Archive for agosto \31\UTC 2010

O Tempo Dirá e Nós Também

31/08/2010

Quero fazer uma sugestão a quem puder ler isto, não apenas aos Tricolores.

Criem uma pasta em seus computadores com o título estádio do Corinthians. Salvem nesta pasta todas as opiniões que estão sendo ditas na imprensa.

Procure sobre a história do terreno de Itaquera e sua concessão, a lei que permitiu tal concessão, a CPI que julgou que o acordo não foi cumprido e depois a PL que derrubou a concessão no governo Martaxa que por sua vez, não tomou o terreno de volta. 

Guarde as notícias a respeito do discurso do presidente do Corinthians dizendo que não haverá dinheiro público no estádio, bem como do prefeito e do governador.

Finalmente, salve tudo que falar a respeito de Odebrecht, isenção fiscal, BNDES e o pedido do presidente do país ao dono da empreiteira em prol do estádio do seu clube de coração.

Seus filhos e netos agradecerão.

Afinal, como disse um sábio pensador: “O tempo é o senhor da razão, o tempo dirá, e nós também”.

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Penalty Inexistente Marcado

30/08/2010

Fludido 2×2 São Paulo

Quando eu posto os erros que cometem contra o Tricolor, eu faço isso por duas razões:

-A primeira é pra mostrar que esse negócio de que o São Paulo é ajudado nos bastidores é conversa de clube incompetente,

-E a segunda é pra que todos saibam que a arbitragem brasileira é ruim demais e que os lances duvidosos não podem ficar nas mãos apenas de pessoas, porque pessoas falham e outras são inescrupulosas podendo causar grandes danos a equipes que passam dias se preparando para seus jogos e veêm seu trabalho muitas vezes prejudicado.

A ajuda eletrônica tem que ser autorizada com urgência. Aliás, qual é a razão de não usarem esta ferramenta ? Não precisa responder, é tão óbvio…

O fato é que se pararmos para refletir, a possibilidade é grande de manipulação, porque se existe manipulação por parte dos donos do futebol no judiciário, entre dirigentes e na imprensa conforme publicou o UOL no fim de semana, por quê não haveria no futebol e em especial na arbitragem ?

Mais uma vez o São Paulo foi prejudicado na questão penalidades máximas, no  jogo contra o Vascú o Tricolor teve dois penalties não marcados, e agora um que não existiu que foi assinalado contra o São Paulo, sem contar outros jogos com erros crassos.

Penalty inexistente marcado pelo Vuaden

Vídeo analisado: http://www.youtube.com/watch?v=O-i5jaAMzqo

O Richarlyson tentou chutar a bola que “bateu” em seu braço, o lance tem início aos 14m e 04s:

Outro ângulo:

Outro ângulo:

Mas isso não é tudo. O juizão deu amarelo para o Richarlyson ( o terceiro ) e o jogador está fora do jogo contra o Atlético-GO no Morumbi.

Como os deuses do futebol já foram avisados que estão “manipulando” seu jogo, o Rogério Ceni defendeu o penalty e conseguimos arrancar este empate.

Até quando ?

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Relacionados

Árbitro se desculpa

Destaque do jogo, Rogério Ceni diz que a arbitragem está “estranha”

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Fludido 2×2 São Paulo

30/08/2010

Salve Soberania !

Agora sim eu vi um time em campo.  Tivéssemos um centro-avante capaz de permanecer os 90 minutos pra  jogar com o Marcelinho e o Fernandinho, a gente poderia ter saido com uma vitória na casa do líder do campeonato.

Todo mundo sabe que o Fernandão joga fora da área faz tempo, então querer que ele faça o papel da referência não dá né ?

O Baresi mexeu mal, a não ser que o Fernandinho tenha saido por cansaço, não entendi porque o Marlos entrou no lugar dele. Na hora que ele fez as mudanças por causa da substituição do Fernandão – que sentiu dores – ele colocou o Marcelinho mais adiantado pra jogar na área, assim o Fernandinho teria que continuar em campo jogando pelas beiradas, mas ele tirou o jogador e colocou o Marlos, que joga na mesma faixa de campo, só que mais recuado. Ficou embolado ali na frente.

Esse foi o grande pecado do Baresi, no mais  o time jogou surpreendetemente bem.

Grande atuação do capitão que pegou penalty – mal marcado contra o São Paulo, e guardou seu 90º  ( nonagésimo ) gol da carreira. Recorde absoluto, o Guiness book vai ter que atualizar sua edição mais uma vez.

Aliás guiness book é o livro que a galinhada vai entrar também, se caso a maior privada do mundo a céu aberto sair do DVD. Não precisa agradecer não viu gambazada, aqui é profissional, a gente não entrega jogo como vocês fizeram contra o Flalido no ano passado.

Futebol é coisa séria, se bem que quando eu penso em vocês eu não consigo parar de rir…

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Ele foi o nome da partida, ofuscou o argentino Dario Conca e vetou as chances de vingança de Washington. Com todos esses predicados, além de um gol de falta e um pênalti defendido, o goleiro Rogério Ceni assegurou o empate do São Paulo contra o líder Fluminense por 2 a 2 neste domingo no Maracanã.

Por ironia do futebol, o resultado do São Paulo ajudou o rival Corinthians, que viu a diferença para o líder Fluminense ser reduzida para três pontos (37 a 34). Já o time do técnico Sérgio Baresi se manteve em 15º, agora com 19 pontos.

Os dois clubes começaram a partida com formações mais cautelosas. Sem Émerson, o técnico Muricy Ramalho apostou em Belletti e escalou o Fluminense no 4-5-1, com Washington isolado no ataque. Já Baresi optou por colocar Renato Silva no lugar de Casemiro e o São Paulo jogou no 3-5-2.

Apesar das escalações mais cautelosas, o jogo começou ‘a todo vapor’, com uma ligeira superioridade do São Paulo, que buscou o gol e parou por duas vezes no goleiro Fernando Henrique, e Julio Cesar salvou uma bola quase em cima da linha.

Mas o Fluminense, quando chegou, foi para valer. Em bela jogada de Dario Conca – tido por muitos o craque do Brasileirão até aqui – Deco ficou livre para marcar o seu primeiro gol com a camisa do time carioca e encher de euforia a torcida que compareceu em bom número ao Maracanã.

O gol intimidou o São Paulo, que passou a atacar menos e ficou preocupado mais em evitar o segundo gol do Fluminense do que em fazer o primeiro. Mas em dois lances quase seguidos, os paulistas viraram: falta de Rogério Ceni e cabeçada certeira de Fernandão, em falha de Fernando Henrique.

A torcida do Fluminense, que antes apoiava, passou a vaiar. E Fernando Henrique foi obrigado a se explicar do porquê de ter falhado no lance. “Não me acovardei no lance, fui corajoso. Infelizmente não deu, não fui feliz”.

“Acima de tudo não podemos deixar o Fluminense jogar. A gente sabe que eles possuem o Conca e o Deco, não podemos deixá-los sozinhos. Depois é tentar manter o que a gente fez na primeira etapa”, recomendou o são-paulino Richarlyson.

Para tentar mudar o panorama da partida, Muricy sacou Belletti (muito mal na marcação) para colocar Rodriguinho. E ao contrário do que recomendou Richarlyson, o São Paulo deixou o Fluminense jogar e foi salvo por uma boa defesa de Rogério Ceni logo no início da segunda etapa.

Na saída do vestiário, os são-paulinos se reuniram e disseram: “não podemos deixar eles [sic] cruzarem”, pedido que não foi atendido, já que o Fluminense perdeu duas boas chances de gol de cabeça com Conca e Rodriguinho. Na terceira, não teve jeito: gol de Leandro Euzébio após cobrança de Conca.

Um lance polêmico quase definiu a partida. A bola desvia na mão de Richarlyson e o árbitro Leandro Vuaden marca pênalti duvidoso. Na cobrança, Washington desperdiçou a chance de se vingar do São Paulo, clube que o rejeitou, pois Rogério Ceni defendeu, para delírio da torcida dos paulistas que passou a ironizar os cariocas.

Mas o Fluminense não se intimidou e buscou o gol da vitória contra um São Paulo que passou a atuar sem atacantes, já que Fernandinho e Fernandão deixaram o time e Baresi não tinha nenhuma peça de reposição do setor. Os paulistas perderam uma chance incrível com Marcelinho, e o jogo terminou mesmo empatado, mas com muita emoção para os mais de 30 mil torcedores que estiveram no Maracanã.

“O Fluminense equilibrou a partida no segundo tempo, jogo que foi equilibrado em todos os setores. Não é fácil jogar contra o líder da competição, que é um time muito qualificado”, analisou Sérgio Baresi.

As duas equipes voltam a jogar no meio da semana pela 18ª rodada do Brasileirão. O Fluminense atuará outra vez em seus domínios, na quarta-feira (22h) contra o Palmeiras. Já o São Paulo irá encarar o Atlético-GO na quinta, às 21h, no Morumbi.

UOL Esportes / Imagens: VipComm

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 x 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 29 de agosto de 2010, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Renda: R$ 702.780,00
Público: 25.518 pagantes (32.804 presentes)
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Roberto Braatz (Fifa-PR)
Cartões amarelos: Mariano (Fluminense); Marcelinho (São Paulo)

Gols: FLUMINENSE: Deco, aos nove minutos do primeiro tempo; Leandro Euzébio, aos 14 minutos do segundo tempo; SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 34, e Fernandão, aos 35 minutos do primeiro tempo

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Leandro Euzébio, André Luis e Julio César; Diogo, Fernando Bob, Diogo, Belletti (Rodriguinho), Deco e Darío Conca; Washington
Técnico: Muricy Ramalho

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Xandão, Renato Silva (Jorge Wagner), Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Richarlyson e Marcelinho; Fernandinho (Marlos) e Fernandão (Cleber Santana)
Técnico: Sergio Baresi

Ficha Técnica: Gazeta Esportiva

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Jogo completo

Parte 2 – http://www.youtube.com/watch?v=E71IvSnE1g4

Parte 3 – http://www.youtube.com/watch?v=vvqO0qwjljs

Parte 4 – http://www.youtube.com/watch?v=UtR5D6E5gx0

Parte 5 – http://www.youtube.com/watch?v=8rdoeUNGXP0

Parte 6 – http://www.youtube.com/watch?v=O-i5jaAMzqo

Parte 7 – http://www.youtube.com/watch?v=rtuhRV16_ys

Parte 8 – http://www.youtube.com/watch?v=uuVq-tmV31I

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Proxima partida: São Paulo x Atlético-GO, Brasileirão 2010, Morumbi, quinta-feira dia 02.09 às 21h00.

São Paulo Já Tem o Estádio de Abertura

28/08/2010

Agora só falta a descarga.

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Precisa Ser Banido do Basquete

27/08/2010

Em um jogo amistoso de preparação para o mundial de basquete contra a Costa do Marfim, um jogador pisa no rosto do Marcelinho da seleção brasileira. Os narradores do jogo colocam panos quentes mas o jogador merece senão banimento, uma severa punição.

Tudo bem que a camisa que o Brasil usava era verde, mas pega leve né camarada ?!?!

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Merece Nosso Respeito

27/08/2010

Ele não tem MEDO

Reservado, Juvenal Juvêncio defende o São Paulo com vitalidade e não se intimida frente aos desafetos que ousam prejudicar o clube de coração

Marcius Azevedo

Juvenal Juvêncio é um senhor de poucas palavras. É definido como reservado e até tímido por pessoas próximas. Ele prefere muito mais ouvir do que falar, mas quando solta a voz o efeito é tão devastador quanto de um Tsunami. O presidente do São Paulo não tem papas na língua, defende o clube que comanda há quatro anos baseado em suas convicções, nem que para isso crie inimizades ou, em casos extremos, inimigos declarados.

Todos os seus movimentos são calculados com muita calma antes de serem executados. Advogado de formação, Juvenal aplica no futebol o que aprendeu ao longo dos seus 75 anos de vida.

Natural de Santa Rosa do Viterbo, cidade a 310 quilômetros de São Paulo, ele também sabe fazer política. Foi deputado estadual e presidente do Cecap (Companhia Estadual de Casas Populares), atual CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo), no governo de Laudo Natel, que também foi presidente do Tricolor entre 1956 e 1972.

“Ele usa uma citação que nós aprendemos com o ex-governador Laudo Natel: você é senhor do que ouve e escravo do que fala”, conta o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes, que conhece Juvenal há 40 anos. “Não que ele conheça futebol mais do que os outros dirigentes. Mas o Juvenal é um homem de gestão, ele sabe administrar como poucos”, elogia Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol e ex-genro de Juvenal.

O maior defeito é ser teimoso. Por isso, quando julga ter razão em um assunto, bate o pé. Só reconhece que está errado depois de ouvir argumentos convincentes. Juvenal dificilmente esquece quem lhe faz mal, costuma ser rancoroso. “Mas nunca leva para o lado pessoal. Ele é sempre cordial”, defende João Paulo.

A briga com o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, é um exemplo claro. Eles estão rompidos desde dezembro de 2008, quando o dirigente enviou à CBF denúncia de um suposto esquema de favorecimento ao São Paulo contra o Goiás, pela última rodada do Brasileirão. O árbitro Vagner Tardelli foi afastado do jogo na véspera do confronto em Brasília em um episódio que ficou conhecido como “caso Madonna”, porque, segundo Del Nero, Juvenal teria enviado ao árbitro ingressos do show da cantora no Morumbi. Os dois até conversam em eventos em que se encontram, como recentemente no lançamento do livro de Aldo Rabello, “Palmeiras x Corinthians 1945”, no Museu do Futebol, mas há poucas chances de reconciliação.

A relação também não é muito amistosa com o presidente do Corinthians, Andres Sanches, com quem já bateu boca publicamente em algumas oportunidades, nem com o do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo. Há ainda a polêmica interminável com o Flamengo pela Taça das Bolinhas. Os opositores acusam Juvenal de ser arrogante. Dizem que ele só prejudica o São Paulo ao brigar com todo mundo. O prejuízo, defendem, é do clube, que não é dele e sim dos são-paulinos.

Juvenal não liga. Alega estar defendendo os interesses do São Paulo, mesmo que, para isso, sofra retaliações. Recentemente, o dirigente comprou briga com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ao apoiar Fábio Koff contra Kléber Leite, candidato de Teixeira, na eleição do Clube dos 13. Ao ver Leite derrotado, o mandatário da CBF golpeou o ponto fraco de Juvenal: o Morumbi. Ninguém tira da cabeça de Juvenal que a notícia do veto da Fifa ao estádio para a Copa de 2014 foi arquitetada por Teixeira, que é também presidente do Comitê Organizador.

Ele bateu de frente com a Fifa pelo mesmo motivo. Juvenal custou a aceitar todas as exigências do secretário-geral da entidade, Jérome Valcke, para o Morumbi ter condições de abrigar o jogo de abertura. E não deu o braço a torcer até ser convencido de que precisava contratar uma empresa especializada no assunto (GMP) para cuidar do projeto, sem que tivesse falhas. Agora, dentro do clube, já há pessoas duvidando de que o estádio será escolhido para o jogo inaugural – o Maracanã abrigaria abertura e final -, mas ninguém tem dúvida de que o Morumbi vai ser o estádio da cidade de São Paulo na Copa de 2014. Tudo por causa da dedicação de Juvenal.

Hoje, afastado há algum tempo do seu escritório de advocacia, Juvenal respira o clube praticamente 24 horas por dia. “A disposição dele impressiona”, comenta João Paulo. “É capaz de ficar despachando coisas até tarde no Morumbi e, no dia seguinte bem cedo, já está de pé indo para Cotia (no Centro de Formação de Atletas), ou ao CT (na Barra Funda)”, completa o diretor, acrescentando que ninguém acompanha o pique do presidente.

Ele cuida do patrimônio do clube com o mesmo apreço que tem com sua fazenda em Santa Rosa do Viterbo. “É quase uma obsessão. Você não vê uma lâmpada queimada. Tudo é um brinco”, brinca João Paulo. A fazenda é também o recanto de reflexão. Sempre que precisa tomar uma decisão importante, viaja para sua cidade natal. “Fica lá dois, três dias e aí volta com tudo definido”, comenta Marco Aurélio Cunha.

Na fazenda, onde tem até uma criação de javalis, Juvenal aproveita para cuidar dos seus cavalos manga-larga marchador. Os animais, que podem custar mais de R$ 5 mil cada um, são seus xodós. “Ele era frequentador assíduo de exposições de animais, participava ativamente da Associação de Criadores”, revela Marco Aurélio. “Hoje, o Juvenal deixou essa paixão um pouco de lado por causa do São Paulo”, completa. Ele chegou a presentear alguns jogadores com cavalos na campanha vitoriosa da Libertadores de 2005. “Eu vi o Cicinho ganhando e pedi um também. Demorou tanto que achei que o Juvenal me daria um jegue”, brincou Souza, na época. Além do meia atualmente no Grêmio e do lateral que voltou este ano ao São Paulo, Fabão e Júnior também foram agraciados com o mimo.

Em episódios como esse é que aparece o lado excêntrico de Juvenal. Alguns jogadores que passaram pelo clube contam, pedindo obviamente que seus nomes sejam preservados, que muitas vezes o dirigente, depois de uma vitória em jogo importante, entrava no vestiário com dinheiro vivo para dar ao grupo, o chamado bicho.

Juvenal também tem outras passagens que o transformam em um personagem caricato. A começar pelo sotaque carregado, “como se Santa Rosa do Viterbo fosse no Rio de Janeiro”, brinca João Paulo. Uma vez, em meados da década de 1980, quando era diretor de futebol do presidente Carlos Miguel Aidar, depois de mais um pedido de demissão do então técnico Cilinho, Juvenal fez o treinador entrar em seu Chevrolet Caravan ouro e ficou dando voltas nos arredores do estádio do Morumbi até convencê-lo de que não deveria deixar o clube. E conseguiu segurar Cilinho.

A relação com os treinadores sempre foi um capítulo à parte na gestão de Juvenal. E isso antes mesmo de ele se tornar presidente em 2006. Dois anos antes, ao assumir o comando do Tricolor, Emerson Leão exigiu dos seguranças do clube que ele fosse avisado sempre que alguém entrasse no CT da Barra Funda.

Ao saber disso, Juvenal, na época diretor de futebol de Marcelo Portugal Gouvêa, desfez a ordem e pediu ainda que fosse avisado de todos os convidados que o técnico levava ao CT. Leão deixou o São Paulo reclamando que “era impossível mandar alguma coisa” com Juvenal Juvêncio por lá.

E o presidente é assim mesmo. Não permite muita interferência em seu trabalho. Claro que escuta, e muito, os conselhos de seus pares, mas, quando precisa tomar uma decisão, o faz sozinho. Com mão de ferro, é hoje um dos dirigentes mais respeitados do futebol brasileiro.

Via JT

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Nota: Outro dia via twitter eu pedia a saida do presidente, estava de cabeça quente por causa do jeito que o time jogou contra a galinhada, mas quando a gente lê um texto como este,  mostrando tamanha dedicação, tamanho amor, só resta pedir desculpas mesmo sabendo que o JJ não vai ler. Fica o registro e o agradecimento apesar da fase. Eu tenho certeza que vamos superar este momento, e a luz já surgiu no jogo contra o Vasco. Vai São Paulo !

Dois Penalties Não Marcados

26/08/2010

São Paulo 0x0 Vasco

A fase é ruim ? Não precisa nem dizer.

Mas quando joga uma bola menos quadrada vem um “árbitro” e assassina uma reação. Não me cabe julgar se errou, se não viu, se julgou que não foi, seu histórico responde a qualquer indagação.

Penalty não marcado no Richarlyson no primeiro tempo.

Vídeo analisado: http://www.youtube.com/watch?v=pkt-rnkgQg0

Não precisa nem mostrar outro ângulo, foi na cara do Simon, no vídeo aos 12m e 13s:

Penalty no Fernandão no início do segundo-tempo.

Vídeo analizado: http://www.youtube.com/watch?v=vzd8vv_YX_k

As câmeras captaram claramente o momento em que o zagueiro do time carioca agarrou a camisa do jogador Tricolor, o lance começa aos 8m e 12s no vídeo:

Aqui segue o ângulo de visão do árbitro na hora do cruzamento:

Outro ângulo:

Muita sacanagem.

Até quando ?

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Nota: Achei mais um no Richarlyson que o cidadão não marcou.

São Paulo 0x0 Vascú

26/08/2010

Salve Soberania !

Quer saber ? Eu gostei. Melhorou a movimentação, a pegada e a vontade. No início do jogo eu pensei que eu tinha voltado no tempo, achei que era 1986: Silas, Pitta, Muller, Careca e Sidney.

Ai, claro, acordei, quando eu vi o Rodrigo Souto fazer uma papagaiada no meio de campo.

O caminho é esse. Mas ainda falta muito.

O Simon não marcou penalty no Richarlyson e no Fernandão. Nem vou falar nada desse cara, o currículo fala por si.

***

Na noite desta quarta-feira, o técnico interino Sérgio Baresi barrou nomes de peso, apostou em jovem de 18 anos, resgatou Dagoberto… nada que fizesse a equipe tricolor jogar bola. O resultado foi um empate por 0 a 0 com o Vasco, no Morumbi, e vaias da torcida.

O clube paulista soma agora 18 pontos, em 16 rodadas, e segue próximo à zona de rebaixamento. Sorte que os times que estão abaixo na tabela, como Grêmio e Grêmio Prudente, também tropeçaram em casa.

Já o Vasco, que atuou os 90 minutos na retranca, tem 22 pontos, segue invicto sob o comando de Paulo César Gusmão e na zona intermediária da tabela.

Só os donos da casa buscaram o ataque. Dagoberto, que ficou de castigo nas últimas três partidas, após a eliminação na Copa Libertadores, teve a sua primeira chance com Baresi, ao entrar aos 21min do segundo tempo, porém pouco interferiu no fraco desempenho são-paulino.

A aposta de Baresi, que corre o risco de deixar o comando ainda nesta semana, foi adotar uma formação mais leve, com o jovem Marcelinho, titular pela primeira vez na sua carreira, aberto pela direita, Fernandinho pela esquerda e Ricardo Oliveira como referência no meio.

Assim, Cleber Santana, Marlos e Fernandão perderam espaço na equipe, depois da má atuação no clássico do último domingo contra o Corinthians.

“A partir desse item velocidade, com dois caras abertos o tempo todo, vamos agredir o Vasco”, justificou Baresi, antes mesmo de a bola rolar.

De fato o time paulista ficou mais veloz, porém não superou a deficiência no setor de criação. Marcelinho, de 18 anos, foi bastante participativo, mas por algumas vezes segurou demais a bola.

Mesmo assim, as melhores chances no primeiro tempo começaram de seus pés. Por duas vezes ele encontrou Ricardo Oliveira em boas condições para finalizar, mas o goleiro Fernando Prass levou a melhor.

“Vimos que pelo meio está difícil de jogar. Vamos continuar virando a bola, buscar os lados do campo e, quando a oportunidade aparecer, tem que chutar”, opinou Oliveira.

Já o Vasco optou por uma postura defensiva e pouco produziu na etapa inicial. Rogério Ceni sequer participou da partida.

“Todo mundo está sozinho do meio para frente. Quando pegamos na bola, tem três ou quatro do São Paulo em volta e não conseguimos dar sequência na jogada. Está difícil”, ponderou o atacante Zé Roberto.

O São Paulo voltou com Fernandão e Carlinhos Paraíba nos lugares de Ricardo Oliveira e Casemiro. No seu primeiro lance, Fernandão reclamou de um pênalti, após ser puxado na área, mas o árbitro não marcou.

Pelo lado carioca, Fumagalli substituiu Allan. Entretanto o cenário do confronto pouco se alterou. A pedido da torcida, Dagoberto entrou, se esforçou, mas não conseguiu ajudar.

UOL Esporte / Imagens: VipComm

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 x 0 VASCO

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 25 de agosto de 2010 (Quarta-feira)
Horário: 22h(de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Assistentes: Paulo Ricardo Conceição (RS) e Júlio César Santos (RS)
Público: 10.802
Renda: R$ 226.723,59
Cartão amarelo: Rômulo (Vasco)

SÃO PAULO:
Rogério Ceni; Jean, Xandão, Miranda e Junior Cesar; Casemiro (Carlinhos Paraíba), Rodrigo Souto, Richarlyson e Marcelinho; Ricardo Oliveira (Fernandão) e Fernandinho (Dagoberto)
Técnico: Sérgio Baresi

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Fernando e Felipe (Irrazábal); Nilton, Rafael Carioca, Rômulo e Allan (Fumagalli); Zé Roberto (Jonathan) e Eder Luís
Técnico: Paulo César Gusmão

Ficha Técnica: Gazeta Esportiva

Parte 2 – http://www.youtube.com/watch?v=pkt-rnkgQg0

Parte 3 – http://www.youtube.com/watch?v=oqYOVKzYmtE

Parte 4 – http://www.youtube.com/watch?v=oGC44xV7Ic4

Parte 5 – http://www.youtube.com/watch?v=vzd8vv_YX_k

Parte 6 – http://www.youtube.com/watch?v=p4g_5pzG2v0

Parte 7 – http://www.youtube.com/watch?v=Xg75TGu6uho

Parte 8 – http://www.youtube.com/watch?v=Jmadu1fwP0k

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Próximo jogo: Fludido x São Paulo, Brasileirão 2010, Maracanã, Domingo dia 29.08 às 18h30.

Coluna do Denilson – O São Paulo e a Mídia

26/08/2010

SPFC E A MÍDIA – 25.05.2010 

Caros amigos tricolores, é realmente triste escrever algo depois de tão acachapante derrota. O torcedor tricolor não merecia a falta de empenho vergonhosa desse time. O torcedor tricolor sempre merece que os jogadores que envergam sua camisa, suem sangue se preciso para buscar as vitórias.

Mas revendo coisas que escrevi nesse espaço ao longo desse ano, e claro, sem querer bancar o dono da verdade, notei que sempre batia na tecla da renovação. Me lembro que certa vez questionei se nossas revelações são piores do que nossas contratações.  Acho que o SPFC não vai resolver sua situação mudando de técnico, a coisa é mais preta do que se pensa, precisamos na verdade de uma nova abordagem do futebol.  Vimos nossos dirigentes sempre tratando nosso torcedor na base do “bico da botina”, é preciso mudança de postura, precisamos de sintonia entre torcida e time porque nas horas difíceis, só o torcedor é quem fica ao lado do time.

A reformulação deveria ter ocorrido no início de 2009, quando o título absolutamente fortuito de 2008, demonstrou que alguns jogadores não podiam mais vestir nossa camisa. Juvenal falhou, não fez o que prometera em reportagem a Revista Placar: renovar nosso elenco e montar um time baseado no que se produzia em Cotia. Juvenal errou, e errou feio. É preciso que ele venha a público e assuma seus erros, porque ele adora dizer que entende de futebol quando o time ganha, então agora, precisa ter humildade para assumir seus erros.

Apesar de tudo isso tenho fé, muita fé mesmo, que o time se recupere no campeonato e faça uma campanha honrosa no segundo turno. Não há mal que dure para sempre e no SPFC essa máxima também vale.  Só que uma vez salvo o time no Brasileiro de 2010, é a senha para que Juvenal e sua trupe levantem seu acampamento e deixem o SPFC em paz. Já dizia um sábio: o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente! Juvenal se tornou um coronel e isso o corrompeu, abraçou seus erros como o Gargamel, o Camisa 20, o Carlinhos Neves, o Morumbi 2014, enfim, em meio a diversos acertos, nosso comandante teve mais apreço pelos erros. Por isso, é melhor que largue o osso e deixe os ventos de uma nova administração renovar os ares do SPFC, esse amado clube brasileiro, que entres os grandes deve sempre lutar para ser o primeiro.

***

Falando de mídia que é a proposta dessa coluna.

Fiquei profundamente irritado com as ofensas dirigidas ao Tricolor por “pseudo-craques” e outros boqueteiros das Galinhas. Não que eu tenha assistido o circo das penosas, porque isso eu não faço. Mas sabe como é, frequentando os fóruns do Tricolor na rede, acabamos sabendo dessas coisas.  O que me deixa mais triste porém, é saber que ainda existem tricolores otários o suficiente para assistir esse circo com seus palhaços  e depois ficar postando o que esses lixos defecaram pela boca nos fóruns tricolores.  Eu penso que se o cara é burro para dar audiência e ajudar a enriquecer quem o xinga o tempo todo e quem não para de ofender o torcedor do clube, deve ao menos ter a hombridade de não emporcalhar os espaços tricolores na web com as merdas que ele assiste e escuta. Quer ser imbecil ? Então que seja imbecil sozinho, não contamine ninguém.

Repito o que sempre digo: a torcida tricolor é gigante mas ainda não sabe a força que tem. Cito o episódio do gerente da Locaweb. Naquele momento, a torcida  deu uma demonstração de força que mudou a postura da mídia. Somos uma nação de quase 17 milhões de pessoas, se conseguissemos nos unir, seriamos ouvidos no mundo inteiro. Uma forma bem eficiente de calar a boca da mídia é colocar uns 20 mil no Morumbi hoje (ontem) e incentivar o tempo todo, contagiando o time a buscar a vitória.

Se fizermos isso sempre calaremos as Frangas e as Periquetes da mídia. 

Saudações Tricolores!

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Denilson Martins é sãopaulino e parceiro deste blog

Acabou a Molezinha Bando de Vagabundos !

25/08/2010

Antônio Lopes já tenta liberação junto ao Avaí

Na mira são-paulina, treinador convocou uma reunião com o presidente do clube catarinense

A diretoria do São Paulo não confirma oficialmente ter feito uma proposta para Antônio Lopes. Mas ontem o treinador convocou uma reunião com o presidente do Avaí, João Nilson Zunino, e colocou na mesa uma suposta oferta do Tricolor.

A realização do encontro acabou vazando, e Lopes precisou dar explicações após conversar com a direção do time catarinense. “Eu não fui convidado pelo São Paulo. Não tenho o que falar enquanto não tiver um convite oficial do clube”, afirmou o veterano. A expectativa na capital de Santa Catarina é que Lopes possa até anunciar o seu adeus após a partida do Avaí contra o Inter, nesta quarta-feira, às 19h30, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis.

Apesar de ser mais fácil fechar com Lopes, pois ele receberia um salário maior do que ganha no Avaí (R$ 70 mil), o São Paulo tem como prioridade a contratação de Paulo Autuori. Mas o técnico campeão da Libertadores e do Mundial pelo Tricolor em 2005 está tendo dificuldades para conseguir a sua liberação junto ao Al-Rayaan, do Qatar. Não há multa, mas os árabes pagaram uma indenização alta para tirar Autuori do Grêmio, em 2009.

Via SPFC.Net

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Dá Pra Acreditar ?

24/08/2010

Via Sempre Tricolor

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