América-MG 1×1 São Paulo

Se já não bastasse perder pontos em casa, agora resolveram perder fora também.

É duro ver o São Paulo sofrer pra empatar com um América-MG, pior, é deprimente ver o São Paulo jogar futebol. É um time que toca pra lá, toca pra cá, inverte o jogo mas não tem agressividade, é frouxo.

Ora o São Paulo tem problemas na defesa, ora é no meio. Hoje foi o ataque. Eu tô de saco cheio de alguns jogadores que não tem fibra, não tem vontade e não tem brilho.

O São Paulo oscila, na mesma medida que oscilam estes caras. Não temos um time e nem talentos individuais que chamem o jogo pra si e os que poderiam teoricamente fazer isso, não são assim tão geniais a ponto de resolverem uma partida sozinhos.

Há quem queira o Muricy de volta. É opinião, vou respeitar. Eu não quero. Não basta ganhar jogos, conquistar canecos, é preciso merecê-los. O São Paulo precisa de um novo Telê, alguém que, além de instruir jogadores, ensine-os a ter algum orgulho, vergonha na cara. Claro que me refiro aos mais jovens, até porque a idéia é de renovação. Um profissional de verdade, não pode fazer seu trabalho com essa pouca vontade, sem vibração, sem ligar pra nada.

Tem que ter vergonha de perder. Gana de vencer. Falta isto neste time !

O São Paulo já teve vários nomes em suas fases gloriosas: Esquadrão de Aço, Tigres da Floresta, Rolo Compressor, Tricolaço, Menudos, Máquina Mortífera, Guerreiros do Morumbi entre outros. O time atual pode muito bem ser chamado de “Não Fode e Não Sai de Cima.”

Eu já disse isso aqui e repito. Ou o AB dá uma de louco e tira esses vagabundos do time, ou vai perder o emprego no final do ano. O alvo é o G4. Se não conseguirem, tem que rolar uma nova faxina ampla e geral.

Não dá mais. O São Paulo é muito grande pra este nível de mediocridade.

***

O São Paulo tinha a chance de ser vice-líder do Brasileirão com o tropeço em casa do Flamengo contra o Atlético-GO, mas mais uma vez desperdiçou. Em jogo morno, com emoção apenas nos minutos finais, o time tricolor não saiu de um empate por 1 a 1 contra o América-MG e estagnou em terceiro na tabela de classificação.

O São Paulo deu a entender que ganharia o jogo com um gol ‘estranho’ de Marlos aos 40min do segundo tempo. Mas logo depois, Kempes, de bicicleta, deu números finais ao duelo com um golaço de bicicleta.

Para piorar a situação, o time tricolor perdeu seu principal jogador para o clássico contra o Palmeiras, já que Lucas recebeu o terceiro cartão amarelo e não poderá atuar na partida do próximo domingo.

Há muito tempo com problemas na defesa, o técnico Adilson Batista conseguiu escalar uma dupla de zaga de origem, já que Rhodolfo e Xandão foram liberados para atuar, assim como o volante que atua improvisado na zaga, Rodrigo Caio.

O São Paulo começou melhor e teve uma bola na trave com Rivaldo, além do domínio territorial do primeiro tempo, apesar de o América-MG criar as duas melhores chances de gol.

Na segunda etapa, o São Paulo melhorou quando Adilson Batista colocou Fernandinho no lugar de Dagoberto. O atacante protagonizou os bons lances do time tricolor na etapa. Quando tudo se encaminhava para um empate sem gols, Marlos ‘achou’ o tento dos visitantes, para muita festa dos são-paulinos. Mas bastou um ataque para tudo mudar, e Kempes igualar a partida, resultado que não foi bom para nenhuma das partes.

Via UOL Esportes

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data: 18 de agosto de 2011 (quinta-feira)
Horário: 21h (horário de Brasília)

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Tatiana Jacques de Freitas (RS)

Cartões amarelos: (América-MG) Dudu e Amaral (São Paulo) Juan e Lucas

Gols:América-MG: Kempes, aos 41 minutos do segundo tempo São Paulo: Marlos, aos 40 minutos do segundo tempo.

AMÉRICA-MG: Neneca; Gabriel, Micão e Willian Rocha; Marcos Rocha, Dudu, Amaral, Rodriguinho (Netinho) e Gilson; Léo (Kempes) e Alessandro (Fábio Júnior)
Técnico: Givanildo Oliveira

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, Xandão, Rhodolfo e Juan; Wellington, Carlinhos Paraíba, Cícero e Rivaldo (Marlos); Lucas e Dagoberto (Fernandinho)
Técnico: Adilson Batista

Via Gazeta Esportiva

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***(*) ******(*)

Próxima Partida: São Paulo x Porcas, Brasileirão 2011, Morumbi, São Paulo, domingo, dia 21.08 às 16h00.

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19 Respostas to “América-MG 1×1 São Paulo”

  1. José Roberto Says:

    E a Torcida pediu, pediu, pediu o Canette e nada do adilson coloca-lo mais uma vez foi chamado de burro, mas, quer saber? Culpado mesmo é o Juju, parece que o velho faz questão de ferrar o time e encher o saco dos torcedores.
    Já não aguento mais comentar com minha esposa antes do início das partidas qe enfrentaremos muitas dificuldades, principalmente diante dos últimos colocados.
    Porque então contrataram o Canette na correria, colocaram em condições de jogo, se esse porra não vai colocar o jogador em campo?

    Lina: O pior é que o São Paulo se esforçou bastante pra trazer o jogador. Agora tem que usar !

    • Alemão Says:

      Acho que é pra não perder o grupo.
      O Canete acabou de chegar.

      Lina: Faz sentido. Mas se for melhor, tem que jogar.

  2. Radar Soberano Says:

    Ceni: ‘Precisamos de quatro pontos nos dois clássicos’

    Capitão já mira bom aproveitamento nos dois próximos jogos do Brasileirão para seguir na briga

    Os últimos tropeços no Brasileirão não eram esperados no São Paulo. Os empates frente ao Atlético-PR, em casa, e o América-MG, fora, distanciaram um pouco o Tricolor da ponta da tabela. Sabendo da situação, Rogério Ceni estipulou a meta para os dois jogos que completam o primeiro turno: conquistar quatro pontos.
    Só que pela frente o time do Morumbi não terá moleza. As duas próximas partidas na competição são clássicos contra Palmeiras e Santos, respectivamente.
    – Serão jogos importantes pois complementam a pontuação que gira pelo título. Quem ficar muito longe dos 37, 38 pontos ao final do primeiro turno fica difícil de se recuperar no segundo. Mas, para isso, nós, que estamos com 33, precisamos conseguir quatro pontos em dois clássicos e não é fácil. Primeiro, temos que estar psicologicamente preparados, com a confiança maior. Vamos ter que tirar forças para recuperar os pontos que perdemos – afirmou o camisa 1.
    O goleiro ainda fez questão ressaltar a importância das últimas duas rodadas do primeiro turno do Nacional. Para ele, tirando o Corinthians, os concorrentes pelo título terão partidas muito difíceis pela frente nos próximos dias.
    – Nosso time chega bem. Estamos há quatro jogos vencendo ou empatando, mas alguns desses empates têm o gosto amargo. Vamos enfrentar concorrentes, como o Palmeiras, que vem brigando nas primeiras posições, lutando por uma vaga na Libertadores. São todos jogos difíceis. O Flamengo pega o Inter em Porto Alegre no próximo jogo, então são todos jogos complicados. O time que teoricamente tem o jogo mais tranquilo é o Corinthians, que tem apenas um clássico pelo caminho. O São Paulo tem dois, o Palmeiras tem dois, são todos confrontos diretos e difíceis neste fim do primeiro turno – concluiu.

  3. Radar Soberano Says:

    Felipão quebra a cabeça para escalar time contra o São Paulo

    Treinador ainda tem mais seis atletas que estão pendurados e podem não enfrentar o Corinthians

    Luiz Felipe Scolari quebra a cabeça para escalar um time titular contra o São Paulo neste domingo, às 16h, no Morumbi. O treinador do Palmeiras tem quatro baixas confirmadas e uma dúvida para o clássico que vale pena penúltima rodada do 1º turno do Brasileirão. Gerley, Valdivia e Thiago Heleno não podem atuar por causa do terceiro cartão amarelo. Dinei deve ficar até um mês fora por causa de uma lesão na coxa. Marcos, em esquema de revezamento, pode não ir a campo por causa das dores no joelho.
    “Se eu disser que é um jogo normal, é o que eu venho dizendo há muito tempo, porque tem três pontos iguais aos outros. Claro que mexe um pouco, tem rivalidade e tudo mais. Mas já hoje (quinta) perdemos três e mais o Dinei que foi por causa lesão. Quando já tem uma equipe com numero mínimo, fica em desvantagem para a busca dos três pontos. É difícil enfrentar adversários assim, mas também pode ajudar a levantar a moral”, explicou Felipão.

    Por isso, Felipão poderá ter que escalar Deola na sua meta. A zaga deve ser formada por Henrique e Maurício Ramos. O detalhe é que o zagueiro não vem sendo relacionado há duas partidas por causa de dores na coxa. Por isso, ele pode dar lugar a Leandro Amaro.

    Para o lugar de Gerley, Chico deve ser o escolhido. Apesar de ser volante e atuar improvisado apenas como zagueiro, o atleta deve ser escalado pela falta de opção. Gabriel Silva está na seleção brasileira sub-20, e Rivaldo não é nem relacionado nas últimas partidas.

    Para o posto de Valdivia, o substituto natural é Patrik. Ele deve voltar ao time titular e ainda servirá de armador para um ataque formado por Kleber, Luan e Maikon Leite, que volta a ser titular por causa da lesão de Dinei.

    O detalhe é que já no jogo contra o São Paulo, Felipão poderá ganhar mais seis problemas para a sequência do Brasileirão. Seis jogadores vão para o Choque-Rei com a ameaça de não poder enfrentar o Corinthians por causa dos cartões amarelos: Patrik, Cicinho, Luan, Kleber, João Vítor e Henrique estão com duas advertências acumuladas.

  4. Radar Soberano Says:

    O Tricolor não merecia vencer

    Na partida que antecedia os clássicos contra Palmeiras e Santos, pelas duas últimas rodadas do primeiro turno do Brasileirão, Adílson Batista mostrou ousadia. Ele escalou força máxima contra o lanterna América-MG, apostando que uma boa vitória daria a confiança necessária ao São Paulo para encarar dois de seus maiores rivais. A atuação convincente, porém, não veio e o empate por 1 a 1 trouxe ainda mais preocupação. Para piorar, o time perdeu Lucas, que levou o terceiro cartão amarelo e não vai encarar o Verdão no domingo.

    Mesmo sem merecer, o São Paulo esteve muito próximo de pular para a vice-liderança do Brasileiro. Marlos marcou para o Tricolor aos 40 do segundo tempo, mas Kempes empatou dois minutos depois e deixou o placar mais justo. Os gols deram um toque de emoção a uma partida monótona. “Não soubemos segurar o resultado no fim e temos de trabalhar para evitar que isso se repita”, lamentou Lucas.
    Na Arena do Jacaré, Adílson Batista tentou repetir as boas apresentações que o São Paulo tem mostrado como visitante neste Brasileirão. Desta vez, porém, seu time teve pela frente um rival que não procurou se impor em casa. Com isso, os contra-ataques, maior arma do Tricolor, perderam a eficácia. A principal dificuldade do time de Adílson tem sido lidar com a obrigação de atacar. Sem um atacante de área, a equipe tricolor só conta com a opção de usar a velocidade.
    Rivaldo, a exemplo de outros jogos, tentou se adiantar e jogar entre os zagueiros adversários, mas lhe faltou a desenvoltura para isso.
    No primeiro tempo, o São Paulo até começou melhor, mas só foi para o vestiário com o empate graças a boas intervenções de Rogério Ceni.
    Os são-paulinos têm a lamentar o cartão amarelo infantil levado por Lucas, que o tirou do clássico contra o Palmeiras. No meio de campo, o garoto cometeu uma falta desnecessária, ainda na etapa inicial da partida.
    Lucas, por sinal, outra vez rendeu abaixo do esperado, prendendo demais a bola. Frequentemente, a aposta nas arrancadas, sua principal característica, tem se confundido com insistência em resolver tudo sozinho.
    Nem a bronca indireta de Rivaldo, que há algum tempo reclamou do individualismo de alguns novatos, tem funcionado.
    Ao seu lado no ataque, o artilheiro do São Paulo no ano pouco fez. Dagoberto, 17 gols e 14 assistências em 2011, teve atuação apática e deu lugar a Fernandinho aos 20 minutos do segundo tempo – em pouco tempo, o reserva teve uma participação bem mais eficiente.
    Sentindo a dificuldade da equipe, Adílson também deu mais uma chance a Marlos. O meia, que substituiu Rivaldo nos 15 minutos finais, conseguiu balançar a rede, com mérito pessoal. Aos 40, ele cruzou para Wellington, que não conseguiu completar, mas pegou o rebote para abrir o placar. No lance seguinte, porém, a defesa afastou mal um cruzamento e Kempes pegou o rebote, com uma puxeta, para igualar o marcador.

  5. Radar Soberano Says:

    Juan busca nova imagem e velho hábito: ser campeão com São Paulo

    Fernando Dantas/Gazeta Press

    RAIO- X
    Nome: Juan Maldonado Jaimez Júnior
    Posição: Lateral esquerdo
    Data e local de nascimento: 6 de junho de 1982, em São Paulo (SP)
    Altura: 1,68 m
    Peso: 66 kg
    Clubes: Arsenal-ING (2001 a junho de 2003 e de setembro a dezembro de 2003); Millwall-ING (de julho de 2003 a agosto de 2003); Fluminense (2004 a 2005); Flamengo (2006 a 2010) e São Paulo (desde 2011)
    Títulos: Campeonato Brasileiro (2009); Copa do Brasil (2006); Copa da Inglaterra (2001/02) e Campeonato Carioca (2005, 2007, 2008 e 2009)

    Em 4 janeiro deste ano, Juan realizou um sonho que perseguia desde quando nasceu: foi apresentado oficialmente para vestir pela primeira vez, como profissional, a camisa são-paulina que sempre usou como torcedor. Quase oito meses depois, o lateral esquerdo percebe que os mais de seis anos nas categorias de base do clube ainda pesam menos do que os dez anos que ficou longe do Morumbi.
    No estádio que sempre rondou sua infância vivida no Jardim Andrande, nas proximidades da arena do Tricolor, ele viu, aos 16 anos, Raí voltar da França e já reestrear fazendo gol na vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians que valeu o título paulista de 1998. Na comemoração do jogo que mais marcou a sua vida como torcedor, veio o sonho de repetir as atuações de Serginho na posição que escolheu.
    Mas Juan, contemporâneo de Kaká no clube, foi vendido ao Arsenal, da Inglaterra, antes de jogar como profissional do Tricolor. De lá para cá, destacou-se pelo Flamengo não só por conquistas, mas por dois episódios, ambos em 2009: soltou um palavrão para protestar com o preparador físico Riva Carli (que reencontrou neste ano no São Paulo) ao ouvir a ordem para fazer 40 minutos de corrida e, na decisão do Carioca, o botafoguense Maicosuel levava a bola de um pé para outro até o lateral o derrubar e deitar sobre seu corpo com ameaças ao pé do ouvido pela graça.
    O jogador sabe que tudo isso o ronda e, talvez, gere as vaias que têm se tornado frequentes contra ele em jogos no Morumbi. Mas crê que a visão mudará com o tempo, quando a torcida o conhecer mais. E só pensa em repetir no timbe do coração, dentro de campo, o que já fez em todos os clubes em que esteve vinculado: ser campeão. “Eu ficava de fora do campo, da arquibancada. Sei como é”, disse Juan em 30 minutos de entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva.Net.
    Gazeta Esportiva.Net: Você é são-paulino. Qual o peso de atuar como profissional no time do coração?
    Juan: É uma sensação boa. Gosto do time, sempre fui ao estádio torcer pelo São Paulo. Faz com que me dedique ainda mais, dá orgulho e prazer de vir trabalhar e honrar esta camisa dentro de campo. As coisas sendo assim, têm tudo para dar certo. Ajuda muito.
    GE.Net: Onde você cresceu?
    Juan: Perto do estádio do Morumbi, no Jardim Andrade.
    GE.Net: Então sua vida sempre foi em torno do Morumbi?
    Juan: Sim. Hoje não estou morando ali porque o CCT [da Barra Funda] é longe, mas a minha família mora lá e é onde estou sempre. Sempre morei ali antes de sair de São Paulo.

    GE.Net: Em que setor do Morumbi costumava ficar?
    Juan: Na arquibancada. Mas, como eu jogava no São Paulo, se eles arrumassem e conseguíssemos entrar, eu assistia de onde dava.

    GE.Net: Era um torcedor que reclamava muito?
    Juan: Eu era mais tranquilo, talvez por jogar e entender como as coisas são. Eu ficava mais torcendo mesmo, incentivando para o São Paulo ganhar.

    GE.Net: Qual o jogo mais te marcou como torcedor no Morumbi?
    Juan: O que o São Paulo foi campeão paulista na volta do Raí, com gol dele. Eu gostava muito de ver este time jogar, porque tinha o Serginho e o Denílson jogando pelo lado esquerdo.

    Lateral demonstra tranquilidade para explicar seus planos e a imagem ruim da passagem no Flamengo

    GE.Net: O Serginho é um modelo?
    Juan: Dos que vi jogar no São Paulo como lateral, foi o grande nome. Quando eu era muito criança, via os jogadores, mas não tinha tanto entendimento. Sabia quando o cara era bom, mas não olhar e analisar as suas características. Quando cresci um pouco, vi o Serginho em uma fase sensacional no São Paulo, jogando muito. Gostava muito de vê-lo jogar.
    GE.Net: É a única inspiração?
    Juan: O grande nome é o Roberto Carlos quando se fala em lateral da nossa geração. É um cara que marcou, titular de um grande clube e da seleção brasileira. É uma referência.

    GE.Net: Enquanto você estava fora do São Paulo, torcia pelo clube?
    Juan: Com o tempo você vai vendo como são as coisas no futebol… Mas é claro que, em jogos e finais de Libertadores que eu não estava, se eu pudesse escolher, era que o São Paulo vencesse, por ter jogado aqui, pelo carinho que tenho pelo clube e por conhecer algumas pessoas daqui. Em jogos deste nível, eu torcia.

    GE.Net: Por ser são-paulino e formado nas categorias de base do clube, se sentia em dívida por não ter atuado no time profissional?
    Juan: Não sei se é dívida. Tinha uma coisa de ‘pô, cresci ali, é a minha cidade, seria bom se eu voltasse’. Hoje penso em retribuir, não só pelo prazer que tenho de jogar pelo São Paulo, mas pelo que o São Paulo fez na minha formação como jogador e pessoa. Isso faz com que me dedique mais e tenha mais prazer para ajudar o São Paulo a conquistar títulos. É uma motivação a mais que ajuda a render, jogar bem e no dia a dia, que é desgastante.

    GE.Net: Você falou em dia a dia desgastante. Esta volta ao clube está sendo como você imaginou?
    Juan: Tinha imaginado tudo de melhor, perfeito, mesmo sabendo que a perfeição não existe. Graças a Deus, as coisas vêm acontecendo, melhorando e começando a andar do jeito que eu gostaria. Preciso trabalhar para melhorar ainda mais.
    GE.Net: Você já disse que precisava fazer um gol para diminuir as cobranças. Mas gols seus nunca foram tão frequentes. Por que precisava tanto disso e não de uma assistência, que é mais comum para um lateral?
    Juan: O gol marca o torcedor quando você ajuda efetivamente no placar do jogo. Pelo momento, eu estava precisando fazer alguma coisa que chamasse a atenção do torcedor, de ajudar realmente a equipe sendo mais efetivo na vitória. Foi até engraçado que falei e, no dia seguinte, saiu. Foi bem legal.

    Acervo/Gazeta Press
    Juan era um dos torcedores nas arquibancadas do Morumbi que viu este time ser campeão paulista em 1998

    GE.Net: Torcedores cobram que o Henrique Miranda seja titular para privilegiar quem vem da base. Como você, sendo também um prata da casa, encara isso?
    Juan: Tenho identidade com o São Paulo. Por não ter vindo da base direto para o profissional, as pessoas não têm muito essa visão de que fui formado aqui. Tudo isso é natural. Ficaram acostumados a me ver jogando pelo Flamengo e não sabem que sou de São Paulo e joguei seis anos nas categorias de base aqui por não ter ficado tanto tempo.

    GE.Net: Sua posição é carente na seleção. Como você trabalha uma nova convocação na sua cabeça?
    Juan: Claro que penso em seleção. Mas é um degrau subido de cada vez para, lá na frente, buscar a seleção. Sei que tenho que melhorar, trabalhar e manter uma regularidade muito alta para voltar.

    GE.Net: Você chegou a ser titular da seleção em um momento de muita pressão sobre o Dunga, em um 0 a 0 com a Bolívia, pelas Eliminatórias, no Engenhão…
    Juan: Só joguei esse jogo. O time não vinha de bem com a torcida, tanto que o estádio não estava cheio como normalmente fica em jogo da seleção. A pressão era grande para conseguirmos o resultado dentro de casa. Infelizmente não ganhamos, mas, para mim, foi uma oportunidade única que apareceu. Fico orgulhoso por ter vestido a camisa da seleção.

    GE.Net: Como foi a conversa com o Dunga? Ele te deu esperanças de ser convocado mais vezes e ir à Copa do Mundo?
    Juan: Ele me passou muita confiança para jogar. Tanto ele quanto os jogadores me deram moral. Foi muito legal viver este ambiente de seleção e faz com que eu queira ainda mais voltar. É um ambiente bom.

    GE.Net: O fato de ser uma posição carente gera ainda mais cobranças na seleção. Você está preparado para enfrentar a pressão de ser o lateral esquerdo da seleção em uma Copa do Mundo no Brasil?
    Juan: Estou melhorando, me sentido muito bem dentro de campo, fisicamente e tecnicamente. Talvez como nunca tenha me sentido antes. Claro que isso ajuda muito, mas tenho que manter um nível de atuação mais alto, ter uma regularidade maior para voltar a pensar de fato em seleção. Ainda tenho que passar por algumas etapas.

    Acervo Pessoal
    Lateral esquerdo já vestiu medalhas com a camisa são-paulina nas categorias de base

    GE.Net: Entre essas etapas está conquistar de vez quem está te vaiando?
    Juan: Isso faz parte. Ninguém agrada a todos ou é unânime. Ainda mais no futebol, que oscila muito, um dia você joga bem, outro mal. Tenho que melhorar e me manter como titular, ter um nível alto de atuação, ainda mais pensando em seleção. Não adianta pensar em jogar bem um jogo, depois ir mal em dois. Tem que estar bem em todos os jogos, com nível e regularidade muito alta. Quero buscar isso, voltar a ser decisivo como era no Flamengo. Estou me sentindo bem, com confiança, isso ajuda muito a pensar em seleção.
    GE.Net: Você tem se mostrado tranquilo no São Paulo. Quando é vaiado e xingado, assume a responsabilidade em campo sozinho mesmo dizendo saber que a culpa não é sua. Mudou alguma coisa?
    Juan: Sempre fui bem tranquilo, dentro e fora de campo. Isso vem com a maturidade, um pouco mais de experiência. Se acontece quando você é mais novo, acaba mexendo. Mas fui aprendendo a lidar com as situações do futebol. Sei que, quando uma equipe grande joga dentro de casa e não vence, vai ter cobrança. Independentemente se o time jogou bem ou mal, se mereceu o resultado, o torcedor quer ver o time vencer dentro da sua casa. Acaba vindo a cobrança e, com o tempo, vamos sabendo lidar com essa paixão.

    GE.Net: Mas você ter enfiado o dedo na cara do Maicosuel passou uma outra imagem. Você se arrepende?
    Juan: Dentro de campo, buscando seu objetivo, seu máximo, a vitória, às vezes você toma uma atitude que não tomaria fora de campo. Ali, me entrego até o limite. E teve uma repercussão muito maior do que deveria. Não vou dizer que foi certo, mas foi uma lição, um aprendizado que me ajudou muito na minha maturidade, crescimento, experiência. Pelo que passei depois, com a repercussão negativa, acabei aprendendo.

    GE.Net: A torcida costuma gostar quando algum jogador toma uma atitude como aquela, ainda mais em um clássico, um jogo decisivo, como exemplo de alguém que defende a camisa. Você diz que não é desse jeito, mas será que repetir isso no São Paulo não poderia conquistar quem te vaia?
    Juan: É uma situação de jogo. Independentemente disso, não posso ter um comportamento errado dentro de campo e influenciar as pessoas de forma errada. Mas a minha vontade e determinação de defender a camisa do São Paulo com certeza são muito grandes. Tenho que procurar fazer isso de outras maneiras. Dentro de campo, buscar as vitórias, se entregar e se dedicar mesmo ao clube. Aí as pessoas vão vendo minha forma de ser, me conhecendo, e acabarão reconhecendo o meu trabalho.
    GE.Net: Essa imagem e a discussão com o Riva Carli no Flamengo te marcaram…
    Juan: Mas isso nunca me preocupou. Eu me conheço, sei que não sou da maneira que as pessoas que têm essa impressão pensam. Conheço meu jeito de ser, minha personalidade. Eu sabia que o que diziam não era verdade. Fiquei bem tranquilo. Não fiquei pensando: ?vou ter que mudar meu jeito de ser para mudar essa opinião’. Nunca fiz nada forçado nem deixei de ser o que sou. Com o tempo, as pessoas vão me conhecendo, vendo como sou como profissional também. Isso tem acontecido.
    Acervo Pessoal

    Da geração de Kaká (o segundo da esquerda para a direita do degrau de cima), Juan (o primeiro do degrau de baixo) sempre admirou jogadores de seu time, como o hoje aposentado meia-atacante Caio

    GE.Net: Como foi seu reencontro com o Riva Carli no São Paulo?
    Juan: Muito tranquilo. O que aconteceu teve uma repercussão também exagerada, não refletiu o caso. Quando chegamos, ele deixou bem claro que não tem mágoa nem nada. Falei um palavrão que não foi nem diretamente para ele. No próprio dia, conversamos e ele nem sabia de nada o que estava acontecendo porque não ouviu. Nunca tive problemas com a pessoa dele. Conversávamos mesmo na época do Flamengo. Mas falavam que tínhamos problema e não nos gostávamos. Não era a realidade.

    GE.Net: O que aconteceu então?
    Juan: Eu estava bem cansado, conversei com ele, virei as costas e fui embora. O que eu deveria ter só pensado acabou saindo. As pessoas colocam de uma forma muito maior do que realmente foi, principalmente pela relação que tínhamos antes dentro do clube. Sempre deixei claro que nunca tive problema nenhum com ele. E aqui no São Paulo estávamos sempre nos falando, conversando, ele me perguntava como eu estava me sentindo. Até fazíamos brincadeiras.

    GE.Net: Dá para ver que aquele episódio te incomodou…
    Juan: Incomodou porque teve uma repercussão exagerada e muito negativa de uma coisa que não era verdade, sabe? As pessoas começam a falar do que não sabem, entendeu? É claro que isso incomoda. Mas não vim para São Paulo preocupado em mudar a minha imagem porque sei como sou, a minha personalidade. E também não vim com mágoa achando que reencontrar o Riva Carli seria um problema. Como não foi. Mesmo lá no Flamengo, depois do problema, antes de ele sair, nos falávamos normalmente. Ele também, quando chegou, falou que não tinha problema algum, que não foi nada daquilo que tinha acontecido. A prova de tudo isso é a relação que tivemos aqui. Correu tudo bem.

    GE.Net: Como tudo está resolvido, você aceita ser uma prova de que ele não pegava tão pesado como falam, já que não se machucou neste ano?
    Juan: (Risos) Não tenho nem o que falar dele. Estou me sentindo muito bem fisicamente. Cheguei a falar isso para ele, que me sinto bem como há muito tempo não sentia. Mostra que a nossa relação foi boa.

    Djalma Vassão/Gazeta Press
    Juan admite cansaço com tantas partidas seguidos, mas diz que atuar pelo São Paulo supera tudo

    GE.Net: Você sofreu com lesões sérias no Flamengo desde 2009, mas hoje é um dos três atletas do elenco com mais jogos no ano. Como você explica o fato de ser exceção em uma defesa que tem tantos desfalques por contusão?
    Juan: Nem gosto de ficar falando esse negócio de me machucar porque começa a falar e é fogo… (risos) Na minha carreira, tive pouquíssimas lesões. No ano retrasado, tive duas quase uma seguida da outra, o que me atrapalhou bastante, demorou para que eu voltasse a me sentir bem dentro de campo. Fico feliz de estar há quase dois anos sem me machucar. Tem que trabalhar, fazer as coisas direitinho para não ter lesão. E agradecer a Deus, né? Porque essas coisas podem acontecer a qualquer momento. Mas tenho poucas lesões.

    GE.Net: No fim dos jogos você não chega a pensar que está desgastado e não vai conseguir atuar no próximo?
    Juan: Em alguns momentos vejo que estou cansado. Mas aí você realmente descansa e tem essa motivação de jogar no São Paulo, honrar esta camisa e passar por cima de qualquer coisa para, quando entrar em campo, buscar os resultados e os objetivos que temos. Não tem jeito.

    GE.Net: Você não está atacando tanto quanto no Flamengo, mas não se defende tanto quanto fazia com o Paulo César Carpegiani. Isso está te ajudando?
    Juan: Hoje tenho um pouco mais de liberdade para atacar e jogar como gosto, podendo utilizar as minhas principais qualidades. Graças a Deus, as coisas vêm acontecendo, tenho conseguido manter uma regularidade, um nível mais alto. Claro que o fato de ter um pouco mais de liberdade ajuda no meu rendimento.

    GE.Net: Lá no Flamengo, você tinha muita liberdade em um 3-5-2. Com mais responsabilidade de marcar em um 4-4-2, se sente mais completo?
    Juan: Por ter jogado de forma mais defensiva no começo do ano, estou marcando e fazendo algumas coisas melhor do que naquela época. E tenho um pouquinho mais de experiência, isso ajuda em algumas situações. É trabalhar e torcer para que as coisas aconteçam bem.

    Sergio Barzaghi/Gazeta Press
    Novamente livre com Adilson Batista, camisa 6 busca primeiro gol no Morumbi para diminuir vaias

    GE.Net: O que você tem feito melhor?
    Juan: Tenho jogado melhor em setores do campo que eu passava pouco na época do Flamengo. Eu tinha muita liberdade e muitas vezes ia para o meio, para a direita, e às vezes não defendia tanto, pela forma como jogávamos. Hoje tenho me posicionado melhor, faço bem minhas obrigações táticas. Tenho marcado melhor. E estou mais experiente, com um pouco mais calma para fazer a jogada. Com isso, você tem uma porcentagem de erro menor, o que de certa forma ajuda o time e o meu rendimento melhora dentro de campo.
    GE.Net: Por ficar mais na defesa do que no Flamengo, você acha que voltou a ser uma surpresa?
    Juan: Eu vinha de uma forma bem defensiva antes. O Adilson fez uma pequena mudança para eu conseguir chegar ao ataque. Um lateral tem que saber o momento de ser uma surpresa vindo de trás para aproveitar os espaços do campo e ajudar o time a criar as jogadas.

    GE.Net: Você demonstrou bastante tranquilidade em suas palavras durante toda a entrevista. Quanto a sua experiência de morar sozinho na Inglaterra aos 19 anos ajuda nisso?
    Juan: Uma experiência fora de casa realmente ajuda muito. Você acaba crescendo e amadurecendo muito rápido. Eu já era e sempre fui bem tranquilo. Indo para lá, conhecendo um pouco da cultura, vendo como as coisas são, claro que ajuda.

    GE.Net: Então foi uma boa passagem?
    Juan: O que cresci como pessoa e jogador na minha passagem por lá fez com que eu me tornasse quem sou hoje. Cresci muito, tive uma melhora técnica e tática muito grande lá que me ajudou muito quando voltei ao Brasil.

    GE.Net: Você é da geração do Kaká nas categorias de base do São Paulo. Ainda tem contato com aquele pessoal?
    Juan: De vez em quando encontro com quem mora aqui em São Paulo e revivo aqueles momentos.

    GE.Net: Com quem você mais fala daquela geração?
    Juan: Tenho um grande amigo que mora aqui em São Paulo e acabou não jogando, que é o Thiago, era um meia-atacante que era titular até o juvenil ou o junior. Joguei mais com ele no dente de leite e no infantil. Nós nos encontramos bastante.

  6. Radar Soberano Says:

    Após Ilsinho, Inter vai atrás de Rafael Tolói

    Depois de contratar o lateral/meia Ilsinho, que deve ser apresentado nesta sexta-feira, o Internacional irá atrás de um reforço para a zaga e pode acertar nos próximos dias com Rafael Tolói, do Goiás. As informações são do jornal Zero Hora.

    Rafael tolói
    De acordo com a publicação, a diretoria colorada desembolsaria 1,5 milhão de euros (R$ 3,4 milhões) para adquirir 50% dos direitos econômicos do jogador, 20 anos. Toloi, porém, seguiria defendendo os esmeraldinos na Série B e só chegaria ao Beira-Rio em janeiro.

  7. Radar Soberano Says:

    Tricolor mantém tabu diante do Palmeiras no Morumbi: 17 jogos

    Última derrota foi em 2002. Desde então, São Paulo reinou no estádio pelo Choque-Rei

    O São Paulo terá um grande trunfo para vencer o Palmeiras no próximo domingo, às 16h, no Morumbi, pela penúltima rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. No estádio são-paulino, o Tricolor Paulista ostenta um longo tabu diante do rival.

    A última derrota foi no Rio-São Paulo de 2002 – 4 a 2 para o time alviverde. Desde então, o Morumbi recebeu 17 partidas entre São Paulo e Palmeiras, com 11 vitórias do Tricolor e seis empates. Já é, na história, o maior tabu entre as equipes no estádio.

    “Temos de esquecer o empate diante do América-MG e buscar vencer o clássico no domingo. Estaremos no Morumbi e a nossa obrigação é conquistar a vitória”, ressaltou Wellington, deixando no passado o empate com os mineiros, na última quinta-feira, em Sete Lagoas.

    Em 2011, São Paulo e Palmeiras já se enfrentaram no Morumbi, no único duelo até então neste ano. Pelo Campeonato Paulista, o atacante Fernandinho abriu o placar, mas Adriano deixou tudo igual. O último triunfo, entretanto, aconteceu em 2010.

    Pelo Brasileiro daquele ano, Fernandão, que atualmente é dirigente no Internacional, fez o único gol da vitória por 1 a 0. No Nacional, inclusive, outro tabu tricolor. A última derrota foi em 2006, 3 a 1 em Presidente Prudente. Desde então, são quatro triunfos do São Paulo e quatro empates.

  8. Elton Says:

    lina ,concordo em genero, numero e grau
    o ataque é um dos mais individualistas que eu já vi ,com a camisa do meu tricolor ,os caras não tem ‘companheirismo” ,pois todos querem resolver sozinho a parada ,me dava raiva esse ataque ,o carlinhos paraiba parecia um apavorado em campo ,fazia jogadas sem perna e sem cabeça (que alias falta muita cabeça pra ele ) ,sinto que o luis fabiano vai passar muita raiva com esse ataque sem nenhum “companheirismo ”

    Lina: Elton, este time do São Paulo é patético. Imagina que agora, sábado 19h20, o Botafogo-RJ já tá metendo 2×0 no mesmo time. Poha !

  9. Henrique Soberano Says:

    Finalmente você acordou.
    Eu falo isso aqui direto.
    O São Paulo precisa repensar seu futebol, trocar peças e não ter pena de mandar quem não tem compromisso embora.
    O SPA fechou, nós queremos ser campeões.

    Lina: Concordo. E tem que trocar pelo menos meia dúzia.

  10. Felipe 6-3-3 Says:

    Desabafou hein Lina ?
    Onde eu assino ?

    Lina: Já assinou.

  11. guinablog Says:

    A campanha “Chuta pro gol de bico lazarento” tem de voltar!
    O mais incrível disso tudo, é que o Carlinhos Paraíba vem jogando um arroz e feijão da melhor qualidade. Gente o problema do SPFC é alma…Parece que para os jogadores (tirando o Carlinhos), tanto faz como tanto fez!

    Lina: É isso, se não chutar, não faz gol.

  12. Marcelo Abdul Says:

    Impressionante ver o Juan marcando a bola no lance do gol do América Mineiro. Ele estava marcando o lateral. Isso para um jogador rodado como ele é inadmissível.

    O São Paulo não mereceu ganhar. O empate foi um resultado justo.

    Lina: O Juan tá ruim demais cara. Outro péssimo negócio do São Paulo com o aval do PCC, trocar o Júnior César pelo Juan. É pra rir…

  13. Guedes Says:

    Só faltou dar nome aos bois.
    Dagoberto, Xandão, Carlinhos Paraiba, Juan, Jean, Marlos e Fernandinho.
    Rua pra todos.

    Lina: São estes mesmo, com exceção talvez do Paraiba.

    • José Roberto Says:

      Independente de quanto seja sacana como pretenso empresasio, mas, no banco como técnico, admiro o Luxemburgo, o time dele muda de tática e sistema de jogo no meio da partida quando a coisa não vai bem.
      \no São Paulo é sempr a mesma merda com técnico A, B ou C.
      É a mesma coisa sempre, sai Fernandinho entra o Marlos, Sai o Marlos entra o Fernandinho, sai o Dagoberto (Morto-vivo, sem sangue e raça) entra o Marlos e vice versa. PQP só tem esses caras, cadê os cotratados, molecada da base?
      Ontem o Henrique foi eleito o melhor do mundo, só não serviu para o carpegiani e não serve para para o adilson batista, esses caras e a diretoria só não entenderam que são eles que não servem para o São Paulo.
      Já ando com meu saco cheio de mesma palhaçada a todo jogo.

      Lina: O Henrique serviria muito bem no ataque do São Paulo, concordo. O maior artilheiro da história do Tricolor é o Chulapa, um dos maiores caneleiros de todos os tempos. Tem gente que acha o Henrique limitado, centro-avante tem que fazer gols e só.

  14. Alemão Says:

    Hoje as 10, tem o sub-20 com os meninos do São Paulo fazendo bonito. Henrique, Casemiro, Willian José e até o Oscar.
    Este time dá gosto de ver jogar, agora o São Paulo tá ruim.

    Lina: Final. Portugal não levou gols até agora, vai ser jogaço.

  15. Marcos Tricolor Says:

    Pode até ser que alguém diga que o que eu vou falar é sacrilégio, mas o novo Telê pode ser o Adilson.
    Basta ele ter pulso firme e fazer esse pessoal jogar futebol.
    Como ? Sem ter medo de perder o emprego, encarar de frente os que atrapalham o ambiente e não se esforçam em campo.
    Tira um por um, substitui pelos novos valores que estão surgindo, e pronto.
    Parece simples e é.

    Lina: Não acho sacrilégio. É uma questão de atitude do comando técnico. Não tem essa de manter o grupo nas mãos, isso é coisa de bunda mole. Tem que mandar quem não quer compromisso com o time pro banco. É assim em qualquer empresa em qualquer área: o cara não tem boa performance, primeiro conversa, não melhorou ? Põe na rua.

    • José Roberto Says:

      Marcos Tricolor.
      Você está coberto de razão, ele é tem tudo do Telê, 2 braços, 2 pernas, senta no mesmo banco, no mesmo estádio, no mesmo clube.
      Mas tem uma pequena diferença, muito menos inteligência e conhecimento como técnico, o Telê não pedia, (“MANDAVA”) e nessa jogada incluo o JOSÉ POY.
      O Serginho Chulapa sempre contou que um dia comprou um fusquinha, ia para o Morumbi treinar e deixava o carro bem longe do estádio para o Poy não saber porque sempre d´zia qwue jogador tenha que primeiro comprar uma casa para a mãe.
      Já o Macedo caipirão como era um dia mandou pintar uma liraça de cabelos esvoaçantes no capô do carro, ainda por cima chegou no Morumbi com um cabelo rastafari cheio de trancinhas.
      Não chegou nem perto do Telê, já ouviu a ordem volte mande tirar esse cabelo ridículo e pinte de novo esse carro, senão, comigo não joga mais.
      Adivinhe o que o Macedo fez?
      Depois continuou a carreira, ganhou muita grana e perdeu tudo porque não seguiu os conselhos do mestre, fez um monte de baianada perdeu tudo, há mais ou menos 2 ou 3 anos apareceu uma reportagem com ele durango da Silva.
      Era só essa a diferença.
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      fui sacana com você quando falei das duas penas e braços, mas na realidade os dois não tem nada de parecido.
      Liderança o cara já nasce com ela.
      Um abraço

      Lina: KKKKKKKKKKK, ri muito agora.

      • José Roberto Says:

        O apelido do Adilson Batista é; “ESTAÇÃO DO ANO” Só dura 4 meses.
        Do Telê temos saudades até hoje, fico emocionado quando ouço a torcida gritando OLÊ, OLÊ, OLÊ, OLÊ, TELÊ, TELÊ.
        Quando estou no Morumba então meus olhos ficam marejados.

        Lina: O Telê é único Zé. Ficou na saudade…

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