Avai 3×1 São Paulo

Salve Soberania !

O que começou bem, com um gol logo na etapa inicial, dando grandes esperanças ao Tricolor, terminou em uma catástrofe. Quem poderia imaginar que o São Paulo, que tem história em defesas compactas, que atingiu grandes títulos baseados principalmente em um sistema defensivo sólido, perderia “de virada” para o “poderoso” Avai de 3×1 ? Ninguém. Nem o mais pessimista torcedor Tricolor e nem o mais otimista torcedor avaiano.

O que se viu nesta quinta-feira em Santa Catarina foi um arremedo de time, um bando. Um monte de jogadores sem vontade, sem criatividade, com medo e principalmente sem comando.

Prova é, que depois das discussões com Dagoberto em outra partida, ontem foi a vez de Marlos ( que discutiu com o PCC ), de Rivaldo ( que falou o que pensava aos microfones da imprensa ) e até do Lucas, que disse sem maldade, que faltou criação no meio de campo. Lugar que hipotéticamente seria do Rivaldo.

Não concordo com a postura do Rivaldo e sobre isso falarei em outro post.

O esquema tático do Tricolor foi aquele que o PCC usou quando tinha todos os jogadores disponíveis a mão: um 3-4-3 que parece ser um 3-5-2, isso porque o Lucas é mais atacante que meia, não é segredo pra ninguém.

E esse é de fato, o melhor esquema para o São Paulo atual. Óbvio que com a falta de um Miranda, substituido pelo péssimo Xandão, a defesa cai em qualidade. Isto sem contar a falta que o elenco tem de outras peças importantes como: primeiro volante, meia armador e um matador. Esta última posição tivemos a carência resolvida, pelo menos teoricamente. Mas o Fabuloso está com problemas no joelho, que dizem ser dores insuportáveis, chamando até a atenção do seu ex-clube o Sevilla, deixando a posição em aberto por enquanto.

O começo do jogo foi o mesmo de sempre. Chutes de fora da área e cruzamentos para a área adversária, a maioria feita pelo  Dagoberto, lembrando os tempos de Muricy com Jorge Wagner, ( os quais, diga-se de passagem, não me trazem boas recordações apesar dos títulos ).

A tônica era esta até que aos 15 minutos, o São Paulo abre o placar, enchendo o coração do torcedor Tricolor de esperança. Em um cruzamento do Dagoberto, Casemiro marca o gol Tricolor, de cabeça: 0x1 São Paulo.

Nem deu tempo pra comemorar.

Cruzamento da esquerda para Willian que se antecipa ao Alex Silva e mete de cabeça para o gol de empate do Avai. 1×1. Miranda fez falta.

Depois do gol de empate, um pavor, sei lá o que aconteceu, tomou conta dos jogadores do São Paulo que não conseguiam colocar a bola no chão. A partir dai a equipe catarinense embolou o meio de campo e o jogo era truncado com forte pressão do time do sul.

Em bola parada, escanteio para o Avai. Cruzamento de Marquinhos ( não entendi porque jogou já que tinha sido punido pelo STJD, vou procurar ), que Rogério Ceni desviou. A bola sobrou para um jogador do Avai que marcou. A virada do time catarinense, 2×1.

A partir do segundo gol, o  Avai se sentiu a vontade em campo, até porque jogava em casa, e colocou enorme pressão no São Paulo.

Eu pensei comigo. Hoje o Carpegiani se consagra ou se destrói. E tinha convicção que o São Paulo passaria pelo Avai com facilidade.

Engano total.

Veio o segundo-tempo e o que se viu foi uma visão do inferno de Dante.

Começando pela substituição de Fernandinho pelo Marlos. Que depois sairia para a entrada de William José ! O comandante assumiu o erro !!!

Tudo bem que o Fernandinho cansou, mas por quê não trocou direto pelo William ? Evitaria a ríspida discussão com o jogador que não gostou de entrar, mal jogar e ser substituido !

Além de tudo isso, o terceiro gol do Avaí veio no início do segundo-tempo, o que transformou um time perdido em uma pilha de nervos, a tal ponto que o lance do jogo, de novo, caiu nos pés mais muchos desde Renato Pé-Mucho que jogava no São Paulo nos anos 80: Jean, que finalizou pra fora.

Depois disso aconteceram outros lances de ataque do São Paulo, mas nada que tirasse o sono, ou que seja merecedor de destaque.

O jogo a partir deste lance foi um patético espetáculo de um time que se lançava a frente, sem perigo efetivo e que abria espaços para os contra-ataques do time da casa.

Sem comando, sem vontade, sem brilho e principalmente sem vergonha.

Este foi o São Paulo da noite passada.

Um jogo pra esquecer, um semestre perdido.

FICHA TÉCNICA
AVAÍ 3 X 1 SÃO PAULO
                         
Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 12 de maio de 2011, quinta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison e José Eduardo Calza (ambos de RS)
Cartões amarelos: Estrada, Romano, Diogo Orlando (Avaí). Juan, Rhodolfo (São Paulo)
GOLS: AVAÍ: William, aos 16, e Bruno, aos 30 minutos do primeiro tempo. Marquinhos Gabriel, a 1 minuto do segundo tempo
SÃO PAULO: Casemiro, aos 15 minutos do primeiro tempo

AVAÍ: Renan; Revson, Bruno e Gustavo Bastos; Diogo Orlando, Marcinho Guerreiro, Estrada (Acleisson), Marquinhos (Maurício Alves) e Romano (Marquinhos Gabriel); Julinho e William
Técnico: Silas

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Xandão (Henrique), Alex Silva e Rhodolfo; Jean, Casemiro, Carlinhos Paraíba, Lucas e Juan; Fernandinho (Marlos) (Willian José) e Dagoberto
Técnico: Paulo César Carpegiani

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***(*) ******(*)

Próxima Partida: Fluminense x São Paulo, Brasileiro 2011, Engenhão, Rio de Janeiro, domingo, dia 22.05 às 18h30.

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17 Respostas to “Avai 3×1 São Paulo”

  1. Paulo Londrina Says:

    o que está acontecendo meu deus do céu. Tinha a certeza que iriamos passar, to de cara com tudo que vi ontem. Como pode o Lucas sumir tanto assim do jogo. Alex Silva, como pode errar tanto, como pode perder tanto para aquele grosso do Willian. Como Xandão é ruim meu pai, como carlinhos paraíba é enganador junto com Marlos. Fora Juan ! cara to revoltado com esses caras, não tem coração, raça, vontade, não existe vontade, brio, falta de respeito com o torcedor.

    E já deu para esse técnico, não gosto do marlos mas isso que fez foi tentar jogar a eliminação em uma pessoa, coloca-lo no segundo tempo e depois tirar é acabar com o jogador.

    MUDANÇA URGENTE !!

  2. Fábio Says:

    É brincadeira as declarações do Carpegiani pós jogo: ele falou que “faltaram jogadores experientes” e que o São Paulo “perdeu a classificação no primeiro jogo”. Caramba, ele tinha o Rivaldo no banco; mais experiência que ele não tem. E quem perdeu classificação no primeiro jogo foi as vagabundas, com seis na cabeça. O São Paulo GANHOU o primeiro jogo.
    FORA CARPEGIANE !!!!!!!!!!!! Gente que tira o corpo fora assim tem mais é que levar um pé na bunda mesmo.

    • Franklin Says:

      Faltou experiência pra ele, que deveria pedir para o time por a bola no chão e deixar o jogo esquentar.
      Tinhamos feito 1 e perdemos de virada.
      Tomanocú !

  3. Papito Says:

    Falar o quê de um treinador que queima duas substituições pra corrigir a própria cagada ?

  4. Radar Soberano Says:

    Alvo errado

    O São Paulo foi eliminado em mais uma competição e a resposta não demorou nem um pouco: ainda em Florianópolis torcedores protestaram contra o time. Um bando, segundo relato em matéria do portal GloboEsporte, cercou o ônibus com os jogadores e precisou ser contido pelos policiais catarinenses. Em São Paulo, os muros do CT da Barra Funda amanheceram pichados.

    A raiva se volta contra jogadores e contra o treinador.

    Como sempre, como de hábito, as vítimas usuais.
    Enquanto isso, os verdadeiros responsáveis seguem tranquilamente suas trajetórias: os dirigentes.

    A atual gestão do presidente Juvenal Juvêncio, que permanece no poder graças a um golpe contra o espírito do Estatuto Social do clube, teve sua fase boa encerrada em dezembro de 2007. Desde então é uma sucessão de decisões erradas em todos os sentidos e níveis. Em 2008, graças ao trabalho de Muricy Ramalho, o clube ainda foi campeão brasileiro, título conquistado pela terceira vez consecutiva. Poucos meses depois, o treinador, incomparavelmente o melhor do Brasil, foi defenestrado de forma sumária, injusta e deselegante.

    Como é de seu feitio, sem ouvir ninguém – se é que há alguém que mereça ser ouvido na direção são-paulina de então, a mesma de agora –, o presidente contratou Ricardo Gomes, um técnico que, era notório, não estava à altura do desafio que era dirigir o São Paulo naquele momento. Deu no que deu.

    Seguindo uma linha absolutista, cultivada com esmero e admirada por incautos graças aos resultados de uma fase, o presidente, diante de resultados ruins demitiu Ricardo e contratou Paulo Cesar Carpegiani. Ora, Carpegiani foi um grande jogador, um craque, mesmo, tive o prazer de vê-lo jogar, mas como treinador é um fracasso. Conquistou um título expressivo em 1981, há 29 anos e 5 meses e, desde então, mais nada. Já passara pelo São Paulo em outro momento, nada conquistando. Mesmo assim, foi contratado.

    O resultado foi visível no jogo de ontem, na Ressacada. Mesmo com a vantagem da vitória na primeira partida, e mesmo saindo na frente no marcador, o São Paulo não soube segurar o Avaí e foi derrotado de forma acachapante, perdido em campo, livrando-se, verdade seja dita, de sofrer goleada como sofreu o coirmão na semana anterior.

    Carpegiani, entretanto, não está no São Paulo porque quis e forçou e sim porque foi contratado. Pelo mesmo dirigente que contratou algumas baciadas de jogadores que só serviram para levar a folha de pagamentos do clubes a impressionantes 88 milhões de reais em 2010. Jogadores vieram a peso de ouro, nada fizeram, foram emprestados a outros clubes, com o São Paulo pagando parte ou grande parte de seus salários. Isso ocorreu em 2010 e novamente agora (segundo o jornalista Cosme Rimoli divulgou em seu blog, Cleber Santana vai para o Atlético Paranaense, mas o São Paulo seguirá pagando a ele 170.000 por mês, cabendo ao CAP os 80.000 restantes; ora, 170.000 x 12 + encargos = 2 milhões, por baixo, por baixo).

    O São Paulo termina a primeira parte da temporada do futebol brasileiro sem um time formado ou sequer desenhado. Não tem lateral-direito. Tem um problema sério na lateral-esquerda, onde Juan está longe de jogar o que jogou no Flamengo e Junior Cesar, parece, vai ser emprestado, sem falar que Diogo, promessa da base, foi emprestado ao Goiás e agora está sendo negociado com um clube europeu. Da zaga, um zagueiro já está arrumando as malas e desembarca em Cumbica nos próximos dias, o que já se sabia desde janeiro, mas assim mesmo foi titular absoluto por todo esse início de temporada. Outro zagueiro, provavelmente, seguirá o mesmo caminho. O elenco continua sem um meia-armador. Curiosamente, durante anos Muricy pediu Conca e não obteve, até pela alegação de ser caro. Aparentemente, a direção do clube, ou melhor, o presidente Juvenal Juvêncio deve achar barato pagar 4 milhões de reais e mais 25% dos direitos econômicos ao Atlético de Madrid pelo gosto de ter Cleber Santana em seu elenco. E só no elenco, pois nem no banco andou ficando. E essa transação foi por apenas 50% dos direitos de Cleber, permanecendo o clube madrilenho com os outros 50%. O ataque tem problemas, até porque o atual treinador joga sem centroavante, criando para ninguém, alçando bolas para o vazio. Luis Fabiano veio, providencialmente (ou foi mera coincidência?) bem na véspera da eleição presidencial. Vai estrear qualquer dia desses, garantem os médicos, depois de voltar a sentir o joelho por ter treinado forte para jogar antes do tempo normal e necessário para uma boa recuperação. Seu custo, no total de 4 anos de contrato, será de no mínimo 34 milhões de reais. No mínimo, pois é difícil acreditar que terá salário tão baixo como se comentou no Morumbi, sem falar que é improvável que tenha vindo sem receber luvas.

    O São Paulo tem uma grande e formidável estrutura. Tem um balanço ainda de respeito, mesmo depois de um ano péssimo para o futebol. Essa estrutura toda, em seus diferentes níveis e aspectos, segura o clube e dá-lhe relativa estabilidade, mas, por quanto tempo?

    Quantos desaforos administrativos ainda será capaz de agüentar?

    A torcida e aqueles indivíduos que se travestem em torcedores e barbarizam, tem os jogadores como alvo de protestos, dos primeiros, e ameaças, dos segundos. Uma vez mais fizeram a escolha errada dos alvos.

    Os culpados por situações como essa do São Paulo são encontrados, sempre e exclusivamente, nas ricas e bem decoradas salas de presidentes e diretores. Jogadores e treinador estão trabalhando e fazendo o que podem e são capazes em circunstâncias determinadas. Protestar contra eles é perder tempo e aprofundar crises.

    Problemas têm que ser resolvidos na sua origem, jamais nos seus sintomas.

    Post scriptum – Rivaldo x Carpegiani

    Rivaldo, atleta profissional dos melhores e mais competentes, tem história, tem caráter e tem vergonha na cara. Reclamou por ficar no banco e não ser escalado ou entrar durante o jogo.

    Há quem diga que desrespeitou o treinador e “comandante”.

    Não concordo.

    Essa história de obedecer comandantes cegamente, vendo o desastre se avizinhar, conduziu a muitas tragédias na história.

    É diferente de disciplina e respeito.

    Entre Rivaldo e Carpegiani, não há o que hesitar ou pensar: fico com Rivaldo.

    Emerson Gonçalves, Olhar Crônico Esportivo, Globo.com

  5. Radar Soberano Says:

    São Paulo se reúne com Carpegiani para discutir saída; Ney Franco interessa

    A segunda passagem do técnico Paulo César Carpegiani pelo São Paulo pode mesmo estar perto do fim nas próximas horas. Ainda nesta sexta-feira, a diretoria do clube do Morumbi deve se reunir com o treinador para discutir sua possível saída após a eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil para o Avaí.

    A decisão pela demissão de Carpegiani, embora seja a tendência principal, ainda pode ser revertida após a conversa com o treinador. De qualquer forma, o São Paulo já cogita a possibilidade de contratar, em caso da demissão de seu técnico, o atual técnico da seleção olímpica do Brasil e coordenador das categorias de base da seleção, Ney Franco.

    Apesar do interesse no treinador, os dirigentes do São Paulo têm consciência de que a contratação de Ney Franco é difícil. O técnico dificilmente irá abandonar o projeto olímpico da seleção brasileira, que no ano que vem vai tentar conquistar a inédita medalha de ouro nos Jogos de Londres.

    No ano passado, o Santos já tentou trazer Ney Franco após a saída de Adilson Batista do comando da equipe, mas não teve êxito na investida.

    O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, foi a Florianópolis com a delegação para acompanhar o jogo contra o Avaí e está voltando à capital paulista com Carpegiani para a conversa que pode ser decisiva.

    ESPN/Andre Plihal

  6. Radar Soberano Says:

    ogério Ceni cobra nova postura do São Paulo para evitar mais “vergonha”

    O goleiro Rogério Ceni exerceu sua liderança no São Paulo para cobrar outra postura da equipe na sequência da temporada. Depois da eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil, na noite de quinta-feira, o capitão do Tricolor pediu uma mudança de comportamento do time para voltar a ser campeão.

    “Não mostramos ser um time pronto para decidir competições. Temos que melhorar nossa conduta e nossa mentalidade, senão vamos passar vergonha como nos últimos dois anos”, afirmou.

    O último título do São Paulo foi o Campeonato Brasileiro de 2008. De lá para cá, a equipe não conseguiu mais êxito nas competições e deixou passar o sonho de conquistar o inédito troféu da Copa do Brasil nesta temporada.

    O torneio de mata-mata também era bastante valorizado no Morumbi por dar ao campeão a vaga na próxima edição da Copa Libertadores da América, que é a obsessão dos são-paulinos. Agora, Rogério Ceni pede o foco no Campeonato Brasileiro para conseguir alcançar novamente o torneio continental.

    “Temos no Brasileiro a possibilidade de ganhar um título e voltar à Libertadores, mas precisamos ser mais competitivos e viver mais o futebol em si”, completou. O São Paulo estreia no Nacional no dia 22, diante do Fluminense, no Rio de Janeiro.

    Gazeta Esportiva

  7. Finorio Says:

    O São Paulo com Carpegiani não tem comando.

  8. Renato Soares Says:

    Perdeu para o Goiás: 5 letras.
    Perdeu para o Avai: 4 letras.
    O dia que perder para o Asa, como o Guarani da Turiassú, ai eu também vou quebrar ônibus e sala de troféu.
    Chega.

  9. Guedes Says:

    Por que o Marquinhos jogou pelo Avai se ele foi suspenso pelo Tribunal ?
    Tem merda ai !

  10. Luiz Ferreira Says:

    Esse time nas mãos do Carpegiani não muda !
    Se começar um jogo perdendo, não tem poder de reação, não tem mudança tática, não tem nada !

  11. Felipe 6-3-3 Says:

    Essa diretoria vai demitir o Carpa pra esconder sua própria incompetência.
    Quando chegou, o Rogério Ceni declarou que com o PCC um pouco antes, o São Paulo poderia ter se classificado para a Libertadores.
    Já esquecemos disto também.
    O povo não tem memória.

  12. Radar Soberano Says:

    São Paulo demite Carpegiani; Cuca é o favorito

    O São Paulo demitiu o técnico Paulo César Carpegiani no começo da tarde desta sexta-feira. Integrantes da diretoria do clube confirmaram a informação para a Folha.

    FOTO: Torcida picha muro do Morumbi
    Veja mais notícias do São Paulo
    O favorito para ocupar a vaga é Cuca, que hoje está no Cruzeiro. A equipe mineira, porém, ainda disputa no domingo a decisão do estadual contra o Atlético-MG.

    O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, disse que não vê problemas em tirar treinadores que estejam empregados em clubes rivais. “Isto é normal no futebol”, disse o dirigente.

    Carpegiani chegou na 28ª rodada do Campeonato Brasileiro para substituir Sergio Baresi. Em 39 partidas sob seu comando, o time do Morumbi obteve 25 vitórias, 4 empates e 10 derrotas, sem conquistar títulos.

    A CRISE

    A situação de Carpegiani ficou insustentável depois de duas eliminações consecutivas. Na semifinal do Paulista, diante do Santos, e nas quartas de final da Copa do Brasil, contra o Avaí.

    O treinador nem voltou com a delegação para a capital paulista. De Florianópolis foi para o Rio Grande do Sul –o elenco só volta a trabalhar na segunda-feira.

    No desembarque, o presidente Juvenal Juvêncio já havia admitido “ter alguns nomes” para a vaga de Carpegiani.

    “A situação é delicada. A diretoria vai se reunir nos próximos dias para avaliar a situação. Alguma decisão precisa ser tomada de forma rápida”, disse o vice de futebol do São Paulo, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.

    Depois do jogo, na noite de quinta, o meia-atacante Rivaldo foi o primeiro a mostrar insatisfação e disse que foi humilhado pelo técnico.

    O golério e capitão Rogério Ceni também foi explícito em suas críticas.

    “Fomos fracos. A culpa é única e exclusivamente nossa. Não mostramos ser um time de decisão. Não tivemos a mínima maturidade. Faltou mais concentração, ênfase e vontade. E olha que o Avaí nem pressionou tanto assim”, criticou o capitão Rogério, em entrevista publicada no site oficial do clube. “Você fazer 1 a 0, podendo perder de 2 a 1, e ainda tomar 3 a 1. Tenho vontade de enfiar minha cabeça dentro de um buraco”, completou.

    http://www1.folha.uol.com.br/esporte/915329-sao-paulo-demite-carpegiani-cuca-e-o-favorito.shtml

  13. Radar Soberano Says:

    Criticado por todos os lados, Carpegiani já foi informado de demissão do São Paulo

    Criticado por todos os lados depois da eliminação do São Paulo nas quartas de final da Copa do Brasil, nessa quinta-feira, contra o Avaí, o técnico Paulo César Carpegiani já foi até informado de que será demitido. O treinador não voltou com o time de Florianópolis à capital paulista, hoje, e foi para Porto Alegre, onde aguarda a decisão oficial, que deve sair no máximo até amanhã. O treino de hoje foi cancelado.

    No desembarque da delegação, no Aeroporto de Congonhas, o presidente tricolor, Juvenal Juvêncio, não se privou de questionar o treinador sobre as alegações de que o time era muito jovem.

    “Como ele reclama que o time é jovem se ele tinha um jogador experiente no banco para colocar. Quem vai colocá-lo? Não sou eu, não é?”, declarou Juvenal, referindo-se e se colocando ao lado de Rivaldo, que se disse humilhado por não ter entrado durante o jogo de ontem, Florianópolis.

    Questionado se a Era Carpegiani no São Paulo havia acabado, o presidente respondeu que não e apenas riu. Entretanto, Juvenal já fala sobre um novo treinador. “Todos os técnicos bons estão empregados. Mas tem algum desempregado que seja viável. Podem ficar tranquilos de que alguma atitude será tomada.”

    Ney Franco, coordenador das caregorias de base da seleção brasileira, pode ser procurado, e Dorival Júnior, técnico do Atlético-MG, também agrada à diretoria tricolor.

    Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice de futebol são paulino, manteve o tom do presidente e livrou Rivaldo que qualquer punição por suas declarações ao fim do jogo com o Avaí. “O Rivaldo não será punido porque falou as coisas em um momento de emoção, logo depois do jogo. Mas o clima ficou ruim.”

    Além de Carpegiani, o zagueiro Rhodolfo e o atacante Dagoberto não voltaram para a capital paulista. Ambos foram a Curitiba.

    ESPN/Edu Affonso

  14. Radar Soberano Says:

    Carpegiani é demitido; Dorival, Cuca e Ney Franco são os cotados

    Paulo César Carpegiani não é mais o técnico do São Paulo. O treinador será comunicado pela diretoria, por telefone, na tarde desta sexta-feira. Ele está em Porto Alegre, sua cidade natal – não quis voltar à capital paulista com o restante do time após a eliminação na Copa do Brasil frente ao Avaí, quinta-feira, em Florianópolis.

    O clube deve emitir um comunicado nas próximas horas. No desembarque da delegação em Congonhas, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, desconversou quando questionado sobre a saída de Carpegiani, mas, curiosamente, admitiu que já cogita a contratação de um novo treinador.

    Ele não falou de nenhum em específico, mas uma fonte ligada à diretoria disse ao Globoesporte.com que Dorival Júnior (Atlético-MG) e Cuca (Cruzeiro) são os preferidos no clube. O segundo, porém, não contaria com a simpatia do goleiro Rogério Ceni. Por isso, Dorival estaria na frente – o comentário no São Paulo é de que “com um caminhão de dinheiro”, é possível tirar Dorival do Atlético-MG. Ney Franco corre por fora.

    – Os bons técnicos estão empregados. É assim mesmo. Mas é claro que existe a chance de o São Paulo ir atrás de um técnico empregado. Esta é a lei do futebol, e eu não sou diferente. Sem agir com pressa, esta diretoria sempre teve atitude e agora terá outra vez – disse Juvenal, no desembarque da delegação são-paulina no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, vindo de Florianópolis, onde o time foi eliminado da Copa do Brasil pelo Avaí nesta quinta-feira.
    Acho muito difícil o Rivaldo e o Carpegiani continuarem juntos no São Paulo”
    Juvenal Juvêncio

    Juvenal admitiu que a discussão via imprensa entre Rivaldo e Carpegiani foi a gota d’água para a decisão de demitir o treinador. Entre os dois, o presidente deixou claro que prefere ficar com o veterano meia.

    – Acho muito difícil o Rivaldo e o Carpegiani continuarem juntos no São Paulo. Não posso ser cínico. Houve uma discussão pública entre o técnico e o atleta, o que deixa a convivência dos dois mais complicada. A direção vai resolver isso, como sempre fez.

    O presidente também demonstrou insatisfação com o fato de Carpegiani ter mantido Rivaldo no banco durante os 90 minutos contra o Avaí. Ao ouvir de um jornalista que o técnico lamentou o fato de o elenco ser muito jovem, Juvenal disparou:

    – Tinha um não jovem no banco. Não era eu que tinha que colocá-lo no campo.

  15. Hannibal Says:

    Willian Batoré deitou no Alex Silva, tenso!

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