Botafogo-SP 2×1 São Paulo

O São Paulo acertou uma bola na trave e o goleiro Júlio César fez, no mínimo, quatro ou cinco grandes defesas. Se por um lado o Tricolor não aproveitou suas oportunidades, o Botafogo-SP foi mais oportunista e venceu o jogo por 2 a 1, neste domingo à noite, no estádio Santa Cruz. Nos acréscimos, Marcelinho furou o bloqueio, mas já era tarde.

A equipe do Morumbi entrou empolgada em campo. Muito por conta do meia Rivaldo, que fez ótima estreia durante a semana. Mas o São Paulo não contava com a ótima atuação de Júlio César, que foi o grande destaque em Ribeirão Preto. Desta forma, o Tricolor sofreu sua terceira derrota no Paulistão – havia perdido para Ponte Preta e Santos.

Depois de sete rodadas na competição estadual, o São Paulo soma 12 pontos, sendo quatro vitórias e três derrotas. Mesmo com o revés, o Tricolor segue entre os primeiros na tabela de classificação – é o quinto colocado. Em caso de vitória, a equipe poderia terminar este domingo na vice-liderança ao lado do Santos.

PRIMEIRO TEMPO

O São Paulo entrou em campo com o esquema tático já anunciado. Com o garoto Luiz Eduardo, Carpegiani armou o time com três zagueiros – Miranda e Xandão completaram o setor. Com isso, Ilsinho e Juan, pelas alas, tiveram mais liberdade para chegar ao ataque. Dagoberto, com dores no joelho, foi vetado. Fernandão entrou no seu lugar.

O primeiro tempo foi de muitas oportunidades para as duas equipes. Pelo lado são-paulino, o meia Rivaldo teve uma boa chance pela esquerda. Em outras duas, ambas de fora da área, o camisa 10 chutou muito alto, sem perigo para o goleiro do Botafogo-SP. Já Ilsinho fez grande jogada, invadiu a área, mas acertou a trave.

Em contrapartida, os anfitriões foram mais eficientes. Aos 40 minutos da etapa inicial, depois de uma falta duvidosa de Xandão no meio do campo, Anselmo aproveitou cruzamento dentro da área e subiu mais que os zagueiros são-paulinos para abrir o placar. Revés momentâneo que não diz o que foi todo o primeiro tempo.

SEGUNDO TEMPO

Na volta do intervalo, Carpegiani mudou a maneira de jogar de sua equipe. O comandante tirou Juan e colocou Marlos em campo. O treinador formou duas linhas de quatro novamente. Pela esquerda, Luiz Eduardo atuou como um lateral. Ilsinho ficou pela direira. Mas por pouco tempo. Antes dos dez minutos, o camisa 77 deu lugar a Carlinhos na partida.

O empate do Tricolor poderia ter saído em duas oportunidades com Fernandão. No entanto, nas duas, o goleiro Júlio César fez milagre e salvou sua equipe. Depois foi a vez de Xandão. O camisa 13 tocou no contrapé de Júlio César, que só olhou e torceu para a bola não entrar em sua meta. Mais uma chance desperdiçada pelo São Paulo.

Aos 24 minutos, Carpegiani promoveu sua última mudança. Rivaldo deu lugar a Marcelinho. Mesmo com as alterações do Tricolor, o Botafogo conseguiu chegar ao seu segundo gol. Aos 28, Paulinho invadiu a área com velocidade e tocou no canto esquerdo de Rogério Ceni, que nada pode fazer para evitar o gol do adversário. No fim, Marcelinho fez o gol de honra do São paulo, mas já era tarde.

SEMANA LIVRE

O grupo são-paulino ganhará uma folga nesta segunda e só retornará aos treinamentos na próxima terça-feira. O São Paulo só voltará a campo pelo Campeonato Paulista no domingo diante da Portuguesa, no Canindé. Carpegiani terá uma semana livre para treinar e escolher a melhor equipe para o fim de semana.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP x SÃO PAULO

Estádio: Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data/hora: 6/2/2011, às 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Roberto Pereira Pires
Auxiliares: Dante Mesquita Júnior e Ricardo Busette

Gols: Anselmo (40min/1ºT); Paulinho (28min/2ºT); Marcelinho (46min/2ºT)
Cartões amarelos: Miranda (35min/1ºT);Paulinho (7min/2ºT); Júlio César (36min/2ºT); Rodrigo Soares (47min/2ºT)
Público: 6.701 pagantes

BOTAFOGO: Júlio César; Eduardo Ratinho (Dida, 23min/2ºT), Augusto, Gabriel e Andrezinho; Rodrigo Soares, Leandro Carvalho, Assis (Pablo Escobar, 34min/2ºT) e Paulinho (Chicão, 33min/2ºT); Anselmo e Assisinho
Técnico: Régis Angeli

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luiz Eduardo, Xandão e Miranda; Ilsinho (Carlinhos Paraíba, 7min/2º), Jean, Rodrigo Souto, Rivaldo (Marcelinho, 24min/2ºT) e Juan (Marlos, no intervalo); Fernandinho e Fernandão
Técnico: Paulo César Carpegiani

Via Site Oficial

Melhores Momentos

***(*) ******(*)

Próxima Partida: Portuguesa x São Paulo, Paulista 2011, Canindé, São Paulo, domingo, dia 13.02 às 17h00.
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14 Respostas to “Botafogo-SP 2×1 São Paulo”

  1. Alexandre SPFC Amaral Says:

    “A empresa NIKE do Ronaldo pode ser também sócia da Globo Esportes na compra e renovação do contrato exclusivo da Globo para transmissões dos campeonatos no Brasil a partir de 2012.”
    (fonte: blog do Kajuru)

    ao falsário José Ilan:

    Nisso ñ tem conflito ético, carioquinha d merda?

    Lina: Tem e ele sabe. Mas o blog dele está no portal da mesma emissora… Já pensou ? Contrariar o patrão ? Lógico que não…

  2. Hannibal Says:

    Um amontoado em campo, PCC não inventa…

    Como erra gol esse time…

  3. Marcelo Abdul Says:

    O São Paulo não foi bem mas atacou e parou nas mãos do goleiro Marcelinho Cari(ops) Júlio César que fechou o gol. Fora o Ilsinho que perdeu um gol inacreditável. Acho que vai melhorar. Tenho certeza que o tricolor vai estar disputando o título. O time ainda está se formando. O Carpegiani apesar de meio lerdo vai acertar a equipe.

  4. Franklin Says:

    E a torcida da moda some até dos blogs quando o time perde.
    Depois não querem que fale que é modinha.

    • LUCAS HEXA Says:

      Não precisa ficar junto da torcida de moda amigo, pode ir torcer para outro time se se sente mal e é melhor que todo mundo.

      • Jorge Tri-Hexa Says:

        Hahahahahaha.
        É isso ai.
        Vai na marginal que eles estão procurando torcedor diferenciado, que não quebra ônibus e nem depreda patrimônio.
        Você se associa e ainda tem na carteirinha a inscrição: Bando de Loucas, Travesti nro. tal.

  5. O Rei da América Says:

    Eu não consigo abandonar o time, mas que esses pequenos tropeços desanimam, desanimam.

  6. José Roberto Says:

    Lina e companheiros.
    Embora o assunto seja Botafogo X São Paulo vou contar uma passagem na história suja das porcas rosas em 1969, atitude tão imunda como o gas jogado no vestiário do São Paulo.
    Aliá sujeira (perdoem o trocadinho) na vida da porca é o que não falta.
    O fato ocorreu em 1969 quando o curica perdeu dois jogadores num acidente automobilístico Lidu e Eduardo.
    O curica estava na fila, não ganhava títulos importantes de jeito nenhum.
    Até torneio do povo, envolvendo equipes de massa (grande torcida), o alvinegro chegou a dividir com mais três equipes: Internacional, Flamengo e o azarão Bahia.
    Mas o que a torcida queria era um título de porte, grandioso, por exemplo, o Paulistão que na época valia muito. Era disputado o ano todo. No Santos, o ataque era formado por Dorval, Mengálvio, Coutinho Pelé e Pepe. O Palmeiras tinha craques como Dudu, Ademir da Guia, Edu Bala, Leivinha, César Maluco e Nei, por exemplo. O São Paulo tinha entre outros, Terto, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Gérson e Paraná. Por isso nessa época, o Paulistão valia muito e o Corinthians de Paulo Borges, Adnan, Flávio Minuano, Roberto Rivelino e Eduardo, queria conquistar o título para fazer a festa da fiel torcida.
    Nesse time, em 1969, atuava o lateral direito Lidú, nascido em Presidente Prudente. Neste ano, a grande imprensa dava como certo que o Coringão sairia da fila; o lateral Lidú era idolatrado pela torcida alvinegra.
    Mas o inacreditável aconteceu, no dia 28 de abril de 1969, após o retorno de Sorocaba, quando o Corinthians havia empatado em 1 a 1 diante do São Bento, no Estádio Humberto Reali. Dois jovens entraram no fusca de Lidú após a chegada da delegação ao Parque São Jorge com o intuito de comer uma pizza nas proximidades do atual estádio da Portuguesa de Desportos, indo pela Marginal Tietê. Lidú dirigia o carro e ao seu lado o amigo Eduardo, ponteiro esquerdo revelado pelo América-RJ. O carro de Lidú capotou e o acidente foi fatal. O lateral e o ponteiro estavam mortos. Tristeza para a torcida corintiana em todo o mundo.
    Como o campeonato já estava no returno e o prazo de inscrições de atletas já se encerrara, o curica tentou na federação uma autorização especial para inscrever dois novos atletas.
    Não conseguiu, segundo o almanaque corintiano escrito pelo jornalista Celso Unzelte. Até a federação tentou ajudar, convocou todos os clubes para uma reunião extraordinária colocando em votação a pretensão alvinegra. A aprovação tinha que ser unânime. Não foi.
    O Palmeiras votou contra e com isso o Corinthians não contratou, por exemplo, Miranda, lateral direito (chegaria anos mais tarde) do Guarani de Campinas. Zé Maria, da Portuguesa de Desportos, acabou contratado um ano mais tarde. Mas aquele campeonato não foi capaz de tirar o Timão da fila, e a rivalidade entre Corinthians e Palmeiras ficou ainda mais acirrada.
    Naquela ocasião a revolta não foi só da galinhada, mas de todos os torcedores dos clubes paulistas, porque o motivo era mais do que justo, uma questão até de humanidade, mas em se tratando de sacanagem, puxada de tapete e apunhalada pelas costas a porca rosa é especialista e sem qualquer pudor.
    Essa é a história da vida da prostituta da Turiassú.

  7. José Roberto Says:

    Sem esquecer que 1 ano antres isto é 1968 a porca para não cair para a segunda divisão no Paulista comprou o resultado contra o Guarani que colocou em campo dois jogadores com inscrições irregulares, Flamarion e Dante.
    Anos depois confessado com toda pompa e circustance pelo autor da façanha, na época diretor do chiqueiro.
    Depois disso tivemos ainda títulos comprados pela Parmalat.
    Gas pimenta nos olhos dos outros é refresco.
    Pior ainda foi o gol marcado pelo juiz para ajudar a porca contra o Santos.
    José de Assis Aragão apitava um Santos X Palmeiras no Morumbi, pelo campeonato Paulista de 83. O Santos vencia por 2 a 1, até os (sem exagero) 47 do segundo tempo.
    Escanteio para a equipe do Palmeiras. Pelo tempo, seria a última jogada. A bola cruza toda a extensão da grande área… cabeceada para o meio da área… bate rebate, confusão… jogadores se atirando ao chão em busca da pelota… a bola pipoca dentro da grande área, chegando muito próxima à pequena área… a zaga afasta mal e Jorginho, do Palmeiras, chuta cruzado. A bola ia para fora.
    IA. Um pé aparece no meio do trajeto, empurrando a bola para dentro da meta santista. O juiz corre para o meio campo e valida…
    Mas HEY! Os jogadores santistas saem indignados, esbravejando para todos os lados, porque o pé que desviou a bola para o gol era DO PRÓPRIO JUIZ!
    Final de Jogo: Palmeiras 2 X 2 Santos
    Limpinho esse clubico não?

  8. José Roberto Says:

    Porca Rosa
    + títulos fax-ciosos.

  9. José Roberto Says:

    Curica na Libertadores é igual o Homem-Aranha da São Silvestre.
    Nunca ganha nada, mas está sempre lá para divertir o pessoal!

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