Em Pé de Guerra

Está muito mais esgarçada do que aparenta a relação entre a FIFA e o governo. No início do mês, Joseph Blatter enviou para Dilma Rousseff uma carta em que reclamava da morosidade das obras da Copa e com a demora de o governo enviar para o Congresso a Lei Geral da Copa(LGC).

O Planalto considerou a cobrança “fora de padrão” — é exatamente esse o eufemismo usado, de forma irônica, claro. Dias depois, o governo mandou para a Câmara a LGC. Mas o clima esquentou ainda mais.

A FIFA considerou inaceitável o projeto. Feriria o que foi acordado quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa e lhe traria prejuízos comerciais enormes. Meia entrada para estudantes e descontos para maiores de 65 anos no preço dos ingressos são um dos motivos da briga. Só que a própria Dilma diz que “não há a menor possibilidade de restringir direitos existentes no Brasil”.

Essa briga promete ir longe. A FIFA para pressionar o governo ameaça até com um plano B, que retiraria a Copa do Brasil. Sabendo disso, os EUA já se movimentam. Nos bastidores os dois lados falam tudo uns dos outros — menos palavras de elogios.

Por Lauro Jardim

***(*) ******(*)

Nota: Tô falando que esse negócio não vai dar certo. O cagalhão, pelo andar da carruagem, não vai se sentar no Privadão do Kassab…

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10 Respostas to “Em Pé de Guerra”

  1. Aurio Adriano Says:

    Ricardo Teixeira será investigado pela PF
    Procurador remeterá à Superintendência da PF ofício que determinará abertura de novo inquérito contra presidente da CBF

    Ricardo Teixeira (Foto: Eduardo Viana) Mudou? Em maio deste ano, Ricardo Teixeira foi recebido com regalia na Polícia Federal (Foto: Eduardo Viana)

    Marcelo Auler
    Publicada em 26/09/2011 às 08:51
    Especial para o LANCENET!

    Um ofício que o procurador da República Marcelo Freire remeterá nesta segunda-feira à Superintendência da Polícia Federal no Rio (SR-RJ/DPF) determinará a abertura de novo inquérito contra o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, (CBF), Ricardo Teixeira. Investigará se o dinheiro que o jornalista Andrew Jennings, da BBC de Londres, denunciou que ele teria recebido foi remetido ilegalmente para o Brasil.

    Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Procurador-determina-segunda-feira-Ricardo-Teixeira_0_561543854.html#ixzz1Z4PTI6mI
    © 1997-2011 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

    RÁÁÁÁÁÁÁ

    Lina: Eu torço e muito pra que ele seja questionado, e de forma contundente sobre todas estes desvios, caso forem comprovados. E em sonho, se a polícia for dado o direito de cumprir a lei, caso ele seja condenado, seria muito bom vê-lo na cadeia. Mas em tempos de corrupção filmada em vídeo que não dá em nada e em provas da PF contra o filho do Sarney que também não dá em nada, a incredulidade quanto a uma possível punição é grande…

  2. Radar Soberano Says:

    Ricardo Teixeira será investigado pela PF

    Procurador remeterá à Superintendência da PF ofício que determinará abertura de novo inquérito contra presidente da CBF

    Mudou? Em maio deste ano, Ricardo Teixeira foi recebido com regalia na Polícia Federal (Foto: Eduardo Viana)

    Um ofício que o procurador da República Marcelo Freire remeterá nesta segunda-feira à Superintendência da Polícia Federal no Rio (SR-RJ/DPF) determinará a abertura de novo inquérito contra o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, (CBF), Ricardo Teixeira. Investigará se o dinheiro que o jornalista Andrew Jennings, da BBC de Londres, denunciou que ele teria recebido foi remetido ilegalmente para o Brasil.

    Com isto, Teixeira voltará ao prédio da SR-RJ/DPF para ser ouvido. Esteve lá na noite de 5 de maio, em situação bastante diversa. Foi recebido com regalias ao prestigiar a posse do superintendente, o delegado Valmir Lemos de Oliveira. Aguardou a cerimônia no gabinete, junto a autoridades como a presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Maria Helena Cisne. Caberá a Oliveira instaurar a investigação contra aquele que foilhe dar as boas vindas no cargo.

    Não é a primeira vez que o procurador manda investigar Teixeira. Em 2006, a partir do relatório da CPI do Futebol no Senado, fez 11 pedidos. O delegado especialmente designado para o caso propôs o arquivamento de todos. Apenas quatro voltaram a Freire na redistribuição dos feitos e nos quatro ele denunciou o presidente da CBF. Três denúncias viraram processos, que o TRF-2 trancou..

    Na ação nº. 2003.51.01.515982-5, da 6ª Vara Criminal, ele foi acusado de crimes tributário, contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro. Tratava das remessas de dólares da empresa Sanud Etablissement, no paraíso fiscal de Liechtenstein, para a brasileira RLJ Participações, cujo sócio principal é o presidente da CBF. Por conta dela é que caiu com Freire a representação de Marcos Pereira, presidente do PRB, ao Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, pedindo investigações das denúnciasde Jennings.

    Nas denúncias de Jennings, Teixeira está entre os dirigentes da Fifa subornados pela empresa de marketing ISL, para ter o direito de transmissões de TV em algumas copas. Os subornos chegaram próximos de US$ 200 milhões e, segundo o jornalista, foram pagos através de empresas fantasmas sediadas no paraíso fiscal de Liechtenstein.

    ENTENDA O CASO

    Suborno
    Na década de 90, a empresa de marketing ISL teria pago a alguns membros da Fifa para negociar os direitos de transmissão de televisão da Copa. Os valores chegariam a U$ 200 milhões (cerca de R$ 374,5 milhões). Brasileiros suspeitos Ricardo Teixeira e João Havelange, ex-presidente da Fifa, estariam entre os que receberam dinheiro da ISL. O primeiro teria ficado com US$ 9,5 milhões (aproximadamente R$ 17,3 milhões).

    Acordo e sigilo
    À Justiça suíça, dirigentes não teriam contestado acusações. Inclusive, haveria acordo para devolverem o valor recebido. Os documentos que comprovariam o caso podem ser revelados em breve.

    Caso reaberto
    Em julho de 2011, Marcos Pereira, presidente do Partido Republicano Brasileiro (PRB), apresentou a Roberto Gurgel, procurador-geral da República, representação criminal contra Teixeira. Após avaliação, Gurgel recomendou que o requerimento fosse distribuído para algum procurador da área criminal do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ). O caso parou sobre a mesa do procurado Marcelo Freire, que já ofereceu denúncias contra o cartola.

    Suíços investigaram

    Os pagamentos da ISL foram investigados pelo Ministério Público suíço. Há uma lista com os nomes dos beneficiados. Para evitar um processo, eles fizeramacordo, desembolsando dinheiro, como as leis suíças prevêem. Jennings e o repórter suíço François Tanda teriam visto a lista.

    Segundo eles, para Teixeira teriam sido pagos US$ 9,5 milhões (R$ 17,3 milhões), através da Sanud, como noticiou o programa Domingo Espetacular, da TV Record. O programa citou alguns dos 21 depósitos na conta da Sanud em cinco anos: em 10 de agosto de 1992 US$ 1 milhão; outro US$ 1 milhão em fevereiro de 1993; em maio de 1995, US$ 500 mil; e dois, de US$ 250 mil cada, em novembro de 1997.

    A denúncia de Freire se baseou no que a CPI levantou. Ela fala só de duas transferências da Sanud para a RLJ – US$ 399 mil em julho de 1996 e US$ 199 mil em maio de 1997 – que não estão nas citadas agora. Isto fez o procurador concluir que estas outras remessas justificam uma nova investigação.

    Empresas de fachada

    Na denúncia, Freire sustenta que a RLJ e a Sanud – que tinha o irmão de Teixeira, Guilherme, como procurador no Brasil – são de “fachada” e pertencem ao presidente da CBF. Para ele, as remessas para a RLJ não são empréstimos, como alegado. A Sanud é sócia da RLJ e, ao mesmo tempo, sua credora.

    A tese dos empréstimos é contestada pelo fato dos juros e taxas serem muito baixos e também os valores recebidos jamais terem sido amortizados enquanto a Sanud existiu. Além disto, a RLJ jamais apresentou resultados operacionais que demonstrassem capacidade de pagar a dívida. Como se não bastasse, ela repassou vultosos valores como empréstimos para terceiros, entre os quais o próprio Teixeira e outra empresa em que ele tem participação.

    Tudo caracteriza, no entendimento de Freire, o ingresso de recursos no país de forma disfarçada, como se fossem investimentos ou empréstimos da Sanud para a RJL. Ou seja, a “lavagem” de dinheiro ilegal e não declarado à Receita.

  3. Radar Soberano Says:

    Jogo duplo na Copa do Mundo

    Enquanto fontes da CBF espalham que a Fifa já pensa num plano B para substituir o Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014 caso não seja modificada a chamada “Lei Geral da Copa”, o governo federal emite sinais contraditórios diante da óbvia chantagem.

    A presidenta Dilma Rousseff diz que não cederá nas questões que eventualmente colidam com as leis brasileiras, mas, por outro lado, o líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza, trabalha para eleger o deputado Vicente Cândido como relator da “Lei da Copa”.

    Ora, Vicente Cândido é um dos vice-presidentes da Federação Paulista de Futebol, entidade a serviço da CBF que, candidamente, tudo fará para atender a Fifa.

    Ou seja, ou bem a presidenta quer uma coisa e o PT quer outra nesta questão ou tem gente, que sabe que o resultado final será inevitavelmente contrário à soberania nacional, apenas jogando para a torcida.

    E é preciso que se diga que os excessos exigidos Fifa estão postos desde antes de o Brasil ser escolhido como sede e com a concordância do então presidente Lula.

    Em bom português, tudo já estava combinado, e o combinado não é caro nem barato, é simplesmente o combinado.

    Em meio a tal confusão, está o ministro do Esporte Orlando Silva que, a pretexto de ficar bem com a presidenta que não o queria, passou a jogar com ela, o que irritou os cartolas da CBF e da Fifa, loucos agora para vê-lo pelas costas.

    Seja como for, é difícil imaginar, nestas alturas do campeonato, que se crie uma situação tal que inviabilize a Copa no país — desenlace que este blog, dados todos os desmandos já cometidos em torno da construção e reforma de estádio e da pasmaceira em relação aos legados para as cidades sede, até aplaudiria de pé.

    EM TEMPO: O diário “Lance!” de hoje traz uma página noticiando que o procurador da República Marcelo Freire, remete hoje à Polícia Federal, no Rio, ofício determinando a abertura de inquérito contra Ricardo Teixeira, para investigar se o dinheiro que o jornalista Andrew Jennings, da BBC, denunciou que ele teria recebido foi remetido ilegalmente para o Brasil.

    por Juca Kfouri às 12:30

  4. Radar Soberano Says:

    24/09/2011
    às 0:39 \ Vídeos: Entrevista
    Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados federais em São Paulo: ‘Ficou mais difícil combater a corrupção oficial’

    Aiuri Rebello
    Fernanda Nascimento

    Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal no Estado de São Paulo desde 2005, Amaury Portugal, 60 anos, ingressou na instituição aos 20. Nunca mais se afastou: depois da aposentadoria em 1998, continuou a defender a lei e a PF como dirigente sindical. Nos últimos tempos, amparado na ampla experiência acumulada na investigação de crimes contra o patrimônio público, tem criticado reiteradamente a impunidade dos corruptos oficiais. Nesta semana, Portugal não escondeu a frustração provocada pela decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça que praticamente engavetou as descobertas feitas pela PF durante a Operação Boi Barrica, algumas das quais transformam em candidatos a pesadas punições integrantes e amigos da família Sarney. Na entrevista, o delegado trata das dificuldades que impedem o combate a quadrilhas engravatadas, comenta o uso de algemas e aponta os problemas enfrentados pela instituição. Mas avisa que a batalha pela moralização dos costumes não será paralisada.

    O senhor achou estranha a decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre a Operação Boi Barrica?

    Costumamos dizer na Polícia Federal que colarinho branco e gravata não combinam com algemas nem com barras de prisão. Quem analisar acontecimentos recentes envolvendo o crime organizado, banqueiros e políticos poderosos verificará que ninguém continua preso. Foram presos em certo momento, mas já não estão. Se considerarmos as provas que a Polícia Federal colocou dentro do inquérito, a decisão do tribunal não se justifica. Mas é preciso ressalvar que o magistrado não anulou as provas. Disse que a fundamentação das autorizações para a quebra de sigilo não são suficientes. Neste caso, anula-se o processo, mas as provas não desaparecem. Serão analisadas novamente na primeira instância. Começa tudo de novo na Justiça.

    Como fica a Polícia Federal nessa história?

    Vai continuar agindo. Se houver necessidade de colher mais provas, investigará mais. O inquérito foi feito da melhor forma possível. No caso da Operação Boi Barrica, há uma família poderosa e influente. A Polícia Federal não errou, tudo foi feito corretamente. O que acontece é que estamos no país da impunidade. Aquele processo, para chegar ao ponto a que chegou, levou dois, três, quatro anos. Quando derruba um processo desses, o que acontece? Começa tudo outra vez. Os envolvidos ganham tempo. Os acusados são beneficiados pelos prazos de prescrição. Dificilmente veremos um desses indivíduos atrás das grades. Essa é uma das fórmulas que levam à impunidade.

    Há muita frustração entre os policiais?

    É grande o desânimo na corporação. Nos crimes de desvio de dinheiro público, a maioria dos impunes é favorecida pela prescrição. O país vive um momento muito difícil na questão da moralidade, porque os casos de corrupção não são punidos. Refiro-me à corrupção no poder publico, em ministérios. É um absurdo o que fazem os corruptos. E ainda há quem reclame da colocação de algemas nos bandidos. A gente vê cada coisa … Desvio de merenda escolar, por exemplo. Roubam de crianças, de doentes hospitalizados. Um sujeito que faz essas coisas… A gente fica muito triste com essa situação. É revoltante.

    A corrupção tem crescido muito?

    É preciso ressalvar que a corrupção sempre existiu. Ocorre que hoje o crime é mais organizado. Existem quadrilhas agindo em ministérios. Um exemplo é o Ministério dos Transportes. O prejuízo do estado foi, só ali, de 700 milhões de reais. Daria para reestruturar totalmente a Polícia Federal, que necessita com urgência de mais verbas, mais pessoal e equipamentos modernos. O combate ao crime organizado seria muito eficaz. Hoje é preciso tomar muito cuidado para investigar. Não se pode tomar certas medidas que seriam normais numa investigação. Não se pode, por exemplo, esbarrar em quem tem força política, em gente com muito poder. Convém investigar pelas beiradas, até o momento de fechar o cerco. Ficou muito mais difícil investigar a corrupção oficial. Como são pessoas com dinheiro, posses e influência politica, elas se blindam. E também existe a interferência de alguns poderes da República. O caso da Boi Barrica é uma demonstração dessa força a que me referi. É grande a ingerência nos tribunais.

    O que o senhor acha da controvérsia sobre uso de algemas?

    Esse problema começou faz muito tempo, com um ministro do Supremo Tribunal Federal que se queixou do uso de algemas na prisão do ex-prefeito Celso Pitta. Também houve queixas quando o empresário Daniel Dantas foi algemado. Quer dizer, são senhores acima de qualquer suspeita, intocáveis. O coitado do cidadão comum pode ser algemado sem que ninguém proteste. Mas o mafioso, o banqueiro, o político, esses não podem ser tocados. Isso dificulta muito a atuação do policial, que pode ser acusado de coagir o preso, de recorrer à violência. Querem criar uma conotação, que nunca existiu, entre algema e violência. Algema-se o preso porque a lei determina que se faça isso. Quando um policial dá voz de prisão a alguém, o Estado passa a ser responsável pela integridade daquele indivíduo. Esse detalhe sempre é esquecido. É necessário usar algemas em nome da segurança do preso, de quem prende e de terceiros.

    A relação entre a Polícia Federal e a Justiça é conflituosa?

    Não, de forma nenhuma. Além das decisões que vêm dos tribunais superiores de Brasília, temos os tribunais intermediários, os regionais. A convivência é muito boa e muito saudável com os juízes federais de primeira instância. Essa ligação é menos forte com Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça. Acho que a Justiça precisa ser reformulada.

    A Polícia Federal tem autonomia?

    Temos autonomia na investigação e na coleta de provas. Ninguém é doido de dizer a um policial que não investigue fulano, ou que faça alguma coisa com determinada prova. Houve uma evolução institucional na Polícia Federal, muito mais em consequência da própria formação dos delegados do que do sistema. Posso garantir que quem tentar envolver um delegado federal em alguma irregularidade, ou forçá-lo a atender a algum pedido inconveniente, estará perdido. Mas existem outras formas de pressão.

    Os tribunais superiores comprometem o trabalho da policia?

    Sem dúvida. Volto ao caso da Operação Boi Barrica: a decisão do Superior Tribunal de Justiça foi um absurdo, pelo amor de Deus! É isso que gera a impunidade. O Brasil é o pais da impunidade.

    Ministros de tribunais superiores também são influenciados por interesses pessoais e pressões políticas?

    Não sei. Mas que estão julgando mal, estão. Não sei se os ministros atendem a interesses espúrios, não posso fazer tal afirmação. Mas que estão julgando mal, isso estão.

    Tags: Aiuri Rebello, Amaury Portugal, Boi Barrica, corrupção, família Sarney, Fernanda Nascimento, impunidade, José Sarney, Polícia Federal, Sindpfsp

  5. Marcelo Abdul Says:

    Lina. Conhecendo os políticos brasileiros e a cartolada suja isso não vai dar em nada. No final, vão todos se acertar e “entrar num acordo”. Já foi tudo acertado. O resto é teatro pra inprensa jogar confete.

    Lina: Eu também acho isso, vide Jaqueline Roriz e Fernando Sarney. Uma teve vídeo comprovando recebimento de propina, o outro conversas telefônicas grampeadas. Infelizmente este deve ser mais um que seguirá por este caminho. Por isso que é importante ir para as ruas nos protestos marcados no feriado do dia 12/10 e mostrar nossa indignação contra esses malditos.

  6. Henrique Soberano Says:

    Segundo o Juca, o responsável pelo processo no ministério público do Rio de Janeiro, é durão e não vai amolecer para o RT.
    Assim a torcida espera.

    Lina: Tomara.

  7. Radar Soberano Says:

    15:03 \ Congresso

    Lei da Copa na mira do Senado

    Integrantes da CCJ do Senado — incluindo aí governistas e oposicionistas — realizaram nesta manhã duras críticas ao projeto da Lei Geral da Copa e aprovaram audiência para ouvir os envolvidos no Mundial de 2014.

    Ricardo Teixeira foi alvo da maioria dos senadores, que acusam o projeto de ferir a soberania do país ao tornar sem efeito determinadas leis brasileiras. A audiência foi aprovada e parece que a Lei da Copa terá vida dura no Senado.
    Por Lauro Jardim
    Tags: CCJ, Lei Geral da Copa, Ricardo Teixeira, Senado

  8. Radar Soberano Says:

    15:02 \ Congresso

    Demóstenes e os absurdos da lei

    Um dos indignados com o texto da Lei Geral da Copa, Demóstenes Torres arrancou gargalhadas dos colegas ao citar artigo da lei que garante a entrada de qualquer pessoa no país durante os jogos, independentemente de raça ou religião:

    – Vejam o absurdo. Quando que o Brasil proibiu a entrada de alguém? Somos o povo mais misturado. Até terrorista consegue viver aqui.

    Por terrorista, Demóstenes se referia a Cesare Battisti.
    Por Lauro Jardim
    Tags: CCJ, Cesare Battisti, Demóstenes Torres, Lei Geral da Copa, Senado

  9. Radar Soberano Says:

    Copa 2014 sob risco
    27 de setembro de 2011| 17h05| Tweet este Post
    Categoria: Sem categoria

    A crise entre a Fifa e o governo federal é crítica. Nunca a Copa do Mundo no Brasil esteve tão ameaçada como agora. Não se trata de notícia plantada para favorecer um lado ou outro. No centro da questão está o tal projeto da Lei Geral da Copa que a presidente Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional. Como já se sabe, a Fifa tem sérias divergências com alguns tópicos do projeto.

    Dilma quer uma conversa franca com a Fifa, conforme revelou o ESTADO nesta terça-feira, para aparar as arestas da Lei Geral da Copa. Altos executivos da entidade que dirige o futebol mundial deram graças a Deus ao tomarem conhecimento da iniciativa da presidente. E aguardam até a primeira semana de outubro para se reunirem com Rousseff.

    Se não houver entendimento entre a Fifa e o governo do Brasil nesta reunião, a Copa de 2014 mais uma vez será colocada em risco. No contrato firmado entre a Fifa e o presidente Lula, em 2007, há uma cláusula, a de número 7, que permite à entidade retirar o Mundial do País no caso de a Lei Geral da Copa não contemplar todas as exigências da entidade, como mostrou a coluna Panorama Esportivo, de O Globo, no sábado, dia 24/9.

    Vem barulho aí.

    http://blogs.estadao.com.br/prosperi/copa-2014-sob-risco/

    Lina: Como é que vai descumprir lei federal pela porcaria da FIFA amigo ? Não tem cabimento…

  10. Franklin Says:

    E o ministro tapioca já falou que liberação de bebidas alcólicas e o corte das meia-entradas não entram na lei geral da copa.
    Imagine que o tapioca está preocupado com a constituição brasileira e soberania nacional.
    É até engraçado.
    hahahahahahaha

    Lina: Engraçado vai ser a merda que isso vai dar se aprovarem uma lei que vai de encontro com a constituição…

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