Rapidinhas do Lina

Demissão do Adilson – Fiquei com pena do cara. Podiam ter esperado pra falar com ele em São Paulo. Não se demite alguém no vestiário como fizeram. Foi muito amador e desumano. Entretanto, sob aquele tremendo stress, o Adilson mostrou ser um grande caráter a ponto de pedir desculpas a torcida e nos desejar sorte. Sendo assim, boa sorte a você também.

Demissão do Adilson 2 – Alguns cardeais do Tricolor ficaram revoltados com a maneira que trataram a demissão do AB. Também não é pra menos.

Um a cada 6 meses – Sim senhores, esta é a média de tempo que dura um treinador no São Paulo atualmente. Quem diria…

Quem será ? – E voltamos a estaca zero. Quem será o novo treinador ? Os empresários interessados vão aproveitar a oportunidade e valorizar seus clientes, portanto, nem vou esquentar a cabeça com o falatório. Vai ser como da última vez que surgiu o Adilson Batista e ninguém falava o nome do cara, foi supresa geral. O JJ prometeu alguém renomado. No Brasil só tem 3: Felipão, Luxemburgo e Muricy, todos empregados.

Divergências – Felipão não é unanimidade no Morumbi e Muriçoca também não. Luxemburgo nunca vai treinar o São Paulo enquanto este grupo político estiver a frente do clube. Assim, tô achando que vem gente de fora.

Interino – O Milton Cruz no comando do time neste ano, fez o Tricolor jogar muito contra Cruzeiro (2×1 no Morumbi) e Internacional (0x3 no Beira Rio). As informações dão conta que ele vai ter que segurar a onda até o final do ano. Confio nele.

Especulações – A partir de agora começam a pipocar nomes de contratações pelo país. No São Paulo já surge o nome do Fabrício do Cruzeiro e ex-travecos para atuar como volante. Paulo Miranda do Bahia, dizem, já está acertado. Além deles, Breno, Emerson do Coxa e Rafael Tolói do Goiás são outros nomes circulando há algum tempo.

Rivaldo não fica – JJ decidiu, não renovará contrato com o craque da meia esquerda. Os experts dizem que o Tricolor perde velocidade e poder de marcação com ele em campo. Pode ser verdade, mas por outro lado, o craque tem sempre aquele momento de lucidez que compensa o sacrifício do resto do time, quando ele enfia aquele passe milimétrico para o atacante marcar seu gol. Bom, que seja, é o homi quem decide.

Faxina – Quem vai sair deste time em 2012 ? Carlinhos Paraíba, Xandão, Fernandinho, Juan, Willian José, Marlos, Jean. Estes caras não agradaram este ano. Deveriam ser dispensados.

Faxina 2 – Casemiro e Henrique parece que se deslumbraram com seus novos contratos e seu futebol caiu na mesma proporção. Tenho pra mim que deveriam ser vendidos, até porque tem mercado.

E o Lucas ? – Alguém viu ? O projeto de craque, ainda tem muito caminho a percorrer até carregar este selo. Mas eu acho que ele chega lá. Só não pode abrir a boca na imprensa pra dizer que não é o salvador da pátria. Todo mundo sabe que não é, mas tenta ser, se esforça pelo menos. Duro é ver tanto talento em campo sem nenhuma ultilidade. Alguém viu o Lucas jogar contra o Atlético-GO ? Eu não vi.

Libertad – Vai sobrar pra eles. O Tricolor vai com tudo pra cima dos paraguaios, é jogo pra levantar a moral e marcar o início da arrancada Tricolor no brasileirão. Nós ainda vamos longe neste campeonato. Eu acredito.

De Leônidas a Joanderson – Nem tudo é baixo astral no Morumbi, até porque nada acabou. As categorias de base do Tricolor podem ter descoberto mais uma jóia para jogar em uma das posições mais abençoadas do nosso clube, o comando do ataque. Leia e descubra quem é o futuro craque da camisa 9 Tricolor. >>> http://bit.ly/o5KPHj

JJ x Mobral – Depois tem gente que tem a cara de pau de dizer que o São Paulo é o queridinho da mídia. Faça-me o favor né ? Veja a diferença de tratamento.>>> http://bit.ly/oESiJY

***(*) ******(*)

Anúncios

23 Respostas to “Rapidinhas do Lina”

  1. Guedes Says:

    Ouvi falar de Bielsa. Sabe de alguma coisa a respeito ?

  2. O Rei da América Says:

    A imprensa é escrota demais.
    Quase não acompanho os portais por causa da puxação de saco.

  3. Radar Soberano Says:

    Hora de mudar a filosofia

    Ter, 18 de Outubro de 2011 12:06. | |

    Marcello Lima

    A diretoria de futebol começou a definir o nome do substituto de Adilson Batista em reunião nesta tarde no CCT.

    Alguns tópicos estão sendo discutidos sobre o novo treinador.

    AGORA OU DEPOIS

    Contratar imediatamente um treinador ou deixar Milton Cruz até o final da temporada?

    Tudo vai depender dos próximos jogos. Se o eterno interino conseguir bons resultados fica até o término do Brasileiro e da Copa Sulamericana.

    Contratar um treinador de ponta nesta altura do campeonato não será tarefa fácil, a não ser que a diretoria esteja disposta (pela quinta vez!) a apostar em alguém menos badalado.

    Por outro lado, será que algum técnico estaria disposto a assumir o time por apenas oito rodadas? Neste momento a tendência é pela permanência de Milton Cruz até dezembro.

    NOMES

    Uma ala da diretoria é totalmente contrária a contratação de mais uma “aposta” para o comando técnico do time.

    Nomes como Falcão (que foi oferecido antes da queda de Adilson sem causar interesse), Jorginho (tanto do Figueirense como da Lusa), Renato Gaúcho, Silas, Dunga, causam arrepio.

    Para esta ala (maioria) a escolha se resume a quatro nomes: Paulo Autuori, Muricy Ramalho, Vanderlei Luxemburgo e Luis Felipe Scolari.

    Antes da chegada de Adilson Batista, a diretoria tentou sem sucesso a contratação de Paulo Autuori. Deve fazer nova consulta, mas dificilmente o treinador deixará o comando da seleção olímpica do Catar.

    Eu, particularmente, focaria em apenas dois nomes: Luis Felipe Scolari ou Vanderlei Luxemburgo.

    Ambos são competentes, vencedores, macacos velhos, e com moral suficiente para impor respeito a um grupo de jogadores talentosos mais acomodados como o do São Paulo.

    Sim, ambos estão empregados, mas no mundo do futebol isto não é empecilho para ninguém e esta regra serve para jogadores e treinadores.

    Tenho certeza que tanto Luxemburgo como Felipão adorariam treinar o São Paulo.

    Não sei se este será o caminho a ser tomado por Juvenal Juvêncio e seus pares, mas acho que seria o mais seguro e correto a fazer.

    ADILSON BATISTA

    Para encerrar o post gostaria de comentar sobre Adilson Batista.

    No dia 16 de Julho quando foi contratado, escrevi aqui no blog post intitulado “All in com par de dois” http://bit.ly/qMPeSG .

    Disse na ocasião que toda cobrança em caso de insucesso de Adilson deveria recair na diretoria e não no treinador.

    Apostar em um profissional demitido em três clubes no período de um ano beirava a insanidade! Aliás, ai aparece mais uma vez a tal soberba tricolor.

    Os dirigentes apostaram que a tão propalada estrutura do São Paulo seria capaz de fazer a má fase de Adilson Batista mudar da água para o vinho. Obviamente não foi o que aconteceu.

    Foi a chamada “crônica de uma demissão anunciada”.

    Foram quatro as apostas em treinadores “diferenciados” com o famoso perfil do clube.

    Todos naufragaram.

    Será que a lição foi aprendida ou teremos no futuro mais um “diferenciado” no comando técnico tricolor?

    Kigol

  4. Radar Soberano Says:

    Serginho indica Dedé, Casemiro e Elkeson ao Milan ‎

    Ter, 18 de Outubro de 2011 11:07. | |

    Serginho, ex-lateral do São Paulo, aprova Dedé; Casemiro e Elkeson também interessam ao clube italiano

    Serginho, ex-lateral do São Paulo e da seleção brasileira, é um dos homens de confiança do Milan da Itália.

    Alguns jogadores foram observados de perto por Serginho e serão indicados ao clube italiano.

    O ex-jogador esteve em São Januário no domingo e acompanhou atentamente o desempenho de Dedé, zagueiro do Vasco, na vitória do time carioca por 2 a 0 em cima do Atlético-MG.

    Representante do Milan no Brasil, Serginho já tinha assistido São Paulo e Internacional na semana passada e fez extenso relatório sobre Casemiro.

    Ainda em São Paulo, Serginho, acompanhado de um funcionário do Milan, viu o Botafogo derrotar o Corinthians por 2 a 0. Elkeson, meia do Botafogo, é outro jogador que está na mira do Milan.

    Bruno Voloch, Uol

  5. Radar Soberano Says:

    Por grande procura, Exposição Sem Fronteiras reabre nesta segunda

    Ter, 18 de Outubro de 2011 10:53. | |

    Principais troféus do clube estão expostos no Camarote Sócio Torcedor

    Devido ao grande sucesso, o São Paulo FC volta a realizar a partir desta terça-feira (18) a Exposição Sem Fronteiras, que apresenta ao são-paulino alguns dos principais troféus do clube com o apoio da Coca-Cola.

    As taças dos três Campeonatos Mundiais (1992, 1993 e 2005), da Libertadores de 2005 e dos seis Campeonatos Brasileiros (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008) serão apresentadas. Elas ficarão expostas no Camarote Sócio Torcedor, localizado no Morumbi Concept Hall, das 10h às 17h (exceto em dias de jogos) e o evento terá entrada gratuita.

    O torcedor poderá fazer imagens dos troféus com sua própria câmera fotográfica. Já para posar ao lado das taças a captação de imagens será feita por um fotógrafo do camarote. Cada imagem tem o custo de R$ 5 e o são-paulino receberá a impressão na hora para levar pra casa – a imagem também será enviada por e-mail.

    “Tirar uma foto com os principais troféus juntos, que fazem do São Paulo Futebol Clube a equipe mais vencedora do país, é um momento único e inesquecível para qualquer torcedor tricolor”, afirma Rogê David, diretor de marketing do São Paulo FC.

    Serviço
    Data e horário: a partir desta segunda-feira (18), exceto em dias de jogos, das 10h às 17h
    Local: Camarote Sócio Torcedor VIP, no Concept Hall, entrada pelo portão 2 do Morumbi.
    Entrada e estacionamento gratuitos

    Ana Luiza Rosa, Site Oficial

  6. Radar Soberano Says:

    No Morumbi, desempenho contra estrangeiros é excelente

    Ter, 18 de Outubro de 2011 10:50. | |

    Ao todo, são 108 partidas contra equipes de fora do país, com 78 vitórias

    Além do Campeonato Brasileiro, o São Paulo sabe que poderá conquistar uma vaga na Libertadores através da Sul-Americana. Para isso, terá de vencer a competição continental. E nesta quarta-feira, no Morumbi, o Tricolor receberá o Libertad (PAR), pelas oitavas de final.

    Para levar uma boa vantagem no jogo de volta, que será disputado no Paraguai, o São Paulo contará com um excelente retrospecto diante de equipes estrangeiras no Morumbi. Ao longo de toda a história, são 108 partidas e um desempenho de 78% dos pontos disputados.

    Neste período, o Tricolor venceu 78 vezes, empatou 19 e perdeu apenas 11. Além disso, o ataque são-paulino fez 244 gols e a defesa sofreu 81. No Morumbi, o último duelo contra uma equipe de fora do país aconteceu na Libertadores do ano passado.

    Também pelas oitavas de final do principal torneio da América, o Tricolor decidiu nos pênaltis uma vaga com o Universitário, do Peru. Após dois empates por 0 a 0 no tempo normal, o goleiro Rogério Ceni defendeu duas cobranças de pênaltis no Morumbi e garantiu o São Paulo.

    Já a última derrota para estrangeiros em casa foi em 2008. Na oportunidade, pela Sul-Americana, o Tricolor foi surpreendido pelo Millonarios no Morumbi e perdeu por 1 a 0, no jogo de ida das quartas de final. Após este tropeço, são 12 jogos contra estrangeiros no Morumbi, com dez vitórias e dois empates.

    Kaue Freitas, Site Oficial

  7. Radar Soberano Says:

    São Paulo pode contratar Fabrício, do Cruzeiro, para 2012

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:21. | |

    Interesse antigo da diretoria paulista e de Milton Cruz pode se concretizar. Vínculo com clube mineiro termina em dezembro

    Mesmo sem um técnico definido para 2012, a diretoria do São Paulo está atenta ao mercado de jogadores e já traçou alguns alvos para a próxima temporada. Um deles é o volante Fabrício, que defende o Cruzeiro desde 2008.

    Com 29 anos, ele agrada à cúpula são-paulina pela experiência e pela postura dentro de campo. Antes da Raposa, o volante passou por Corinthians e Jubilo Iwata (JAP). O auxiliar técnico Milton Cruz é admirador do futebol do atleta.

    Fabrício tem vínculo com o clube mineiro até o fim deste ano, e já pode até assinar pré-contrato com qualquer pretendente. Para contratá-lo não seria preciso gastar com multa, o que agrada o Sampa.

    – A situação do São Paulo é algo que não é de agora. Em outros anos, já demonstrou interesse no Fabrício. Mas só vou fazer isso após resolver pendências com o Cruzeiro, que é um clube que respeito e que está em uma situação difícil. Existe interesse de outros paulistas, o São Paulo não é único. Mas não falei com ninguém do São Paulo também – disse Reinaldo Pitta, agente do atleta.

    Segundo o LANCENET! apurou, desde o início do ano, Fabrício já dizia a pessoas próximas que pretende retornar para São Paulo.

    A diretoria também já tem praticamente tudo acertado com o zagueiro Paulo Miranda, que está disputando o Brasileirão pelo Bahia. Quando questionados sobre a qualidade do defensor, os cartolas o comparam a João Filipe, outro que chegou como um desconhecido, mas se firmou na equipe titular.

    Outros pretendidos
    A defesa preocupa a cúpula. Depois de vários anos considerado um dos melhores do Brasil, o setor defensivo tricolor passa por um momento instável. Para resolver isso, o grande sonho é a volta de Breno. No entanto, os problemas que o zagueiro do Bayern Munique (ALE) está tendo com a Justiça alemã, após sua casa ter sido incendiada, atrapalham a negociação.

    Outra opção analisada pela diretoria é Emerson, zagueiro do Coritiba. Rafael Tolói, do Goiás, também agrada ao Tricolor, que já tentou um acerto, mas o Esmeraldino pede valores altos pelo jogador.

    Bruno Quaresma, Lancenet

  8. Radar Soberano Says:

    Muricy ou Felipão? Diretoria dividida

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:57. | |

    Confira

    MEIO A MEIO
    A diretoria do SPFC se dividia ontem: uma parte defendia a manutenção de Milton Cruz como técnico até o fim do ano. E então uma investida para tentar trazer Muricy Ramalho, hoje no Santos e ídolo dos torcedores, para o tricolor. Uma outra parte queria que o clube já tentasse contratar Felipão, descontente no Palmeiras.

    QUESTÃO DE ESTILO
    Juvenal Juvêncio, presidente do SPFC, fazia ressalvas a Felipão nas últimas semanas, quando o assunto começou a ser discutido no clube. “Ele manda demais”, disse ele a interlocutores. Juvêncio gosta de interferir no dia a dia do time. Outro ponto: se topasse a transferência para o Morumbi, Felipão teria que se contentar com a metade do salário do Verdão, de R$ 700 mil mensais.

    Mônica Bergamo, Folha

  9. Radar Soberano Says:

    Criticado antes de chegar

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:49. | |

    Desejo de Juvenal Juvêncio para 2012, Luiz Felipe Scolari não é unanimidade no Morumbi.

    Há diretores que não o consideram a pessoa mais indicada para comandar o Tricolor. A visão é de que ele não possui o perfil procurado. O clube quer um técnico com peso no mercado, mas de característica mais conciliadora. Felipão se encaixa apenas na primeira condição.

    O diretor de futebol Adalberto Batista é um dos reticentes com relação ao atual funcionário do Palmeiras.

    O argumento apresentado para o presidente é de que o melhor é manter Milton Cruz até o final do Campeonato Brasileiro e esperar para ver quem estará disponível no início do próximo ano. Juvenal vive na encruzilhada. Quer definir um projeto de longo prazo e se livrar das pressões para demitir técnicos (já foram quatro trocas de comando nos últimos dois anos). Reza para Cruz ser uma boa solução de curto prazo.

    Relutante
    Por acreditar na visão de que o São Paulo tem uma filosofia diferenciada em relação à concorrência, Juvenal Juvêncio reluta em mudar os técnicos, ainda mais os que têm pouco tempo de casa. No caso de Adílson Batista, lamentou-se mais ainda. Tomou a decisão apenas pelo risco de ficar sem a vaga na Taça Libertadores, embora goste do técnico como profissional e pessoa.

    Só dela
    Uma empresa árabe procurou clubes paulistas e cariocas no ano passado. Tinha interesse em comprar os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro e dos estaduais de São Paulo e Rio de Janeiro. As partidas seriam mostradas no Oriente Médio. O valor da proposta agradou às equipes, mas a Globo vetou. Usou o argumento de que, pelo contrato firmado, as agremiações não podem negociar os direitos com o exterior. Mas o documento é omisso com relação ao canal, que transmite os jogos pela Globo Internacional.

    Bravo
    Em Portugal, para onde viajou no final de semana por causa do casamento do filho, Luiz Felipe Scolari ouviu rumores sobre a possibilidade de a diretoria reintegrar Kleber. Não ficou muito feliz da vida com a novidade…. Não foi a primeira vez que a indecisão do presidente Arnaldo Tirone irritou o treinador.

    Diário de São Paulo

  10. Radar Soberano Says:

    São Paulo jogou para a torcida

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:46. | |

    Não acho que exista clube diferenciado no futebol brasileiro.

    Isso é conversa de cartola. Uns mais, outros menos, no fundo, os times continuam sendo geridos de forma amadora. O São Paulo é dos menos amadores, mas, de vez em quando, tem recaídas.

    Trata-se de avaliar trabalho, não apenas de comentar resultado. Porque, aritmeticamente, o Tricolor ainda pode ser campeão brasileiro. Mas, por enquanto, reclama a posse de outro título, o de time que mais troca de técnico entre as potências. Tudo porque, penso eu, quando demitiu Muricy após três títulos nacionais, o projeto são-paulino foi tomado por grande dose de soberba.

    A ordem era descolar o clube da imagem vencedora de Muricy e provar que o treinador só ganhara tudo porque dirigia o São Paulo. Para isso, a contratação de técnicos sem grande currículo ou que estavam em baixa passou a ser a regra.

    Vieram Ricardo Gomes, Carpegiani e Adílson. Que jamais foi bancado pela direção e se apresentou sob uma chuva de críticas. Enquanto isso, Muricy tocou a vida. Ganhou mais um Brasileiro, um Paulista e uma Libertadores. E o São Paulo só fez trocar de técnico.

    Isso não quer dizer que o Brasileirão acabou para o São Paulo. Nem que a equipe não tenha qualidade. Óbvio que o desempenho de Adílson ficou aquém do esperado. Mas só o dele? Rivaldo, que a diretoria contratou por sugestão de Rogério Ceni, resolve os problemas do time? Lucas, precocemente alçado à condição de craque — que ainda não é —, tem jogado à altura do que pode? A vertiginosa queda de produção de Casemiro é culpa do técnico? O fato de não haver lateral-esquerdo reserva, nem atacante de velocidade como opção no banco diante do Atlético-GO é para ser creditado a quem?

    Sim, Adílson insistiu com jogadores que jamais justificaram essa insistência, como Carlinhos Paraíba. Também relutou em ser mais ousado dentro de casa.

    Mas, tirando Rogério, Rivaldo, Dagoberto e Luís Fabiano, o Tricolor tem um elenco jovem, inexperiente, formado por jogadores de muito potencial e outros cujo potencial ainda não se confirmou. Como grupo, falta a ambição que havia de 2006 a 2008. Está na média de todos os outros concorrentes ao título. Mas a direção e parte da torcida parecem pensar que há um elenco estelar, brilhante, cujos últimos comandantes jamais estiveram à altura.

    Multa necessária
    Demitido de forma deselegante, Adílson tomou café com os jogadores no hotel em Goiânia e voltou no mesmo voo. Com uma decisão na cabeça. Nos próximos contratos que fizer, estipulará uma multa rescisória (que não havia com o São Paulo). Ele acha que só assim um treinador pode ter tempo de realizar um trabalho no Brasil.

    Maurício Noriega, Diário de São Paulo

  11. Radar Soberano Says:

    Técnicos do Sul rondam o Morumbi

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:44. | |

    O São Paulo não tem pressa para definir seu novo treinador, mas os principais nomes que circulam pelo Morumbi neste momento são todos de treinadores sulistas.

    Dunga, Falcão e Luiz Felipe Scolari estão entre as especulações para 2012. Resta saber se a diretoria terá interesse em acertar com algum deles até o final deste ano.

    O São Paulo tem apenas mais oito partidas pelo Campeonato Brasileiro e, no máximo, mais oito pela Copa Sul-Americana se avançar à final do torneio da Conmebol.

    Adalberto Baptista, diretor de futebol são-paulino, disse que a proximidade do final da temporada pode significar uma espera maior para a definição do novo técnico.

    Os defensores de Scolari no Morumbi apostam que o treinador deixará o Palmeiras no fim do ano e, como já disse que tem interesse em ficar em São Paulo e que não vê problemas em treinar um rival, um acerto poderia ser feito.

    O nome de Dunga agrada ao presidente do clube, Juvenal Juvêncio. O ex-técnico da seleção esteve cotado para assumir o time antes de Adilson Batista. Dunga fixou Luis Fabiano como centroavante do Brasil na Copa, e sua boa relação com o atacante é vista como algo favorável agora.

    Assim como Dunga, Falcão está livre para negociar e poderia assumir o time já neste ano. O objetivo do São Paulo passou a ser a conquista de uma vaga na Libertadores, seja pelo Brasileiro, seja pelo título da Copa Sul-Americana.

    Amanhã, contra o Libertad, no Morumbi, e domingo, contra o Coritiba, no Brasileiro, o time será treinado interinamente por Milton Cruz.

    “Nós não vamos abaixar a cabeça e achar que tudo está resolvido com a saída do treinador. Temos que assumir a responsabilidade, refletir e melhorar. O momento é de buscar soluções para voltar a vencer”, disse Luis Fabiano.

    O atacante, que ainda não fez gol desde sua estreia no time, foi defendido no Twitter por sua mulher após receber as primeiras críticas por seu retorno ainda infrutífero.

    “De momento, temos que torcer para o Milton [Cruz]. Espero que dê certo. Enquanto isso, a diretoria terá tranquilidade para trabalhar e contratar um bom treinador”, disse Rivaldo –houve quem o defendesse como o técnico do time, assim como Rogério.

    Desde a saída de Muricy Ramalho, técnico que comandou o clube na conquista do tricampeonato brasileiro (2006/07/08), nenhum outro treinador triunfou na equipe.

    Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Paulo César Carpegiani e Adilson Batista foram os técnicos desde então. Nenhum deles custou muito caro ao São Paulo, algo que pesa contra a vinda de Scolari.

    O treinador do Palmeiras, assim como Vanderlei Luxemburgo, também encontra certa resistência no Morumbi por não se limitar muitas vezes apenas à área técnica.

    O São Paulo corre o risco de ficar fora da Libertadores pelo segundo ano seguido.

    Folha

  12. Radar Soberano Says:

    São Paulo precisa de treinador que trate mal os jogadores ‘sem culpa’

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:39. | |

    Vitor Birner

    Outra vez o treinador do São Paulo caiu e os jogadores ficaram praticamente isentos de responsabilidade.

    Me pergunto várias vezes se não os incomoda a demissão de outro comandante?

    Ricardo Gomes (não foi demitido. Saiu ao término do contrato sem proposta de renovação), Carpa e Adilson são corretos, dedicados e apaixonados pelos trabalho.

    Não são do tipo que adoram aparecer.

    Eu os admiro e respeito pela postura humilde e realista na hora de dimensionarem a importância da atividade que exercem.

    Infelizmente para o São Paulo, o elenco mostrou que não entende nem faz bom uso da excelente condição de labuta que lhes é dada.

    Não me refiro a todos os jogadores.

    Rogério Ceni é exemplo de dedicação. Aos 39 anos, ainda é um grande goleiro.

    Carlinhos não tem condição técnica de ser titular, mas sempre se esforça o quanto pode para suprir as necessidade coletivas do time.

    Os dois, independentemente de qualidade de desempenho, trabalham no limite pelo bem do São Paulo.

    Outros fazem o mesmo.

    Mas não são todos.

    A segunda turma precisa de um comandante linha dura, truculento, que xingue os atletas na beira do campo.

    Do tipo que primeiro tenta resolver os problemas dialogando e depois entrega na imprensa quem não está se dedicando o bastante.

    Um treinador capaz de solucionar as coisas também gerando conflitos, não apenas agrandando e apaziguando os boleiros.

    A mudança de perfil do futuro treinador pode alterar também a cara do ambiente tranquilo e calmo CT da Barra Funda.

    Na pior das hipóteses, se o trabalho de campo do linha dura não for bom, a patota do “não tenho culpa” vai dar mais valor quando for novamente bem tratada.

    Em 2005, os jogadores comemoraram a saída do linha dura Leão e a chegada do educado e gentil Autuori.

    E o time cresceu muito.

    Fabulosa declaração

    Luís Fabiano,que faz parte da turma confiável, disse o seguinte hoje quando a delegação chegou de Goiânia.

    “Temos que tentar levantar o clube para sair dessa situação. É muito fácil culpar o técnico. Não é hora de buscar culpados, mas de achar solução para a reta final”,

    Aplaudo o centroavante pela posição.

    É desse tipo de referência que os jovens atletas precisam.

  13. Radar Soberano Says:

    São Paulo quer Felipão como novo técnico

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:29. | |

    O São Paulo não precisará ir muito longe para encontrar um treinador de ponta do futebol mundial.

    O grande sonho de consumo do presidente Juvenal Juvêncio está separado do Tricolor apenas por um muro.

    Apesar do pequeno obstáculo entre o Centro de Treinamento do São Paulo e a Academia de Futebol do Palmeiras, Juvenal sabe que tirar Luiz Felipe Scolari do arquirrival será uma das tarefas mais complicadas de sua longa carreira como dirigente no clube do Morumbi.

    Além de abrir os cofres e oferecer o maior salário da história de um técnico são-paulino, o mandatário tricolor também terá de esperar os desdobramentos da crise alviverde.

    Na semana passada, Felipão ameaçou pedir demissão caso o atacante Kleber não fosse afastado do time. Prontamente, Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras, atendeu ao pedido e encostou o Gladiador.

    No entanto, a turbulência está bem longe do fim. O episódio da briga envolvendo torcedores e o volante João Vitor, na semana passada, culminou com discussão entre Kleber e Felipão e rachou de vez o elenco.

    Internamente, muitos jogadores não aprovaram a postura adotada pelo treinador e concordaram com o Gladiador, que pediu para os colegas não viajarem ao Rio, onde o Palmeiras enfrentaria o Flamengo na noite seguinte. Felipão também não é unanimidade entre conselheiros e dirigentes.

    Porém, apesar do elevado salário de Scolari, Tirone já deixou claro: não abre mão do técnico, ainda mais por saber da possibilidade de o gaúcho reforçar um arquirrival do Palmeiras.

    Do outro lado do muro, a cúpula tricolor acompanha atentamente os problemas no Palestra Itália. Juvenal tem consciência de que Felipão nunca foi de abandonar trabalhos pela metade. Mas os números de telefone do treinador gaúcho e de seus representantes estão na agenda de alguns cartolas são-paulinos. Uma primeira sondagem, inclusive, já foi realizada por Juvenal.

    Com o intuito de ganhar tempo, o São Paulo escalou o interino Milton Cruz para treinar a equipe — Juvenal não tem pressa e topa esperar pelo fim da temporada para realizar o desejo de ter Felipão no Morumbi.

    Desde a saída de Muricy Ramalho, em 2009, ele ainda não acertou na escolha de um treinador. Com Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Paulo César Carpegiani e Adílson Batista no comando, o Tricolor decepcionou e não conquistou títulos.

    Resposta/ Procurado pelo DIÁRIO, Roberto Frizzo, vice-presidente de futebol do Palmeiras, afirmou que Luiz Felipe Scolari vai permanecer no clube em 2012.

    “O Felipão tem contrato. Essa história da saída dele já foi desmentida mais de 600 vezes. O pessoal fala demais. Posso afirmar que a diretoria quer a permanência dele”, comentou Frizzo. O futuro está nas mãos de Felipão.

    João Pontes, Diário de São Paulo

  14. Radar Soberano Says:

    Saída de Adílson Batista deixa o caminho livre

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:26. | |

    Como são amigos, diretoria do Tricolor tinha problema para iniciar as conversas com Luiz Felipe Scolari

    Antes de demitir Adílson Batista, a diretoria do São Paulo tinha um grande problema para iniciar as conversas com Luiz Felipe Scolari. Os dois treinadores são velhos amigos. A relação entre eles começou em 1995, quando Felipão escolheu o então zagueiro para ser o capitão do Grêmio.

    Depois, eles também trabalharam juntos no Jubilo Iwata, do Japão. Por essa razão, as famílias dos comandantes ficaram próximas. As conversas com Felipão foram determinantes para Adílson seguir a carreira de técnico. Em 2001, ele foi estagiário de Felipão no Cruzeiro

    “Aprendi muito com ele. Eu o tenho como um pai dentro do futebol, pelo carinho e caráter. Cresci profissionalmente graças à ajuda do Felipe”, contou Adílson, em agosto, um dia antes de o São Paulo enfrentar o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro.

    Demitido no vestiário do Serra Dourada após a derrota por 3 a 0 contra o Atlético-GO, Adílson desembarcou nesta segunda-feira com a delegação do São Paulo no Aeroporto de Congonhas.

    Para preservar o ex-treinador, foi montado um esquema para ele sair sem dar entrevistas.

    Assim que deixou o aeroporto, ele foi até o Centro de Treinamento da Barra Funda para se despedir dos atletas e recolher seus pertences.

    Desde julho, quando foi contratado pelo clube do Morumbi, o técnico estava morando no CT são-paulino. Por causa da demissão, ele vai voltar para Curitiba, onde vive sua família.

    Diário de São Paulo

  15. Radar Soberano Says:

    Antes modelo, São Paulo vê estrutura se despedaçar

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:18. | |

    Sem títulos nos dois últimos anos, clube trocou treinadores, mudou a diretoria, demitiu funcionários antigos…

    Nos últimos anos, a diretoria do São Paulo se gabou de sua estrutura física e profissional. Vista como diferente dos demais, com comissão técnica permanente, em que só trocava – quando preciso – o treinador. Depois da saída de Muricy Ramalho, em 19 de junho de 2009, muita coisa mudou. Inclusive a direção, reformulada após eliminação da Copa do Brasil, antes do Brasileirão.

    A cúpula está envergonhada. Isso porque, não tem dado continuidade, respaldo e proteção aos últimos comandantes. Desde a demissão de Muricy, passaram pelo clube Ricardo Gomes (73 jogos), Sérgio Baresi (14), Paulo César Carpegiani (46) e Adilson Batista (22). De todos, apenas Ricardo, hoje no Vasco, não foi demitido. Baresi voltou para base. Além deles, Milton Cruz dirigiu o time interinamente algumas vezes.

    Não bastasse a troca de treinadores, a base fixa da comissão técnica também mudou. O fisiologista Turíbio Leite de Barros, há 25 anos no Sampa, foi demitido ano passado. O preparador físico Carlinhos Neves, há oito no clube, foi substituído por Riva Carli, que saiu com Carpegiani. Hoje, Zé Mário – indicado por Adilson – ocupa o posto. Recentemente, Wellington Valquer, analista de desempenho, com 15 anos de serviços prestados, foi dispensado.

    Na cúpula, Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol, deixou seu posto. Além dele, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi afastado da diretoria de futebol e hoje é vice-presidente. Adalberto Baptista, diretor de futebol, passou a ser o homem forte, ao lado do vice João Paulo de Jesus Lopes.

    As constantes mudanças, segundo confidenciaram ex e atuais membros da diretoria à reportagem do LANCENET!, significa um “abandono da estrutura”. Além de um excesso de “arrogância”.

    Coincidência ou não, de lá para cá, nada de títulos e ausência na Libertadores após sete temporadas.

    Trocas da diretoria e comissão técnica

    Turíbio Leite de Barros
    Após 25 anos, foi demitido ano passado. Segundo o Sampa, por incompatibilidade de agenda. Wellington Valquer, analista de desempenho, também saiu.

    Preparação física
    Após oito anos, Carlinhos Neves saiu com Ricardo Gomes. Por estar na Seleção Brasileira, a diretoria alegou que não teria tempo. Indicado por Carpegiani, entrou Riva Carli, que saiu com o ex-técnico. Zé Mário, chamado por Adilson, entrou e segue no posto.

    Diretoria
    Superintendente de futebol, Marco Aurélio saiu em 2010. Este ano, Leco, vice de futebol, passou a vice-presidente. João Paulo assumiu o cargo de vice de futebol e Adalberto Baptista diretor de futebol. Rogê David assumiu o marketing e Dorival Decoussau a comunicação.

    Gabriel Saraceni, Lancenet

  16. Radar Soberano Says:

    Tirone não se preocupa com possível interesse do São Paulo por Felipão

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:15. | |

    Luiz Felipe Scolari vive momento instável no Palmeiras, mas isso não impede de ser cobiçado por outros clubes, mesmo rivais.

    Apesar de o São Paulo não confirmar o interesse no técnico, o pentacampeão já teve seu nome especulado nos bastidores do Morumbi, o que não preocupa o presidente palmeirense, Arnaldo Tirone.

    “Não posso ficar preocupado com isso. O Felipe tem contrato e, pelo que entendo, ele está comprometido com o Palmeiras. Não posso falar nada pelo São Paulo, porque temos contrato com o treinador”, afirmou o mandatário, em entrevista à GE.Net.

    Por enquanto, ainda não existem mesmo motivos para Tirone ficar atento.O departamento de futebol do Tricolor promete anunciar só na tarde desta terça-feira, no CCT da Barra Funda, o que foi definido em relação ao comando do time até o fim da temporada. O mais provável é que Milton Cruz siga como interino, mas certamente nomes como Felipão estão na lista para chegar ao clube em 2012.

    Camisa 10 da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 2002, Rivaldo conhece muito bem o técnico, que o comandou até no Bunyiodkor, do Uzbequistão, mas não pensa na chance de ser comandado novamente por seu ex-chefe. “Já vi esse comentário na imprensa. É um grande treinador, mas no momento está empregado”, afirmou o experiente atleta, que teve seu retorno ao Palmeiras vetado justamente por Scolari.

    O técnico tem contrato até o fim de 2012 no Palestra Itália, mas sua permanência é questionada por uma ala do clube. Tirone, que já demonstrou seu interesse na manutenção do profissional, sabe que não pode ter certeza da opinião do gaúcho.

    “Eu sinto a vontade (de ficar) dele, que está motivado e gosta do Palmeiras. Não posso garantir que ele vai querer continuar, mas, neste momento, o Felipe segue no Palmeiras”, comentou.

    Felipão volta neste início de semana de uma viagem a Portugal, onde acompanhou o casamento de seu filho mais velho. Neste retorno, o treinador será ouvido pela diretoria sobre a solução para o futuro de Kléber, que foi afastado do elenco depois de ter se desentendido justamente com o técnico e com o vice-presidente Roberto Frizzo. A postura da direção neste caso pode ser determinante para o futuro do treinador.

    Gazeta Esportiva

  17. Radar Soberano Says:

    ‘Viúvas’ de Muricy reclamam de Felipão e Autuori

    Seg, 17 de Outubro de 2011 13:18. | |

    Querem a recontratação do atual treinador do Peixe

    Muricy deixou ‘viúvas’ entre cartolas e funcionários do São Paulo.

    Desde a saída do atual comandante santista, todo treinador que trabalha no Morumbi é vítima de críticas.

    As ‘viúvas’ reclamaram de Ricardo Gomes, Baresi, Carpegiani e Adilson.

    E fazem o mesmo quando vêem no noticiário a possibilidade de Autuori, Felipão ou algum estrangeiro assumir o cargo.

    Querem esperar o Mundial de clubes.

    Torcem pela derrota do Peixe.

    Acreditam que ela facilitará a recontratação de Muricy.

    E fazem lobby para a direção esperar.

    João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol, e Adalberto Batista, diretor de futebol, não sofrem a dor de viuvez.

    A palavra deles pesará bastante na escolha do novo técnico.

    João Paulo, há algum tempo, defende a contratação de um estrangeiro.

    Juvenal Juvêncio, em tais situações, sempre argumentou que o profissional do exterior demora para conhecer os jogadores do elenco.

    A chance de bater na mesma tecla é grande.

    Restam 8 rodadas para o fim do brasileirão, o São Paulo está fora da zona de classificação para a Libertadores, e Adilson caiu porque a direção quer resultados neste brasileirão.

    Vitor Birner, Uol

  18. Radar Soberano Says:

    Ex-dirigente apoia Juvenal, mas vê retrocesso e sugere Leão ao São Paulo

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:13. | |

    Marco Aurélio Cunha, que deixou a superintendência de futebol do São Paulo em janeiro, está incomodado com o momento difícil vivido pelo clube.

    Apesar de apoiar o presidente Juvenal Juvêncio, o ex-dirigente discorda de várias decisões tomadas pelo departamento de futebol nos últimos anos, principalmente na escolha de treinadores. Depois de torcer o nariz para as apostas em Sérgio Baresi, Paulo César Carpegiani e Adilson Batista, ele acredita que o desempregado Emerson Leão tenha condições de apagar o incêndio no clube.

    “Primeiro tentaram com o Baresi, o que foi um absurdo. Não pela pessoa, mas pela novidade. Depois tentaram consertar com o Paulo César Carpegiani e não deu. Aí trouxeram o Adilson, que é ótimo, mas está em um momento ruim de sua carreira”, apontou o vereador Marco Aurélio, em entrevista à Gazeta Esportiva.Net. “Um bom nome é o Emerson Leão. Ele está disponível, resolve a curto prazo e o São Paulo precisa conquistar a Libertadores”.

    Marco Aurélio foi voto vencido quando Juvenal decidiu demitir Muricy Ramalho após a queda na Libertadores-2009 e também não concordou com a saída de Ricardo Gomes, que não teve seu contrato renovado após perder a Libertadores-2010. Segundo ele, a saída do atual vascaíno marcou também sua perda de influência em relação ao mandatário.

    O ex-dirigente, que tem o desejo de se tornar presidente do clube no futuro, garante que não negocia com a oposição e se coloca ao lado de Juvenal – em quem votou nas últimas eleições. O que o desagrada é a importância que o mandatário dá a seus pares. Quando saiu, Marco Aurélio disse ter “ideias diferentes” das de Carlos Augusto de Barros e Silva e João Paulo de Jesus Lopes. “Pedi demissão porque as coisas que eu falava não eram mais ouvidas”, diz.Leia abaixo a entrevista completa:

    GE.Net: Após a derrota para o Atlético-GO, você postou no Twitter que o São Paulo está cometendo erros que antes não cometia. Que erros são esses?
    MARCO AURÉLIO: O São Paulo optou por mudanças, o que é absolutamente legítimo em qualquer clube. Mas se vai mudar, que busque um modelo mais seguro. O São Paulo muda por mudar. Primeiro, tentou o Baresi, o que foi um absurdo. Não pelo Baresi, mas pela novidade. Depois tentou consertar com o Carpegiani, não deu. Aí trouxeram o Adilson, que é ótimo, mas em um momento ruim da sua carreira. Houve mudanças de comissão técnica e isso tudo reflete muito nos resultados.

    GE.Net: Acha que sua saída pode ter influcienciado?
    MARCO AURÉLIO: Eu não falo de mim, quem tem de falar são vocês imprensa . Seria advogar em causa própria. Posso dizer que a saída do Carlinhos Neves, preparador físico foi importante, a mudança de modelo de uma comissão técnica estável também. Não pode mudar para fazer experiência. Pela grandeza, o São Paulo vai conseguir superar esse momento e tenho que dizer que o Adalberto Baptista, diretor de futebol tem se esforçado.
    NOTA DA REDAÇÃO: Além de Carlinhos Neves, que foi substituído por Riva Carli e depois pelo atual preparador, Zé Mário Campeiz, também foram demitidos o fisiologista Turíbio Leite de Barros e o analista de desempenho Wellington Valquer.

    GE.Net: Tem alguma sugestão de treinador?
    MARCO AURÉLIO: Não gosto de dar palpite, mas um bom nome é o Emerson Leão. Ele está disponível, resolve a curto prazo e o São Paulo precisa conquistar a Libertadores. O São Paulo tem que pensar bem no que vai fazer. Tem que ter uma estratégia. Não adianta fazer uma coisa agora e depois ficar remendando.GE.Net: Você acha que a diretoria pode ir atrás do Leão? Ainda tem influência para sugerir o nome dele?
    MARCO AURÉLIO: Não tem chance. Eu converso com o presidente Juvenal sempre, mas só falo sobre coisas institucionais. Não falo de futebol. Ele escolheu os nomes dele, que são Adalberto e João Paulo, e eu aprendi que palpiteiro sempre atrapalha. O futebol deve ser gerido por quem está lá, vivenciado situações, sofrendo com as dificuldades, sentindo o vestiário.

    GE.Net: Quando começou a desandar?
    MARCO AURÉLIO: Quando saiu o Ricardo Gomes. Um técnico sair é a coisa mais normal do mundo, mas o Ricardo é um profissional correto e competente. Disseram que o futebol não era bom, mas quem joga bom futebol no Brasil? Talvez o Botafogo ou o Vasco. Nem o Corinthians que lidera é unanimidade. O Ricardo ia fazer um São Paulo melhor, com certeza. Tiraram o Ricardo para colocar um treinador da base. Depois disso, vi que não adiantava mais dar opinião. Não tenho absolutamente nada contra o rapaz, mas que trouxessem um cara com o mesmo respeito, que fizesse um trabalho a longo prazo.

    GE.Net: O Ricardo Gomes foi o último a dar certo?
    MARCO AURÉLIO: Estava tudo arrumado. O São Paulo perdeu a vaga no Mundial de Clubes por um gol que tomou fora de casa na semi da Libertadores, contra o Inter. Como o adversário da final seria o mexicano Chivas, a vaga no Mundial já estaria garantida . O Ricardo pegou a equipe lá embaixo e só não ganhou o Campeonato Brasileiro em 2009 porque fomos roubados no tribunal, teve aquele pênalti contra o Flamengo que o Rogério defendeu e mandaram voltar…

    GE.Net: Foi esse episódio que te fez pensar em sair?
    MARCO AURÉLIO: Eu pedi demissão porque as coisas que eu falava não eram mais ouvidas. Saí respeitosamente, não fiz barulho nenhum. Deu o meu momento e saí, mas continuo colaborando. Eu ajudei a indicar o João Filipe. O Milton Cruz, auxiliar técnico me ligou e eu falei que podia pegar, por causa dessa, dessa e daquela qualidade, mesmo sendo reserva do Botafogo. Colaboro quando me perguntam, mas não vou lá dar minha opinião.

    GE.Net: Acha que o Juvenal Juvêncio está sendo cobrado demais por causa do terceiro mandato?
    MARCO AURÉLIO: Esse peso ele pegaria de qualquer jeito se o clube perdesse, jogando bem ou mal. Eu quero defendê-lo nesse ponto. A derrota nivela todos por baixo. Se o Rogério tomar gols em bolas defensáveis, o pessoal vai esquecer tudo que ele fez. O pessoal tem essa má vontade com grandes nomes e o Juvenal poderia ter passado sem isso. Mas se ele quis continuar, quis o terceiro mandato e se o clube entendeu que seria útil, está certo.

    GE.Net: Você era favorável à permanência dele?
    MARCO AURÉLIO: Eu aconselhei que ele não ficasse, mas votei pela permanência. Ele fez uma coligação tão grande que não havia adversário. Apoiei pela experiência que ele tem e continuo apoiando. Só acho que ele deve descentralizar um pouco. Concordo que o futebol tem que ser mais fechado, ele está certo em acreditar nos dois ou três em quem ele confia, mas em outras questões poderia ouvir mais gente.

    GE.Net: Ainda dá para ser campeão?
    MARCO AURÉLIO: No Brasileiro, não dá mais. Na Sul-americana ainda dá, porque em todo mata-mata quem tem camisa forte tem grande chance. O São Paulo tem um grande elenco, o Adilson é que não conseguiu acertar. Houve contusões, suspensões… O Denilson foi expulso três vezes, o Luis Fabiano demorou a jogar, o Juan também ficou suspenso, a zaga toda machucou… É difícil mesmo.

    GE.Net: O Corinthians está adotando o modelo correto?
    MARCO AURÉLIO: Nem tanto. O Corinthians acabou de trocar o preparador físico também saiu Eduardo Silva, entrou Fábio Mahseredjian . Eles têm o modelo deles. São influenciados por torcida organizada, o clube é dirigido de forma secundária pela torcida. No São Paulo não é assim, isso nunca vai existir. O Corinthians está se organizando no ponto de vista da estrutura e isso faz o futebol se nivelar. Eles estão construindo o que nunca tiveram, dando condições de trabalho aos profissionais, com um departamento médico muito qualificado, com bom centro de treinamento. Mas abandonaram um pouco a base. O São Paulo jamais vai abandonar e está cada vez investindo mais em Cotia. O Corinthians largou e acho que mais para frente isso vai ser sentido.. Alguma coisa eu sei fazer, não é? Além do São Paulo, passei por outros nove clubes e pela Seleção Brasileira, além de seleções de outros lugares.

    GE.Net: Esse plano tem data para virar realidade? Acha que tem força política no São Paulo para ser eleito?
    MARCO AURÉLIO: Não há planejamento. Isso é questão de tempo, de pessoas, de momento. De repente, sou reeleito vereador e o próximo prefeito me convida para alguma coisa. Minha vida pública está em aberto, mas penso em ser presidente porque tenho conteúdo suficiente e não me omito. Essa eleição é mista. Parte dos votos vem dos sócios e outra parte do Conselho. Não acho que tenha alguém melhor, acho todo mundo muito bom, muito parecido. Podem escolher entre A, B, C ou D. Eu seria uma dessas letras.

    GE.Net: Tem um último recado?
    MARCO AURÉLIO: As pessoas costumam falar que vou para a oposição e não é assim. O próprio Juvenal já disse que a oposição acabou, que hoje é composta por meia dúzia. Não concordo, acho que ainda é voz importante, mas não sou de oposição. Sou de situação. Não quero que pensem que fico negociando com a oposição. Não faço isso. O que quero é o São Paulo com as melhores figuras, independentemente da ala. Não quero parecer oportunista. Estou solidário, acho que o mau resultado faz parte.

    Gazeta Esportiva

  19. Radar Soberano Says:

    Juvenal fala da crise no São Paulo

    Ter, 18 de Outubro de 2011 07:31. | |

    Juvenal Juvêncio alertou Adilson Batista, durante a semana passada, de que um tropeço em Goiânia custaria seu cargo.

    Imediatamente após a derrota do São Paulo para o Atlético-GO por 3 a 0, na noite de domingo, anunciou a demissão.

    O presidente são-paulino admite decepção com o trabalho do treinador, embora o defina como “sério e trabalhador”, e corre atrás do substituto, missão considerada difícil no Morumbi.

    Seu descontentamento, no entanto, não se limita a Adilson. Juvenal lembra que boa parte dos jogadores não está rendendo o esperado individualmente.

    Rivaldo, sempre aclamado pelo torcedor, é um dos que não agradam ao presidente. Seu contrato não será renovado para 2012, independentemente do que ocorra na reta final do Campeonato Brasileiro e na Copa Sul-Americana. “Rivaldo é um grande profissional, disciplinado, mas já não é mais aquele jogador.”

    Na visão da diretoria, o técnico insistiu demais com Rivaldo, talvez até de maneira inconsciente, por causa dos pedidos da torcida e da simpatia que carrega dentro do grupo. A cúpula tricolor não se conformou com o fato de o veterano jogador ter atuado durante os 90 minutos contra o Internacional, na quarta-feira (empate por 0 a 0), apesar do cansaço no segundo tempo e da baixa produtividade.

    Milton Cruz assume o comando da equipe interinamente – quarta, o desafio é em casa, contra o Libertad, pela Copa Sul-Americana. Mas o objetivo do clube é contratar até a próxima semana um novo treinador. “Não existe no mercado um técnico que tenha unanimidade no São Paulo”, comentou Juvenal. “Precisamos trazer alguém que tenha currículo, a torcida exige nome forte.”

    Scolari faz parte desse pequeno grupo. Juvenal acredita, porém, ser difícil acertar com o palmeirense agora. Embora a situação de Felipão não seja nada boa no Palestra Itália.

    Nesta entrevista exclusiva ao JT, dada segunda, por telefone, Juvenal diz ainda ser possível conquistar o Brasileiro, afirma que o time vai com força máxima na busca pelo título da Sul-Americana e fala da
    confiança no futebol de Luis Fabiano.

    O que ocorre com o São Paulo?
    As coisas não estão indo bem. Esperávamos mais, uma campanha melhor. Nosso time é competitivo, mas algumas peças não estão rendendo o que poderiam individualmente.

    O senhor se decepcionou com o trabalho do Adilson Batista?
    Em primeiro lugar, o Adilson é um bom sujeito, um cara sério e trabalhador. Essas são qualidades que deveriam ser naturais do ser humano, mas não são. Por isso, é importante ressaltá-las. Mas ele não foi bem, os resultados estão aí para mostrar. Ele cometeu erros. Não deveria ter se preocupado em ficar dando explicações do passado (referindo-se às passagens sem sucesso por Corinthians e Santos). Ele não se mostrava seguro em alguns jogos e percebi que não estava bem.

    Quais erros o senhor destacaria?
    Às vezes, ele parecia querer atender ao pedido do torcedor para pôr o Rivaldo. E muitas vezes não era o caso… Contra o Inter, por exemplo, o Rivaldo ficou o jogo todo em campo, mas não estava bem. Perdeu um gol claro. Adilson é um bom cidadão, mas não deveria querer
    contemporizar, agradar à torcida, ao grupo ou à mídia. O compromisso aqui é com a instituição.

    Em que momento o senhor começou a pensar na demissão?
    Na semana passada, o Adilson declarou ter convicção de que o São Paulo venceria o Atlético-GO. Baseado no quê? O time não vinha jogando bem. Eu demorei para tomar a decisão porque é preciso ter segurança numa
    hora como essa. É necessário escolher o momento certo. Eu mesmo disse ao Adilson antes do jogo com o Atlético: “Se não vencermos, você sabe que não conseguirá subir a escada do Morumbi no jogo seguinte
    (amanhã, contra o Libertad), não haverá clima. A torcida vai te vaiar, inclusive eu”. O torcedor vive de paixão e está frustrado. Como não dá para trocar os 11 jogadores, trocamos o técnico.

    Já há nome para substituí-lo?
    Não existe um nome que seja unanimidade no clube. Talvez nem entre os treinadores empregados. Está difícil. Começamos a analisar e conversar internamente sobre esse tema.

    O Felipão é um nome forte, com currículo… Não poderia ser contratado agora?
    O Felipão, sem dúvida, tem nome, currículo. A torcida do São Paulo exige nome forte, não quer um iniciante. Mas ele está no Palmeiras, é muito difícil
    pensar nele agora.

    E o Dunga?
    Agora não. Já quisemos o Dunga no passado, mas ele está em contato com duas ou três seleções e deve fechar com alguma delas.

    O Milton Cruz pode ficar até o fim do ano no comando?
    Nosso objetivo é que o Milton Cruz fique nos dois próximos jogos, mas não até o fim do ano.

    Como o São Paulo vai encarar a Sul-Americana?
    Vamos com tudo, nosso objetivo é conquistar o título.

    Ainda há chance de conquistar o Brasileiro?
    Vou usar um jargão popular: “O jogo só termina quando acaba”. Vamos lutar até o último minuto. Não é impossível, porque o Brasileiro de 2011 está diferente, não é um campeonato de ganha, perde e empata. Os times perdem, perdem de novo, empatam…

    Como está a situação do Dagoberto? Não concorda que ele tem feito ótima temporada?
    Ele está indo muito bem mesmo. Mas agora, com a lei nova, quando chega o fim do contrato a situação depende muito mais do jogador. O Dagoberto tem dúvidas, parece não fazer força para ir ao exterior. Aqui ele tem os filhos, os pais, gosta do São Paulo, não quer ir para outro lugar. Podemos dizer que está 50 a 50 (possibilidade de ficar ou sair).

    O que está achando do Luis Fabiano?
    Se ele tivesse feito um gol, aquele de pênalti contra o Cruzeiro, por exemplo, já estaria melhor, mais tranquilo, menos ansioso. Mas é apenas questão de ajuste, logo ele estará bem.

    Eduardo Maluf, Jornal da Tarde

  20. Finorio Says:

    O JJ é que deveria deixar o clube.
    Mandar uma pessoa embora desse jeito sem o mínimo cuidado ?
    Foi a mesma coisa que ele fez com o Turbírio, mandou ligarem para o fisiologista e informaram da demissão pelo telefone.
    O JJ vai acabar com o São Paulo.

  21. Felipe 6-3-3 Says:

    Nem toda a imprensa, mas tem uns jornalistas taxinha ai que envergonham a profissão.

  22. Marcelo Abdul Says:

    Mais culpado que o próprio Adílson foi quem colocou ele lá. O cara vinha de uma péssima sequência de trabalhos e o cidadão de Santa Rosa do Viterbo contratou ele mesmo assim.

    Esse é o presidente que entende de futebol? O que trocou o Arouca pelo Rodrigo Souto?

    Ah tá…

  23. Jorge Tri-Hexa Says:

    Não querem Felipão e nem Muricy ?
    Chama o Mourinho então.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: