São Paulo 1×0 Libertad

São nos momentos difíceis que os grandes jogadores aparecem. Luis Fabiano ficou sete meses se recuperando de uma grave lesão. Demorou quatro jogos para fazer seu primeiro gol e as críticas já começaram a parecer para Fabuloso.

Mas o camisa 9 faz jus ao apelido. Ele voltou. O dono da 9 voltou. Depois de tanta espera e ansiedade, Luis Fabiano fez o primeiro gol no retorno ao São Paulo e de quebra garantiu a vitória sobre o Libertad (PAR) por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Morumbi.

Com o resultado, o Tricolor jogará pelo empate no jogo da volta pelas oitavas de final da Sul-Americana. São Paulo e Libertad se enfrentarão no próximo dia 26 de outubro, no Paraguai. Quem avançar de fase pegará a LDU, do Equador, nas quartas de final.

NADA DE GOL
Na volta ao cargo de técnico interino do São Paulo, Milton Cruz contou com os retornos de Juan e João Filipe, que estavam suspensos na última rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso, a equipe que entrou em campo diante do Libertad foi praticamente a mesma do último jogo.

Lá na frente, o trio ofensivo foi composto por Lucas, Dagoberto e Luis Fabiano. Eles foram municiados por Wellington, Denilson e Cícero. E foi justamente do camisa 16 o primeiro lance de perigo. Aos 16 minutos, ele aproveitou o rebote e soltou a bomba, obrigando o goleiro paraguaio fazer difícil defesa.

O primeiro tempo não teve muitos lances de perigo. Nem para o São Paulo, nem para o Libertad. Mas, em casa, o Tricolor foi mais ao ataque. E quase abriu o placar com Rhodolfo, que cabeceou muito perto do gol. Porém, na etapa inicial, foi apenas isso.

FABULOSO DECIDE
O segundo tempo começou com o Tricolor no campo adversário, mas ainda sem encaixar um ataque de perigo. Lá atrás, Rogério Ceni teve de salvar o time, aos 13 minutos, quando os paraguaios chegaram com perigo dentro da área e o goleiro fez ótima defesa.

Aos 17, Milton Cruz fez as primeiras alterações. Colocou Marlos e Casemiro nos lugares de Cícero e Denilson, respectivamente. As mudanças deixaram o São Paulo ainda mais no ataque, pressionando o adversário.

E são nessas horas que aparecem os artilheiros. E apareceu em dose dupla no Morumbi. Com um toque sútil de cabeça de Dagoberto, Luis Fabiano dominou dentro da área e soltou a bomba para marcar seu primeiro gol neste retorno ao clube. Explosão da torcida. No fim, Rivaldo entrou no lugar de Lucas. Vitória são-paulina. Festa para Fabuloso.

REAPRESENTAÇÃO
O elenco são-paulino se reapresentará na tarde desta quinta-feira, no CT da Barra Funda. A equipe voltará suas atenções para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo, o São Paulo enfrentará o Coritiba, no Morumbi. No primeiro turno, vitória tricolor: 4 a 3 no Couto Pereira.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 0 LIBERTAD

Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 19 de julho de 2011, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Público: 7.910 pagantes
Renda: R$ 166.516,00
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)

Assistentes: Mauricio Espinosa e Carlos Pastorino (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Juan e Wellington (São Paulo)

Gol: SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 31 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Denilson (Casemiro), Wellington, Lucas (Rivaldo) e Cícero (Marlos); Dagoberto e Luis Fabiano
Técnico: Milton Cruz

LIBERTAD: Medina; Bonet, Benegas, Canuto e Samudio; Víctor Ayala, Pouso (Cáceres), Sergio Aquino e Civelli; José Ariel Núñez (Maciel) e Robin Ramírez (Menendez) Técnico: Jorge Burruchaga

Via Gazeta Esportiva

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***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x Coritiba, Brasileirão 2011, Morumbi, São Paulo, domingo, dia 23.10 às 16h00.

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5 Respostas to “São Paulo 1×0 Libertad”

  1. Radar Soberano Says:

    São Paulo tem jogo decisivo ao som de Carolina, de Chico Buarque

    19 de Out. de 2011 às 13:50, por [ Menon ] [ @blogdomenon ]

    O São Paulo começa hoje a decidir se o ano de 2011 terá algum valor na história do clube ou se pode ser esquecido como os útimos dois. Começa a decidir não. Começa a jogar sua última chance de dignidade. E chega ao jogo contra o Libertad, o primeiro das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana com uma imagem bem distinta daquela que seus diretores gostam de propagar. Nada de modernidade. Nada de ousadia. O São Paulo, hoje é um clube que vê o tempo passar e não consegue acompanhar as mudanças.

    O São Paulo é a Carolina, do grande Chico Buarque, grudada na janela, vendo o tempo passar. Você pode se lembrar da canção clicando no link abaixo e relembrando a maravilha harmônica que se chamava MPB-4.

    Os dirigentes do São Paulo acreditam em dois dogmas.

    1) O clube é o mais organizado do Brasil. Tem uma grande estrutura médica e fisioterapeuta. Tem uma comissão técnica permanente.

    2) Em virtude de tantas qualidades, todo jogador prefere jogar no São Paulo. Mesmo que o salário seja menor, pois sabe que vai receber em dia.

    3) O São Paulo não gasta dinheiro para contratar jogadoes

    A união das três certezas remete à uma quarta: treinador é apenas uma peça na engrenagem. Não tem tanta importância. Qualquer um pode dar resultado em um time tão organizado.

    E aí, começa a ficar evidente a porção Carolina.

    1) O clube não tem mais uma comissão técnica permanente, a partir da demissão de Carlinhos Neves.

    2) Os outros clubes se organizaram e, no mínimo, diminuíram as distâncias “diretivas” em relação ao São Paulo. Todo mundo tem centro de treinamento, todo mundo tem centro de recuperação física etc.

    3) Jogador quer ganhar bem, sim. Não faz questão de jogar no São Paulo. O exemplo maior é Zé Roberto, que se tratou no clube e foi jogar no Santos.

    4) Não dá para montar um bom time sem gastar dinheiro. Essa é a constatação que não querem ver. Acham que basta um estalar de dedos para que se forme uma fila de jogadores no Morumbi, ansiosos por vestir a camisa do time mais organizado do Brasil. Há alguns anos, seria possível pensar em um exagero desses. O São Paulo foi o primeiro a se adaptar às novas regras do futebol. E foi atrás de jogadores em fim de contrato. Uma atitude moderna, que foi chamada de predatória por todos os outros.

    E os outros começaram a fazer a mesma coisa. A situação ficou difícil. E o São Paulo mostrou-se frágil na busca de parceiros para contratações. Demorou um ano praticamente para montar a operação financeira que resultaria na contratação de Coates. Não conseguiu. E continua com Xandão.

    O clube deu azar também. A safra de Cotia, que parecia maravilhosa, não é. Lucas não joga tanto quanto parecia. E Casemiro ainda não descobriu – ou ainda não descobriram para ele – qual é sua verdadeira posição.

    São muitos erros foa de campo. E o clube vai enfrentar o Libertad com Milton Cruz, treinador interino, pels segunda vez no ano. Com Piris, que a diretoria chamou de nota oito. Com Dagoberto, livre a partir de hoje, para assinar com outro clube.

    E o jogo atingiu carga dramática. É a maior chance de o time voltar à Libertadores.

    O drama vai continuar no Morumbi até o final do ano.

  2. Radar Soberano Says:

    São Paulo joga mal, mas tem muito o que comemorar

    20 de Out. de 2011 às 00:56, por [ Menon ] [ @blogdomenon ]

    O São Paulo pode fazer festa.

    1) Luis Fabiano marcou seu primeiro gol. Um golaço. Agora, a porteira pode ser aberta, como ele disse há alguns dias. Ter um artilheiro desse nível é coisa para poucos.

    2) O time ganhou sem sofrer gols. Na quarta-feira, entra em campo classificado. Se fizer um gol, pode sofrer dois e mesmo assim estará dentro. A mesma situação que tinha contra o Avaí, na Copa do Brasil. É uma boa vantagem, considerando-se o momento do clube.

    O São Paulo pode continhar preocurado

    1) Lucas voltou a jogar mal, mesmo atuando mais aberto, pela direita.

    2) O time não teve jogada pelas laterais do campo. O que seria fundamental contra um Libertad com duas linhas de quatro e bom toque de bola.

    O São Paulo pode ter esperança

    1) Deve ter mais campo para jogar. Vai ser sufocado e, se souber armar um contra-ataque eficaz tem chances de se classificar.

    Entre festa, preocupação e esperança, uma dura realidade. Ainda falta futebol.

  3. Radar Soberano Says:

    19out

    Mais bem posicionado e com gol de Luís Fabiano, São Paulo consegue difícil vitória contra o Libertad

    Análise de jogos

    De Vitor Birner

    São Paulo 1×0 Libertad

    Milton Cruz foi bem na hora de posicionar os jogadores do São Paulo.

    O time não criou muitas chances por causa da má atuação de Lucas e do competente ferrolho do Libertad.

    Apesar de a equipe não merecer aplausos na magra vitória, ela evoluiu um pouco.

    E Luís Fabiano fez o gol salvador.

    Mais bem posicionado e com o artilheiro ganhando moral, o São Paulo, se continuar melhorando, pode voltar à luta pela vaga na Libertadores.

    Mudanças de Milton Cruz

    Milton Cruz remontou 4-2-3-1, esquema usado por Carpegiani.

    Ao invés de 3 volantes, 2 deles com liberdade para ajudar na criação e 1 mais preocupado em proteger a defesa tal qual Adilson gosta, o treinador interino utilizou 2 volantes de marcação.

    E inverteu as funções deles;

    Wellington ficou encarregado da cobertura dos avanços dos laterais, em especial do lado esquerdo, e Denilson, além de cooperar na marcação na direita cooperou de forma muito tímida na criação.

    Na frente da dupla, Milton posicionou a linha de 3 meias.

    Lucas, aberto na direita, Dagoberto e Cícero se movimentando no centro e esquerda do campo de ataque formaram o trio.

    Dago se transformou em segundo atacante e Cícero em volante quando necessário.

    Defesas mandam no primeiro tempo

    As mudanças no São Paulo melhoraram a movimentação ofensiva. Os jogadores de frente ficaram mais próximos e isso facilitou as tentativas de tabelar para superar o bloqueio defensivo.

    O mandante ficou bastante tempo com a bola na etapa inicial, todavia não conseguiu entrar com ela na área do rival.

    Luís Fabiano, sempre de costas para a defesa e muito marcado, só recebeu passes fora da área, nunca em boa condição de arrematar em gol.

    O goleiro Medina foi exigido, de fato, uma vez, no lance em que Lucas chegou à linha de fundo e cruzou, rasteiro, para trás.

    O sistema defensivo do Libertad mostrou competência.

    Jorge Burruchaga posicionou duas linhas paralelas, bem perto uma da outra, na entrada da área.

    Não havia espaço entre elas.

    Mas quando seus comandados recuperaram a redonda, não conseguiram trocar passes e a perderam rapidamente.

    Entre os 8 que defendiam e os atacantes Nunez e Ramirez havia um enorme vão; cerca de 40 metros.

    No primeiro tempo, enquanto o São Paulo, em vão, tentou achar espaço no sistema defensivo do rival, o libertad, extremamente recuado, apelou para os lançamentos longos e inúteis aos dois homens de frente.

    Libertad volta melhor

    O São Paulo voltou para o segundo tempo pior.

    O Libertad adiantou um pouco a marcação e deixou o rival mais longe do gol.

    Além disso, começou a achar contragolpes.

    Aos 12, Rogério, cara a cara com Ramirez, evitou o gol dos visitantes.

    Milton Cruz muda

    Casemiro e Marlos, aos 16 minutos, entraram nos lugares de Denilson e Cícero.

    O objetivo de Milton Cruz era ganhar criatividade, qualidade no passe, com Casemiro e apostar nos dribles de Marlos ao invés do toque de bola de Cícero.

    O São Paulo melhorou.

    Retomou a posse de bola e de novo passou a jogar com ela na frente.

    E continuou com dificuldades de superar a defesa do Libertad.

    Fabuloso garante a vitória

    Aos 32, Dagoberto cabeceou para a área e Luís Fabiano, em um raríssimo momento mano a mano com o marcador, matou no peito e finalizou bem.

    Aos 35, Rivaldo substituiu o apagado Lucas.

    O primeiro gol do Fabuloso na volta ao clube também mudou a cara do jogo.

    O Libertad ficou tenso, se perdeu atrás e quase levou o 2×0.

    Marlos cabeceou e Medina fez bela defesa aos 43.

    Resultado justo no Morumbi

    Escrito por Vitor Birner às 23:06

  4. Radar Soberano Says:

    Comentários
    1

    ——————————————————————————–
    19.10.2011 – 15:08
    Adilson passou a mão na cabeça de atletas e caiu contra Inter, diz Juvenal

    25

    Perrone

    Entrevista com Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo. Ele faz a primeira pergunta.

    Juvenal Juvêncio – Ainda não li suas matérias hoje, qual a maldade que você está fazendo comigo dessa vez?

    Blog do Perrone – Nenhuma.

    Juvenal – Você faz parte da imprensa corintiana. Vive fazendo maldades comigo. Agora disse que eu era corintiano, amigo do Wadih Helu (ex-presidente do Corinthians). Vocês ficaram bravos porque falei a história do mobral para o Andrés e me atacaram. A imprensa corintiana é assim, o Andrés faz piquenique comigo e ninguém fala nada. Eu dou uma e vocês dizem: “ele ofendeu os homens do povo”. Não vou ficar entrando em bola dividida com o Andrés como vocês querem. Só em bola grande.

    Blog – Se eu fosse da imprensa corintiana (se é que ela existe) o Andrés não se recusaria a me dar entrevistas. Mas vou fazer uma pergunta mesmo que o senhor diga que se trata de corintianismo. O São Paulo perdeu aquele estilo diferenciado de não trocar treinadores rapidamente. O que está acontecendo?

    Juvenal – Gestor tem que ter convicção de que o técnico tem que sair. Essa convicção eu tive no jogo contra o Internacional. Ele cometeu alguns erros lá e somei com a análise de todo o trabalho. Fiz a lista dos fatos positivos e negativos e tive a convicção. Digo que para demitir o técnico você precisa ter o momento certo. Ele fez o momento.

    Blog – Como assim?

    Juvenal – Ele dizia pra imprensa: ‘Vocês vão ver em Goiânia como o time vai mudar. Critiquem depois do jogo com o Atlético-Go. Como técnico tem convicção de
    que vai vencer? Ele disse que ganharia e não ganhou, era o momento de demitir. Eu tinha a convicção, depois chegou o momento, mas faltava o terceiro fator necessário para a troca de um técnico: o substituto.

    Blog – Mas ele foi demitido assim mesmo.

    Juvenal – Faltava e ainda falta o substituto. Mas dessa vez teve que ser assim, fora das regras habituais. O que é pior? Ficar sem tecnico ou ficar do barranco, vendo a vaca ir pro brejo? Pelo que leio nos jornais e pelas mensagens que recebo, as pessoas entendem que tomei a decisão certa.

    Blog – Quais foram os erros do Adilson?

    Juvenal – Não quero deixar exposto o treinador, que é uma excelente pessoa. Mas o mal dele foi querer ficar bem com o grupo. Queria agradar aos jogadores, às vezes passava a mão na cabeça deles, e eu dizia: “você tem que agradar à instituição, não ao grupo”. Tem jogador que precisa ser punido fortemente em vez de ter benesses. Ele errou em algumas substituições. E não é só ele, está em alguma cartilha que o técnico tem que esperar os 30 minutos do segundo tempo para tirar quem está mal? Às vezes tem que tirar já no primeiro tempo. Não pode ficar preocupado com essa história de queimar o jogador. Não pode é queimar a instituição deixando quem está mal em campo.

    Blog – O que acha de o Palmeiras tentar o Dagoberto?

    Juvenal – Acho que foi uma homenagem ao Dagoberto. Tive uma boa conversa com ele. Não sei se o Dagoberto vai ficar, mas estamos conversando. Falei para ele não ficar bravo comigo e ele está pensando na situação.

    Blog – Escolheu o novo técnico? Felipão?

    Juvenal – Está difícil. Não tem nenhum papa, aquele que agrade a todos. O Felipão está no Palmeiras, cada dia a situação dele parece que muda… Mas ele está lá.

    Blog – Milton Cruz fica até dezembro?

    Juvenal – Se estiver ganhando pode ser.

    Blog – Itaquerão deve ser anunciado na quinta como estádio da abertura da Copa. Ainda alimenta esperanças de o Morumbi entrar no Mundial?

    Juvenal – Estou fora dessa discussão, não estou machucado. Conseguimos as melhorias de infraestrutura para o Morumbi, isso é o que conta. Até o fim do ano podemos acertar o patrocínio para fazer a cobertura. Agora, sempre que forem contar a história da Copa de 2014 vão ter que falar do Morumbi. Explicar isso, aquilo. É uma história que vai ser contada mais tarde, depois de 2014.

  5. Radar Soberano Says:

    Leão não é o preferido, mas não é nome descartado no São Paulo

    Leão não é o técnico preferido no São Paulo. Mas ninguém descarta seu nome.
    Nos bastidores, á parte o interesse em ter Luiz Felipe Scolari, Paulo Autuori é sempre o primeiro citado. Ocorre que Autuori acaba de acertar sua presença na seleção olímpica do Catar e é muito difícil que deixe o Oriente Médio.

    O São Paulo fala em ter um nome no início da semana que vem. Pode não ser possível. E pensa em ter um grande nome, o que descarta experiências, como Jorginho, do Figueirense, ou mesmo Paulo Roberto Falcão, do Internacional.

    Felipão é uma possibilidade para janeiro, se deixar o Palmeiras. A dificuldade para encontrar um nome peso-pesado é o que dá (alguma) chance a Émerson Leão.
    Juvenal Juvêncio não quer essa opção. Mas pode ser convencido, se essa for a única alternativa.

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