havia passado por sua melhor fase, chegou Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”. Se o melhor momento de sua carreira já havia passado ou não, pode-se até discutir, mas o fato é que, com o atacante, o Tricolor foi campeão paulista cinco vezes naquela década: em 1943, 45, 46, 48 e 49. Nas três últimas conquistas, contando com aquela que talvez tenha sido a linha média mais famosa do nosso futebol: os “Três Mosqueteiros” Rui, Bauer e Noronha.

Equipe do São Paulo no Paulista de 1957

Até então, tudo parecia estar caminhando muito bem, obrigado. Mas o São Paulo acabaria embarcando num sonho que, por polêmico que tenha sido à época, acabou gerando frutos até hoje. Decidiu-se correr atrás da construção de um grande estádio. E, em 1952, o então presidente Cícero Pompeu de Toledo inaugurou a pedra fundamental, no meio de um terreno que não poderia ser mais ermo e desabitado. “Loucura”,pensou a maioria. E isso porque, a princípio, alguns títulos ainda continuaram pipocando: os Paulistas de 1953 e, principalmente, o de 57 – capitaneado por duas lendas, o mestre Zizinho e Canhoteiro, o “Garricha do lado de lá”.

Foi bom aproveitar, porque o que se seguiu foi um jejum que fez do clube mais assunto entre o pessoal da engenharia civil do que o do futebol. A primeira etapa da construção do Morumbi foi inaugurada em 2 de outubro de 1960: vitória por 1 x 0 sobre o Sporting de Lisboa. Mas só dez anos e 70 milhões de dólares depois é que o sonho realmente virou realidade. Em 1970, a obra foi concluída.

 
Os ídolos tricolores Careca e Pedro Rocha

E, coincidência ou não, voltaram os títulos: em 70 – com Forlán, Roberto Dias e Toninho Guerreiro – e, no ano seguinte, já com dois monstros no meio-campo, Gérson e Pedro Rocha.

As coisas estavam ficando claras: o São Paulo era um dos grandes times do Estado e aquele com o maior estádio particular do mundo. Legal. Mas, estar na elite do futebol paulista ainda parecia ser pouco. Quando o Campeonato Brasileiro passou a existir, foi a vez de o time alçar vôos maiores, que foi o que aconteceu a partir da década de 70. Depois de dois vice-campeonatos – em 71 e 73 -, o título inédito chegou em 1977, em Belo Horizonte, na disputa de pênaltis. O Atlético-MG até que tinha mais time, mas o São Paulo tinha a garra de Chicão e os gols de Serginho Chulapa. Foi o primeiro passo para ter uma imagem de vencedor em todo o País. A década de 80 se responsabilizaria pelos passos seguintes: Oscar, Darío Pereyra, Falcão e os “Menudos” Careca, Silas, Müller e Sidney. Montar esquadrões virou praxe, e o bicampeonato brasileiro em 1986 deixou isso bem claro.

 
Telê Santana foi bicampeão mundial

O Estado de São Paulo, o Brasil e, finalmente, a América do Sul (e por que não o mundo?). A trajetória são-paulina seguiu essa lógica. Por causa dos títulos internacionais e da qualidade de sua infra-estrutura – especialmente o Centro de Treinamento da Barra Funda, construído em 1988 -, o São Paulo virou referência de clube brasileiro organizado e viu sua torcida inchar desmedidamente. Também, quem não ia querer torcer para o time durante a Era Telê Santana? Foram dois títulos consecutivos da Libertadores da América, cada qual seguido de um título da Copa Intercontinental, no Japão – primeiro contra o Barcelona, depois contra o Milan. Raí, Palhinha, Cafu, Müller – aquele São Paulo de repente passou a ser colocado na mesma frase que “Santos de Pelé” como esquadrões mais vitoriosos no País no exterior.

Só que o auge do sucesso internacional do São Paulo coincidiu com o crescimento rápido e descontrolado da tendência exportadora do futebol do Brasil: todo craque que se destacava aqui, imediatamente virava negócio para Europa.

 
Kaká em ação pelo São Paulo

Com isso, ser time de glórias passou a ser sinônimo de negociar jogadores: começou com Raí para o Paris Saint-Germain em 93. A partir dali, Juninho, Edmílson, Denílson, Kaká, Luís Fabiano… Todo mundo que ajudou o Tricolor a conquistar títulos durante a década de 90 e começo dos anos 2000 acabou partindo para a Europa.

Quando essa tendência deixou de ser tendência para ser a realidade do Brasil, o São Paulo foi o clube que melhor se adaptou: a fama passou a ser a de conquistar jogadores que atuam na Europa para se recuperar no CT bem equipado e a de contratar bem dentro das possibilidades do mercado. Veio o tri da Libertadores em 2005, coroado com um título daquele que agora era o Mundial de Clubes, contra o Liverpool – o auge da geração que tem como ícone maior o goleiro-artilheiro Rogério Ceni. Em 2006, 2007 e 2008, mais três títulos nacionais, para chegar a 6. A fama de clube organizado evoluiu: agora mais do que nunca, a imagem do São Paulo no Brasil é de time vencedor.

 
Rogério Ceni conquistou uma Libertadores, um Mundial e três Brasileiros

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