É Um País Inacreditável

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Sarney usa helicóptero do Maranhão em viagem particular

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12 Respostas to “É Um País Inacreditável”

  1. Jorge Tri-Hexa Says:

    Eu já tinha visto esta notícia, deu na rádio Bandeirantes logo pela manhã.
    Se o Sarney não perder seus direitos políticos desta vez, é melhor largar mão do Brasil.

  2. Finorio Says:

    O problema é que o Sarney ainda está solto.
    E vai continuar.

  3. Marcelo Abdul Says:

    Inacredit[avel como esse senhora ainda manda e desmanda no Brasil. Um politico canalha, requenguela, um escritor medíocre.

    Sarney é o maior exemplo dos políticos que prejudicam o Brasil.

    Dilma? O apoia integralmente.

    PT vergonha. Saudações.

  4. ricardo Says:

    Mais um absurdo nesse mar de lama de corrupções que é esse país. Tenho vergonha de ser brasileiro!

  5. guinablog Says:

    O povo caga e anda, para os assuntos relevantes! Preferem discutir sobre quem matou a Norma. Eles não vão vencer, eles não podem vencer!

  6. José Roberto Says:

    Certamente é mais um curicano desgraçado na face da terra.

  7. Papito Says:

    Lina, gosto do seu blog, mas você bate muito nas coisas do PT, não dava pra ser mais imparcial ? Eu sou petista e fico meio chateado com essa perseguição.
    Todo mundo sabe quem é o Sarney.

    Lina: Cara, quem não presta tem que se fuder. Aliás tanto PT quando PSDB são duas merdas, duas quadrilhas. Faz tempo que nem na minha seção eleitoral compareço. Quero que esses caras se danem. Fica tranquilo que eu não faço papel de cabo eleitoral aqui, até porque odeio essa bosta de política.

  8. Radar Soberano Says:

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    Pedro Simon compara Sarney ao papa
    Por Andrea Jubé Vianna | Agência Estado – 21 horas atrás.. .
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    O senador Pedro Simon (PMDB-RS), um dos líderes da frente parlamentar suprapartidária de combate à corrupção, comparou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) ao papa, afirmando, em tom de ironia, que ele está “acima do bem e do mal”. Simon fez a crítica ao comentar a denúncia de que Sarney usou um helicóptero da Polícia Militar do Maranhão – governado por sua filha, Roseana Sarney (PMDB) – para passear em sua ilha particular.

    Leia também:
    Senadores da frente de combate à corrupção querem que sociedade pressione o Congresso
    Charge do Alpino: Sarney usa helicóptero da PM do Maranhão em viagem particular
    ‘El País’: Brasil luta contra corrupção

    “O Sarney é uma figura institucional, ele é que nem o Papa, se usou, usou bem. Não sei nem de quem foi, nem por que foi, usou e pronto. Não precisa explicar nada pra ninguém”, criticou o gaúcho.

    Reportagem da Folha de S. Paulo acrescentou que numa das viagens no helicóptero, o desembarque das bagagens de Sarney teria atrasado o atendimento de um homem com traumatismo craniano e clavícula quebrada que fora socorrido pela PM. “Mas não era hora desse cidadão ficar doente, esperasse o Sarney fazer o passeio”, ironizou Simon. “O Sarney está acima do bem e do mal”, concluiu.

    Simon lembrou que Sarney está há mais de 30 anos no poder e, na última eleição para a presidência do Senado, teve o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desprezou o candidato do PT, Tião Viana (AC). Simon lembrou que votou no petista, mesmo Sarney sendo de seu partido.

    Simon também criticou a prática de ministros do governo Dilma Rousseff – Paulo Bernardo (PT), das Comunicações, e o ex-ministro Wagner Rossi (PMDB), da Agricultura – que teriam viajado em jatinhos de empresas privadas que mantêm contratos ou ligações com o governo federal. “Não precisa nem perguntar, isso é de um ridículo total”, reagiu. Simon lembrou que o Código de Ética para ministros do ex-presidente Lula era tão rígido que o petista havia restringido, até mesmo, as viagens em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

  9. Radar Soberano Says:

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    Senadores da frente de combate à corrupção querem que sociedade pressione o Congresso
    Por André de Souza (andre.renato@bsb.oglobo.com.br) e | Agência O Globo – seg, 22 de ago de 2011.. .
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    BRASÍLIA – Ir além das galerias do Congresso e envolver a população na luta contra a corrupção, fornecendo o apoio necessário para que a presidente Dilma Rousseff possa fazer uma faxina ética no governo. Tudo isso sem implicar num alinhamento automático com o Executivo ou na distribuição de cargos e emendas. Assim resumem seu objetivo os senadores da frente de combate à corrupção, lançada na última segunda-feira. Um grupo não formalizado e ainda minoritário vê na sociedade a alternativa para pressionar o Congresso a tomar uma atitude contra a impunidade. Nesta terça-feira, às 8h, os que aderiram ao movimento vão se reunir na Comissão de Direitos Humanos da Casa.

    SOCIEDADE : Personalidades apoiam movimento de combate à corrupção no governo federal

    ENTREVISTA : Senador Pedro Simon diz que sociedade tem que liderar o movimento

    VOTE: Que fim poderá ter esse movimento dos senadores pelo combate à corrupção?

    NA WEB: Adesão ao ato contra corrupção organizado por internautas cresce quase 400% em um dia

    – A pressão de fora para dentro do Congresso é o que faz ele se mexer. Quando a movimentação começa a pressionar para votar determinadas matérias, o Congresso se move e faz. O exemplo melhor é o da Lei Ficha Limpa, porque foi uma ação popular e aí o Congresso não teve outra alternativa senão se curvar ao poder maior que é o da sociedade – diz uma das integrantes do movimento, a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS).

    – O que eu penso é que nós temos que ampliar para a sociedade. O povo tem que estar mobilizado e apoiando, de onde quer que venha a medida de combate à corrupção – acrescenta Randolfe.

    O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) destaca ainda a importância de ser um contraponto a outros parlamentares que não desejam medidas moralizadoras na administração pública:

    – Nós percebemos que a presidente Dilma estava adotando iniciativas muito importantes para sanear a república brasileira e nós percebemos que começou a haver no Congresso Nacional um contra-movimento desejando chantagear a presidente Dilma. Então lançamos esse movimento para que pudesse estimular e motivar a presidente Dilma a ampliar a faxina que foi iniciada – diz Ferraço.

    Em junho, antes do início do escândalo dos Transportes, Simon chegou a exortar a presidente Dilma a resistir às chantagens por cargos que existem no jogo político. Agora, foi a vez do senador Pedro Taques (PDT-MT), que também integra a frente, de cobrar providências. Ele diz que o Senado não pode ficar omisso quando há “reiterados casos de corrupção”.

    – Eu vejo que esse movimento é importante em razão de uma única palavra. Resistir! Resistência à corrupção. Não interessa quem seja a presidente, de que partido é a presidente. O que interessa é que nós temos que iniciar, ou dar continuidade para ganhar a luta e acabar com a corrupção. Porque não adianta você ter milhares de programas governamentais, bolsa escola, bolsa família, bolsa isso, bolsa aquilo se esse dinheiro não chega na atividade final, se esse dinheiro some na atividade meio – declarou, acrescentando que a pauta econômica, apesar de importante, não pode ofuscar o debate sobre a corrupção:

    Ferraço também apoia a criação de uma CPI da Corrupção. Ele chegou a assinar o requerimento da CPI – que não chegou a ser instalada – para investigar as irregularidades no Ministério dos Transportes, mas acha que a situação agora é diferente.

    – É preciso separar a busca pela verdade da luta política. Eu não posso e não devo apostar no quanto pior melhor. Essa CPI ampla como está, ela me parece ter muito mais como objetivo a luta política do que outra coisa qualquer.

    A senadora Ana Amélia pensa diferente, deixando claro também que apoiar uma faxina contra a corrupção não significa automaticamente apoio ao governo.

    – Não se trata isso de um alinhamento automático ao governo dela. Faço questão de registrar. Isso foi uma ação pontual. Eu ajo independente do governo. Tenho votado contra o governo em muitas das matérias, a favor em algumas. E penso também que CPI é um instrumento legítimo. É um instrumento importante e não atrapalha a governabilidade – afirma a senadora.

    – Nós não estamos pedindo autorização à presidente para apoiar suas medidas. Estamos é apoiando, porque achamos que tem muitas medidas importantes no combate à corrupção – completa Randolfe.

    Ferraço vai na mesma linha:

    -Eu pessoalmente não recebi nenhuma manifestação, mas também confesso que quando participei desse movimento não o fiz pensando nisso. Fiz pensando na necessidade de sinalizar para a população brasileira que existem parlamentares no Congresso Nacional que não fazem parte desse jogo que é dando que se recebe e não estamos preocupados com assuntos relacionados a cargos, muito menos a emendas.

    A reunião desta terça-feira, durante uma audiência pública no Senado, cujo tema é “As ações contra a corrupção e impunidade no país” deve contar com as presenças de Simon, Randolfe, Ana Amélia, Taques, Paulo Paim (PT-RS), Cristovam Buarque (PDT-DF), Luiz Henrique (PMDB-SC), Eduardo Suplicy (PT-SP), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Casildo Maldaner (PMDB-SC). Foram convidados, entre outros, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Controladoria-Geral da União (CGU), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que foi o responsável por recolher as assinaturas que resultaram na Lei da Ficha Limpa.

  10. Radar Soberano Says:

    El País’: Brasil luta contra corrupção
    Por Chico Otavio (chico@oglobo.com.br) | Agência O Globo – seg, 22 de ago de 2011.. .
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    Nem a organizadora do ato esperava tanto. Todos Juntos Contra a Corrupção, a manifestação que a empresária Cristine Maza e outro amigos de Facebook pretendem fazer no dia 20 de setembro, na Cinelândia, virou notícia anteontem no espanhol “El País”, um dos mais prestigiados jornais europeus. O movimento que nasceu espontaneamente nas redes sociais é citado em reportagem sobre a adesão de empresários à cruzada que, segundo o jornal, foi “iniciada pela presidente Dilma Rousseff” contra a corrupção.

    – Saiu no “El País”? Os empresários estão conosco? – perguntava ontem Cristine, surpresa com a repercussão.

    Em reportagem de Juan Arias, o “El País” informou que a Fiesp e a Firjan, as federações das indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro, vão divulgar manifesto em favor da cruzada. Para o jornal, é sintomático que os empresários apoiem o movimento, pois entendem que a corrupção “se infiltrou em todas as instituições do Estado como um freio ao desenvolvimento econômico do gigante americano”.

    Corrupção representa até 2,3% do PIB, diz Fiesp

    O texto do jornal espanhol cita um estudo da Fiesp, concluído há poucos dias, que calcula as perdas causadas por diferentes tipos de corrupção entre 1,38% e 2,3% do PIB (dados apurados em 2010).

    De acordo com a reportagem, os empresários brasileiros sustentam que, com o dinheiro desviado, daria para construir 78 aeroportos e 57 mil escolas por ano.

    O presidente do Sistema Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, ouvido pelo jornal espanhol, disse que a corrupção, além de comprometer o desenvolvimento, potencializa também a violência por ser uma via por onde transitam as armas e as drogas ilícitas:

    – Não podemos fazer vista grossa para o problema. É dever da sociedade apoiar a iniciativa do presidente

    Nas ruas do país, segundo o “El País”, os brasileiros dizem que Dilma pôs as mãos no vespeiro da corrupção do governo e, agora, nem ela mesma sabe as consequências do gesto. “Rousseff está com medo do apoio que está recebendo, incluindo líderes da oposição, e não quer aparecer como heroína para não criar problemas com os partidos aliados da base do governo”, diz o texto.

    Organizadores pedem autorização para o ato

    Cristine Maza, cuja iniciativa de fazer um protesto público é anunciada na abertura do artigo espanhol, disse que entrará hoje, junto com outros organizadores, com um pedido de autorização para o ato do próximo dia 20.

    Embora o apoio ao protesto tenha mobilizado mais de três mil pessoas na internet, ela evitar arriscar uma previsão sobre o público esperado.

  11. Radar Soberano Says:

  12. Radar Soberano Says:

    Anac já apontava uso irregular de helicópteros no MA

    Ao utilizar helicóptero da PM do Maranhão em passeios dominicais, José Sarney não afrontou apenas o bom senso e o contribuinte.

    O tetrapresidente do Senado sobrevoou também acima do conteúdo de relatório produzido em 2010 pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

    Datado de outubro de 2010, o texto da agência anota que dois helicópteros do governo maranhense foram utilizados de maneira “inadequada” no transporte de “autoridades.”

    A Anac foi a campo movida por denúncias recebidas em 2009 contra o GTA (Grupo Tático Aéreo) do governo maranhense.

    Uma das acusações apontava a “descaracterização de aeronaves” que deveriam servir ao “transporte de enfermos.”

    Em seu relatório, a agência concluiu que, de fato, foi “constatado” o uso de aeronaves maranhenses no “transporte de autoridades.”

    Os nomes das “autoridades” não são mencionados no documento, cujo teor é refugado pela governadora Rosena Sarney (PMDB).

    Oito meses após a conclusão da Anac, José Sarney, pai da governadora, usou aeronave do Estado em pelo menos dois passeios à ilha do Curupu, propriedade da família.

    Como se fosse pouco, o relatório da Anac também menciona “indícios” de irregularidade praticada a bordo de aeronave alugada pelo governo do Amapá.

    O Amapá, como se sabe, é o Estado que o maranhense Sarney adotou como seu domicílio eleitoral.

    De acordo com a Anac, aeronave custeada pelo contribuinte amapaense voava no céu do Maranhão em agosto do ano eleitoral de 2010.

    Corre a web vídeo que exibe cena em que eleitores hostilizam Roseana e assessores da campanha dela no momento em que embarcavam num helicóptero.

    O prefixo da aeronave é o mesmo que a Anac atribui à aeronave alugada pelo governo do Amapá (aqui, o vídeo).

    Procurado, o governo do Maranhão absteve-se de comentar o pedaço do texto da agência que trata do uso impróprio dos seus helicópteros.

    Quanto ao naco do texto que menciona os “indícios” de apropriação eleitoral da aeronave amapaense, a reportagem foi aconselhada a procurar o PMDB.

    – O blog no twitter.

    Escrito por Josias de Souza às 06h53

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