Figueirense 1×2 São Paulo

Neste sábado, o São Paulo, com 12 desfalques, enfrentaria um empolgado Figueirense no Orlando Scarpelli. Motivos de preocupação para a torcida são-paulina? Pelas circunstâncias, sim. Mas, em campo, o Tricolor provou o motivo de estar entre os líderes do Campeonato Brasileiro brigando pelo título e ser o melhor visitante da competição.

Com uma atuação segura na zaga, o São Paulo suportou a pressão dos catarinenses e venceu por 2 a 1. Cícero e Rivaldo fizeram os gols da equipe. O camisa 10, inclusive, saiu do banco de reservas para marcar um golaço e garantir os três pontos para o Tricolor.

A vitória levou o São Paulo para a vice-liderança do Brasileiro com 38 pontos, dois a menos que o Corinthians, que jogará neste domingo. Triunfo que encerra a sequência negativa de cinco partidas sem vitórias e dá ao time novo ânimo para seguir na briga pelo sétimo título brasileiro.

TRICOLOR ABRE O PLACAR

Não bastassem os 11 desfalques, o técnico Adilson Batista não pode contar com Marlos, com dores no púbis. Ele nem sequer ficou no banco de reservas, que contou apenas com seis jogadores. Em campo, Willian e Henrique, ataque campeão mundial Sub-20, foram os titulares diante do Figueirense.

Com o apoio da torcida, o time catarinense teve mais posse de bola durante o primeiro tempo e criou as principais chances de gol. Aos 17 minutos, Júlio César acertou a trave do goleiro Rogério Ceni. No rebote, o zagueiro Xandão aliviou no perigo da área tricolor.

Aos 38, Casemiro deu o primeiro chute do São Paulo a gol. Mas, quatro minutos depois, o Tricolor foi mais eficiente que o adversário e abriu o placar no Orlando Scarpelli. Cícero aproveitou cruzamento de Carlinhos e cabeceou para o fundo do gol. Antes de entrar, a bola ainda bateu em um zagueiro do Figueirense.

RIVALDO DECIDE

Na volta do intervalo, Adilson Batista colocou o experiente Rivaldo na vaga de Henrique. Mas, aos três minutos, João Paulo aproveitou bate e rebate dentro da área tricolor e marcou o gol de empate dos anfitriões. Gol que não abalou o Tricolor em campo.

Aos 15 minutos, Rivaldo recebeu ótima assistência dentro da área, mostrou a frieza de um pentacampeão e recolocou o São Paulo em vantagem. Com o camisa 10 em campo, o Tricolor passou a ter mais o controle de bola, sempre com Rivaldo armando a equipe ofensivamente.

Aos 23, para dar ainda mais proteção ao sistema defensivo, Adilson tirou o lateral Henrique Miranda e colocou o zagueiro Luiz Eduardo, que atuou improvisado naquele setor. A noite também foi de estreia no Tricolor. Aos 37, o atacante Bruno, que entrou no lugar de Willian, fez a primeira partida no profissional. E o Tricolor segurou o resultado e voltou ao caminho das vitórias no Brasileiro.

REAPRESENTAÇÃO

O elenco são-paulino está de folga neste domingo e só irá retornar aos treinamentos na tarde da próxima segunda-feira, no CT da Barra Funda. O São Paulo voltará a campo na quarta-feira contra o Atlético-MG, no Morumbi.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 1 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 3 de setembro de 2011, sábado
Horário: 18 horas (de Brasília)
Árbitro: Francisco Assis de Almeida Filho (CE)
Assistentes: Thiago Gomes Brigido e Arnaldo Rodrigues de Souza (ambos do CE)
Cartões amarelos: Ygor, Edson Silva e Jonatas (Figueirense); Henrique e Casemiro (São Paulo)

Gols: FIGUEIRENSE: João Paulo, aos três minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Cícero, aos 42 minutos do primeiro tempo; Rivaldo, aos 14 minutos do segundo tempo

FIGUEIRENSE: Wilson; Bruno, João Paulo, Edson Silva e Juninho; Ygor, Jonatas, Maicon (Leandro Chaves (Somália)) e Elias; Júlio Cesar e Wellington Nem (Fernandes)
Técnico: Jorginho

SÃO PAULO: Rogério Ceni; João Filipe, Xandão, Rhodolfo e Henrique Miranda (Luiz Eduardo); Rodrigo Caio, Carlinhos Paraíba, Casemiro e Cícero; Henrique (Rivaldo) e Willian José (Bruno)
Técnico: Adilson Batista

Via Gazeta Esportiva

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***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x Atlético-MG, Brasileirão 2011, Morumbi, São Paulo, quarta-feira, dia 07.09 às 16h00.

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8 Respostas to “Figueirense 1×2 São Paulo”

  1. Radar Soberano Says:

    Bipolar São Paulo mostra seu lado guerreiro e consegue difícil vitória contra o Figueirense

    Análise de jogos, Brasileirão

    De Vitor Birner

    Figueirense 1×2 São Paulo

    Doze jogadores desfalcaram o São Paulo em Floripa. O Figueira havia perdido duas das 10 partidas que jogou lá nesse brasileirão.

    Mesmo assim, a equipe de Adilson conseguiu a vitória.

    O Figueirense mandou em grande parte do confronto.

    Mas o time de Adilson Batista teve postura muito diferente da demonstrada na última quarta-feira, quando perdeu do Flu.

    Sobrou garra ao visitante mais perigoso do campeonato.

    A vontade foi decisiva para o sistema defensivo se superar.

    No ataque, uma bola aérea e o lindo passe de Casemiro para Rivaldo, atuando na posição correta, onde realmente pode ser útil, acabaram em 2 gols deste bipolar São Paulo.

    Adilson e os jogadores precisam solucionar esta bipolaridade que impediu até agora o São Paulo de lutar pelo título e atuar regularmente bem.

    Escalações

    Wilson; Bruno, João Paulo, Edson Silva e Juninho. Ygor, Jonatas, Maicon, Elias e Wellington Nem; Julio Cesar

    Rogério Ceni; João Filipe, Xandão, Rhodolfo e Henrique Miranda; Rodrigo Caio, Carlinhos, Casemiro e Cícero; Henrique e Willian José.

    Propostas

    Jorginho armou o Figueira com 5 jogadores no meio-campo. Ygor e Jonatas, volantes, priorizaram os desarmes.

    Maicon. Elias e Wellington Nem, os meias, por conta das características deles e necessidades da equipe, exerceram funções diferentes.

    O primeiro ajudou bastante os volantes. Elias também cooperou na marcação, porém teve mais liberdade para tentar criar o lance de gol.

    Wellington Nem participou da articulação e fez as vezes de segundo atacante.

    Jorginho se preocupou em ter três homens de marcação a frente da defesa para aproveitar os avanços dos laterais Bruno e Juninho apoiam bastante, em especial o do lado esquerdo.

    Adilson também privilegiou, antes de qualquer coisa, o trabalho defensivo.

    Precisava administrar a situação complicada de ter perdido a última partida e não poder contar com 12 jogadores por conta de lesões, suspensões e convocação para a seleção brasileira.

    O treinador corrigiu o erro do último duelo e montou meio-campo mais fechado.

    Rodrigo Caio foi o volante de marcação. Carlinhos atuou como segundo homem do setor.

    Casemiro, na direita, e Cícero, na esquerda, ficaram encarregados de cooperar com os desarmes e criar os lances de gol para henrique, atacante pelo lado, e o centroavante Willian José.

    Figueira melhor no jogo de precaução e paciência

    Talvez a boa campanha são-paulina fora do Morumbi tenha aumentado a preocupação defensiva de Jorginho.

    Mesmo atuando em casa e ciente das dificuldades que o adversário teria para sair jogando com a bola no chão, preferiu iniciar o trabalho defensivo na linha que divide o gramado.

    Pretendia fechar espaços, ter a posse de bola e usar bastante Juninho no apoio.

    O lateral-esquerdo atua do lado direito do sistema defensivo adversário, exatamente onde o São Paulo tinha problemas.

    João Filipe estava improvisado na lateral. Casemiro, desatatento, várias vezes abandonou a marcação. O zagueiro na direita é Xandão

    Por ali, onviamente, era o melhor caminho para o Figueirense balnaçar a rede.

    Após 2 lances de perigo, aos 9 e 10 minutos, o anfitrião, aos 17, quase fez 1×0. Júlio Cesar acertou a trave Xandão evitou que Wellington Nem fizesse o gol no rebote,

    O domínio do Figueira durou cerca de meia hora.

    Posse de bola, jogada aérea e gol

    Os últimos 15 minutos são-paulinos pré-intervalo lembraram os dos tempos de Muricy no comando da equipe.

    O crescimento do sistema defensivo visitante, e também a entrada de Leandro Chaves por causa da lesão de Maicon, deram ao São Paulo a possibilidade de ficar com a redonda na frente.

    Mesmo assim, o time de Adilson não havia assustado o goleiro Wilson até balançar a rede.

    Carlinhos cobrou falta na esquerda, levantou a dita cuja na área, Cícerodesviou de cabeça e ela bateu num rival antes de entrar no gol.

    Rhodolfo, ao lado de Cícero, estava em posição duvidosa.

    A forma como o São Paulo venceu a o primeiro tempo lembrou o dos tempos de Muricy.

    Mudanças

    As equipes voltaram do período de descanso diferentes.

    Jorginho substituiu Leandro Xavier, que estava mal, pelo centroavante Somália.

    Júlio César passou a atuar de segundo atacante e Wellington Nem voltou para ajudar Elias na criação.

    Adilson tirou henrique e pôs Rivaldo.

    O veterano inverteu com Cícero diversas vezes da a condição de meia e atacante.

    Empate do perigoso Figueira

    Logo aos 3 minutos o Figueira igualou. Após cobrança de escanteio (duvidoso, acho que foi tiro de meta), João paulo aproveitou o desvio d ecabeça do companheiro e chutou no cantrpo esquerdo do gol.

    Após balançar a rede, a equipe anfitriã continuou atacando muito pelos lados, pois Somália estava na área.

    Categoria deles!

    Aos 14, quando o jogo estava difícil para o São Paulo, Casemiro acertou assistência digna dos grandes meias.

    Rivaldo, posicionado tal.qual centroavante, recebeu a bola livre, sem marcação, de frente para Wilson.

    O veterano esbanjou categoria na finalização. Ameaçou chutar, enganou o goleiro, e tocou por cima para o fundo do gol.

    A idade que diminui a potência muscular, a força, o tempo de bola e permite aos adevrsários facilidade nas antecipações e roubo da redonda, não acaba com a frieza e a categoria de quem foi craque na hora de arrematar livre.

    Por isso, repito (desculpe se estiver sendo chato), o lugar de Rivaldo jogar e na frente, não no meio-campo.

    Figueira pressiona, mas deixa espaços. São Paulo não contra-ataca.

    O Figueirense manteve a pressão.

    Elias, aos 19, quase superou Rogério Ceni.

    Aos 23, Luiz Eduardo entrou no lugar de Henrique Miranda e deixou a defesa são-paulina com 4 zagueiros, dois jogando como laterais.

    No minuto seguinte Fernandes entrou na zaga Wellkington Nem. Jorginho queria melhorar a capacidade criativa do meio-campo.

    No lance seguinte Somália, de cabeça, desperdiçou excelente oportunidade.

    Aos 30 foi a vez de Júlio César levar perigo ao gol de Ceni.

    Havia espaços para os contragolpes são-paulinos, contudo Willian José e Rivaldo não tinham velocidade para excutar o lance mortal.

    Para melhorar isso, aos 37 Adilson promoveu a estréia de Bruno e tirou Willian José.

    Não funcionou

    OFigueira continuou pressionando, todavia não criou mais nada.

    O São Paulo se defendeu bem e conseguiu uma vitória tão difícil quanto importante no Orlando Scarpelli

  2. Radar Soberano Says:

    Adilson Batista está entre o céu e o inferno
    2/setembro/2011 por Fernando Sampaio Compartilhe | A culpa nunca é só do técnico, óbvio. No caso do São Paulo, durante anos, Juvenal Juvêncio segurou Muricy. Não deu bola aos aspones tricolores. Aguentou os gritos de “Burricy” e a genial teoria: “Muricy não sabe ganhar mata-mata”. Pois é, como se existisse fórmula da vitória. Ora, um dos grandes trunfos do Tricolor sempre foi justamente blindar a cornetagem no clube.

    Mas, isso mudou.

    Muricy saiu. O clube não renovou com Ricardo Gomes, semifinalista da Libertadores e técnico com melhor desempenho no Brasileirão 2009. Pela política, prestigiou Baresi. Atendendo aos aspones foi abrindo mão de Borges, Arouca, Junior Cesar… Daqui a pouco vai o Dagoberto.

    Depois vieram Turíbio e Carlinhos Neves. O time perdeu muito nesta área, fundamental no esporte.

    Portanto, a culpa não é só do Adilson, claro. Mas, o técnico precisa apresentar resultados.

    Como sempre, espero para avaliar novo treinador. O São Paulo andou com muitos desfalques, jogadores no Sub-20, lesionados, outros chegando no clube… O time ainda está em formação, mas já é possível fazer uma avaliação do trabalho do Adilson Batista.

    Depois de 12 jogos, 2 meses de trabalho, a avaliação não é nada positiva.

    Adilson dirigiu o time em 10 partidas pelo Brasileirão. Jogou 6 em casa. Conseguiu apenas 3 vitórias, empatou 5, perdeu 3. Somou 14 dos 30 pontos disputados. Aproveitamento de 46,66%. É o pior desempenho entre os seis primeiros colocados: Tite, Ricardo Gomes, Caio Junior, Luxemburgo e Felipão. Adilson está na frente do Felipão, mas não dirigiu o time desde o início da competição.

    Nestas 10 partidas, o São Paulo enfrentou 3 adversários que terminaram o turno entre os dez primeiros. Na Sul-Americana foram duas partidas contra o Ceará, uma vitória e uma derrota. Até agora o time não mostrou bom futebol, muito menos bons resultados.

    Neste sábado Adilson não terá em Floripa: Piris e Lucas nas Seleções; Jean, Juan e Wellington suspensos; Dagoberto, Denilson, Cañete e Fernandinho no DM. Luis Fabiano conta como desfalque. Só estréia em outubro. Fica difícil cobrar o técnico, mas será inevitável. O time saiu pela primeira vez do G-4, não vence há 5 partidas pelo Brasileiro.

    Adilson está entre o céu e o inferno.

    Cobrar título é exagero, mas Libertadores é uma expectativa justa. O clube tem elenco e estrutura para chegar lá. Vamos aguardar. Se o time começar a cair na tabela a situação do Adilson vai ficar difícil. Se melhorar e voltar a brigar pela ponta, fica até o fim. Caso não resista, uma solução seria Milton Cruz de treinador com Rogério Ceni de assistente técnico.

    O contrato do Adilson vai até dezembro. Em janeiro quem sabe Felipão esteja desempregado.

  3. Guedes Says:

    Não podemos reclamar de nada, o time estava sem 11 jogadores.
    Aliás, o empenho que deve ser elogiado. Teve vontade.

    Lina: Mas tem que ter sempre.

  4. José Roberto Says:

    Mas o adilsonj batista continua sendo um burro teimoso, se com 12 desfalques não colocou o Cañete para jogar já deixou bemk claro que o jogador não terá vez com ele.
    Daí pergunto porque essa birrea com o argentino? Para mim é gratuita e quem perde é o São Paulo.
    Fora burrrrrrrooooooooo!!!!!!

    Lina: Zé, parece que o Cañete não tem condições ainda de atuar tempo inteiro, além disso ele provavelmente optou por uma escalação diferente pra encarar o Figueirense. Em todo caso, concordo que tem que usar o cara, afinal o São Paulo fez um baita esforço pra trazê-lo…

  5. Franklin Says:

    O time correu, e no final foi um sufoco.
    Apesar de tudo estamos em segundo lugar, e as galinhas jogam contra o Flamengo.
    Acho que vem liderança na próxima rodada.

    Lina: E que sufoco, viu a defesa do M1TO no final ? Meu Deus…

  6. Tri-Mundial Says:

    O Rivaldo falou que o Rogério fez preleção.
    Pra que ser o Adilson então ?
    Põe logo o capitão pra ser o técnico !

    Lina: KKKKKKK. A galera não gosta mesmo do Adilson. O Rogério poderia ser técnico, mas não agora enquanto é jogador, senão vai ficar igual o Ameriquinha do Trajano no tempo do Romário… Meu Deus ! KKKKKKK

  7. O Rei da América Says:

    Não mereciamos a vitória, mas dane-se.
    Quem está em primeiro lugar na tabela também não merece.
    Agora o gol do Rivaldo foi lindo, pintura.

    Lina: Golaço de craque.

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