Archive for novembro \30\UTC 2011

Lembranças

30/11/2011

Salve Soberania !

Ontem foi o terceiro aniversário da passagem do ex-presidente Marcelo Portugal Gouveia. Estava pesquisando sobre a vida deste grande sãopaulino, que mudou a história do nosso clube e encontrei duas preciosidades.

A primeira é esta foto do eterno presidente ao lado do também eterno mestre Telê Santana. Então fiquei imaginando se estes dois personagens da história recente do São Paulo tivessem trabalhado juntos. Já pensou ?

O segundo achado é o vídeo de uma entrevista com o presidente, feita pelo antigo site Estação Tricolor, com algumas declarações bem interessantes. O MPG cita até o diretor de futebol na época: Juvenal Juvêncio.

Bom pra refrescar a memória da torcidinha que é massa de manobra da imprensa vendida…

***(*) ******(*)

Anúncios

Juvenal Exige: ‘Quero Espírito de Guerra Para Vestir a Camisa do São Paulo’

30/11/2011

Em entrevista exclusiva ao LANCENET!, entre outros assuntos, presidente falou  sobre o perfil dos reforços que busca e deu adeus à Libertadores

O presidente Juvenal Juvêncio, definitivamente, não está satisfeito com o desempenho do São Paulo na temporada. Do Morumbi, enquanto recebia Zico para oficializar a realização da oitava edição do Jogo das Estrelas em um dos seus maiores xodós, o mandatário atendeu à reportagem do  LANCENET! , por telefone, no início da noite de segunda-feira. Ele quer mudanças, que estão em andamento.

Para 2012 ser diferente, alterações vão acontecer. Leão, com quem tem acordo verbal para seguir, pode não continuar. Vai depender de conversas nos próximos dias. No elenco, mais de quatro vão sair e três ou quatro vão chegar. Juvenal quer postura diferente, com jogadores que possam dar liga ao lado dos pratas da casa. E já não acredita mais em vaga para próxima Santander Libertadores.

– Temos de trazer figuras mais experimentadas, com grande espírito de luta, de guerra, para dar uma encorpada, o que não encontramos em 2011. Este ano já passou – explicou o mandatário.

Juvenal sabe que outro ano fora da competição sul-americana é sinal de fracasso – precisa vencer o Santos e torcer por tropeços de Coritiba, Figueirense e Inter. Por isso, está incomodado. Pensava em manter Leão, mas já não tem certeza. Tem consciência de que não pode mais errar, até porque, a própria paciência está no limite. A escolha do comando e comandados para nova temporada tem quer ser certeira.

Na entrevista, o presidente ainda falou, entre outros assuntos, sobre Luis Fabiano, Andrés Sanchez, Morumbi, aposta nos jovens e demonstrou otimismo na melhora de suas decisões para voltar ao topo.

LANCENET!: O que achou de fazer o último jogo do Brasileiro em Mogi, em vez do Morumbi (Corinthians e Palmeiras vão jogar na capital, por isso a troca de estádio)? Juvenal Juvêncio: É algo que já tinha sido falado. Quem fosse disputar o título, teria vantagem e os outros iriam para o interior. Algo que valeria também para os outros estados. Foi o que me falaram. Foi uma norma, que o São Paulo não poderia descumprir. Deixei para o pessoal do futebol resolver. Aceitaram, vamos para uma casa que de vez em quando jogamos, gosto de lá. Não foi a melhor coisa que poderia acontecer, mas valeria para todos estados.

L!.: Contra o Palmeiras, mais uma derrota em clássico este ano. Por que só uma vitória (em nove confrontos) diante dos rivais?  J.J.: A repercussão pode ser maior ou menor. Foi um jogo em circunstâncias naturais, normais, 1 a 0, uma bola que entrou. O São Paulo precisava mais, mas não conseguiu. Como não tem conseguido durante toda a temporada. Tem jogadores importantes, mas a soma não corresponde à eficácia e o que se espera. Estamos conscientes de que não produzimos o que tinha de produzir. Fizemos escolhas individuais corretas, mas coletivamente não correspondeu. Vamos fazer algumas alterações para ver se ano que vem enquadra e a equipe encaixa.

L!.: O que fazer para ser diferente ano que vem? Vai contratar?  J.J.: Minha ideia é que saiam mais de três ou quatro, mas entrem três ou quatro, que possam vestir a camisa. Não vai chegar por chegar. Porque tenho uma produção excelente na base, fortíssima, com jovens talentosos. Gostem ou não, é um fato. Quem produz sabe do que estou falando. Tanto que temos o Lucas, que não dá para discutir, já é realidade e um grande jogador.

L!: O São Paulo precisa de uma combinação de resultados para ir à Libertadores. Como será ficar fora dessa competição?  J.J.: Quando peguei como diretor de futebol (entre 2004 e 2005) fazia 12 anos que não entrava na disputa e retornou. Depois, comigo na presidência (está desde 2006), foram sete seguidos. E agora não foi. Temos vivência nesse processo, somos quem mais foi e conhece a competição. Mas não é uma cibernética (ciência que estuda as comunicações e o sistema de controle não só nos organismos vivos, mas também nas máquinas), algo eletrônico, que aciona um dispositivo e dá resultado. É momento, algo inexplicável. Hoje, um time médio pode ser campeão e um valoroso não consegue. São momentos e não conseguimos fazer time de alto poder de competição, de guerra, de luta. Faltou isso aqui e acolá. Mas vamos tentar recompor. Sabemos que não é algo científico e que nós tivemos altos e baixos.

L!: Preocupa passar mais um ano sem títulos e, de quebra, novamente fora da Libertadores?  J.J.: Sem dúvida é algo a pensar. Mas na última década fomos magnos nesta competição. Temos a nossa base, que é forte. Todas Seleções de sub isso, aquilo… A CBF sempre chama três, quatro lá de Cotia. Com os jovens, podemos estar por um instante mal, mas a expectativa de virar é rápida. E tenho certeza de que isso vai acontecer logo.

L!: O que significa ficar fora da Libertadores e ver o rival Corinthians já garantido para sua terceira participação seguida?  J.J.: Futebol tem este tipo de inesperado, mas essas alternâncias não são tão chocantes. Quem esperava que o Corinthians fosse cair (em 2007)? É desejável? Claro que não. Nesses momentos tem que ter autocrítica e estamos tento. Acho até que ano que vem vamos conseguir voltar.

L!: No mercado, está difícil encontrar jogadores com as características que procura? J.J.: Já vi alguns perfis, mas os custos são muito altos e proibitivos. Então, estamos vendo se é viável, procurando, mas gosto de alguns.

L!: Pelo alto custo e dificuldades, pode gastar cifras parecidas com as investidas no início do ano no Luis Fabiano (R$ 17,5 milhões)?  J.J.: É difícil, acredito que não. Ali foi uma situação especial, precisávamos daquilo. Com um jogador com total identificação no clube.

L!: O Leão tem contrato até o fim do Brasileiro. Decidiu se ele continuará para o ano que vem, já que existe acordo verbal disso?  J.J.: Ainda não temos nada ajustado, finalizado. Vamos fazer uma análise, examinar, ver as consequências nos próximos dias, mas sem uma data. Não tem nada de especial no assunto. Vai ser examinado, sabemos que não ganhou grandes coisas, mas precisar ter um time, que em certo ponto está afobado, abalado. Sabemos que houve dificuldades, o que complica o trabalho.

L!: E quanto a reforços, algum está contratado? Paulo Miranda (Bahia) e Fabrício já (Cruzeiro) são reforços do São Paulo?  J.J.: Não tem nada concreto. São nomes falados, mas nada certo. Vamos aguardar esta semana para não confundir as coisas. Vamos respeitar os clubes com quem eles têm contrato, cada um com sua dificuldade e ainda em disputa no campeonato. Temos este respeito.

L!: Pode anunciar oficialmente alguma contratação logo depois do Brasileirão?  J.J.: Na próxima semana vamos começar com uma agilidade maior, um avanço mais agressivo.

L!: Mas já será contratado?  J.J.: Não para a semana que vem. Tem questões burocráticas, contratos, acertos que precisam ser feitos.

L!: A cota de TV aumentou (vai receber R$ 75 milhões). Pode ser um fator para ajudar na contratação de jogadores caros?  J.J.: Melhorou do ano que vem e a maioria pode até usar para contratações. Mas tem de pagar a conta deles também. Então, não é por aí. Vamos ver as necessidade e depois tomar a decisão. Existe a possibilidade em relação aos custos, mas é preciso tomar uma posição serena e firme. Teve o Luis Fabiano, mas fazemos uma análise. Não que não cometemos erros, o que pode acontecer. Então, vamos ver.

L!: O Morumbi garantiu a cobertura e está se modernizando. Recentemente, o presidente da Federação Paulista, Marco Polo Del Nero, disse que pode usar o estádio para Copa das Confederações. Vê esta possibilidade? J.J.: Temos sempre buscado fazer melhorias no estádio, porque é um patrimônio do São Paulo. Temos gente, existe um pensamento cultural de fazer sempre os avanços, sem visar isso ou aquilo. Não pensamos em nada disso. Queremos ter uma casa importante para tudo e assim vamos continuar.

Via Lancenet

***(*) ******(*)

Fasci Me Rir 1×0 São Paulo

28/11/2011

Era o dia para entrar de vez na zona de classificação para a Libertadores e depender apenas de si para garantir a vaga na última rodada. Mas, na tarde deste domingo, no Pacaembu, o São Paulo perdeu para o Palmeiras por 1 a 0, com um gol do volante Marcos Assunção.

Apesar do revés, o Tricolor segue com chances no Campeonato Brasileiro. Internacional e Figueirense, rivais por uma vaga, também perderam suas partidas na rodada. O Coritiba venceu e também chegou a 57 pontos. A diferença do São Paulo (que tem 56) para o trio é de apenas um ponto. Tudo será definido na última rodada do Brasileiro.

BOLA NA TRAVE

O técnico Emerson Leão entrou em campo com a escalação dos últimos treinos feitos no CT da Barra Funda. João Filipe voltou para a zaga são-paulina, enquanto Denilson e Wellington formaram a dupla de volantes. O camisa 5, inclusive, fez marcação individual no chileno Valdivia.

Ambas as equipes não tiveram muitas oportunidades ao longo da primeira etapa. Apenas uma perigosa para cada lado, primeiro com o Tricolor. Aos 32 minutos, o lateral-esquerdo Juan chutou de direita dentro da área, mas a bola bateu na trave do goleiro Deola.

Depois, no último lance do primeiro tempo, Rogério Ceni salvou o São Paulo. O camisa 01 fez excelente defesa em chute de Patrik, a bola ainda bateu no travessão. No rebote, Valdivia tentou de bicicleta, mas errou. Um primeiro tempo equilibrado no Pacaembu.

RESTA UMA CHANCE

Logo no início do segundo tempo, Luis Fabiano quase abriu o placar. O camisa 9 recebeu de Dagoberto e chutou cruzado. A bola passou muito perto da trave. O Palmeiras respondeu minutos depois, quando Valdivia recebeu livre na área, mas isolou na hora do chute.

Mas, aos 10 minutos, Marcos Assunção cobrou falta pela esquerda, ninguém desviou e a bola foi direto para o gol. Minutos após o gol palmeirense, Leão colocou em campo Rivaldo e Marlos nos lugares de Dagoberto e Cícero, respectivamente.

O São Paulo não se entregou. Aos 16, Juan cruzou e Piris, de cabeça, quase marcou, mas a bola bateu no chão e subiu demais. Já aos 22, Leão fez a última alteração e colocou a equipe no ataque. Willian entrou no lugar de Juan. O Tricolor buscou o empate, fez as jogadas, mas saiu de campo derrotado. No fim, Rivaldo foi expulso.

REAPRESENTAÇÃO

De folga nesta segunda-feira, o elenco são-paulino voltará aos treinos na manhã da próxima terça-feira, no CT da Barra Funda. Emerson Leão terá a semana livre para preparar o time diante do Santos, no próximo fim de semana, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 0 SÃO PAULO

Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 27 de novembro de 2011, domingo

Horário: 17 horas (de Brasília)

Público: 18.364 pagantes

Renda: R$ 225.556,00

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Herman Brumel Vani e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)

Cartões amarelos: Ricardo Bueno, Marcos Assunção e Gerley (Palmeiras); João Filipe, Denilson, Wellington e Luis Fabiano (São Paulo) Cartão vermelho: Rivaldo (São Paulo)

Gol: PALMEIRAS: Marcos Assunção, aos dez minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Deola; Cicinho (João Vitor), Leandro Amaro, Henrique e Gerley; Marcos Assunção, Márcio Araújo, Patrik (Chico) e Valdivia; Luan e Ricardo Bueno (Fernandão) Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan (Willian José); Wellington, Denilson, Cícero (Rivaldo) e Dagoberto (Marlos); Fernandinho e Luis Fabiano Técnico: Emerson Leão

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Marcos Assunção quebra jejum e afasta o São Paulo da Libertadores

Rogério e Valdivia se desentendem no Choque-Rei

Palmeiras usa ‘fator Assunção’, vence e atrapalha chances de Libertadores do São Paulo

São-paulino fala em “fiozinho de esperança” por Libertadores e pede luta

Palmeiras e São Paulo fazem ação de combate ao câncer de mama

Para Juan, São Paulo ainda sonha com Libertadores

Expulso, Rivaldo pode ter se despedido do São Paulo

Leão ‘culpa’ incompetência por distância da vaga na Libertadores

Árbitro quis colocar no currículo que me expulsou, acusa Rivaldo

Leão contesta derrota e considera gol de Assunção uma fatalidade

São Paulo e Santos é marcado para Mogi Mirim

São Paulo vê Libertadores distante

Rivaldo admite despedida do São Paulo, mas nega aposentadoria

Bastidores de Palmeiras 1 x 0 São Paulo

Leão: “Não merecíamos a derrota. Existiu uma igualdade”

Leão tem acordo para permanecer no São Paulo em 2012

Sub-15 vence, mas fica com o vice-campeonato Paulista

Sub-20 empata de forma espetacular com o Mogi Mirim e fatura o Paulista

***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x Museu, Brasileirão 2011, João Paulo II, Mogi Mirim, domingo, dia 04.12 às 17h00.

Libertadores 2012: Eu Acredito

27/11/2011

.

***(*) ******(*)

Após Um Mês de São Paulo, Leão Quer Mais: “Pena Que Está Acabando o Ano”

25/11/2011

Às 7h50, Casemiro e outros atletas já andavam uniformizados pelo CCT da Barra Funda, prontos para o treino que só começaria às 9 horas. O cenário demonstra como o clima do São Paulo mudou no último mês. Contratado em 24 de outubro, Emerson Leão ainda não teve a sequência de vitórias que desejava – foram dois triunfos, três derrotas e um empate até então -, mas alterou o que o presidente Juvenal Juvêncio mais queria ao trazê-lo: o ímpeto dos jogadores.

Não à toa, o técnico, uma hora antes do início das atividades, encontrou a reportagem da Gazeta Esportiva.Net no horário marcado com um aviso. “Vamos, vamos porque 8 horas não é 9 horas”. Sempre exaltando seu gosto por discutir futebol, estendeu o tempo combinado e falou por 37 minutos sobre o que já implantou no Tricolor com o mesmo fascínio com que cita o desafio de comandar um grupo jovem e o desejo de prorrogar seu contrato. “Os jogadores estão começando a confiar na equipe”, detecta.

Vinculado ao clube até o fim do Brasileiro, o treinador reitera seu trabalho individualizado de recuperação dos atletas, como quis Juvenal. Teve tempo até para poupar Rogério Ceni dos treinos e fazer de Luis Fabiano alvo de suas provocações, recebendo gols como resultado. Com ambos, crê poder conseguir a vaga na Libertadores que “salvaria o ano”.

Nas atividades coletivas, vai além dos polichinelos que descontraem seus treinos. Convicto de que, mesmo em caso de discordância, é necessário respeitar os mais velhos e a hierarquia, Leão, aos 62 anos, conta que cria inovações para manter o elenco estimulado – ou até para enganá-lo – e demonstra profunda irritação com quem se recusa a adquirir cultura, sugerindo até dicionário aos comandados.

São as alternativas de alguém que se orgulha por ser um “filho do futebol”, detalhista a ponto de parar a entrevista para xingar um falcão e ousado para discursar ao elenco com frases como “cabeça não é para dividir orelha, inteligência e cultura não ocupam lugar e ler um pouquinho não custa nada”. “Só os líderes, só os polêmicos resolvem”, falou Emerson Leão, entre sorrisos irônicos, neste bate-papo exclusivo.

Com só mais dois jogos garantidos no clube, técnico cita como mexeu com o brio de cada atleta neste mês

Gazeta Esportiva.Net: Neste mês no São Paulo, você repetiu bastante que está faltando aos clubes grandes perceber que engatar uma sequência de cinco ou seis vitórias não é tão difícil… Emerson Leão:Pelo menos não era.

GE.Net: Você conseguiu implantar essa ideia aqui? Leão: Quando você trabalha com objetivo definido, e não com o momento, tem que pensar a longo prazo. Como se pensa a longo prazo? Faz um planejamento e no dia a dia vai aplicando. Por exemplo: precisamos ganhar cinco seguidas, mas começa da primeira, depois tem a segunda. Não começo da quinta, inventando que tenho capacidade. Posso ter, mas tenho que prová-la no dia a dia.

GE.Net: Faltou isso no Campeonato Brasileiro? Leão: Foi geral. Tiveram picos interessantes, de seis vitórias, oito sem perder, daqui a pouco passa quatro sem ganhar… Esses picos, nas grandes equipes, não podem existir. Toda grande equipe tem que ter uma manutenção alta, trabalhar em um limite de porcentagem que vai levá-la sempre ao título. Quem trabalha com 70% chega a qualquer disputa, seja Copa do Mundo, Campeonato Paulista, Brasileiro, tiro ao alvo, cuspe, qualquer um. Com 70%, você está entre os finalistas.

GE.Net: Terminar o ano sem saber se vai para a Libertadores, fora da disputa pelo titulo, é pouco para o São Paulo? Leão: Minha ideia está mais do que definida. O ano passado não foi nada? Este ano não tem sido nada? Está na hora de salvar o ano. Só se salva o ano com uma classificação para a Libertadores, o que, para o padrão de grandes equipes, não só do São Paulo, é o mínimo.

GE.Net: Essa geração de jogadores foi condicionada a pensar que ganhar cinco seguidas é difícil? Leão: Não posso falar do passado, porque desconheço as maneiras de trabalhar que tinha o São Paulo. Mas a minha mentalidade é essa, meus conceitos são definidos e explico bem. O mais importante é ter um grupo que te acompanha no pensamento. Quando há a possibilidade e a felicidade de fazer parte da construção desse grupo, fica mais fácil. O que posso falar desse grupo? Nada. Hoje (quarta-feira) é 23 (de novembro), amanhã faz um mês que cheguei e é jogo sobre jogo, problemas de ordem médica, disciplinar, que toda equipe tem. Agora, tem perfil e perfil. Alguns gostam de um tipo, outros gostam de outro, mas o alvo principal é o mesmo, sempre.

GE.Net: Você falou em 70% e repete que é bom sempre buscar a perfeição, apesar de não ser possível atingi-la. Vemos isso nos treinos de finalização. Tem sido fácil lidar com os garotos nesse sentido? Leão:Sabe o que é? Quando começo a treinar, me envolvo com o negócio, entendeu? Então demonstro, porque foi aquilo que aprendi. Quando se é um produto do meio, filho do futebol, fica mais fácil conversar em uma linguagem. É isso que faço. Mas você precisa saber se seu método dá resultado e seguir em frente. Se não estiver dando resultado, procuro acrescentar alguma coisa diferente, para não cair em uma mesmice, em uma repetição que não leva a nada. Se bem que toda repetição melhora se você entender que não é só aquilo, que aquilo é só o bê-á-bá. Fui atleta do gol e, quando cheguei ao profissional, tinha obrigação de saber como deveria me postar com as mãos para receber a bola, como posicionar os pés para uma impulsão maior. Vai muito do interesse do aluno e, entre aspas, do professor em se aplicar. Tem coisa que você melhora se está todo dia repetindo. Se você repetir muita coisa já sabida, acaba sendo prejudicial. Talvez você encontre uma maneira diferente para conseguir o mesmo objetivo. Pode usar uma maneira diferente de treinamento para conseguir os mesmos resultados, afere de toda maneira.

GE.Net: Você insiste bastante em fundamentos e dá algumas dicas simples, como orientar o atleta a correr para o bico da área depois de bater o escanteio. Não tem muita coisa que o jogador já deveria saber? Leão: Deveria ser rotina. E se nunca ninguém ensinou? Agora no final do ano não faço isso, mas trabalho com a ficha do mês todinha de treinamento e entrego para o meu assessor de imprensa e para o meu diretor. O que acontece? O atleta pode montar a vida dele fora daqui, vai ter seu espaço reservado também e saber com antecedência o que vai fazer. Agora, sobre esse detalhe que você falou, quantos você já viu bater escanteio e correr naquele bico para a bola sobrar para ele? Com quantos a bola volta e ele está impedido? Quantos? Muitos. Não quero isso. Em vez de explicar que não é para ficar ali para não dar impedimento, faço outra função. Se rebater, a bola vai sobrar ali para ele. Às vezes, uso métodos um pouquinho diferentes para solucionar um problema que já vem ocorrendo.

GE.Net: Você identifica a origem do problema? Leão: Tem coisas que você pergunta: “por que você não faz isso”? Tem alguns que te respondem: “porque ninguém mandou”. Nem todos são autodidatas. Um exemplo grosseiro: você faz um jogador de vôlei se ele tiver boa estatura. Treina impulsão, com métodos chineses, alta repetição. Agora, no futebol, você aprimora, mas a criatividade pertence à individualidade. Cada um tem a sua dentro de um sentido coletivo.

GE.Net: A maioria do elenco fala que não fez porque você não mandou ou que não fez porque não sabe? Leão: Aqui não tive isso. Quando treinei no Japão, no começo, era assim: eu falava no domingo e o cara dizia que estava tudo bem, perfeito, e fazia. Aí você ia treinar na terça-feira e não fazia. “Por que você não fez isso?”. “Você não mandou!”. A origem japonesa não era de futebol, então você tinha que ensinar o íntimo dele a ter a resposta imediata e nem sempre isso é possível.

GE.Net: Quanto mais você trabalha com um grupo, mais essas coisas simples ficam automáticas? Leão:Vão ficando mais simples. É por isso que falo que o difícil de jogar futebol é porque precisa ser simples. Frescura pouca gente sabe fazer, principalmente na hora certa. Às vezes faz, mas na hora errada. Um beque faz frescura, perde a bola e aí? O que acontece? Está errado. O brasileiro joga muito paralelo, nunca em diagonal. O diagonal busca a ofensividade, o paralelo é alimentação. Não tem, joga ali.

GE.Net: Você comentou de zagueiro fazendo frescura… Leão: [Interrompendo] Não é bem frescura. É o uso de artifício técnico que o momento, a posição e o local físico não requerem. Gosto de beque rebatedor, porque já trabalhei atrás deles por 24 anos. Sei o que o goleiro pensa, entendeu? Quanto mais simples, melhor. Agora, a bola vem e “ah, sou técnico, sou não sei o quê”. Os culpados disso são Beckenbauer, Luis Pereira, que sabiam demais. Mas eles podiam fazer porque sabiam.

GE.Net: Você falou para o João Filipe esquecer o apelido de Blackenbauer? Leão: Ele tem o apelido de Beckenbauer?

GE.Net: Tem. Mas ele mesmo já disse que não conhecia o Beckenbauer e pesquisou na internet. Leão: Pô, só se ele é Beckenbauer black, né (risos)? Não, não falei sobre Beckenbauer com ele. Ele não conhece (o Beckenbauer) e eu já joguei contra (risos). Para você ver a diferença de conhecimento.

GE.Net: Você já conversou com ele sobre as arrancadas? Leão: Tem algumas ordens que não são conversas, e conversas que não são ordens. Tem hora que precisa dos dois na mesma pessoa. Aí, é questão de hierarquia.

GE.Net: E quando ele não cumpre a ordem? Contra o Bahia, você o orientou a ficar plantado na defesa e pouco depois ele pediu para sair após uma arrancada. Leão: Aí dou uma ferrada nele. Faz parte do mecanismo de aprendizado. Não é só passar a mão na cabeça, não. É assim, foi assim com os nossos pais. Tem uma música da Elis Regina [“Como Nossos Pais”] que diz que somos os mesmos, iguais aos nossos pais. No fundo, no fundo, somos os mesmos. Quando eu era garoto, meu pai falava de grandes goleiros, com uma grande paixão. Fui pesquisar. Eu o provocava: “esse aí não jogou nada, é um frangueiro danado”, só para brincar com ele. Fui buscar quantos jogos fez pela Seleção, quanto tempo foi titular, quanto não sei o quê. Eu buscava e falava: “pô, espera um pouquinho, esse aqui não jogou 10% do que joguei, do que estou jogando, e é famoso para c…”. Veja como uma coisinha diferente fazia de uma pessoa uma coisa maior. Não quero citar nomes, por ética, mas me lembro que diziam: “pô, o cara lá era bom, pegava a bola com uma mão só”. Pegava a bola com uma mão só? Já deveria estar errado… É uma série de coisas que você respeita por questão de hierarquia, sabe? Pesquisei quem era Antonio, Joaquim, Manoel, Sebastião, não vou falar os nomes. Eu dizia: “não devia ser assim”.

GE.Net: Você citou Beckenbauer e Luis Pereira. São nomes que os atletas de hoje não viram… Leão:Por isso que sou filho do futebol. Quando você escuta uma pessoa mais velha, não é porque é mais inteligente que você, é porque já viveu. Uma vez dei esporro em um postulante ao canudo de jornalista que criticou o (técnico Rubens) Minelli, que tinha sido o meu treinador. Eu já era treinador, para vocês verem o quanto o cara já tinha vivido. Falei: “pô, você não pode fazer isso, não tem direito de criticar, não o conhece. Você nem homem é”. Pô, ele ficou bravo comigo, devo ter arrumado um inimigo. Mas, meu filho, não faça isso, você não entende do riscado. Tem gente que acha que sabe futebol porque chutou uma bola. Nós, brasileiros, somos assim. Se vocês forem jornalistas políticos, terão que estudar muito para entender disso, o mesmo com automobilismo. Futebol, não precisa, todo mundo nasce sabendo nessa p… desse País, isso que é f…

GE.Net: É importante ter um “filho do futebol”, como você se definiu, ao lado dos garotos? Leão: Um filho do futebol caminhou por meandros em que outros nunca entraram, tem o ouvido acostumado com uma sensibilidade diferente. São trajetórias diferentes, caminhei por dentro desses meandros. Quem é de fora sabe o externo, o periférico. Agora, se é ex-atleta, um ex-atleta que fez faculdade, um ex-atleta que tem brilho próprio, um ex-atleta com uma boa coordenação, um bom diálogo, é lógico que vai levar vantagem. Às vezes, você é um grande jogador e como treinador não é bom, e às vezes é um atleta normal e passa a ser um bom treinador. As ramificações são variadas. Quando Falcão, Dunga, esses que nunca foram treinadores, começaram na Seleção Brasileira, é lógico que assustei. Mas pelo menos eles tinham uma coisa de bom: eram filhos do futebol.

GE.Net: Em uma entrevista coletiva, você falou em Brigitte Bardot e Elizabeth Taylor, atrizes dos anos 1950 e 1960. Essa transferência de cultura é importante, ainda mais em um elenco jovem? Leão: Claro que é. Quando estou em um diálogo e escuto uma palavra que não sei o sinônimo, vou lá estudar. Quando não sei uma coisa, digo: “pergunte qualquer coisa do futebol para mim”. Pela minha idade, é mais ou menos como ser um arquivo vivo, certo? Tem coisas que não sei, mas me deixa 24 horas e te respondo, porque vou pesquisar. É importante às vezes você falar e o cara “pô, o que o professor falou lá? O que é isso?”. Ele vai perguntar para o amigo, os dois não sabem, perguntam para um terceiro, até que um quinto acaba sabendo. Já ajudou, aumentou o vocabulário. É o que falo: se você aprender uma coisa por dia, já pensou? Quantos dias você vive? Quantas coisas você consegue aprender? Mas você não consegue aprender uma coisa por dia. Parece ridículo, mas você não consegue porque tem dia que você não lembra que precisa aprender alguma coisa. Jogador de futebol é isso.

GE.Net: Quando aparece alguma coisa nova, eles se perguntam mesmo? Leão: Eu perguntaria (risos). Mas eles perguntam, às vezes perguntam, sim. Às vezes eu gozo, falo uma coisa que sei que não sabem para buscarem um sinônimo, saberem que aquilo é aquilo. Se ele já sabe duas palavras para definir aquilo, significa que já sabe o que tem que fazer. É uma doutrina. Aquilo ali [aponta para o campo] é a prática. Lá dentro [aponta para os quartos da concentração]é parte teórica, visual. Tem para tudo.

GE.Net: Você chegou com rótulo de linha-dura e diz que não é. Por essas ferradas, como no João Filipe… Leão: [Interrompendo] Não citei o Filipe, não. Vocês que me perguntaram. Senão vai parecer que citei o nome dele como um problema e não é isso.

GE.Net: Você acha esse rótulo injusto? Leão: Não se deve formar opinião por terceiros, mas por conhecimento próprio. Sou bem prático. Se não gosto daquele cara e me perguntam o que acho dele, digo que não sou a pessoa adequada para falar. Por quê? Porque sou suspeito negativo para falar. Muita gente me conhece e muita gente não me conhece, mas é o seguinte: trabalho no futebol há 47 anos, com jornalistas todos os dias. Vai surgir uma área de atrito. Uns porque querem aparecer, outro por ser um jornalista marrom, cor-de-rosa ou não sei o quê. Não sou muito de levar para casa, essa é a verdade, nasci assim. Chamo atenção? Chamo. No dia a dia, falo alto por quê? Porque estão aprendendo. [Interrompe sua resposta olhando para uma das grades do CCT: “Pô, olha que belo falcão ali. Isso aí que mata os filhos do quero-quero, filho da p…”] Então, é mais ou menos isso. Não tenho rótulo nenhum, só o de cara honesto, o resto não está me importando. Procuro ser assim e às vezes desagrado. Às vezes levo um “não”, mas o “não” está bem do lado do “sim”. É igual dizer “pô, estou com saudades”. Saudades do quê? O único lugar que tem uma tradução para saudade é no dicionário português. Em nenhum outro tem, já fui pesquisar. É uma coisa própria do Brasil. “Ah, estou morando na Itália e estou com saudade do Brasil porque lá tem feijoada”. Tem que apanhar se falar isso, lá tem um monte de coisa que aqui não tem. Uma vez ouvi falar “ah, está difícil viver na Itália, lá não tem Danoninho”. Olha a ignorância que o cara falou! Ele não sabe que o Danoninho do Brasil vem da Itália. Tem coisa que não dá para aguentar, né? “Não gostei da comida da Itália, da França, e por isso quero voltar para o Brasil”. Tem que bater. Essas coisas não aceito, é pura ignorância. Falo para eles que a cabeça não é para dividir orelha. E isso é para mim também. Quando falo para um, falo para mim. Inteligência não ocupa lugar, cultura não ocupa lugar, ler um pouquinho não custa nada.

GE.Net: Em sua primeira passagem pelo São Paulo, você disse que quem trabalha há muitos anos com futebol e não tem problemas é covarde. Leão: [Interrompendo a pergunta] Falei isso? Então vamos classificar esse covarde. Na época, talvez tenha sido mal colocado. O covarde que digo não é um covarde na acepção da palavra, é um covarde do esporte, que não põe a cara para bater, não toma as decisões. É um atleta que não insiste em uma jogada por ter medo de errar.

GE.Net: Na sua função, não ser covarde é ser franco? Leão: Isso é o mínimo. Ser franco, honesto e verdadeiro hoje é motivo de elogio. Nunca vi isso! Para mim, é obrigação.

GE.Net: O Rogério Ceni estava jogando há 133 partidas seguidas, às vezes com dor. Com essa sua postura, você conseguiu convencê-lo de que era melhor descansar dois jogos em uma reta final? Leão: Mas é óbvio! Ele estava prejudicando a si próprio. Em compensação, dei uma colher para ele de não precisar estar toda hora no campo. Estamos no final do ano e ele teve a infelicidade de ter uma contusão em um lugar que já operou [tornozelo esquerdo]. Por ser o profissional que é e por faltarem só dois jogos, não preciso mostrar que ele treina igual aos outros, como faço com o Rivaldo. Tem momento para tudo. Ele vai descansar, faltam esses dois jogos e aí vêm as férias, um mês. É uma questão não só de inteligência, dele também, mas às vezes até de ordem. “Ah mas…”. Não, vai lá [aponta para o Reffis] e depois volta. Quando o menino [Denis] jogou em São Januário [0 a 0 contra o Vasco], na entrevista logo depois do jogo me perguntaram: “ele fechou o gol, não sei o quê, o Rogério está machucado, o que vai acontecer quando ele voltar?”. Vai ser escalado. Acabou, está resolvido, não vou ficar empurrando com a barriga. Não sei ser muito político, sabe?

GE.Net: Faltava esse estalo de “calma aí, Rogério”? Leão: Não, não é estalo. É necessidade. O Rogério foi até onde ele podia. Para ele pedir para sair [do jogo contra o Libertad], é porque está doendo para caramba. E eu não queria perder uma substituição, como aconteceu no Paraguai. Por sinal, não estou com direito a nada aqui, né? Ou o cara vai expulso ou sai machucado e tenho que substituir. Apenas estou substituindo e não usando meu banco para uma atitude diferente. Em todos os jogos, todos.

GE.Net: Dá para creditar a você a evolução do Luis Fabiano? Leão: [Contrariado]Como ele é uma evolução minha?!

GE.Net: Nos treinos, de vez em quando você soltava provocações, ironizando o apelido de Fabuloso após erros em finalizações… Leão: [Abriu um largo sorriso] No ouvido dele também, falo muito. Para o cara render, ele tem que se sentir bem. Se está rabugento ali dentro, não está se sentindo bem. Vamos tirar a rabugice dele. Como? Aproximando-se dele, em um diálogo. Com o Dagoberto e o Rivaldo é a mesma coisa. Você percebeu que parou a onda em jornal? O Cícero pôs o bico de fora e já falei “vou cortar, esse bico não me serve”. Fomos conversando. O cara pensa: “o treinador é exatamente o que ele fala para nós”. Quando os jornalistas começam a saber das coisas, eles [jogadores] já sabem. Não escondo nada deles, e é na frente de todo mundo. “O treinador é transparente, fala e cumpre, dá para acreditar nele” [falando como se fosse um jogador seu]. Na hora de chegar junto, chego junto. Na hora de brincar também, mas dentro do treinamento. Não é brincar, é relaxar para o stress não chegar, entendeu?

GE.Net: Tem dado certo? Leão: Acho que dá. Pelo menos tem sido assim em 47 anos…

GE.Net: O São Paulo já está menos rabugento? Leão: O São Paulo?! Pô, os caras falam que rabugento sou eu (risos)! Uma coisa é evidente: eles estão começando a confiar mais na própria equipe. Pena que vai acabar o ano. Pena que só faltam duas partidas para acabar. Duas partidas que fazem o ano, isso é muito perigoso. Não estou preocupado com a última, estou preocupado com a penúltima. A última é a última, é sim ou não. Só posso ter a última se eu tiver a penúltima. Esse é o problema maior.

GE.Net: Como estão as dívidas dos clubes com você? Leão: Só um me deve, o Goiás, que me deu quatro cheques e sustou os quatro. Está na Justiça, vencemos na primeira instância, eles correram para a segunda, vamos vencer, vão correr para a terceira. É a vida de quem empurra com a barriga. O Sport está me pagando. Descontei 50% da dívida que eles tinham comigo e dividi em 40 vezes (risos). O que vou fazer? Pô, demorou uns 15 anos para me pagar. O que vou fazer? É cultura nossa.

GE.Net: E o Romário como deputado? Leão: Gosto dele como deputado da mesma maneira que gostava como jogador de futebol. Quando ele decide, fala. É isso que se espera de uma pessoa. Não gostei, falei. Tem corrupção, apontei. Tenho que votar, votei. Não fique escondido atrás da penumbra. Aliás, vocês sabem o que é penumbra, né? É um lugar onde o sol entra gradualmente. Tem cara covarde, como vocês falaram. Não bota a cara para bater, não toma sol, jamais vai sentir o prazer de ser moreno. Se vocês querem conquistar alguém e não chegam perto, ela não vai saber. É preciso correr o risco. Só os líderes, só os polêmicos resolvem. Eles determinam as leis, são empreendedores, porque não têm medo de correr certos riscos. É lógico que quem corre certos riscos vai ser muito mais falado. Você tem que saber controlar isso.

*especial para a GE.Net

Rapidinhas do Lina

23/11/2011

Nilmar e Amauri – Dois ilustres sãopaulinos que estão na mira do São Paulo para 2012. Um deles poderá fazer dupla de ataque com o Fabuloso na próxima temporada. Deixo aqui e aqui, dois vídeos pra gente já ir imaginando como vai ficar a máquina trituradora de travecos no próximo ano.

Taison – Este também é um nome ventilado nos bastidores para o ataque Tricolor, mas sei lá, não sinto firmeza nesse jogador.

Adilson e Leão – Considero que o maior erro do JJ na temporada, foi trazer o Adilson Batista para dirigir o time. A derrota para o Avaí pela copa do Brasil, sob o comando do PCC, foi o sinal ignorado pelo presidente que era hora de mudanças. Ali era o momento de colocar o Leão na cena e não o AB ( PCC foi mantido, apesar da derrota e posteriormente demitido depois de uma sequência de 3 derrotas consecutivas ). Nossa história neste campeonato poderia ter sido outra caso o timing do presidente não estivesse tão atrasado…

Diferentes – Podem falar o que quiser, podem nos chamar de arrogantes e o que mais o bloco da inveja costuma inventar, mas a verdade é que nós não somos iguais aos outros. Em nossos momentos de crise lutamos por vaga na Libertadores, já quando a crise é nos outros, a luta é pra não cair.

Fasci Me Rir – Que coisa patética. Sabe qual é o objetivo do Guarani da Turiassú neste final de ano ? Atrapalhar o São Paulo e os Travestis na reta final do campeonato brasileiro. Até aumentaram o bicho para motivar a porcada. A intenção da diretoria verde é deixar a “torcida que mais encolhe no mundo”, mais feliz no Natal. Amigos, o dia em que o São Paulo deixar de ser time que luta por título pra ser pedra de tropeço para os outros, eu nunca mais visto o manto na minha vida. Vai ser ridículo assim lá na Pompéia !

Dois jogos valendo a temporada – Como se vê, o Fasci Me Rir vai querer dar o ar da graça, já o Museu pode poupar seus principais jogadores ( subentende-se Neymar e Ganso, porque o resto é tudo comum ) para o mundial interclubes,  o que pode ajudar o Tricolor.

Muricy – Como será que fica o Muricy nesta situação né meu ? Todo mundo no Museu sabe que o cara é sãopaulino, tem história no Morumbi, mesmo sendo um profissional do futebol. Então se ele resolve tirar as feras, vão dizer que é pra ajudar o São Paulo, por outro lado se ele decide deixar os caras pra jogar contra o Tricolor, meio que tentando demonstrar que quer o melhor para o clube da praia , ele corre o risco de ter algum jogador machucado – como aconteceu com o Adriano, volante do Museu que sofreu grave contusão e pode não jogar o mundial. Contra o Bahia, a diretoria peixeira “sugere” que o treinador entre com um time misto pra evitar situações semelhantes. Esta deve ser a tendência contra o Tricolor.

Frase do século – “Eu não vejo a hora de sair dessa merda”. Andrés Sanchez, presidente dos Travestis falando a respeito do fim do seu mandato. Se o presidente falou, quem somos nós pra discordar não é mesmo ?

Quem disse que Travesti não tem história ? – Vamos voltar lá atrás pra conhecer um pouco mais das peripécias da Pandora. Em 1977, enviaram um emissário para o falecido árbitro Dulcídio Vanderlei Boschilla, sugerindo um dinheirinho para facilitar contra a Ponte Preta no paulistinha. Era a fila. O árbitro conhecido pela honestidade, botou a boca no trombone. Em 1982, um dirigente travesti foi flagrado em conversas da máfia do apito. Em 2000, na taça João Havelange, terminaram o campeonato em penúltimo lugar, mas não disputaram a segundona no ano seguinte. Como prêmio, ( além do presente de não serem rebaixados ), foram escolhidos pela Traffic para disputar o torneio de verão no mesmo ano ( aquele, que elas dizem que é mundial ). Vale lembrar que o campeão da Libertadores de 1999 foi o Fasci Me Rir e o campeão da libertadores e mundial naquele ano de 2000 foi o Boca Júniors. Vão dizer que a FIFA referendou. Como se a FIFA tivesse moral pra referendar qualquer coisa. Em 2005 no Zveitão, tiraram na mão grande o título do Internacional, remarcando jogos, por causa de um suposto esquema de arbitragem envolvendo o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho. Não contentes com isso, ainda deram uma ajudinha no confronto direto, com aquele penalti do Fábio Costa não marcado em cima do Tinga e pasmem, com a expulsão do jogador. Márcio Resende de Freitas era o nome do homem de preto. Em 2010, tivemos tantos lances de arbitragem pró-Travestis, que até um dossiê foi feito para denunciar a imundície. Agora em 2011, prestes a conquistar mais um campeonato brasileiro ( isto se não amarelarem ), o que vimos no decorrer do ano foram convocações muito convenientes sempre às vésperas de confrontos chave, as velhas arbitragens tendenciosas e por fim, no último instante, a “justiça” desportiva dando o seu show de bizarrices anual. O tal de Sheik, expulso em uma partida contra o Bahia dia 24.09 e que deveria cumprir suspensão automática contra o Atlético-MG, esteve a disposição para jogar nas quatro partidas seguintes graças a um efeito suspensivo. Achou muito ? O STJD resolveu adiar o julgamento para o dia 1 de dezembro, quando o Travestiminho pode já ser campeão…

Internacional, campeão brasileiro de 2005 Aqui, o Dualib confessa e concorda.

Aos amigos as batatas – E não adianta se revoltar nem contra o clube da marginal, contra o STJD, contra a arbitragem e o que mais foi usado pra beneficiá-los. Por trás desse sistema corrupto tem alguém que comanda o jogo, dando facilidades aos amigos e aos que não se aliam, as dificuldades. Receita e Polícia Federal já estão investigando esse sujeito, espero que sem interferências externas e nem pressões políticas. Infelizmente, esse lixo é o fiel da balança do futebol brasileiro…

Precisa ser contado – Toda essa sujeira, assim como a história do Privadão, vão virar post em breve.

***(*) ******(*)

Libertadores 2012: Ainda Há Chances

20/11/2011

Pelo menos matematicamente ainda existe a possibilidade de classificação para o torneio, mas vamos precisar de um milagre.

Então vamos secar.

Vejam como ficou o campeonato depois da rodada deste domingo:

Próximos jogos de cada clube:

(F) = Fora, (C) = Casa

Small Club:  Figueirense (F) 27/11; Palmeiras (C) 04/12.

Vasco:  Fluminense (F) 27/11; Flamengo (C) 04/12.

Fluminense: Vasco (C) 27/11; Botafogo (F) 04/12.

Internacional: Flamengo (F) 27/11; Grêmio (C) 04/12.

Figueirense: Corinthians (C) 27/11; Avai (F) 04/12.

Flamengo: Internacional (C) 27/11; Vasco (F) 04/12.

São Paulo: Palmeiras (F) 27/11; Santos (C) 04/12.

Relacionados

São Paulo brigará contra retrospecto ruim nos clássicos

***(*) ******(*)

Big Mac: A Cozinha Está Suja

20/11/2011

Trabalho escravo no McDonald’s ?

***(*) ******(*)

São Paulo 3×1 América/MG

20/11/2011

Luis Fabiano tem 123 gols com a camisa do São Paulo. Destes, 67 são no Morumbi, em apenas 78 gols. O estádio é a casa do Fabuloso. Lá, o camisa 9 faz o que quer. Sobrou para o América-MG. Na noite deste sábado, o atacante fez dois gols (e deu uma assistência) na vitória por 3 a 1, pelo Campeonato Brasileiro.

Neste retorno ao clube, Luis Fabiano já marcou cinco gols, todos no Morumbi, comprovando seu ótimo rendimento no local. Gols que ajudaram o Tricolor Paulista a seguir sonhando com uma vaga na Copa Libertadores da próxima temporada.

Com 56 pontos, o São Paulo entrou no G-5 do Brasileiro, ao menos até este domingo, quando Internacional (54) e Botafogo (55) vão se enfrentar. Mais do que os três pontos, o Tricolor voltou a mostrar um bom futebol, com toque de bola e vontade na marcação, provando que o time quer sim uma vaga na Libertadores.

FABULOSO FAZ DOIS…

Com muitos problemas no meio de campo, Emerson Leão confirmou Jean e Cícero como volantes, além do sistema ofensivo com Lucas, Dagoberto, Fernandinho e Luis Fabiano. E o quarteto deu muito trabalho ao goleiro Neneca nos 45 minutos iniciais.

O primeiro foi Luis Fabiano. Após um chute de fora da área, o camisa 9 obrigou Neneca a se esticar todo para defender. Depois, com um petardo de fora da área, Lucas também exigiu bastante do goleiro adversário. Mas de tanto tentar a bola entrou. E duas vezes.

Aos 25 minutos, Dagoberto bateu escanteio e Fabuloso subiu mais que os zagueiros mineiros para abrir o placar no Morumbi. Já aos 42 minutos, Lucas fez ótima jogada pela direita e tocou com categoria para o camisa 9. Dentro da área, ele não perdoa. Soltou a bomba para marcar o segundo no jogo.

… E DÁ ASSISTÊNCIA PARA GOL

O Tricolor voltou do intervalo com o mesmo ímpeto do primeiro tempo. Logo aos seis minutos, após boa jogada de Fernandinho, Luis Fabiano deixou Juan livre dentro da área para fazer o terceiro gol do São Paulo na partida, o quatro do lateral-esquerdo nesta temporada.

Mas, após o gol, o zagueiro Xandão foi expulso de campo. Com isso, aos 12, Emerson Leão teve de colocar o garoto Bruno Uvini na vaga de Fernandinho. O São Paulo seguiu com mais posse de bola, mas o América diminuiu aos 35 minutos com Alessandro.

Com o resultado praticamente garantido, o Tricolor brecou o ritmo do jogo e administrou a vantagem construída. Uma vitória muito importante que deixa a equipe viva dentro do Campeonato Brasileiro. Faltando apenas duas rodadas para o fim da competição, o Tricolor é forte candidato a uma vaga na Libertadores.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino está de folga neste domingo e só voltará a treinar na manhã da próxima terça-feira. O São Paulo volta a campo no próximo domingo diante do Palmeiras, no Pacaembu. No primeiro turno, em duelo realizado no Morumbi, as equipes ficaram no 1 a 1.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 1 AMÉRICA-MG
 
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 19 de novembro de 2011, sábado
Horário: 19 horas (de Brasília)
Público: 8.670 pagantes
Renda: 197.182,00

Arbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA-RJ)
Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia (Fifa-RJ) e Lilian da Silva Bruno Fernandes (RJ) Cartões amarelos: Luis Fabiano e Lucas (São Paulo); Dudu e Kempes (América-MG) Cartão vermelho: Xandão (São Paulo)

Gols: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 25 e aos 42 minutos do primeiro tempo; Juan, aos seis minutos do segundo tempo AMÉRICA-MG: Alessandro, aos 34 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, Xandão, Rhodolfo e Juan; Jean, Cícero, Lucas e Fernandinho (Bruno Uvini); Dagoberto (Rivaldo) e Luis Fabiano (Casemiro) Técnico: Emerson Leão

AMÉRICA-MG: Neneca; Micão, Gabriel e Everton Luiz; Marcos Rocha, Dudu, Gláuber (China), Rodriguinho (Alessandro) e William Rocha (Rodrigo); Kempes e Fábio Júnior Técnico: Givanildo Oliveira

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Luis Fabiano aproxima Tricolor da Libertadores e Coelho da Série B

Fabuloso brilha, São Paulo rebaixa América-MG e entra no G5

Luis Fabiano desequilibra, São Paulo vence o América-MG e ‘dorme’ na Libertadores

Luis Fabiano brilha, São Paulo vence e sonha com Libertadores

Luis Fabiano brilha, São Paulo vence América e assume 5ª posição

Com São Paulo de volta à zona da Libertadores, Rogério Ceni diz que ‘falta rezar um pouco’

Muito mais perto de primoroso…

Luis Fabiano valoriza espírito guerreiro e fala em duas finais para “salvar o ano”

Leão nega repetir esquema super ofensivo no clássico contra o Palmeiras

Luís Fabiano: ‘Eu tenho alguma coisa com esse estádio’

Leão sobre usar quarteto nos clássicos: ‘Nem pensar’

Após vitória, Leão revela conversa ‘salvadora’ no CT

Lucas e Luis Fabiano apontam “mão solta” do árbitro e levam bronca

Rogério Ceni “sofre” para conseguir jogar com uniforme certo contra o América-MG

Leão elogia atuação em vitória e revela conversa importante

Com mais dois gols, Fabuloso vibra com atuação no Morumbi

“Fabulosinhas” roubam a cena na noite do papai artilheiro

Suspenso, Lucas está fora do clássico contra o Palmeiras

Fora contra o Palmeiras, Lucas perde mais um clássico

Sub-15 perde primeiro jogo da final do Paulista

Sub-20 começa luta por mais um título Paulista

Rivaldo deixa o futuro em aberto no São Paulo: “só vou falar no momento certo”

Rivaldo sobre renovação: ‘Meu futuro pertence a Deus’

***(*) ******(*)

Próxima Partida: Fasci Me Rir x São Paulo, Brasileirão 2011, Pacaembú, São Paulo, domingo, dia 27.11 às 17h00.

Não Merece Vestir o Manto

18/11/2011

Especula-se nos bastidores que “isto ai” pode vir para o São Paulo como moeda de troca para liberar o Dagoberto em janeiro.

Tudo bem, precisamos de mais vontade, mas com caráter.

Espero que não venha.

***(*) ******(*)

Atlético/PR 1×0 São Paulo

17/11/2011

Um gol logo no início e nada mais. Foi o assim a partida na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada. Com um gol aos dez minutos, o Atlético-PR bateu o São Paulo por 1 a 0 e manteve o tabu de jamais ter perdido para o Tricolor em seu estádio.

Com a derrota, o São Paulo permanece com 53 pontos e pode se distanciar da zona de classificação para a Copa Libertadores de 2012. Até o início da rodada, a diferença para o G-5 era de apenas dois pontos. Faltando três rodadas, entretanto, ainda é possível sonhar com esta vaga.

GOL DO ADVERSÁRIO

O técnico Emerson Leão entrou em campo com a formação do coletivo da última terça-feira. Com isso, Fernandinho e Willian foram os atacantes, enquanto Denilson ficou com a vaga de Luiz Eduardo. Mas o Tricolor não deu sorte nos primeiros minutos de jogo na Arena da Baixada.

Logo aos dez minutos, o atacante Guerrón recebeu livre pelo lado direito do ataque atleticano e chutou forte na saída do goleiro Rogério Ceni. Apesar do gol, o São Paulo não recuou, mas viu um adversário melhor durante toda a primeira etapa. Ceni, por duas vezes, teve de fazer ótimas defesas.

Lá no ataque, Fernandinho, pela esquerda, tentou fazer algo para empatar, mas em vão. Cícero e Carlinhos, com chutes de longe, também buscaram o gol adversário, mas a bola subiu muito. O camisa 20, com dores na perna direita, teve de sair para a entrada do volante Casemiro.

DERROTA NA ARENA

Para buscar o empate, Emerson Leão fez as últimas mudanças no time. Aos 13 minutos do segundo tempo, Rivaldo e Marlos entraram nos lugares de Casemiro e Fernandinho, respectivamente. Aos 18, Lucas tentou um chute pela direita, porém sem muito perigo ao goleiro do Atlético-PR.

Minutos depois, a principal chance do Tricolor. Rivaldo deu ótimo passe para Jean que, de esquerda, obrigou Renan Rocha a se esticar todo para defender. O São Paulo melhorou na partida e ficou com mais posse de bola, mas ainda faltava encaixar um bom ataque na etapa final.

Aos 29, após boa troca de passe entre Rivaldo e Lucas, o camisa 7 chutou forte e quase marcou. Aos 34, Rivaldo subiu para cabecear dentro da área e se chocou com Rena Rocha. Um lance muito duvidoso, mas o árbitro Pablo dos Santos Alves nada assinalou. O Tricolor seguiu tentando, mas foi derrotado mais uma vez na Arena da Baixada.

VOLTA PARA A CAPITAL

O elenco são-paulino retorna na tarde desta quinta-feira para São Paulo. Às 15h30, Emerson Leão comandará um treino no CT da Barra Funda. No próximo sábado, o Tricolor Paulista receberá o América-MG, no Morumbi. Luis Fabiano, suspenso contra o Atlético-PR, estará de volta ao time.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 1 x 0 SÃO PAULO
 
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 16 de novembro de 2011, quarta-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)

Árbitro: Pablo dos Santos Alves (ES)

Auxiliares: Fabiano da Silva Ramires e Jose Maciel Linhares (ambos do ES)

Cartões amarelos: Nieto, Deivid, Paulo Baier (Atlético-PR); Lucas, Casemiro, Rhodolfo, Denílson e Marlos (São Paulo)

Gol: ATLÉTICO-PR: Guerrón, aos 10 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Renan Rocha; Wendel, Manoel, Gustavo Araújo e Héracles; Deivid, Marcelo Oliveira, Marcinho (Renan Foguinho) e Paulo Baier (Branquinho); Guerrón (Adaílton) e Nieto.  Técnico: Antônio Lopes

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Xandão, Rhodolfo e Cícero; Wellington, Denilson, Carlinhos Paraíba (Casemiro) (Rivaldo) e Lucas; Willian José e Fernandinho (Marlos). Técnico: Emerson Leão

Via Gazeta Esportiva

Melhores Momentos

Relacionados

Apático, São Paulo cai contra o Atlético-PR e perde chance de colar no G-5

Atlético-PR vence o São Paulo e mantém tabu na Arena

Furacão mantém tabu, complica o São Paulo e segue respirando

Atlético-PR respira e São Paulo vê Libertadores mais distante

Leão aprova atuação e diz que rivais rezaram para manter resultado

Após derrota, Leão elogia produção e diz que São Paulo ficou “em cima o tempo todo”

Nós entramos apáticos, diz Lucas após derrota do São Paulo

Marlos: “Tentamos, mas precisamos nos impor mais”

Mesmo com derrota, Leão afirma: ‘Segundo tempo foi primoroso’

A mesma praça, o mesmo banco…

Mudanças não trazem resultado, e Leão apresenta aproveitamento pífio no São Paulo

Apesar da derrota, Leão aprova segundo tempo do São Paulo

“Quem viu o jogo não acredita que foi 1 a 0 para o Atlético-PR”

Lucas reclama da apatia no começo do jogo, mas exalta o 2º tempo

Dagoberto assiste do banco à derrota, e empresário insinua haver veto da diretoria

Agente de Dagol insinua interferência de Juvenal na escalação

Dagoberto não sai do banco na Arena e agente defende: “Ele nunca se omitiu”

Artilheiro do time no ano, Dagoberto é ignorado por Leão

Com lesões e suspensões, Leão terá dificuldades para armar meio-campo

No São Paulo, Wellington e Denilson estão fora contra o América-MG

Fabuloso reforça o Tricolor diante do América-MG

***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x América/MG, Brasileirão 2011, Morumbi, São Paulo, sábado, dia 19.11 às 19h00.