Botafogo de Palha 2×2 São Paulo

Salve Soberania !

Convicção é qualidade ou defeito ?

Pode ser qualidade quando se tem convicção baseada em um fato concreto. Por exemplo. Eu estou convicto que tomar dois litros de água por dia fazem bem a saúde e por isso não deixo de fazê-lo sempre que possível, afinal é cientificamente comprovado que isso ajuda a reduzir as toxinas do organismo e etc.

Mas pode ser defeito quando por vaidade talvez, a convicção não permite enxergar o óbvio: o Rivaldo tem que ser titular. Ou alguém acha que o Marlos é melhor que o Rivaldo seja na posição que for ?

Tinhamos desfalques, João Filipe, Casemiro e Dagoberto, mas mesmo assim eram nítidos os problemas que o Tricolor tem com algumas peças que são titulares deste time. As laterais não funcionam. Hoje, Juan e Piris estavam péssimos. O Piris é ótimo marcador mas peca no apoio ao ataque. O Juan, sinceramente, não serve pra jogar no São Paulo, nem para o banco serviria.

O Lucas não pode jogar sozinho no ataque. Enquanto não temos o Luis Fabiano no time, quem deve jogar na área é o Rivaldo ou no mínimo o Henrique.

Meu time com as peças que temos hoje, jogaria no 4-2-2-2 dessa forma:

RC, Piris, Rhodolfo, João Filipe e Carlinhos Paraiba.

Denilson e Wellington.

Lucas e Dagoberto.

Luis Fabiano e Rivaldo.

No caso de algum problema com Lucas, Dagoberto ou Rivaldo, o Cícero entraria pra substituir qualquer um deles, porque ele é coringa do meio ao ataque. Na falta do Fabuloso por exemplo, jogariamos como hoje no segundo-tempo, Rivaldo e Henrique na frente, com o Rivaldo saindo mais da área buscando o jogo.

O que vocês acham ?

Viagens táticas a parte, já que cada torcedor é um técnico e tem seu time ideal, o que vimos hoje no Engenhão foi mais um dia M1TOlógico que vai entrar para a história do MAIOR GOLEIRO QUE JÁ EXISTIU no futebol mundial.

Me emociona até falar desse sujeito porque ele é predestinado. Confesse, você via alguma possibilidade do São Paulo fazer mais um gol aos 40 e poucos do segundo-tempo ?

Eu já tinha fechado a conta, sinceramente.

Mas ele vai lá e coloca a bola na cabeça do Rivaldo como se ela tivesse sido lançada com a perfeição de um arremesso feito com as mãos.

O que era resignação, se transforma como um milagre de São Jason, em uma alegria infinita.

E como a vida é bonita de viver por causa dos reparos feitos aos injustiçados, eis que no finalzinho do jogo, no último lance, a bola do gol da vitória sobrou nos pés do Rivaldo e craque como ele é, tentou por cobertura.

Quis o destino, caprichoso, que ela não entrasse.

Mas não faz mal. É pra mantermos os pés no chão. Foi empate, mas o sabor é de vitória.

O São Paulo mostrou o time que pode se tornar, neste segundo-tempo que vai ficar guardado na memória…

***

Foi na raça. Na juventude de Henrique. Na experiência de Rivaldo. Na categoria de Rogério Ceni. O São Paulo, desfalcado de três titulares, foi buscar um resultado perdido no Engenhão e mostrou ser uma equipe muito guerreira. Na tarde deste domingo, o Tricolor empatou em 2 a 2 com o Botafogo, no Engenhão.

Após um primeiro tempo abaixo do esperado, o São Paulo foi para o intervalo perdendo por 2 a 0, com dois gols de Loco Abreu. No entanto, após as mudanças de Adilson Batista, Henrique e Rivaldo, que saíram do banco, ajudaram o Tricolor. Primeiro o garoto, depois o experiente jogador, que marcou nos acrésimo após assistência de Rogério Ceni.

Com a igualdade heróica, o Tricolor segue próximo da liderança com 46 pontos, três a menos que o Vasco, que venceu o Cruzeiro na rodada. Para quem estava perdendo por 2 a 0, fora de casa, para um candidato ao título, o empate deste domingo tem de ser muito comemorado pelos são-paulinos.

RIVAL SAI NA FRENTE

Sem o artilheiro Dagoberto, o meia-atacante Marlos ganhou a disputa que travava com os garotos Willian e Henrique. O camisa 11 fez dupla de ataque com Lucas. Já nas vagas de João Filipe e Casemiro, Xandão e Denilson foram os escolhidos, respectivamente.

Apostando no toque de bola do meio de campo e nos contra-ataques, o São Paulo iniciou melhor a partida, com mais posse de bola. O Botafogo, porém, era mais perigoso quando chegava ao ataque. Aos 20 minutos, Cícero quase abriu o placar de cabeça.

Três minutos depois, Lucas tentou encobrir o goleiro Renan e perdeu ótima chance. Foram as duas únicas oportunidades do Tricolor no primeiro tempo. Já o time carioca abriu o placar aos 24, com Loco Abreu. Aos 39, de pênalti, o atacante uruguaio ampliou o marcador.

BRILHA A ESTRELA DE RIVALDO

Na volta do intervalo, o técnico Adilson Batista fez a primeira alteração na equipe. Colocou Rivaldo no lugar de Juan. Com isso, o volante Carlinhos foi deslocado para a lateral esquerda. Aos 14, quem chegou mais uma vez foi o Botafogo, mas Loco Abreu perdeu ótima chance.

Aos 16, o zagueiro botafoguense recuou a bola para o goleiro Renan, que pegou com as mãos. O árbitro marcou falta em dois lances dentro da área. Rivaldo e Lucas tentaram, mas o time carioca aliviou o perigo. Xandão de cabeça, no lance seguinte, também quase marcou.

Já aos 18, Henrique entrou no lugar de Marlos. E o camisa 17 entrou ligado. Aos 20, aproveitou rebote e diminuiu para o Tricolor. O gol empolgou o São Paulo, que seguiu pressionando o rival. Aos 24, Henrique tabelou com Wellington, que acertou a trave.

Na última tentativa de empatar o jogo, Adilson colocou Jean na vaga de Piris. O Tricolor seguiu em busca do segundo gol, mas o time carioca armou uma barreira difícil de furar. Difícil: a especialidade de Rogério Ceni! Nos acréscimos, o goleiro bateu falta dentro da área e achou Rivaldo, que fez o gol de empate. No fim, Rivaldo ainda teve a chance da virada, tocou por cobertura, mas a bola foi alta e, caprichosamente, não entrou.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino se reapresentará na próxima terça-feira, às 15h30. O técnico Adilson Batista terá uma semana livre para treinamentos, já que o São Paulo só voltará a campo no domingo diante do Flamengo, no Estádio do Morumbi.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 2 x 2 SÃO PAULO

Local: estádio Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 25 de setembro de 2011, domingo
Hora: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-DF)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Fabio Pereira (TO)
Cartões Amarelos: Juan, Wellington, Piris (São Paulo)

Gols: BOTAFOGO: Loco Abreu, aos 24 e aos 40 minutos do primeiro tempo.
SÃO PAULO: Henrique, aos 20, e Rivaldo, aos 46 minutos do segundo tempo.

BOTAFOGO: Renan; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Elkeson e Maicosuel (Felipe Menezes); Herrera (Cidinho) e Loco Abreu (Lucas Zen) Técnico: Caio Junior

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris (Jean), Xandão, Rhodolfo e Juan (Rivaldo); Denílson, Carlinhos Paraíba, Wellington e Cícero; Lucas e Marlos (Henrique) Técnico: Adilson Batista

Via Gazeta Esportiva

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***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x Flamengo, Brasileirão 2011, Morumbi, São Paulo, domingo, dia 02.10 às 16h00.

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16 Respostas to “Botafogo de Palha 2×2 São Paulo”

  1. kleber Says:

    Lina, 35 do segundo tempo meu pai me disse, ” fica frio vamos empatar aos 46″, 45 e alguma coisa falta, o Mito na bola, ai foi minha vez de profetizar “vai lá Ceni cruza na cabeça do Rivaldo” que gol, eu, meu pai, minha irmã, a mãe, minha esposa, todos pulando de alegria, se o A.B não estragar nós seremos campeões Lina, pensamento positivo sempre!!!!! FORÇA TRICOLOR!!!!!!!!

    Lina: Bom, hoje no segundo-tempo deu pra ver algum time. Se seguir neste caminho poderemos ser campeões sim. _X_

    • cronounder Says:

      Kleber, até um amigo meu, corinthiano por sinal, disse isso quando estavamos assistindo o filnal do jogo.

      Lina: Curicano assistindo jogo do Tricolor ? Que blz… rsrsrsrs

  2. Elton Says:

    ja falei ,o time com rivaldo é outro ,pois no nosso elenco não existe um meio que nem o rivaldo é ,pra im o rivaldo joga de cadeira de rodas e fralda geriatrica mais joga ,agora vem o adilson me falar que ele é um “qualificado de banco” ,a váááááá

    Lina: É, o AB precisa rever sua teimosia. Hoje o cara provou por A+B que merece vaga no time. Se teimar de novo, ai merece ouvir que é burro no domingo que vem contra o Flalido. O Fabuloso vai estar em campo.

  3. Guedes Says:

    O Piris tomou um drible que terminou no primeiro gol do Botafogo.
    Na cobertura do lance, estava o Xandão.
    Ele chegou bem, mas já não está jogando como antes.
    Espero que não se tranforme em um Adrian Gonzales.

    Lina: Não vai, é muito melhor. O Adrian era o oposto do Piris, apoiava bem mas tinha problemas pra marcar.

  4. Paulo Londrina Says:

    Grande Lina!

    Então cara, eu tava esperando o segundo gol sim velho, o time tava jogando com “vontade” mesmo perdendo aos 40″ do segundo tempo. Faz um tempo que não via essa “vontade” esse ano, o time em todo não é ruim, pelo contrário temos um grande time e um bom elenco. Se faltava um matador, Luis está ai e se faltava “gana”, “vontade” de ser vencedor está ai, esse jogo contra o botafogo mostrou que muitos ali estão empenhados e focados nesse título. Acho que empates como esse onde saimos com um gosto de vitória da um ânimo no elenco. Com a estreia de Luis Fabiano no Morumbi, com certeza terá um grande público, tendo depois o Cruzeiro fora mas com um time totalmente em pedaços, agredido que somos candidatissimo ao título mais uma vez.

    Lina: É, este segundo tempo foi maravilhoso, parece que o time se arruma às vésperas da chegada do Luis Fabiano. Tomara que este momento bom seja cheiro de hepta…

  5. Paulo Londrina Says:

    agredido vou bom,kkkkkkk

    *acredito

    Lina: Mas ficou claro. _X_

  6. Radar Soberano Says:

    Trabalho sujo

    Maicosuel, autor da jogada do primeiro gol do Botafogo contra o São Paulo, é o xodó do técnico Caio Júnior. “Eu o escalo pela esquerda, porque é quem tem força incrível para marcar e atacar.” No quarto colocado do Brasileirão, Maicosuel é ponta-esquerda. O sistema da moda, 4-2-3-1, recuperou os pontas, que em geral marcam mais do que avançam. Maicosuel ataca.

    Contra o Corinthians, quarta-feira, Adílson Batista escalou Cícero como ponta-esquerda. O sistema tinha duas linhas de quatro homens, para liberar Lucas e Dagoberto. Faltou criatividade e Adílson tinha duas opções para melhorar. A primeira, puxar Cícero para a meia e explorar seu chute de meia distância. A segunda, infiltrá-lo como atacante, função que exerceu contra o Ceará e voltou a fazer no primeiro tempo de ontem. “Na quarta, tive de deixá-lo na esquerda, porque meus atacantes não marcavam”, argumentou Adílson.

    Ontem, Cícero foi atacante no primeiro tempo, de supremacia botafoguense. Quando precisou que seu time fosse mais ofensivo, Adílson lançou Henrique e Rivaldo e pediu a Cícero que trabalhasse por eles. Virou meia, aberto pela esquerda e, desta vez, funcionou.

    Com Cícero fazendo o trabalho sujo, Rivaldo e Henrique marcaram os dois gols do empate que mantém o São Paulo na briga pela taça. Até aqui, o Botafogo descobriu posições úteis e surpreendentes para jogadores como Herrera, Maicosuel e Elkeson. No Vitória, Elkeson era ponta e jogava tanto pela direita, quanto pela esquerda. “Eu o escalei como meia centralizado, porque não havia outro lugar”, diz diz Caio Júnior.

    O segundo tempo ruim do Botafogo mostra que nem sempre isso é suficiente. O Botafogo tem seu jeito de jogar, mais definido, em que cada um sempre sabe o que vai fazer. O São Paulo muda mais e nem sempre funciona. Ontem, a variação deu certo.

  7. Radar Soberano Says:

    Comentarista corneta Ceni por cobrança de falta, mas leva troco com gol do São Paulo

    Todo mundo já passou por esta típica situação chata: tentar adivinhar o que vai acontecer e ocorrer exatamente o contrário do que você falou. Para os comentaristas esportivos, é algo que dói ainda mais. André Loffredo teve esta sensação neste domingo, durante a transmissão da Sportv do jogo entre Botafogo e São Paulo pelo Brasileiro.

    Rivaldo comemora após marcar o gol de empate contra o Botafogo. Foto: Fernando Maia/UOL

    O Botafogo vencia por 2 a 1 quando o São Paulo teve uma falta a seu favor nos minutos finais da partida. O goleiro Rogério Ceni caminha para o ataque e se prepara para bater a infração. Loffredo comentou a cena e “cornetou” o camisa um, dizendo que “se fosse apenas para cruzar a bola na área, seria melhor nem ir”.

    Ceni não só cruzou a bola para a área como Rivaldo, de cabeça, empatou para o São Paulo, “apenas” para contrariar a opinião do comentarista – que certamente ficou sem ter o que falar depois da jogada.

    • Marcelo Abdul Says:

      Ah Ah Ah! O cara é comentarista de uma emissora de esporte e não sabe que o futebol é imprevisível?

      Melhor falar sobre culinária !

      Lina: Boa. Ainda mais este ai…

  8. Radar Soberano Says:

    Dagoberto pede pouco menos de R$ 300 mil; SPFC diz que só Rogério e Luís Fabiano merecem tanto

    vipcomm

    De acordo com a cartolagem do São Paulo, Dagoberto pediu pouco menos de R$ 300 mil mensais para renovar contrato. O clube alega que o valor ultrapassa o teto de R$ 200 mil estipulado pela diretoria.

    Segundo os cartolas, só Rogério Ceni e Luís Fabiano ultrapassam esse valor. E, para a cúpula tricolor, Dagoberto não merece a mesma regalia. Os dirigentes alegam também que o clube do Morumbi paga premiações melhores do que a maioria dos concorrentes. Isso faria o teto salarial compensar para o atacante.

    Conformada com iminente saída do jogador, a direção são-paulina afirma ter um pacto com Santos e Palmeiras para que um não faça proposta para jogadores do outro sem avisar o presidente primeiro. A inciativa teria partido do santista Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro. Ele temia que os adversários fossem usados como ponte para Ganso se transferir para o exterior.

    Por isso, os são-paulinos não acreditam que Dagoberto já tenha um pré-contrato com o alvinegro do litoral. Também ouviram do atleta que sua prioridade é acertar com um time europeu, apesar do namoro com o Inter.

  9. Radar Soberano Says:

    Adilson Batista indica que Rivaldo continuará no banco

    Apesar de ter marcado o gol do empate por 2 a 2 com o Botafogo na tarde deste domingo aos 46min e ter feito um apelo para que Adilson Batista o deixe jogar os 90 minutos, Rivaldo não deverá ser titular da equipe. Pelo menos não se todos estiverem à disposição do técnico. Foi o que indicou o treinador do São Paulo.

    “É sempre importante você ter um grupo qualificado e com condições de entrar e ajudar. A gente sabe da qualidade do Rivaldo. Às vezes pega o adversário um pouco mais cansado e ele tem inteligência para se posicionar e corrigir os demais dentro de campo”, afirmou Adilson acabando assim, com as esperanças do camisa 10.

    O treinador reconheceu que sua equipe não fez um bom primeiro tempo, quando foi amplamente dominado pelo time carioca e foi para o intervalo com a desvantagem de 2 a 0.

    Mas exaltou o poder de reação do time.

    “Tivemos força suficiente para empatar. Criamos com o Rivaldo, o Wellington, o Henrique. Não dá para ficar lamentando o empate. É um confronto de duas equipes que estão brigando pelo título. O Botafogo vem jogando bem”, resumiu, lembrando a importância desse ponto conquistado quando a derrota já era praticamente certa.

    Com a igualdade, o São Paulo chega aos 46 pontos, mas o ponto conquistado no Rio de Janeiro foi insuficiente para manter a equipe na vice-liderança. O time foi ultrapassado pelo Corinthians e agora está três pontos atrás do Vasco, que lidera o certame.

  10. Radar Soberano Says:

    São Paulo consegue empate heróico no Engenhão. Botafogo pagou caro pelo recuo exagerado no segundo tempo

    Análise de jogos, Brasileirão

    De Vitor Birner

    Botafogo 2×2 São Paulo

    O Glorioso explorou erros de movimentação do São Paulo e mandou no primeiro tempo.

    Adilson soltou demais os laterais e o melhor anfitrião do campeonato aproveitou para fazer 2×0.

    Deu a impressão que venceria sem dificuldades.

    A marcação na saída de bola foi fundamental para o Botafogo controlar as ações.

    No segundo tempo, Caio Jr mandou o time recuar e apostar nos contragolpes.

    A idéia teria dado certo se Abreu não perdesse um gol feito.

    Ou se Renan não falhasse no primeiro gol do São Paulo.

    O time de Adilson cresceu depois de balançar a rede.

    E o Glorioso ficou encolhido.

    Sofreu o empate e por muito pouco não levou a virada.

    Teria sido mais simples para o Botafogo manter no segundo tempo o posicionamento igual ao do primeiro.

    Outra coisa: Rivaldo tem que ser centroavante. Na área ainda consegue ser útil ao time.

    Perdeu o gol da virada, mas merece elogios pela atuação no Engenhão.

    Escalações

    Botafogo (4-2-3-1) – Renan; Lucas, Antonio Carlos, Fábio Ferreira e Cortez; Marcelo Matos e Renato; Herrera, Elkesson e Maicosuel; Loco Abreu.

    São Paulo (4-4-2-) 0 Rogério Ceni; Pirís, Xandão, Rhodolfo e Juan; Denilson, Carlinhos, Wellington e Cícero; Lucas e Marlos

    Movimentações

    O Botafogo é o melhor mandante do campeonato. Era óbvio que seria ousado.

    Herrera, Elkesson, Maicosuel, os meias, e Loco Abreu, pressionaram a saída de bola.

    Assim impediram o meio-campo são-paulino de jogar.

    O posicionamento do Glorioso mudou de posse da gorduchinha.

    Herrera, na direita, se transformou em segundo atacante. Maicosuel e Elkesson ganharam a companhia de Renato na articulação dos lances de gols.

    Os três se mexeram bastante para confundir o adversário.

    Os laterais também participam constantemente do trabalho ofensivo.

    Adilson escalou Marlos ao invés de Henrique para o São Paulo ter velocidade pelos lados com ele e Lucas.

    Eles poderiam explorar o espaço deixado por Lucas (o do Botafogo) e Cortez.

    O erro de Adilson

    Sem Casemiro, principal atleta de criação no meio-campo, e diante do adversário que vai para cima, o treinador deveria ter apostado mais no trabalho defensivo e contragolpes ao invés de tentar jogar de igual para igual.

    O ideal era deixar Lucas e Marlos livres, na frente. Bastava impedir os avanços de Pirís e Wellington na direita, e de Carlinhos e Juan na esquerda .

    Eles deveriam atacar apenas na hora que o Alvinegro estivesse atrás.

    Mas Adilson soltou os laterais.

    Superioridade do Glorioso

    E o Botafogo, superior desde o início do confronto, usou os lados do campo para levar perigo ao gol de Rogério Ceni.

    Aos 14, após cruzamento na direita, Lucas cabeceou e acertou a trave.

    O Glorioso incomodou mais quando atacou pelo outro lado.

    Maicosuel e Elkesson trabalharam daquele lado e se destacaram na etapa inicial.

    Pirís avançava. Wellington ficou sobrecarregado. Xandão, sem a mesma velocidade de João Filipe,também.

    Aos 23, Elkesson, na esquerda, tocou para Herrera arrematar em ótima condição. A redonda bateu em Rhodolfo.

    No minuto seguinte, Maicosuel, do mesmo lado, tocou para Loco Abreu fazer 1×0.

    Pirís não estava na lateral e Wellington ficou perdido porque havia mais de um adversário para marcar. O zagueiro atrás deles era Xandão, não o rápido João Filipe.

    Contra o adversário de qualidade, melhor equipe do campeonato quando atua em casa, sem exagero, dá para dizer que o São Paulo pediu para tomar o gol.

    Botafogo cresce mais

    O Glorioso, que já mandava no confronto, cresceu ainda mais depois de ficar em vantagem.

    Não criou chances claras, mas ficou com gorduchinha no ataque e empurrou o São paulo para a grande área.

    Sobrava em campo e viu a aplicação tática dos boleiros dar resultado.

    Marcou forte a saída de bola, o rival errou, e Wellington fez pênalti em Renato.

    Abreu, aos 39, cobrou num canto e Rogério caiu no outro.

    O 2×0 explicou bem o andamento do primeiro tempo.

    Renan trabalhou só uma vez no cabeceio de Cícero. Lucas também teve uma oportunidade, porém finalizou mal.

    Rivaldo no lugar de Juan

    Adilson precisava aumentar a posse de bola ofensiva são-paulina. Voltou do período de descanso sem Juan e com Rivaldo na meia.

    Deslocou Carlinhos para a lateral, recuou um pouco o Wellington ( ao lado de Denilson) e pediu que Cícero ajudasse mais na marcação esquerda.

    Botafogo recua; aposta no contra-ataque

    A postura do Botafogo mudou depois do intervalo.

    Caio Jr sabia que o adversário correria riscos e usaria quantidade maior de atletas na frente.

    Por isso posicionou o Glorioso atrás do meio-campo e explorou os contragolpes.

    E continuou levando mais perigo que o São Paulo.

    Aos 14, Loco Abreu perdeu um gol de maneira inacreditável.

    Erro, rigor e desordem

    A arbitragem de Sandro Meira Ricci foi boa.

    Discordo do tiro livre indireto que marcou aos

    Renan errou ao pegar com as mãos a bola depois de Marcelo Mattos dominá-la. Não deu opção ao companheiro que precisaria chutar suas mãos se quisesse evitar a gafe.

    O volante, quando deixa dita cuja para o goleiro, caracteriza o recuou ilegal.

    O problema é que os árbitros raramente sopram tal lance. Por isso discordo da quebra de padrão de Ricci.

    Depois, na hora da cobrança da infração, aos 17, o apitador deixou os botafoguenses desrespeitarem a distância legal da bola.

    Falha de Renan

    Renan é reserva e jovem; tem 22 anos.

    O beabá do futebol, neste caso, manda os rivais farem o óbvio; chutar em gol e testá-lo.

    Aos 18, Rivaldo cobrou escanteio, a zaga falhou, Xandão subiu livre e o goleiro fez bela defesa.

    Aos 19,Adilson decidiu colocar o centroavante Henrique. Precisava de alguém na área. O apáico Marlos saiu.

    Aos 20, Cícero chutou de fora da área, Renan deu rebote, falhou, e Henrique, atento e bem posicionada, balançou a rede.

    Clima do jogo mudou

    É impressionante como as emoções pesam no futebol.

    O gol mudou o clima do jogo.

    Diminui demais a confiança botafoguense e aumentou a são-paulina.

    O time visitante ‘entrou de verdade’ no jogo.

    Ficou com a gorduchinha no ataque, enquanto o Botafogo parou de ameaçar nos contragolpes.

    Aos 24, Wellington acertou a trave.

    Alterações

    Aos 28, Maicosuel, machucado, deu lugar a Felipe Menezes.

    Aos 30, Jean substituiu Pirís.

    Aos 33, Cidinho na vaga de Herrera

    Na mesma toada

    A cara do jogo continuou igual até o final.

    O São Paulo melhor, mantendo a bola na frente, dependente de chutes de média distância e levantamentos na área.

    E o Botafogo sem ambição de fazer gols

    O Glorioso pagou caro pelo recuo exagerado no segundo tempo.

    Rivaldo tem que ser centroavante

    Aos 45, Ceni cobrou uma falta e Rivaldo, de cabeça, empatou.

    Desculpe se estiver sendo repetitivo: o lugar do veterano. hoje em dia, é no ataque, não no meio-campo.

    Logo em seguida, no último lance do confronto, ele ficou cara a cara com Renan,todavia tentou encobrir o goleiro, quis fazer o gol de craque, e não conseguiu.

    De qualquer forma, a presença dele foi importante para o São Paulo.

  11. Marcelo Abdul Says:

    Olha pra mim também já tinha ido. Tanto que sai da casa do meu pai antes do jogo terminar. Só fiquei sabendo do empate depois que cheguei em casa.

    O pessoal que critica o Ceni e o Rivaldo não devem entender muito de futebol. O goleiro do São Paulo é um dos melhores passes do futebol brasileiro e o camisa 10 do São Paulo cansou de fazer gol de cabeça. Inclusive o primeiro gol dele pela seleção brasileira foi de cabeça contra o México em 1993.

    O “Harry Porre” Caio Jr. encheu o time dele de Pereba e recuou o Botafogo. Dai no meio de tanta mediocridade apareceu o talento dos dois campeões do mundo.

    Essa molecada tem que comer muito arroz com feijão ainda pra se igualar ao Rivado e ao Ceni. Mas o foda é que o futebol brasileiro tá cheio de atleta corredor, maratonista, mas futebolista mesmo…são poucos.

    Espero que o Adílson Lampadinha tenha entendido que Marlos não tem condições de ser titular do São Paulo. E que o Henrique é uma melhor opção no ataque.

    Lina: O Brasileirão não merece ter um Caio Júnior campeão, pelo amor de Deus. Se não for o Adílson Batista, que seja o Ricardo Gomes, este sim um puta técnico que foi injustiçado por aqui.

  12. Henrique Soberano Says:

    O lance do gol de empate foi maravilhoso.
    Se o Rogério não fosse cobrar, o cobrador seria o Rivaldo, ai não seria gol.
    Mérito do Rogério e grande conclusão do Rivaldo.

    Lina: É verdade, quem cobra as faltas de longe é o Dagoberto ou Rivaldo, como o Dagoberto não estava…. Bem sacado.

  13. Radar Soberano Says:

    O time do povo
    Qui, 29 de Setembro de 2011 09:00 | |

    Para atrair classe C e ser equipe de massa, São Paulo despreza a inflação e vende ingressos mais baratos do que dois anos atrás

    Em 2009, assistir no estádio a uma partida do São Paulo no Campeonato Brasileiro custava em média R$ 26,58.

    Dois anos se passaram desde então, o poder aquisitivo da população aumentou, o custo de vida subiu. Mas o preço dos ingressos vendidos pelo clube do Morumbi caiu. Luiz Carlos Murauskas – 27.set.2011/Folhapress

    Torcedores formam fila no Morumbi para a compra de ingressos para a partida entre São Paulo e Flamengo

    Nos 13 jogos em que atuou como mandante na Série A deste ano, o time faturou R$ 25,96 com cada entrada.

    A queda de 2,33% no valor dos ingressos é, na prática, maior devido ao reajuste natural de preços. O índice IPCA registra inflação acumulada de 13,40% desde maio de 2009, quando começou o Brasileiro daquele ano.

    Se as entradas fossem reajustadas seguindo o índice, isso é, sem aumento real, o preço médio seria R$ 29,43.

    O valor médio dos ingressos da Série A não aumentou tanto quanto a inflação. Mas, ao contrário do que ocorreu no São Paulo, houve alta de 10,22% em dois anos, pulando de R$ 18,58 para R$ 20,48.

    Segundo o vice-presidente de marketing do São Paulo, Julio Casares, a política de barateamento dos bilhetes tem um alvo claro: atingir os torcedores de menor renda.

    “Viramos um time de massa. Continuamos bem nas classes A e B, mas crescemos nas classes C e D. Temos que melhorar o acesso dos são–paulinos com orçamento mais apertado”, afirmou.

    A estratégia, segundo ele, é mexer pouco nos ingressos populares e repassar os aumentos para quem pode pagar. “Esse público aguenta aumentos de 20% ou 30%.”

    De fato, o clube possui as entradas mais baratas da Série A no eixo Rio-São Paulo. É possível acompanhar um jogo do time por até R$ 8 –valor proporcional do ingresso para quem adquiriu o carnê no início da temporada.

    Com incentivos e estádio grande, o São Paulo tem a segunda melhor média de público do Nacional, com 21.506 pagantes –atrás do Corinthians (27.072). E, apesar do preço, arrecadou mais do que até a 26ª rodada de 2009.

    O clube possui os dois maiores públicos da elite do ano. E irá engrossar o domínio da lista com a partida de estreia de Luis Fabiano, contra o Flamengo, no domingo.

    Até ontem, 52,5 mil ingressos –dos cerca de 64 mil disponíveis– haviam sido vendidos, mesmo após o clube mudar de política para esse jogo e aumentar os preços.

    “Quando a demanda é boa, podemos praticar preços maiores”, afirmou o diretor financeiro são-paulino, Osvaldo Vieira de Abreu.

    Rafael Reis, Folha

  14. Franklin Says:

    E o Fabuloso voltando contra o Flamengo.
    Está ficando interessante isso ai.

    Lina: Tá ficando campeão… _X_

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