Uma Agenda Contra a Corrupção

A “cruzada popular” contra a corrupção no Brasil segue depois do 7 de setembro. As primeiras manifestações serviram para mandar uma “pequena” mensagem aos senhores deputados e senadores. Este é um movimento que não podemos parar, todo dia é dia de levantar a voz contra corrupção. Desde Brasil+Ético, organizamos uma AGENDA CONTRA A CORRUPÇÃO para poder seguir divulgando todos aqueles atos relevantes na luta contra a roubalheira e pela ética na política.

Novas manifestações então sendo convocadas por todo Brasil para os dias 20 de setembro, 12 e 15 de outubro. Os movimentos crescem e muito nas redes sociais. Alguns grupos, na tentativa de unir datas e horários, somaram forças.  O movimento Democracia Real Já! (nascido em Madrid) também convoca suas primeiras manifestações no país. Ainda faltam muitos estados se mobilizarem.

Na prática ainda não existe um consenso de “propostas objetivas” por parte dos diversos grupos de manifestantes. O fim do voto secreto, a corrupção como crime hediondo, a reforma fiscal e política, o voto distrital e a lei “Ficha Limpa” são temas que aparecem com frequência nos foros e debates pela internet.

Um dos eventos mais importantes na batalha contra a corrupção foi a iniciativa tomada por OAB, CNBB e a ABI. Em documento divulgado no dia 7 de setembro (O BRASIL EM MOVIMENTO CONTRA A CORRUPÇÃO) as entidades “…apontam prioridades que precisam ser tomadas nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para que sejam eliminadas todas e quaisquer formas de práticas nocivas ao interesse público.”

Via Brasil Mais Ético

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5 Respostas to “Uma Agenda Contra a Corrupção”

  1. Papito Says:

    Desta vez pegou !
    Quando mais gente se juntar a essas passeatas quem sabe esses ladrões resolvam se mexer pra acabar com a sujeira.

    Lina: Pegou mesmo, um monte de lugar na internet programando passeatas e protestos, tá bonito de ver…

  2. Renato Soares Says:

    Lina: Show !

  3. Radar Soberano Says:

    Quem é o procurador da República que investiga o presidente da CBF

    O Procurador da República no Rio de Janeiro, Marcelo Freire, encarregado de investigar a denúncia de lavagem de dinheiro e evasão de divisas por parte do presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo no Brasil, Ricardo Teixeira, não é inexperiente no assunto.

    Ao contrário, ele atuou na CPI do Futebol no Senado no ano de 2000 e não se conformou com o pedido de arquivamento de inquérito semelhante então, mandando reabrir exatamente o que dizia respeito às relações entre a empresa RLJ de Teixeira e a tal Sanud, com sede no paraíso fiscal de Liechtenstein e que numa única operação havia depositado R$ 2,9 milhões na conta da RLJ.

    Quatro anos atrás, Marcelo Freire, em palestra num Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, apelou aos jornalistas que procurassem o Ministério Público sempre que faltassem provas suficientes para publicar uma denúncia, porque o órgão tem os meios que faltam à imprensa.

    Numa palavra, Marcelo Freire é daqueles funcionários públicos que costumam cumprir com suas obrigações.

    O que é sinônimo de esperança de bons serviços.

    Comentário para o Jornal da CBN desta terça-feira, 20 de setembro de 2011.

    por Juca Kfouri às 06:55

    Lina: Ih maluco ! A casa do cagalhão tá caindo.

  4. Radar Soberano Says:

    A RESPONSABILIDADE DOS PROTAGONISTAS DO FUTEBOL

    Por ALEXANDRE BARRETO*

    Enxergo hoje muita indignação contra os cartolas, especialmente os dirigentes da Fifa e CBF, mas também contra os de clubes e do governo.

    Também vejo críticas, até exageradas, aos árbitros.

    Vejo questionamentos ao gramado, ao calendário, à bola, ao planejamento dos clubes, à estrutura do clube.

    Vejo entrevistas e mais entrevistas com técnicos perguntando direta ou indiretamente como eles ganharam ou perderam o jogo, e comentários de que o craque não joga bem por que está escalado no lugar errado.

    Cada vez mais, os atores principais estão perdendo responsabilidade e o foco pelas mazelas do jogo no Brasil.

    Queria iniciar uma campanha pela responsabilização dos jogadores e jogadoras pela qualidade do futebol brasileiro em duas frentes.

    A ética dos jogadores e jogadoras brasileiras é das mais tortas do mundo, eles e elas entendem que fair play começa quando um time joga a bola para fora para um jogador adversário ser atendido e acaba quando o adversário devolve (mais ou menos) a bola quando o jogo se reinicia.

    A segunda frente é mais uma maneira da imprensa enxergar o futebol. Comentar como antigamente. Comentem os jogadores e esqueçam um pouco técnicos e juízes. (Dirigentes, gramados, bola, clubes, continuam precisando de muita corneta…).

    Acompanhei o jogo do Brasil com os Estados Unidos pela Copa do Mundo de Futebol Feminino com uma amiga minha americana, (completamente) apaixonada por tênis e nova no futebol.

    Graças a inteligência ignorante da minha amiga, a falta de ética das brasileiras e as regras ultrapassadas do jogo entendi mais claramente como o futebol brasileiro está podre. Antes um aparte para entender o choque da minha amiga com a cafajestagem imperante no futebol brasileiro.

    O tênis que vemos na TV com hawkeye e um monte de juízes de linha além do juiz de cadeira só acontece em alguns torneios profissionais.

    Na maioria dos torneios, todos os amadores (nos quais 100% dos tenistas profissionais foram educados) cada jogador “apita” a sua quadra. Desta forma você só consegue fazer uma jogada vencedora (winner) se o seu adversário admitir que a sua bola caiu dentro. Aquelas paralelas do Guga só eram pontos quando os seus adversários de torneio amador a marcavam como dentro. Óbvio que há um monte de confusão, mas no final o cavalheirismo sobressai e os garfadores são isolados pelos colegas e acabam não conseguindo ter sucesso na carreira. Digo isto para ficar claro o ambiente que minha amiga cresceu. Ela usa uma palavra em inglês para descrever o que faltou nas brasileiras – sportsmanship. Não achei uma boa tradução para a palavra. Talvez não exista a palavra como o conceito não existe na ética do futebol brasileiro.

    Ela teve muita dificuldade para entender como uma jogadora brasileira simula tão descaradamente uma contusão. Sofre um esbarrão, cai, fica rolando no chão, entra médico, maca e etc. Sai de campo pela maca, levanta e volta correndo pedindo para voltar ao jogo. O caso ainda fica pior quando vimos pelo replay que o esbarrão nem aconteceu, foi simulado. O mesmo vale quando ludibriam o juiz e o adversário caindo na área e pedindo pênalti. Se os EUA não tivessem vencido com um gol no último minuto do jogo, ela e muitos gringos nunca mais voltariam ver futebol (que mercado seria perdido..). No Brasil, ninguém recriminou nenhuma jogadora pelo comportamento ridículo. Passaram a mão na cabeça das heroínas que conseguem jogar tão bem mesmo sem nenhuma estrutura, sem apoio da CBF, sem apoio dos clubes e blá blá blá. Tudo isto que falei vale para a seleção masculina, para o meu time (Flamengo) e para qualquer outro time brasileiro. Masculino ou feminino. Nem conseguimos mais distinguir a besteira que estamos fazendo com uma das marcas mais valiosas da nação – O Futebol Brasileiro.

    Cadê as regras para coibir algo tão descarado, cadê o alinhamento entre justiça e a legitimidade ética? Cadê o cavalheirismo do jogo, onde está a pressão social pelo comportamento respeitoso? Cadê o respeito com seus colegas de profissão? E acima de tudo, cadê o respeito por quem paga pelo produto que você está vendendo – o público?

    Tenho algumas idéias sobre mudanças de regras que ajudariam a coibir tais atitudes. Vou lista-las aqui, mesmo sabendo que um movimento pela mudança de regras teria poucas chances de dar algum resultado, mesmo assim, lá vai:

    1. Bola para, cronometro para: é ridículo não existir uma mesa no futebol marcando o tempo, como no basquete. O futebol é o esporte mais rico do mundo. Já passou a hora de gastar um pouco de dinheiro no jogo colocando 2 sujeitos com cronômetro na mão para marcar o tempo. Isto resolveria todos os caso de cera. Imagina como seria mais legal vermos um jogo onde ninguém simula contusão, nem o goleiro fica demorando para repor a bola em jogo. Não me venham falar de tempo incerto para a TV. Se o futebol americano funciona assim, o futebol bretão também pode;

    2. Caso o tempo continue sendo corrido, com apenas o acréscimo no final de cada tempo, outras regras precisam ser instituídas para coibir a cera:

    a. Se jogador precisa de atendimento médico, então ele precisa de no mínimo três minutos de observação fora de campo. Assim, se o jogador cair e pedir o atendimento médico, ele automaticamente terá que ficar três minutos fora de campo sendo atendido. Se não precisar de atendimento, o jogo segue e ele que se vire para levantar;

    b. Limite de 10 segundos para repor a bola no tiro de meta. Da mesma forma que o goleiro tem 6 segundos para repor a bola que defendeu, terá 10 segundos para repor o tiro de meta. Caso contrário, o tiro de meta é revertido em escanteio. Adicionalmente, tem que estar na regra que tem que ter duas bolas extras ao lado do gol esperando para serem repostas;

    c. Time tem 10 segundos para bater uma falta, no caso de não haver necessidade de atendimento médico. Se não cobrar no tempo limite, a falta é revertida. Caso haja atendimento médico, o árbitro tem que adicionar obrigatoriamente (e não arbitrariamente) um tempo predeterminado aos acréscimos, digamos 30 segundos. Caso o atendimento seja mais longo, ele pode arbitrar um acréscimo maior. Desta forma, se houve três atendimentos médicos haveria no mínimo 1,5 minutos de acréscimo. Regra vale para o pênalti também. Neste caso, o tempo permitido pode ser um pouco maior, digamos 20 segundos. Tempo suficiente para limpar a área;
    d. Jogador do time que fez a falta que fica na frente da bola impedindo/atrasando a cobrança, tem que ser punido com cartão. Acho que a regra/”orientação” até existe, mas não é cumprida consistemente;

    e. Quem controla os acréscimos obrigatórios é o quarto árbitro. Como não há o que ser interpretado, o árbitro não precisa tomar decisão, basta anotar o que está acontecendo. Desta forma, cada atendimento médico gera 30 segundos de acréscimo, cada falta 10 segundos, pênalti 20 segundos, gol 20 segundos. E por aí vai. E o árbitro nem se preocupa em controlar isto. O arbitro só decide o acréscimo além do acréscimo obrigatório, que deveria ser uma exceção;

    f. Simulação de falta deve ser punida com cartão, mesmo que o jogo já tenha acabado. O árbitro, após o jogo, com acesso ao replay pode identificar que houve simulação em determinado lance e com isto pode registrar cartão na súmula após o apito final. Se for segundo cartão, ou duas simulações do mesmo jogador, o jogador recebe o cartão vermelho e fica fora do próximo jogo. O mesmo recurso pode ser aplicado para reverter um cartão erroneamente aplicado (isto para fugir da discussão de apoio eletrônico a arbitragem durante o jogo, algo que sou 100% a favor). Os jogadores ficariam muito mais inseguros para simularem qualquer coisa;
    g. Apenas o capitão pode se dirigir ao árbitro. E com absoluto respeito. Qualquer exacerbação tem que ser indiscriminadamente punida com cartão. E no caso de um jogador que não o capitão, basta se dirigir ao árbitro. Não pode haver espaço para atrasar o jogo por reclamação. Só vejo isto no futebol, nos outros esportes é sempre muito raro. No começo vai ter jogo acabando por falta de jogador em campo. Mas depois de dois meses, as reclamações vão sumir do campo. Depois do jogo cada um tem liberdade para falar o que bem quiser. Durante o jogo, a bola rola e não tem conversa.

    Agora, independente destas ou outras mudanças de regras, o que podemos fazer já é recriminar publicamente e agressivamente toda vez que um jogador (a) faltar com a ética. Especialmente, atrasar o jogo para tirar vantagem do tempo ou tentar enganar a todos simulando faltas ou pênaltis. Quando falo em todos, é porque o cafajeste não está tentando enganar só o juiz. Está enganando os colegas, imprensa, e acima de tudo os clientes do espetáculo – o público. O jogador é remunerado por que o clube/liga/ confederação conseguem ter receita com o espetáculo ao vender direitos de televisão, ingressos, camisas e etc. O clube/liga/federação só tem receita por que há clientes – o público. Eu não conheço nenhuma atividade onde se engana tão descaradamente os seus clientes. Normalmente, este desvio ético deveria ser auto regulado. Os jogadores lesados deveriam se revoltar e isolar os infratores. Mas isto acontece muito raramente.

    O engraçado é que jogador fica chateadinho quando o adversário o dribla de forma humilhante, ou quando o time adversário fica trocando passes o deixando na roda. Chegando a agredir grosseiramente o adversário. Mas não se manifesta quando o adversário se joga no chão e levanta na maior cara de pau comemorando o pênalti mal marcado pelo infeliz do árbitro, que foi enganado na frente de milhões de pessoas. A reação típica dos jogadores do time adversário, da torcida e da imprensa é ir para cima do juiz. Nas mesas redondas pós rodadas, um ex-árbitro mostra por 10 ângulos como o juiz apitou um pênalti onde não houve nenhum contato. Eu acho que todos estes canhões deveriam sair do juiz se voltar para o imbecil que se jogou. O repórter de campo tem que perguntar “E aí, foi a sua mãe quem te ensinou a ser tão cara de pau assim, ou é seu técnico que te incentiva a cavar pênaltis?” . Os jogadores do time adversário têm que ir para cima do cai cai, colocar o dedo na cara, ameaçar uma ignorância qualquer e fazer aquelas imbecilidades que fazem quando são “humilhados” em campo. Os comentaristas de arbitragem têm que esquecer o árbitro e execrar o descarado que se jogou tentando enganar seus clientes. E por aí vai. E a execração tem que ser nominal e em cima do ato. Da mesma forma como fazem com o árbitro hoje. É comum um comentarista dizer a frase “O árbitro Fulano de Tal é muito ruim, um incompentente e responsável pelo jogo ter sido horrível”. Deveriam dizer (também) “O jogador Sicrano de Tal é um mal caráter que se jogou na área e foi o principal responsável por ter deixado o resultado do jogo injusto e o público enganado e frustrado”

    Hoje, quando alguém reclama suavemente do cai cai (como o Rogério falou do Neymar), as pessoas recriminam o reclamante e não o infrator. Nós brasileiros já incorporamos o cai cai ao preceito ético aceitável no futebol. O futebol brasileiro é (ou já foi) admirado no mundo inteiro. Pois além da técnica tinha a ingenuidade terceiro-mundista, num mundo cheio de maldades. Hoje, com escassez de craques, e esta cartilha ética distorcida, vamos desvalorizar um dos maiores valores do Brasil .

    O endeusamento e mimo aos jogadores e jogadoras levam a falta de cobrança pelos seus atos que levam a esta permissividade ética, mas também os tira do foco técnico do espetáculo.

    O que não faz nenhum sentido.

    O brilho (ou a falta de) vem dos jogadores e a cobrança pela qualidade do espetáculo tem que estar centrada neles.

    Hoje, salvo raríssimas exceções (Fernando Calazans é uma delas), a crítica ao espetáculo é feita pela ordem:

    Técnicos, arbitragem calendário/CBF/TV Globo, depois disto tudo, os jogadores.

    Ainda, os jogadores são mais cobrados por sua postura extra campo do que sua performance em campo.

    É muito comum o técnico ser o culpado por ter escalado o jogador fora de posição, do árbitro não ter marcado o penalti, do gramado, da bola e/ou do presidente do clube.

    Comentaristas têm dificuldades em falar claramente que o São Paulo perdeu porque o Juan chupou sangue o jogo todo, o Rivaldo perdeu muitas bolas e o Rogério frangou. O Ronaldinho jogou mal na seleção porque não era escalado como no Barcelona. A seleção sai da Copa num jogo duríssimo e parece que o Dunga é O culpado. O desequilíbrio emocional do Robinho, a ineficácia do Luiz Fabiano, o frango do Julio Cesar e o escanteio cedido imbecilmente pelo Juan foram perdoados. Mas o Dunga…. O Brasil campeão de 2002 é a seleção do Felipão. E não a seleção do Fenômeno e do Rivaldo.

    É muito claro que o Brasil foi campeão por que o Fenômeno e o Rivaldo jogavam de amarelo e não de branco, nem de vermelho nem de azul claro. Da mesma forma que o Brasil ganhou porque tinha Romário; antes Zico, Falcão e Sócrates (tá certo, não ganhou, mas jogou o suficiente para tanto); Pelé, Tostão e Jair; Garrincha e Didi; Pelé, Garrincha e Didi; Zizinho e Ademir (também não ganharam, mas é o mesmo caso de 1982).

    Vamos cobrar responsabilidade dos jogadores.

    Ética e técnica.

    O futebol brasileiro já foi o melhor por que teve os melhores jogadores disputando o jogo na bola.

    Se não fizemos cera nem simulamos penaltis em finais de Copa do Mundo, por que fazemos em torneio sub 20?

    E por que todos se calam e aceitam isto com naturalidade. Vamos mudar a postura!

    *Sobre o autor: Sou Flamenguista, cresci vendo o Zico e companhia ganharem todos os campeonatos possíveis, vi a Seleção Brasileira de 1982 com 12 anos e sei que os grandes jogadores do Brasil já foram éticos e tecnicamente melhores que todos os outros. Fico triste vendo meus filhos crescerem e terem que torcer para um time que teve um assassino como goleiro, ir ao estádio ver o goleiro do próprio time simular contusão contra time pequeno. Ver um jogador como o Airton distribuindo cotoveladas e continuando a ser aceito pela comunidade futebolística. Eu hoje prefiro acompanhar outros esportes ao futebol. Os outros esportes evoluem. O futebol só involui. E pena que o Messi é argentino/barcelonista e o Neymar é o brasileiro.

    por Juca Kfouri às 10:36

    Lina: Eu achei que este texto poderia muito bem entrar naquela discussão do RC x Neymar…

  5. Felipe 6-3-3 Says:

    Não pode deixar o povo esquecer.
    Daqui a pouco inventam alguma notícia quente pra tirar o foco.
    De uma coisa eu tenho certeza, eles estão preocupados com esta movimentação toda.

    Lina: Mas a galera está ligada, o povo não se deixa mais enganar.

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