Archive for dezembro \30\UTC 2010

Que Venha 2011 !

30/12/2010

Tantas esperanças eu deposito em Deus para este ano !

Tantos projetos pessoais, profissionais e familiares !

Tantas mudanças, para melhor, virão.

E sempre que eu paro para refletir sobre tudo, logo vem a mente aquele coração de 5 pontas.

2011 é o ano preparatório para 2012.

A Libertadores…

Vamos caprichar no ano que vem para chegar voando em 2012, e ver o capitão levantar aquele caneco de novo no Morumbi.

Eu consigo ver isso.

A vocês meus amigos, camaradas leitores que eu fiz na blogosfera, blogs vizinhos e todo mundo, eu desejo que seus sonhos se realizem e que Deus abençõe a todos com saúde, paz, sucesso, grana e esperança.

Até 2011.

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Um Garoto. O Cara em 2011

29/12/2010

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Enfim Algum Movimento…

29/12/2010

Salve Soberania !

Eu não estou escrevendo mas eu estou ligado. E cheio de sonhos para 2011 e para nosso clube querido: O Mais Querido aliás.

Segundo o Alexandre Praetzel, o São Paulo teria fechado com o volante Guiñazu e o zagueiro Leonardo Silva.

Salários estariam acertados.

Mas calma, isso significa apenas 50% da história, já que os jogadores – principalmente o volante – tem vínculos com seus clubes.

No caso do zagueiro é mais fácil, uma vez que o contrato dele com o Cruzeiro se encerrou e há problemas com o clube mineiro na renovação.

Além disso, o São Paulo tem negociações avançadas com o Thiago Neves, ex-Fludido. O São Paulo teria feito melhor proposta.

Segundo o jornalista, o BMG pode trazer Cleiton Xavier, e o zagueiro Coates.

Sensacional.

Via Alexandre Praetzel

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São Paulo nega contato com Alex e Guiñazu, mas se dizatento

Ranking Folha 2010

26/12/2010

Ranking Folha revê critérios, resultados e vê a ascensão de Santos e Inter; São Paulo lidera

O Ranking Folha, criado em 1996, passa a partir deste ano por uma significativa reformulação, algo até então inédito na histórica lista.

A despeito da polêmica unificação dos títulos nacionais promovida pela CBF, a lista aprimorou seus critérios técnicos e pesquisas históricas para se atualizar e ficar mais preciso. Tudo isso reduziu a diferença entre os primeiros colocados: São Paulo, Flamengo e Palmeiras.

Durante anos, a desorganização e a falta de preservação da memória de federações e clubes impediam o conhecimento de alguns dos primeiros colocados de torneios estaduais e regionais. Em Estados em que muitos vices não eram homologados há consideráveis novidades.

O Ceará, por exemplo, teve cinco títulos Estaduais (entre 1915 e 1919) oficializados no final de 2008. Bahia e Vitória tinham na lista passada 12 e 16 vices respectivamente. Agora, constam com 20 e 24, respectivamente. O Paysandu mais que dobrou seu número de vices (foi de 16 para 35). O Ranking Folha torna-se assim mais fiel à história dos clubes, algo que durante muitos anos não foi possível.

Até em Estados com futebol de mais tradição e recursos houve alterações. Tendo como base o livro “O Caminho da Bola”, de Rubens Ribeiro, obra mais detalhada sobre o Paulista, o Palmeiras e o Santos, por exemplo, têm um vice a mais cada um.

No Rio, o Botafogo ganha mais dois vices referentes a seus primórdios. O clube também lucra com mais dois vices do Rio-São Paulo, competição com acidentadas edições com mais de um vencedor e com mais de um segundo colocado por vezes.

O Flamengo também lucrou com mais vices do torneio regional e se aproximou consideravelmente do líder São Paulo. Uma diferença que chegou a ser de 116 pontos no final de 2008 agora caiu para 17 pontos, algo que pode ser tirado com um título da Copa do Brasil e mais um vice-campeonato estadual.

A Copa do Nordeste voltou a ser disputada em 2010, embora sem o prestígio de outrora. Além de contar mais um título regional para o Vitória, campeão dessa última edição, o ranking passa a incluir mais um título nordestino para o Sport, o de 1994.

Para configurar o novo ranking e atualizá-lo, foram consultados, além de federações e clubes, sites como bolanaarea, rsssf e wikipedia e obras posteriores à criação do ranking, como a “Enciclopédia do Futebol Brasileiro”.

Independentemente das mudanças, dois clubes já superariam arquirrivais. O Santos, campeão paulista e da Copa do Brasil em 2010, deixou o Corinthians para trás no ano de seu centenário. Já o Inter, bicampeão da América agora, superou o Grêmio.

Via Folha

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Veja a pontuação e o ranking mundial de clubes da Folha

São Paulo segue no topo da Conmebol

Atualizado em 04.01.2011

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Rapidinhas do Lina

26/12/2010

Manobra ? – Achei estranho o JPJL dizer, agora em dezembro, que trabalha em um projeto que visa atrair investidores para contratação de grandes jogadores. Segundo ele, o projeto não é para agora mas sim para julho. O problema é que fica a impressão de jogada política já que as eleições serão em abril…

O meia esquerda – Ainda bem que o JJ desencanou do tal de Wagner ex-Cruzeiro. O cara tem problemas de contusão e teve o preço do seu passe reduzido. Não parece estranho “liquidar” o valor do jogador ? Espera até o meio do ano e fecha com o Alex, que não deve ir para a porcada, os caras estão quebrados.

Virou zona – Agora que todo mundo quer que antigos torneios virem campeonato brasileiro, o museu quer também, que recopa seja reconhecido como mundial. Se o São Paulo entrasse nesta onda, no mínimo o Soberano seria 8 vezes campeão continental: Libertadores 1992,1993 e 2005, mais a Supercopa em 1993, a Recopa em 1992 e 1993, a copa Conmebol em 1994 e a Supercopa Conmebol em 1996. Além disso seria penta mundial com os mundiais de 1992, 1993 e 2005 somados a pequena taça do mundo na Venezuela em 1955 e 1963. Aqui tem café no bule.

Reeleição do JJ – Uma gritaria sem sentido tomou conta de alguns fóruns na internet a respeito do terceiro mandato do JJ. Eu não tinha opinião a respeito deste assunto, uma vez que a eleição é só em abril, mas já que a conversa está rolando, fui checar. Tenho pra mim que não há problema algum nesta possível reeleição. Não se trata de um dirigente corrupto ou beija mão de poderosos. Não se trata de uma pessoa que não liga para o clube, ao contrário, é zeloso ao extremo, basta ir até o Morumbi pra ver. Se há uma brecha legal, que seja. O presidente ganhou 3 brasileiros e quer ganhar mais. Eu acho ótimo.

Reeleição do JJ 2 – E se por acaso o JJ resolver não se candidatar, quem seria o nome ideal para ocupar o cargo ? Os três mais cotados seriam: Leco, JPJL, MAC e Casares correndo por fora. Aqui à distância eu acho todos capazes. Portanto, se ficar o JJ ou se entrar algum destes, estamos em boas mãos. Não há motivos pra criar crise e nem comparar o São Paulo com os clubes menores.

Campeão brasileiro ? – Nadinho; Leone, Henrique, Vicente e Beto; Flávio e Bombeiro; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Essa é a escalação do primeiro campeão brasileiro: o Bahia em 1959. Conhece alguém? Já tinha ouvido falar algum desses nomes ? Não ? Nem eu. Existem coisas que só a CVF faz por você…

Luis Fabiano – O Fabuloso estaria negociando com o Inter retorno ao Brasil, segundo seu empresário. O jogador ao contrário diz que o São Paulo tem a “eterna” preferência e que não quer sair do Sevilla agora. Quem tá falando a verdade ?

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Feliz Natal !

23/12/2010

Salve Soberania !

Quando os reis magos viram uma estrela no céu, eles a seguiram e encontraram o menino Jesus.

Na árvore de natal, lá na ponta, tem uma estrela que representa o homenageado.

Comemore seu natal com muita estrela.

Afinal, é de estrela que se constrói a verdadeira Soberania, e isso não tem nada a ver com asterisco…

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O São Paulo é Hepta ?

20/12/2010

Salve Soberania !

Interessante a foto do jornal Gazeta Esportiva, edição 9360, do dia 30 de abril de 1956, noticiando o SPFC Campeão do Torneio Roberto Gomes Pedroza, contra o Santos com o placar de São Paulo 5 x 3, publicada pelo blog Universo Tricolor via SPFC Digital.

E agora ? Como é que fica ?

Eu sinceramente não faço questão. Acho que não deveríamos reivindicar. Mas publico ai “só pra constar” que temos o mesmo direito dos clubes carentes de caneco…

Dica: Lucas Hexa

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Ainda a unificação

Veja como são sérios o dossiê da unificação dos títulos e seu autor

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Time do São Paulo em 2011

20/12/2010

Salve Soberania !

Pelo que se ouve por ai – entre nomes, especulações e sonhos – o São Paulo vai desenhando um bom time para o próximo ano. Não significa que é o time ideal, mas não é um time ruim.

Vou me arriscar a fazer duas escalações considerando que tudo que publicaram por ai é verdade, e outra com o que temos hoje mais o que volta de empréstimo sem nenhuma contratação. No 4-4-2.

Com contratações:

Rogério Ceni

Jonatan ( Cruzeiro ), Alex Silva, Miranda e Juan ( ex-Flamengo ).

Guiñazu ( Internacional ), Jean, Lucas e Alex ( Fenerbahce ).

Dagoberto e Ricardo Oliveira.

Sem contratações, só com os retornos e com as possíveis perdas de Miranda e Ricardo Oliveira:

Rogério Ceni

Jean, Alex Silva, Xandão e Alex Cazumba ( LA Galaxy ),

Renan ( Guarani ), Ronielli ( LA Galaxy ), Lucas e Marcelinho Paraiba ( Sport ),

Dagoberto e Lucas Gaúcho ( Mazola – Guarani ou Henrique – Vitória ).

Ainda voltam:

Juninho e Leonardo ( LA Galaxy ).

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Terrível esse segundo time ai hein ? Fraquíssimo.

Já pensou perder Miranda e o Ricardo Oliveira ? O time cairia muito em qualidade. Segundo a diretoria, as conversas com o Miranda estão encaminhadas e não há propostas pelo zagueiro. Já quanto ao centro-avante, parece que a maionese desandou mesmo.

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Tri-Mundial: Há 5 Anos…

18/12/2010

Luis Fabiano, França, Kaká, Júlio Batista, Ricardinho e muitos outros jogadores são donos de inegável qualidade técnica. No São Paulo, porém, não conseguiram conquistar um grande título de expressão. Para piorar, os fracassos colecionados em torneios eliminatórios fizeram com que o time do Morumbi ganhasse dos rivais um rótulo indigesto entre o fim dos anos 90 e o início da década de 2000: ‘amarelão’.

A partir de 2004, a diretoria encabeçada pelo presidente Marcelo Portugal Gouvêa e pelo diretor de futebol Juvenal Juvêncio decidiu apostar em um grupo sem grandes astros para resgatar o orgulho da torcida, que amargava decepções desde a perda da Libertadores de dez anos antes, que talvez caracterize a maior tragédia da história são-paulina. Os frutos seriam colhidos em 2005.

Jogadores como Cicinho, Fabão, Josué, Mineiro, Danilo, Aloisio e Grafite, destaques em clubes menores, entraram em perfeita sintonia com atletas mais experientes como Rogério Ceni, Júnior e Amoroso. Aliado a tudo isso, estava o espírito de liderança de Diego Lugano, que chegou sob desconfiança de jornalistas e torcedores, mas revelou-se um grande xerife e tornou-se ídolo dos tricolores.

“Não só o Lugano, mas também o Júnior, que já tinha experiência no futebol europeu, o Mineiro, que era calado mas dentro de campo também era um líder, o Josué, eu, o Rogério… O time tinha uma espinha dorsal com experiência”, lembrou o atacante Amoroso, em entrevista à Gazeta Esportiva.Net.

No início daquele ano, com Emerson Leão no comando, a equipe já havia faturado o Campeonato Paulista com sobras. Depois, mesmo com a saída do treinador, que foi para o Japão pagar uma “dívida de gratidão com um velho amigo”, faturou a Copa Libertadores após 12 de jejum, sob a batuta de Paulo Autuori, garantindo vaga no Mundial de Clubes da Fifa, no Japão.

Em 2005, o torneio deixou de ser disputado apenas por dois clubes e passou a contar com todos os campeões continentais. O Tricolor entrou na competição nas semifinais e encontrou mais dificuldades que o esperado contra o Al-Ittihad (Arábia Saudita), do brasileiro Tcheco, no Estádio Nacional de Tóquio.

Em grande fase, Amoroso abriu o placar logo aos 15 minutos do primeiro tempo, mas Noor empatou aos 32, aproveitando rebote de Rogério Ceni. Amoroso voltaria a balançar as redes logo no primeiro minuto da etapa complementar, pouco antes do estreante Aloisio sofrer pênalti bem cobrado pelo goleiro artilheiro: 3 a 1. Ainda antes da metade do segundo tempo, Al Montashari diminuiu e transformou os minutos finais da partida em uma contagem regressiva que terminaria com classificação brasileira.

Angustiados após a difícil partida de estreia, os jogadores do São Paulo ficaram ainda mais temerosos ao assistirem de perto a vitória do Liverpool por 3 a 0 sobre o Saprissa, da Costa Rica, em Yokohama. O gigante Peter Crouch, com imponentes 2,01m, marcou dois gols, enquanto o craque Gerrard anotou o outro. A facilidade dos ingleses parecia desanimar os tricolores, mas havia uma arma secreta.

“Nós sabíamos do favoritismo do Liverpool, mas a situação mudou depois da preleção do Autuori. Ali o grupo começou a ganhar o jogo, porque ele fez uma avaliação impressionante de como a equipe deles jogava”, contou o capitão Rogério Ceni, momentos após erguer a taça do torneio, depois de 90 minutos de muito sofrimento, há exatos cinco anos.

Sem sofrer gols há 11 jogos, os comandados de Rafa Benítez sentiam-se “imbatíveis”, de acordo com o capitão Gerrard, mas curiosamente entraram em campo sem uma das armas mais temidas pelos brasileiros: Crouch começou no banco, enquanto Morientes e Luís Garcia tinham a difícil (e, naquele dia, impossível) missão de superar o sistema defensivo do São Paulo.
                            
Do outro lado, a dificuldade era parecida, mas o Tricolor possuía um elemento surpresa: Mineiro, aos 26 minutos do primeiro tempo, recebeu lançamento de Aloisio e surpreendeu Hyypia, zagueiro grandalhão que nada pôde fazer a não ser olhar a conclusão precisa do camisa 7.

O mundo estava aos pés do São Paulo, mas as mãos de Rogério Ceni ainda tiveram de praticar alguns milagres – inclusive na célebre falta cobrada por Gerrard, aos seis minutos do segundo tempo. Além da inspiração do capitão, o Tricolor contou com a ajuda da trave e assistiu apreensivo aos três gols ingleses, bem anulados pelo auxiliar canadense Hector Vergara.

Quando já não havia mais unhas para roer, o apito final do mexicano Benito Archundia foi o estopim para uma festa sem fim dos milhares de são-paulinos nas arquibancadas do Estádio Internacional de Yokohama e dos milhões espalhados pelo Brasil. “Não tenho como explicar, só quem vive esse momento sabe como é”, dizia Mineiro, o herói.

Três dias depois do título, uma multidão “incontável”, segundo a Polícia Militar, foi às ruas da capital paulista para receber os campeões e espantar de vez a fama de ‘amarelão’. O trajeto, percorrido em cima de um trio elétrico, estava completamente tomado por são-paulinos desde o Aeroporto de Guarulhos até o Morumbi, com direito a encontros com o então prefeito José Serra e com o governador Geraldo Alckmin, respectivamente na Prefeitura e no Palácio dos Bandeirantes.

“Essa é a maior festa que a cidade já viu, graças a vocês. Obrigado! Temos a maior torcida do mundo”, festejou Rogério Ceni, em cima do ‘Demolidor’, caminhão com mais de quatro metros de altura cedido pela patrocinadora do clube.

Além dos incansáveis Mineiro e Lugano, o goleiro foi o único titular que resistiu à maratona de quase 12 horas e chegou ao Morumbi para mostrar o troféu aos cerca de 15 mil torcedores que lá estavam. 
                    
Era a consagração do capitão – eleito o melhor jogador do torneio mesmo jogando no sacríficio, com dores no joelho – e o retorno do clube ao topo do planeta, para espantar de vez a má fama e se consolidar como o time brasileiro com mais conquistas mundiais, posto que ocupa até hoje.
                         
Via Gazeta Esportiva
            
Jogo Completo
        
              
                 
           
             
            
           
               
                
                 
              
                     
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Rapidinhas do Lina

16/12/2010

Aparecido – O Morumbi, que serve para receber jogos de campeonato brasileiro, copa Libertadores e shows internacionais de artistas renomados, foi interditado pela FPF por causa do seu maravilhoso campeonato Paulistinha. Quanta vontade de aparecer. Não seria mais fácil pendurar uma melância no pescoço ?

Trocando as bolas – O presidente do museu disse que o São Paulo travou a negociação do Ricardo Oliveira, na lata o JPJL mandou essa: “Pensei que o programa do Bozo, no SBT, tinha acabado faz tempo. Quer dizer que o São Paulo é culpado por travar a negociação de seu atleta com outro clube?”. Chupa Bozo safenado !

Guiñazu – Eu sempre falei que o time precisava de um primeiro volante. Aquele cara que fica lá atrás ajudando a defesa. O argentino é o cara. Acho dificílimo contratar, mas se o São Paulo conseguir, aquele paredão do Tri-Brasileiro voltará ainda melhor.

Soberano Sem Asterisco – Na canetada, a Confederação Varzeana de Futebol agraciou seus queridinhos com canecos a granel. Tudo bem vai, estamos em dezembro, vamos deixar o espírito natalino invadir nossos corações. De qualquer maneira o São Paulo é Tri da Libertadores e Mundial. Quero saber como vão fazer pra tirar isso aqui na canetada… 

16 de dezembro – Sempre que o São Paulo comemora aniversário, o bloco da inveja vem com aquela chatice que a gente não sabe a data da fundação, dãhn ! Não conhecem a história do nosso clube e querem bancar os espertalhões. A data é 16.12.1935 e ponto final.

16 de dezembro 2 – Coincidentemente 16.12 é aniversário da minha velha. Não por acaso eu amo o São Paulo tanto quanto ela. Parabéns dona Vera !

Copa do Brasil – O São Paulo começa a disputa do torneio contra o Treze-PB jogando fora. Os paraibanos estão tratando o jogo como “o jogo do ano”. Ainda está bom, nem dá para reclamar. Logo vamos jogar contra algum time do Acre, afinal a CVF adora dar presentinhos para o São Paulo.

Caminhos – “Nunca dê a mão para o diabo, porque ele vai te puxar para o inferno.” Quando o Internacional pleiteou aquela inscrição de jogadores fora da janela – pedido que foi deferido pela CBF e Conmebol – eles não sabiam, mas tinham perdido o ano. Ali o clube arrogante do estado separatista acendeu a ira dos deuses do futebol, e eles não dormem. O Guarani da Turiassú que o diga…

Wikileaks – Cada dia que passa descubro como o tal “american way of life” é uma fraude. O discurso é de liberdade, direitos civis e democracia, mas “armam” com os governos internacionais uma cilada para prender um blogueiro que recebeu documentos e os publicou. Qual foi o crime do cara ? De qualquer forma o que fizeram foi um tiro no pé, segundo o Wikileaks foram publicados apenas 0,6% dos documentos em posse da organização. Vem mais por ai…

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16 de Dezembro de 1935

16/12/2010

Há 75 anos era refundado o São Paulo Futebol Clube. Entenda a data e comemore! 

Michael Serra – Arquivo Histórico – 16/12/2010

O São Paulo Futebol Clube nasceu do anseio de manter vivas as glórias e tradições de dois dos maiores clubes do período amador do futebol no Brasil.

Integrantes da AA das Palmeiras e dissidentes do CA Paulistano uniram suas forças e, assim, na Praça da República, nº 28, em 26 de janeiro de 1930 (sábado), foi assinada a ata de fundação do Tricolor Paulista, cujas cores de seu emblema e camisas vieram justamente de seus fundadores. O vermelho do Paulistano, o Preto da Palmeiras, e o Branco, comum a ambos.

O pensamento original era fazer coincidir o nascimento da nova agremiação com o aniversário da cidade – como um presente aos paulistanos –, todavia, os estatutos não ficaram prontos a tempo. Ainda assim, o clube sempre considerou que a 1ª fase de sua vida fora iniciada em 25 de janeiro. Como visto em seu atual estatuto:

O São Paulo Futebol Clube, fundado na cidade de São Paulo, onde tem foro e sede, em 16 de dezembro de 1935, preservador das glórias e tradições do São Paulo Futebol Clube, da Floresta, o qual foi fundado em 25 de janeiro de 1930 e extinto em 14 de maio de 1935, é uma Entidade de Prática Desportiva…

Rua Onze de Agosto, 9-A

A infância do Tricolor foi encerrada no dia 14 de maio de 1935 por desentendimentos políticos e federativos, sua trajetória, contudo, prosseguiu. Houve aqueles que não deixaram o sonho se esvair, seja com o nascimento do CA São Paulo, em 4 de junho de 1935, ou com a criação do Grêmio Tricolor, que mobilizou todos os são-paulinos para perpetuar o renascimento daquele que viria a ser conhecido o Clube da Fé.

Pois somente com Fé um Gigante seria capaz de se erguer mais uma vez, e, desta vez, do nada. Dos fundos de um pequeno porão alugado na Praça Carlos Gomes, nº 38 (chamado de sede em 1936) ao topo do futebol internacional, em suas três conquistas mundiais.

Então, em 16 de dezembro de 1935, às 20h00, no escritório do Dr. Silva Freire, situado na Rua Onze de Agosto, 9-A, tricolores de todas as estirpes compareceram à Assembléia de fundação do novo São Paulo Futebol Clube. Presidida por Porphyrio da Paz, a sessão de duas horas aprovou os estatutos e sua ata consagrou o renascimento do SPFC.

Foram seus assinantes: Manoel do Carmo Meca, Cid Mattos Viana, Francisco Pereira Carneiro, Éolo Campos, Manoel Arruda Nascimento, Izidoro Narvaes, Francisco Ribeiro Carril, José Porphyrio da Paz, Eduardo Oliveira Pirajá, Frederico Antônio Germano Menzen, Francisco Bastos, Sebastião Portugal Gouvêa (tio de Marcelo Portugal Gouvêa), Dorival Gomes dos Santos, Deocleciano Dantas de Freitas e Carlos A. Azevedo Salles Júnior. Posteriormente, outros 73 senhores também rubricaram seus nomes na certidão de batismo tricolor.

Em seguida, definiu-se em eleição, a primeira diretoria: Presidente: Manoel do Carmo Meca; Vice-Presidentes: Alcides Borges, Francisco Pereira Carneiro; Secretário: Luiz Felipe Paula Lima; 1º Tesoureiro: Manoel Arruda Nascimento; 2º Tesoureiro: Izidoro Narvaes; Diretor Geral de Esportes: José Porphyrio da Paz; Representante junto a Liga Paulista: Frederico Antônio Germano Menzen.    

Manoel do Carmo Meca, o primeiro signatário e primeiro presidente, um dia antes (15/12) havia lamentavelmente perdido seu filho, falecido. Sob luto, não esteve presente nos momentos iniciais da concepção de seu novo caçula. Mas seu instinto paterno à fundação o levou. Foi um verdadeiro pai para o São Paulo Futebol Clube em seus primeiros passos.

Por volta da meia-noite, a sessão foi encerrada sob vivas e aplausos. Imediatamente mensageiros são-paulinos partiram às rádios e jornais anunciar-lhes a boa nova, em festejos quase natalinos. Francisco Pereira Carneio, no dia seguinte, registrava o nome e estatutos do novo Tricolor em cartório e diário oficial.

Estava decretado o renascimento do São Paulo Futebol Clube, que – quase 71 anos depois – foi consagrado em resolução municipal (Lei 14.229 de 11 de outubro de 2006) sob alcunha de “Dia Tricolor”.

Art. 1º Fica instituído o Dia do São Paulo Futebol Clube no Município de São Paulo, ou seja, o Dia Tricolor, a ser comemorado no dia 16 de dezembro de cada ano, em função dessa data ser a da fundação da agremiação.

As tuas glórias vêm do passado

Ainda que esta seja a data oficial de sua fundação, não se pode esquecer que a história são-paulina vem de muito antes. A letra de seu hino é em justa causa. 

Em verdade, a data de fundação ‘16/12/1935’ somente foi instituída no estatuto do clube em 1940 (lá permanecendo até 1949 e sendo re-estabelecida somente em 1973). De 1956 a 1973, a norma maior do SPFC pregava que o clube fora fundado em 25 de janeiro de 1930 e somente reorganizado em 1935, como se vê:

“O “São Paulo Futebol Clube”, fundado na Cidade de São Paulo, onde tem foro e sede, em 25 de janeiro de 1930, extinto em 14 de maior de 1935 e reorganizado em 16 de dezembro de 1935, é uma sociedade civil”.

Além disto, tradicionalmente o São Paulo comemora seu aniversário ao dia 25 de janeiro (os amistosos festivos sempre ocorrem nesta data – junto ao aniversário da cidade), na Data Magna do clube, definida também por seu estatuto:

O dia 25 de janeiro é considerado data magna do São Paulo Futebol Clube, em homenagem à primeira partida oficial de futebol do Clube.

A partida em questão ocorreu em 25 de janeiro de 1936, contra a Portuguesa Santista (3×2).

Ainda assim, o dia 16 de dezembro é por demais significativo para toda a história são-paulina, pois é o marco de bravura e devoção, que levou o clube à reconquista de seu lugar ao sol. De superação e perseverança, que tanto caracterizou sua jornada, como bem realça a construção do Morumbi. E principalmente de fé, que o guiou com mãos fortes ao trono de Soberano do Brasil.

Via Site Oficial

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