Atlético-GO 3×0 São Paulo

O São Paulo entrou em campo diante do Atlético-GO sabendo que seus principais rivais ao título brasileiro venceram na rodada. Ostentava também uma preocupante série negativa. Soma-se a isso um lance incrível no primeiro tempo, quando em um único lance a bola acertou a trave quatro vezes.

Não era dia do Tricolor. Mais eficiente em campo, o time goiano venceu por 3 a 0, na noite deste domingo, no Serra Dourada. Com o revés, o São Paulo chegou a seis jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro. A última vitória foi sobre o Ceará por 4 a 0, no Morumbi.

O resultado adverso também deixou o Tricolor longe dos líderes do Brasileiro. Com 48 pontos, a equipe paulista caiu para sexta colocação, seis pontos a menos que o líder Corinthians. Além disso, pela primeira vez em todo o torneio, o São Paulo saiu da zona de classificação para a Libertadores.

TIME PARA NA TRAVE

Sem Juan e João Filipe, ambos suspensos, o técnico Adilson Batista escalou Xandão ao lado de Rhodolfo, enquanto Carlinhos foi deslocado para a lateral esquerda. Já no meio de campo, o meia Lucas, que retornou da Seleção, ficou com a vaga de Rivaldo.

Mesmo fora de casa, o Tricolor não permitiu a pressão do adversário e partiu para cima. Ao longo de toda a primeira etapa, os paulistas tiveram mais posse de bola e criaram grandes chances de gol. Mas, mais uma vez, a bola insistiu em não entrar.

Em um dos lances, aos 32 minutos, Rhodolfo cabeceou na trave e Xandão também acertou a trave no rebote. Não bastasse isso, ainda neste lance, o atacante Luis Fabiano também explodiu a trave goiana. E o castigo tricolor veio minutos antes, aos 25, quando Gilson abriu o placar.

DERROTA FORA DE CASA

O São Paulo seguiu com mais volume de jogo no início do segundo tempo, mas o Atlético-GO, igual no primeiro tempo, foi mais eficiente. Aos 15 minutos, Anselmo acertou a trave de Rogério Ceni. No rebote, o atacante Felipe ampliou o placar para os anfitriões.

As coisas ficaram ainda piores aos 23 minutos, quando o árbitro marcou mão na bola de Xandão dentro da área. Pênalti para o Atlético-GO. Rogério Ceni acertou o canto, mas não conseguiu defender a cobrança do atacante Anselmo.

Logo após o gol, Adilson Batista colocou Marlos no lugar de Dagoberto. O Tricolor tentou diminuir o placar, mas a derrota já estava decretada. Péssimo resultado para o time do Morumbi, que segue sem vencer no Brasileiro e fica mais distante do título brasileiro.

SUL-AMERICANA

Após o jogo contra o Atlético-GO, o São Paulo volta as suas atenções para a Copa Sul-Americana. Na próxima quarta-feira, o Tricolor receberá o Libertad (PAR), no Morumbi, pela primeira partida das oitavas de final da competição continental.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-GO 3 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Data: 16 de outubro de 2011, domingo
Horário: 18 horas (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Fabio Pereira (TO)
Cartões amarelos: Vitor Junior e Pituca (Atlético-GO); Luis Fabiano (São Paulo)

Gols: ATLÉTICO-GO: Gilson, aos 25 minutos do primeiro tempo; Felipe, aos 14, e Anselmo (pênalti), aos 24 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-GO: Márcio (Rafael); Rafael Cruz, Anderson, Gilson e Thiago Feltri; Pituca, Marino, Vitor Junior e Bida (Joilson); Felipe e Anselmo (Ernandes) Técnico: Hélio dos Anjos

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris (Jean), Xandão, Rhodolfo e Carlinhos Paraíba; Denilson, Wellington, Cícero (Rivaldo) e Lucas; Dagoberto (Marlos) e Luis Fabiano
Técnico: Adilson Batista

Via Gazeta Esportiva

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Próxima Partida: São Paulo x Libertad, Copa Sul-Americana 2011, Morumbi, São Paulo, quarta-feira, dia 19.10 às 21h50.

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11 Respostas to “Atlético-GO 3×0 São Paulo”

  1. Radar Soberano Says:

    Os erros de Adilson e da direção do São Paulo

    Birnadas

    De Vitor Birner

    A queda de Adilson, dependendo de quem for contratado, aumenta a chance de o São Paulo se classificar para a Libertadores.

    Mesmo assim, não vou dizer que a direção acertou.

    A razão é simples.

    Ela tinha que conhecer a metodologia de trabalho do ex-Furacão e o impacto da implementação delas.

    Noutras palavras, precisava projetar as dificuldades de mudança na forma de jogar.

    Se fossem pequenas, seria justo cobrar resultados rapidamente.

    Mas não eram.

    Adilson aposta no esquema com 3 volantes, onde 2 criam bastante, como se fossem meias, e cobrem os laterais.

    Se eles vão mal todo o time os acompanha, pois sobra espaço pelos lados para os rivais.

    A consequência disso você viu nos gols parecidos que o São Paulo sofreu em vários jogos..

    Carpa escalava o trio criativo (4-2-3-1) com dois volantes protegendo os zagueiros. Um deles aparecia como ‘homem surpresa’.

    Obviamente, a alteração do rumo do trabalho podia comprometer o entrosamento.

    A chegada de Adilson redirecionou, reiniciou, as propostas coletivas de jogo do time.

    O último demitido insistiu nas convicções táticas. As repetiu partida após partida. E pretendia continuar até a equipe ficar compacta, coesa e forte.

    Muricy, Parreira e vários outros acreditam na repetição como forma de aperfeiçoamento e títulos.

    Minha impressão é que Adilson não ía conseguir acertar o time até o fim do brasileirão.

    Em suma, tanto ele quanto a direção erraram, entretanto só terei como dizer se o São Paulo acertou na demissão quando souber quem e quando irá substituí-lo.

    A definição do sucessor também mostrará se a cartolagem no Morumbi sabe o que está fazendo ou se perdeu o rumo e cede às pressões externas no calor das paixões pós fracassos.

    Escrito por Vitor Birner às 23:37

  2. Radar Soberano Says:

    Atlético GO aproveita erros usuais do São Paulo e vence outra; Adilson Batista é demitido no vestiário

    Análise de jogos, Brasileirão

    De Vitor Birner

    Atlético GO 3×0 São Paulo

    O São Paulo jogou bem no primeiro tempo, mas levou um gol por causa do erro de marcação que aconteceu em quase todos os jogos desde a chegada de Adison.

    O Dragão mandou na etapa complementar, sobrou, mereceu a vitória, derrubou Adilson e o adversário da zona de classificação para a Libertadores.

    Escalações

    Atlético GO – Marcio; Rafael Cruz, Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Marino, Pituca, Bida e Vitor Junior; Felipe e Anselmo

    São Paulo – Rogério Ceni; Pirís, Xandão, Rhodolfo e Carlinhos; Denilson, Wellington, Cícero e Lucas; Dagoberto e Luís Fabiano

    Ataque x contragolpe

    O São Paulo entrou em campo para atacar. O Dragão apostou nos contragolpes.

    Helio dos Anjos posicionou o time atrás.

    Marino e Pituca, os volantes marcadores, e Bida, o terceiro da posição e quem tem mais liberdade de avançar, fizeram uma parede em frente aos 4 homens da defesa.

    Normalmente os laterais Rafael Cruz e Thiago Feltri apoiam bastante. Não aconteceu. Atacaram de forma tímida.

    Vitor Junior e Felipe cuidavam dos contragolpes.

    A bola ficou com o São Paulo, dono de postura agressiva e constante presença no ataque.

    Lucas e Cícero foram os principais responsáveis pela criação no meio-campo. Os volantes Cícero e Wellington também ajudaram.

    Dagoberto trocou constantemente de lado no ataque para confundir a defesa do rival.

    Luís Fabiano fez o trabalho de pivô.

    O São Paulo chegou a ficar mais de 70% do tempo com a bola e criou boas chances.

    Pecou nas finalizações e no último passe.

    E não só nisso

    Furacão sai na frente

    O contra-ataque do Dragão incomodava, mas o São Paulo era superior no confronto quando sofreu o gol.

    Os são-paulinos estão cansados de ver a equipe perder pontos por causa das falhas infantis de posicionamento e marcação.

    Os treinadores adversários obviamente mandam seus times forçarem o jogo onde os erros se repetem.

    O Atlético fez isso e de forma humilhante para a defesa são-paulina.

    Quantas vezes você viu uma equipe defensiva balançar a rede após um zagueiro cruzar e o outro cabecear?

    Assim aconteceu o gol. Anderson levantou a dita cuja na área e Gilson fez 1×0.

    Não havia muitos jogadores na área são-paulino, porém Gilson subiu livre por causa da bobeira de Pirís e Xandão.

    Sorte e azar gigantes

    Os visitantes continuaram melhores em campo.

    Atacaram, criaram ótimas oportunidades. todavia pecaram nas finalizações e em alguns passes.

    E, além disso, levaram azar.

    Aos 32, num lance só, o Dragão viu a bola bater 4 vezes nas suas traves.

    Rhodolfo cabeceou, Márcio fez linda defesa e desviou a redonda que pegou no travessão e na trave. Xandão, na pequena área, de novo acertou o travessão e aconteceu outro rebote. Luís Fabiano chutou, a esférica desviou na zaga e mais uma vez bateu na trave.

    Até o fim do primeiro tempo o São Paulo mandou no jogo.

    Atlético sobra no segundo tempo

    Adilson gostou do que viu na etapa inicial e repetiu o time na volta do intervalo.

    Hélio dos Anjos, satisfeito com o contragolpe eficaz, acertou o posicionamento defensivo sem alterar a escalação.

    E viu seus comandados vencerem sem dificuldades.

    O Atlético aumentou o tempo de posse de bola, diminuiu os espaços no seu sistema defensivo e continuou mortal no contragolpe.

    Desde o início do período complementar foi melhor.

    Aos 6, Ceni evitou o gol dos anfitriões.

    Rivaldo entra. São Paulo sucumbe

    Aos 12, Adilson, insatisfeito com o desempenho são-paulino, mexeu mal no time.

    Trocou Cícero por Rivaldo e acabou de vez com as possibilidade de o São Paulo vencer.

    Lucas, péssimo outra vez, deveria ter saído se a idéia era usar o veterano.

    Sem Cícero e com o ex-craque, que não tem forças para marcar tal qual o futebol atual exige, o São Paulo perdeu pegada no meio-campo, roubou menos bolas e ficou sem criatividade.

    Sem perdão

    O anfitrião não perdoou.

    Dois minutos depois da substituição, Anselmo chutou, Rogério Ceni fez uma baita defesa, a redonda tocou no travessão e Felipe, no rebote, ampliou.

    Não foi pênalti. E daí?

    Aos 23, o soprador deu pênalti de Xandão e errou.

    Anselmo cobrou bem e fez 3×0.

    Não adianta o são-paulino reclamar do apito.

    O Atlético venceria mesmo sem a penalidade.

    Mudanças só de atletas

    Marcio se machucou e Rafael entrou aos 25.

    Quase ao mesmo tempo, Marlos ocupou o lugar de Dagoberto.

    Aos 39, Piris saiu e Jean foi para o jogo.

    Ernandes, aos 42, e Joilson, aos 45, entraram nas vagas de Anselmo e Bida.

    Nenhuma mudança alterou a cara do confronto.

    Só o Dragão levou perigo e mereceu os 3 pontos.

    Escrito por Vitor Birner às 19:37

  3. Radar Soberano Says:

    Pé atrás

    Seg, 17 de Outubro de 2011 07:13. | |

    Confira

    Pé atrás. Dirigentes do São Paulo consideram que a queda de Adilson Batista foi causada, essencialmente, pela insegurança do treinador. Os cartolas relatam que, por causa de seu recente passado ruim em clubes como Corinthians, Santos e Atlético-PR, Adilson não conseguia passar segurança à equipe.

    Lugar errado. Um dirigente são-paulino considera que o erro aconteceu justamente na contratação do treinador. Afirma que o clube abriu as portas a Adilson para que ele recuperasse sua carreira, e um clube como o São Paulo não pode servir como salvação para um treinador.

    DIVIDIDA

    “A hora em que ele perceber que é nosso agente de marketing, vai parar”
    JULIO CASARES
    vice-presidente de marketing do São Paulo, sobre Andres Sanchez e suas provocações

    Folha

  4. Radar Soberano Says:

    Razão da oscilação

    Seg, 17 de Outubro de 2011 07:28. | |

    Paulo Vinicius Coelho

    Antes de deixar o São Paulo, o técnico Adílson Batista observou que seu ex-time tem apenas dois titulares do ano passado na equipe que atua costumeiramente neste ano. “Só Rogério Ceni e Dagoberto”, diz. Na verdade, é possível incluir Lucas e Carlinhos Paraíba nessa lista, mas os quatro juntos só jogaram três partidas no ano passado.

    Já é quase consenso que este Brasileiro tem bons jogos e é emocionante. A crítica repetida é que não há grandes times.

    Times como Manchester United, Barcelona e Real Madrid, os três melhores do planeta, aqui não tem mesmo, não.

    Mas a reflexão de Adílson faz sentido em todos os concorrentes ao título e explica, em parte, as oscilações dos concorrentes. Os onze titulares da temporada passada no Real Madrid, Barcelona e Manchester United seguem nos três clubes, exceto Van der Sar, goleiro do Manchester United. Aposentou-se.

    Dos seis candidatos ao título, o número de titulares do ano passado aproveitados no time-base deste ano é bem pequeno. São três no Corinthians e no São Paulo, quatro no Flamengo e no Fluminense, quatro no Flamengo e dois no Botafogo.

    O Corinthians, de duas vitórias nas últimas quatro rodadas e da derrota contra o bom Botafogo – que pode ser líder quarta-feira – mudou taticamente ontem. Alex saiu da posição de centroavante para a meia-esquerda no início, para a ponta-direita mais tarde. Liedson ocupou a camisa 9 e Danilo foi mantido na armação, posição em que jogou muito no empate com o Vasco e na vitória sobre o Atlético-GO.

    Contra o Cruzeiro, foi discreto. Nesse caso, a oscilação pode não ser consequência das mudanças dos titulares e dos sistemas. Fisicamente, Danilo não suporta três jogos por semana. A boa notícia para o Corinthians é que resta apenas uma rodada de quarta-feira, daqui até a decisão, em dezembro.

    Estadão

  5. Radar Soberano Says:

    Juvenal aposta em Felipão

    16 de Out. de 2011 às 23:11, por [ Menon ] [ @blogdomenon ] | 15 comentaram

    Conversei há pouco com alguém que sabe muito sobre o São Paulo. Ele me disse que a aposta de Juvenal será em Felipão. O presidente cansou de apostas como as que fez em Ricardo Gomes, Paulo César Carpegiani e Adílson Batista. “Ele não quer mais ser cobrado. Quer alguém incontestável, que segure a bronca e comande o time. Assim, ele fica fora de foco e vai cuidar da cobertura do Morumbi. Acredita que, com Felipão, sua gestão que não é boa nos últimos anos, quando de fala de futebol, vai ser alividada”.

    Ao tentar Felipão – já houve um namoro antes de o treinador acertar com o Palmeiras – Juvenal estará dando adeus a um de seus dogmas. Ele acredita que os treinadores estão ganhando muito e não fazem a diferença. Juvenal teria dito que nunca faria como o Atlético-MG que pagava R$ 400 mil mensais a Dorival Jr. e foi eliminado da Copa do Brasil pelo Barueri. Mas é o valor do mercado. Dorival foi para o Inter ganhar mais do que ganhava no Galo. “O mercado está tão aquecido que Celso Roth, que não tem títulos importantes, exceto a Libertadores que pegou pela metade, é um dos treinadores mais ricos do Brasil”, disse minha fonte.

    Adilson ganhava R$ 160 mil no São Paulo. É o dobro do que recebe Ivan, auxiliar de Dorival Jr. É praticamente o que ganhava Carpegiani. São salários dignos, segundo Juvenal. Mas os sucessivos fracassos levaram o velho presidente a uma dilema: aposta em algum treinador emergente, como Jorginho, do Figueirense, Jorginho, da Portuguesa – e ele se lembra que esse era o perfil de Muricy ao assumir o clube em 2006 – ou em um figurão.

    A dúvida não durou muito. E, se é para gastar milhões, que seja com Felipão.

  6. Radar Soberano Says:

    São Paulo amarela, vê rivais com atitude de time grande e dá adeus ao título

    16 de Out. de 2011 às 19:37, por [ Menon ] [ @blogdomenon ] | 26 comentaram

    Na rodada em que todos os concorrentes ao título venceram, o São Paulo amarelou, levou de 3 a 0 do Atlético-GO, começou a ver o título com um binóculo e passou a ter no título da Sul-Americana sua maior chance de chegar à Libertadores.

    Dizer que o time amarelou pode parecer um simplificação diante de tantos erros, mas foi tremedeira mesmo. No primeiro tempo o São Paulo dominou, teve boas chances e sofreu um gol em incrível falha de posicionamento de Piris, jogador que chegou ao clube com status de grande marcador. Na hora do cruzamento, ele não marcou presença na área e deixou Gílson cabecear.

    Como o time perdia jogando bem, era de se esperar que voltasse melhor, acertasse alguns problemas e tentasse virar o jogo. Nada disso aconteceu. O amarelão prevaleceu. Em uma situação como essa, de desespero, jogador de time grande precisa se impor, precisa sufocar o adversário, mostrar que está a fim de vencer. O São Paulo não faz isso. E perdeu por 3. Enfim aconteceu o que se previa há tempos. Quando dependesse de si, o time naufragaria. Mantinha-se até agora no bloco de cima por conta de falhas dos rivais. Quando eles não falharam, quando jogaram como grandes, o São Paulo entregou o outro. Nos últimos seis jogos foram duas derrotas e quatro empates. Coisa de América-MG.

    São muitos os problemas do São Paulo.

    1) Técnico que troca Piris por Jean os 38 minutos, perdendo por 3 a 0, está jogando para não ser goleado. É para time pequeno.

    2) Lucas jogou mal novamente. Ele não é o que parecia ser?

    3) A diretoria disse que contrataria jogadores nota 8. Trouxe Piris, Cícero, Cañete e João Filipe. Será que a escala era de zero a cem?

    4) Rivaldo não dá mais.

    Enquanto isso, os outros mostraram suas armas.

    1) Corinthians ganhou por 1 a 0 com gol de Paulinho, um volante que sabe sair para o jogo. E teve sorte com o erro de Montillo no pênalti.

    2) Fluminense ganhou por 2 a 1, com dois do artilheiro Fred. No final do campeonato ele dá pinta de quem quer fazer a diferença

    3) Flamengo ganhou por 1 a 0 em um jogo ruim. É assim mesmo. Quem quer ser campeão ganha jogando bem e mal.

    4) Vasco praticamente definiu o jogo com um golaço de Elton e depois com o segundo de Fagner.

    5) Botafogo fez 2 a 0 em grande jogo de Antonio Carlos, bom zagueiro, que fez um gol e sofreu um penalti. Pode ser líder na quarta-feira.

    6) Inter levou dois sustos mas mostrou que é grande e passou por cima do Avaí por 4 a 2.

  7. Jonatan Androwiki Says:

    Fala Lina, beleza?

    Então cara, escrevi um texto para o Olheiros, maior site do Brasil sobre categorias de base e promessas do futebol, sobre a mais nova aposta da base do São Paulo, o atacante do sub-15 Joanderson.

    http://olheiros.net/artigo/ler/3024/talento_fora_da_area

    Se quiser dar uma prestigiada, ficarei feliz. hehe

    Um abraço amigo!

    Lina: Belo texto Jonatan, como se vê, centroavante nunca vai ser problemas no Tricolor, quer dizer, já tivemos W9 Caneleiro, mas esse já foi, ainda bem. KKKKKKKK Abraços !

  8. Guedes Says:

    Também tem uma coisa.
    4 bolas na trave seguidas.
    Isto não é normal.

  9. Hexa Único Says:

    Falta um pouco de sorte também, porque se for ver, o primeiro tempo não foi de todo ruim.

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