Archive for julho \31\UTC 2010

A Imparcial, Cega e Justa Justiça Brasileira

31/07/2010

Salve Soberania !

Eu não consigo entender a justiça (?) brasileira,  se eu paro pra refletir sobre a justiça desportiva então…

O departamento jurídico do São Paulo deve ser realmente uma porcaria, porque todo mundo consegue se safar, sempre tem uma aliviada geral. Menos pro Tricolor.

Neste ponto o departamento jurídico do Fasci-me-rir está anos luz a nossa frente porque sempre se saem bem, então vejamos:

Paulista de 2008 –  caso do gás: não deu em nada,

Paulista de 2009 – agressão do Diego Souza no Domingos: não deu em nada ( aqui ainda houve objetos jogados pra dentro do campo querendo acertar os santistas ),

Copa do Brasil de 2010 – ato de racismo do zagueiro Danilo: não deu em nada.

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Vou reproduzir pra vocês o exemplo que eu dei em outro espaço na internet sobre o absurdo que aconteceu ontem na justiça desportiva: o tal STJD.

Vamos dizer que eu trabalho em um escritório, e estou disputando sei lá, um copo d´água. Fico nervoso por isso e chamo o meu rival de “macaco” na frente de muitas testemunhas. Resultado ? Sou chamado ao RH, sou demitido por justa causa, preso e respondo processo “criminal” por racismo.

Por quê ? A constituição federal no seu quinto artigo, parágrafo 42 diz o seguinte: “ A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei. “

O jogador Danilo da SEP chamou o jogador Manoel do Atlético Paranaense de “Macaco” e cuspiu no rosto do jogador. Câmeras da ESPN flagraram a atitude que está na internet pra quem quiser ver.

Pelo que diz a reportagem da Uol, o jogador Manoel foi conduzido a uma delegacia e fez “queixa-crime” contra o jogador Danilo.

O jogador acusado não foi demitido por justa causa, não foi preso e ontem teve a sua punição de 11 jogos reduzida para 5 partidas, as 6 restantes foram revertidas em cestas básicas.

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O jogador Hugo quando era atleta do São Paulo, recebeu um gancho de 120 dias + 2 jogos, repito: 120 dias por uma cusparada no rosto de um jogador do Paraná em jogo válido pelo brasileiro de 2007, e não teve sua pena reduzida ou revertida.

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No jogo entre São Paulo x Quilmes no Morumbi pela Libertadores 2005, o jogador Desábato chamou o jogador Grafite de macaco e negro. Recebeu no campo de jogo voz de prisão por ter sido flagrado pelas câmeras, foi conduzido a uma delegacia e lá ficou preso até pagar fiança de R$ 10 mil e se comprometer por escrito que retornaria ao Brasil para responder pelo crime.

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Perguntas:

-A legislação desportiva anula a constituição brasileira ?

-Onde está escrito que a lei que enquadra racismo não serve para jogadores de futebol ? Vide o caso Desábato.

-Por quê o Hugo pegou 120 dias + 2 jogos por uma cusparada e não teve sua pena reduzida nem tampouco revertida ?

-Se o Desábato foi preso, por quê o mesmo não aconteceu com o Danilo se em ambos os casos as imagens foram exibidas pela TV ?

-Por quê o Danilo que cuspiu  ( como o Hugo ), e xingou ( como o Desábato ), teve sua pena aliviada ?

Isso ai é justiça ?

Que porcaria de país é este ?

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Histórias do Guarani da Turiassú – Parte I

30/07/2010

Salve Soberania !

Fico estarrecido quando procuro saber mais a respeito do clube que “verdadeiramente envergonha a história”. Não apenas pelos conchavos políticos e pelos favores de grandes homens públicos à causa fascista, pelos subornos feitos pelos dirigentes de tal agremiação a jogadores adversários – alguns casos comprovados com dirigentes punidos, não só pela ocultação de provas e pela criação de laudos forjados falando de casos mais recentes; mas pela falta de vergonha na cara coletiva que essa gente tem.

Imaginem os senhores que o palmeiras, o Guarani da Turiassú, a Paçoca Itália tem em sua sala de troféus ( que deve ser um cubículo de 2×2 ), a súmula do jogo do campeonato paulista de 1942. Aquele jogo em que eles costumam nos acusar de “abandono do campo de jogo” (*).

Nos chamam de fujões, mas são incapazes de olhar a própria história ou fingem desconhecê-la, não olham o próprio rabo ou se envergonham dele.

Abaixo relato 3 fugas do clube verde do campo de jogo, em um caso pasmem, perderam por WO.

Recordar é viver.

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Fuga Número 1

Paulistinha de 1921

Corinthians e Palmeiras terminaram o campeonato paulista de 1921 empatados em segundo lugar. Havia um prêmio para o vice, a Taça capital, oferecida pelo jornal de mesmo nome. Mas o jogo desempate não terminou, porque o Palestra não aceitou a marcação de um penalty e se retirou de campo aos 20 minutos do primeiro tempo. O tribunal considerou os dois times perdedores.

Jogo 202

CORINTHIANS 0X0 PALESTRA

Empate número 24

Competição: Campeonato Paulista

Data: Domingo, 8 de janeiro de 1922

Estádio: Floresta

Cidade: São Paulo

http://osoberanotricolor.files.wordpress.com/2010/07/fuga-numero-1.jpg

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Fuga Número 2 (WO)

Paulistinha de 1923

No dia 16 de setembro de 1923, Palestra Itália e Corinthians deveriam ter se enfrentado no Parque Antártica. Uma rodada antes, o Palestra havia derrotado o Germânia por 3×2, resultado muito contestado pelo adversário, que reclamava da anulação de um gol , que seria o do empate, marcado no último minuto. Irritado, o Palestra resolveu entregar os pontos do jogo seguinte, não entrando em campo sob protesto ( WO ). Mesmo sabendo que o compromisso, que praticamente decidiria o título, seria contra o Corinthians.

http://osoberanotricolor.files.wordpress.com/2010/07/fuga-numero-2.jpg

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Fuga Número 3

Paulistinha de 1930

Embora vencendo o jogo, o Palestra abandonou o campo aos 7 minutos do segundo tempo, depois da anulação daquele que seria o seu segundo gol, marcado por Heitor. O juiz deu falta sobre o goleiro Tuffy. A Apea não contou os pontos nem para o Corinthians e nem para o Palestra Itália.

CORINTHIANS 0X1 PALESTRA ITÁLIA

Derrota número 75

Competição: Campeonato Paulista

Data: Domingo, 4 de maio de 1930

Estádio: Parque São Jorge

Cidade: São Paulo

http://osoberanotricolor.files.wordpress.com/2010/07/fuga-numero-3.jpg

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Fonte: Celso Dario Unzelte, Almanaque do Corinthians Placar, Editora Abril, 2005

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Nota: (*) Em relação a este jogo específico, um post em breve será publicado com toda a verdade, não a verdade do ponto de vista Tricolor, mas a verdade histórica, mostrando inclusive quem é o árbitro daquele jogo e como estava comprado.

Alguém Me Disse

29/07/2010

Paulo Pontes

Os relatos que chegaram de Porto Alegre, após o encerramento da partida, assustam. Não bastasse o ônibus da delegação do São Paulo ter sido apedrejado na chegada ao estádio, os jogadores do Tricolor não puderam tomar banho no Beira-Rio. O Internacional fechou a água quente e, com 11 graus de temperatura, era impossível tomar banho frio. A solução foi tomar banho no hotel.

Eu quero lembrar que o Beira Rio é o estádio da Copa. Com esse fato só ressalta minha opinião que o estado do Rio Grande do Sul, principalmente a capital Porto Alegre, não passa de uma paróquia. Até Hino do Rio Grande do Sul os gaúchos tocam, ao invés do Hino Nacional Brasileiro.

Espero do presidente Juvenal Juvêncio alguns atos como:

– Tocar o Hino do São Paulo, além do Hino Nacional, antes da partida de quinta-feira;

– Fazer com que os jogadores do Inter fiquem com água fria no vestiário.

Afinal, eles estão fazendo de tudo para nos derrubar e nós estamos só olhando. A atitude que se pede dos jogadores e do técnico também tem que ser da diretoria e do presidente.

Tricolor na Web

Imagem: Blog do Torcedor / Daniel Perrone

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Entregacional 1×0 São Paulo

29/07/2010

O São Paulo entrou concentrado, aplicado, diferente do brasilerão. Mas a superioridade do Inter não pode ser discutida na vitória por 1×0. O resultado obriga o anfitrião da próxima semana a fazer o que menos sabe.

Jogar com a bola sem deixar espaços atrás.  Ricardo Gomes tem uma semana para preparar algo diferente.

Terá um grande adversário pela frente. Experiente, frio, com bons atletas no contragolpe.

Se o Internacional fizer 1, poderá tomar 2 no Morumbi, pois não levou gol em casa.

A equipe ganhou os 5 jogos sob o comando de Roth, Por isso, desculpe a redundância, balançou a rede em todos.

A vantagem de 1×0 é boa. Mas terá dura missão.

O São Paulo tem condição de se classificar no Morumbi lotado.

Roth surpreende. Gomes, mantém a base.

Desde a chegada ao Colorado, Celso Roth não havia escalado Andrezinho entre os titulares. Decidiu fazê-lo no jogo mais importante da temporada, no lugar de Tinga.

Andrezinho atuou no centro da linha de três. D’Alessandro ficou na direita e Taison do outro lado. Preferia o argentino pelo meio e Sóbis ou Giuliano centralizado.

Ricardo Gomes manteve a formação tradicional, com Richarlyson no trio de zaga ou adiantado como volante de acordo com as circunstâncias.

Por causa dos 3 homes de criação do rival, Richarlyson marcou no meio. Alex Silva e Miranda cuidavam de Alecsandro, o atacante de ofício.

Propostas distintas. São Paulo cumpre meta na etapa inicial.

O Internacional entrou para fazer gols e o São Paulo se preocupou apenas em não tomá-los.

Abriu mão de jogar com bola. O campeão da América em 2006, diante de seus torcedores que lotaram o Beria-Rio, passou todo o primeiro tempo tentando furar o bloqueio do vencedor da Libertadores de 2005.

A proposta dos visitantes foi muio bem executada na etapa inicial.

Ao contrário do que acontece no brasileirão, o trabalho defensivo sãopaulino foi perfeito até o intervalo.

Todo time se dedicou demais. Hernanes marcou na esquerda, Dagoberto também, Marlos voltou, e até Fernandão trabalhou bem mais nos desarmes.

O Inter forçou  pela direita. Se o fizesse pelo outro lado, onde Kléber é melhor que Nei no apoio, e Jean não é lateral, provavelmente seria mais bem sucedido.

Alguns cruzamentos e uma cobrança de falta de D’Alessandro foram os únicos lances que ameaçaram Rogério Ceni.

Com a bola, o time do Morumbi “não entrou em campo”. Marlos, Hernanes e Dagoberto não conduziam a bola. Fernandão ficou isolado.

Vale lembrar que o Internacional também marcou muito bem. Renan, escalado por Roth no lugar de Abbondanzieri, teve vida mansa no primeiro tempo.

Inter pressiona na volta do intervalo

Na volta do descanso, ao invés de soltar Nei, Roth deu mais liberdade ao lateral-esquerdo Kléber. Taison se aproximou de Alecsandro.

Do lado direito da defesa sãopaulina, o Inter pressionou.  Marcou a saída de bola, empurrou o adversário para dentro da área e finalmente encontrou espaço para arrematar com perigo.

Hernanes teve que cooperar, entretanto não bastou.

O iluminado Giuliano!

A idéia de colocar Andrezinho não vingou. Aos 19, Roth o substituiu por Giuliano.

O autor do gol da classificação dramática, histórica contra o Estudiantes, repetiu o feito aos 22.

Recebeu na área, de costas para Miranda, girou e chutou no canto direito. A bola bateu na trave antes de entrar.

O ferrolho montado por Ricardo Gomes levou seu terceiro gol em onze jogos no torneio.

Ricardo Gomes, em vão, muda proposta

Trocou Richarlyson e Dagoberto por Cléber Santana e Ricardo Oliveira aos 25 e 27 minutos. Tentou ganhar posse de bola, todavia perdeu força de marcação.

Aos 27 Kléber perdeu grande chance de ampliar. Quase sempre pela direita, o Internacional criou boas oportunidades de fazer 2×0.

Rogério Ceni salvou o São Paulo aos 33 no chute de Taison.

Fernandinho entrou no lugar de Marlos e Sóbis no de Taison, que se machucou.

O Inter continuou melhor. Hernanes, aos 45 minutos da etapa complementar, obrigou Renan a fazer a primeira defesa. O único escanteio favorável ao time de Ricardo Gomes foi o último lance de semifinal.

O treinador vai ter que resolver o dilema da falta de criação do São Paulo no jogo de volta.

O Inter merecia mais o segundo gol que o time do Morumbi o empate.

Via Blog do Birner

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INTERNACIONAL 1 X 0 SÃO PAULO

INTERNACIONAL

Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Andrezinho (Giuliano), D’Alessandro e Taison (Rafael Sóbis); Alecsandro
Técnico: Celso Roth

SÃO PAULO
Rogério Ceni; Jean, Miranda, Alex Silva e Junior Cesar; Richarlyson (Cleber Santana), Rodrigo Souto, Hernanes e Marlos (Fernandinho) ; Dagoberto (Ricardo Oliveira) e Fernandão
Técnico: Ricardo Gomes

Data: 28/07/2010 (quarta-feira)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre
Público: 48.166
Renda: R$ 1.536.375,00
Árbitro: Héctor Baldassi (ARG)
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Héctor Maidana (ARG)

Cartões amarelos: Bolívar (I); Richarlyson, Jean (SP)
Gol: Giuliano, aos 23min do segundo tempo

Ficha Técnica: UOL Esporte

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Minha Copa é a Libertadores, Minha Seleção é o Tricolor !

28/07/2010

Via Blog do Torcedor do São Paulo / Daniel Perrone

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Diretor do São Paulo Reconhece Erro Com Cicinho

28/07/2010

DE PRIMA

Diretor jurídico do São Paulo, Kalil Abdala reconhece que houve um erro no contrato de empréstimo de Cicinho, da Roma (ITA). “De fato houve uma atropelação. Quando percebemos que teríamos de estender o vínculo por três meses, já não dava mais. Mas isso foi feito lá pelo (departamento de) futebol”, diz, repassando a culpa.

LANCENET !

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Nota: Vocês são testemunhas que eu não sou do tipo que reclama, mas que tem alguma coisa errada lá no departamento de futebol e no jurídico isso tem. O que aconteceu com o Cicinho esse ano, guardadas as devidas proporções, é a mesma coisa que aconteceu com o RO em 2006, a única diferença é que esse ano a gente vai atropelar este time maldito.

Fernandão sabe como o São Paulo pode vencer o Inter

27/07/2010

Se Ricardo Gomes tem encontrado dificuldades para fazer o São Paulo apresentar um bom futebol, digno de um semifinalista da Libertadores, em campo ele contará com um jogador que sabe bem como é atuar no Beira-Rio. Fernandão defendeu o Internacional entre 2004 e 2008, e conquistou cinco títulos, entre eles a Libertadores e o Mundial de Clubes.

O atacante será fundamental para ajudar Gomes. Não na escalação do time, mas na postura e na estratégia para conter o ímpeto colorado.

– Vou passar as coisas conversando, explicando o que a torcida do Internacional gosta de ver e o que espera que o time faça. O Inter tem uma maneira especial de marcação. Um futebol aguerrido, principalmente em casa, encurralando o adversário. E a partir do momento que você o desvia dessa filosofia, consegue mudar o jogo – disse o camisa 15 ao LANCENET!.

Desde a semana passada, os ingressos para o primeiro confronto da semifinal estão esgotados. Para segurar o ímpeto do Inter, o Sampa tem em Fernandão o treinador em campo.

O atacante tem a experiência de ter vencido a Libertadores em 2006. Pelo Inter, contra o São Paulo. Agora, com papel invertido, está obstinado pelo bi. E sabe o quanto será importante, mesmo longe, fazer a alegria dos são-paulinos que, na capital paulista, querem fazer a sua festa.

– Você sabe o que tem de fazer para ganhar uma Libertadores. Às vezes faz direito e não ganha, por isso a concentração tem de ser total. O Inter mudou o treinador, a filosofia de jogar e sei como vão vir. Sei como é a mentalidade do gaúcho em um momento como este. Temos de estar preparados para esta decisão.

Com a experiência de quem venceu a Libertadores, conhece o Beira-Rio e sabe como os gaúchos se portam, Fernandão, pelo futebol e pela liderança, quer deixar o estádio que tanto brilhou com uma nova alegria. Mas com outras cores.

Confira os principais trechos da entrevista exclusiva de Fernandão ao LNET!:

Você ficou a última semana só treinando separadamente, como está se sentindo fisicamente?
Não perdi nada. Treinei no campo e consegui manter alguns exercícios no Reffis. Semana passada passei o dia todo aqui, entrando cedo e saindo tarde.

Como acha que será sua recepção quando chegar ao Beira-Rio ?
Não tenho dúvidas de que o estádio vai estar lotado. Independentemente do que vai acontecer, estou focado no São Paulo. Sei o quanto é importante para o clube e para mim. O torcedor é passional, não sei se com vaias ou aplausos, tudo é normal. O que não vai faltar é o respeito das partes.

Ao entrar em campo, é hora de deixar o respeito de lado?
Respeito é uma coisa, outra é entrar em campo como profissional. Estou buscando meu objetivo principal, que é chegar à final e tentar o bi. Sei o quanto o São Paulo respira títulos importantes e a Libertadores é o maior deles. Estou trabalhando esses dias para chegar bem ao Beira-Rio.

É diferente disputar a Libertadores pelo São Paulo?
Em relação ao Inter, foi que passou muitos anos sem disputar a Libertadores. Era um sonho (em 2006), que o grande rival tinha. Hoje é uma ambição maior, porque ganharam e fizeram boas campanhas depois. Mas no São Paulo você sente o tempo todo. O clube vive neste meio. Em relação ao que era em 2006, passou a ser normal, como é aqui há tempos.

Dá para segurar o Inter?
Acredito que dá. O Ricardo vai armar a equipe da melhor maneira para segurar a pressão e explorar os pontos fracos, que eles vão deixar. Confio totalmente na minha equipe, independentemente do que aconteceu pós-Copa. Temos de ver o lado positivo e assim vamos voltar a pensar como grupo. Procuro ver assim e vamos entrar muito fortes nesta decisão.

Vê semelhanças com a época que antecedeu o jogo contra o Cruzeiro, nas quartas?
Acho que o jogo em si vai ser diferente. Talvez em relação ao fato de o São Paulo vir recebendo críticas. Mas cheguei no jogo contra o Cruzeiro e tudo mudou. Até o nome do Ricardo foi citado para Seleção. Depois de 40 dias parado nossa equipe voltou com um nível abaixo do normal do que tem de ser. Este é o ponto positivo que eu falo, de chegarmos ao nível ideal contra o Inter. Temos de atingir um nível de competitividade alta. O trabalho dele é muito bom.

Como vai ser entrar no vestiário do time visitante no Beira-Rio?
No começo era estranho, mas já tem dois anos que saí, então diminui um pouco a ligação que você tinha. Ao mesmo tempo estou em um clube que a cada dia tenho mais prazer de jogar, treinar e trabalhar. Quero construir minha História aqui também. Meu primeiro gol foi no Beira-Rio, então minha vida tem tudo direcionado para momentos importantes. Fiz História no Internacional, quando vencemos o São Paulo. Agora tenho a oportunidade de fazer no caminho inverso, em um clube que já tem uma História imensa. Todos sabem da importância, a gente conversa, o pensamento é para Libertadores. O ruim é quando perde e ninguém sente nada, todos estão sentindo, então sei que vai ter uma reação em seguida. O nível de concentração aumenta, até o medo. Quando você não tem medo, perde a concentração. É importante ter um pouco de receio, daí o sinal de alerta vai ligar.

O que este título poderá representar na sua carreira?
Eu me sinto um vencedor, mas quero sempre ser um ganhador. Estou no São Paulo, quero ser um ganhador a cada dia, porque quero conquistar títulos. O que vai ficar são os títulos. Se você me perguntar se quero ser artilheiro, não ligo. Como fui em 2006, se acontecer, claro que vou ficar feliz, mas não pode ser só isso. Canso de ver que o cara foi artilheiro, mas o time rebaixado e ele não está em lugar nenhum. O cara que é ganhador, ganha sempre e todos querem ele no time. Aprendi na minha carreira que o que fica são os títulos em grupo. Então, sempre vou em busca disso.

Via Lance

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Nota: Washington acerta retorno para o Fludido: http://bit.ly/aTjVZX

NÓS VAMOS PRA ESSA FINAL

27/07/2010

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A Vagabundagem Vai Tremer !

27/07/2010

Árbitros e cartolas poderão ser presos por até seis anos por compra ou fraude de resultados

A partir desta terça-feira, passa a ser crime passível de prisão de dois a seis anos a manipulação de resultados por juízes de futebol e compra de resultados por cartolas.

A lei será sancionada nesta terça-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia no CCBB (sede provisória do governo).

A nova regra proíbe explicitamente “solicitar ou aceitar vantagem ou promessa de vantagem patrimonial ou não com o fim de alterar o resultado de uma competição esportiva” e “fraudar por qualquer meio ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado da competição esportiva.”

Além de atingir juízes e cartolas, as mudanças no Estatuto do Torcedor miram cambistas, torcidas uniformizadas e torcedores dispostos a irem aos estádios para fazer tumulto.

Cambista pego vendendo ingressos estará sujeito à prisão de um a dois anos e ao pagamento de multa.

Quem fornecer, desviar ou facilitar a distribuição de ingressos para venda por preço superior ao estampado no bilhete estará sujeito a reclusão de dois a quatro anos e multa.

Promover tumulto e incitar a violência nos estádios causará prisão de um a dois anos mais multa, mas na sentença condenatória, o juiz poderá trocar essa pena pela proibição do torcedor assistir jogos nos estádios pelo prazo de três meses a três anos. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado e produzido em consenso pelos ministérios do Esporte, da Justiça, CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e Ministério Público.

MAIS MUDANÇAS

De acordo com o texto aprovado pelo Congresso Nacional, todos os integrantes das torcidas organizadas deverão ser cadastrados. Além disso, as entidades passam a responder civilmente pelos danos causados por qualquer um de seus associados nos estádios, a 5 quilômetros dos locais onde os jogos estão ocorrendo ou no trajeto. A torcida também pode ser impedida de comparecer aos jogos pelo prazo de até três anos ou ser obrigada a realizar trabalhos sociais.

Outra mudança se refere aos estádios. Todos os eventos esportivos em estádios com capacidade para mais de 10 mil pessoas deverão ter infraestrutura suficiente para dar viabilidade ao monitoramento por imagem do público presente e das catracas de acesso aos estádios.

com Agência Brasil

Via Folha

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Nota: Será que agora vão apitar com decência os jogos do Tricolor ? Se valesse desde  o começo do ano, tem um maldito que já teria direito de ir pro xadrez, não é não ô cartolão filho da puta ?

Nota 2: As organizadas vão ter que ter mais cuidado agora pra não prejudicarem seus clubes, aqui é que eu acho que vai dar merda. E se nego faz merda fingindo ser de outra torcida ? Como fica ?

A Lição

26/07/2010

Após as derrotas seguidas e os placares ruins, pressão e desconfiança, muitos do grupo, acomodados como são, abaixaram a cabeça. Eis que Fernandão reuniu alguns jogadores e começou a contar-lhes uma lição pessoal e recente que impactou no Tricolor neste último sábado.

Falou aos jogadores, que aquela situação só dependia deles para ser revertida. E provou com fatos. Contou, que num elenco do Goiás em que ninguém gostava um do outro, vindo de resultados horrendos há meses, time sem inspiração, sem nada por brigar, faltando 3 jogos para acabar o campeonato, se viu diante de 2 jogos que decidiriam o campeonato: Flamengo no Maracanã e São Paulo no Serra Dourada.

Diante do desafio e talvez de algum prêmio financeiro (como não vou afirmar isto sem provas, colocarei desta forma a mala branca), os jogadores fizeram um pacto por 2 jogos. Entre eles. Deixaram tudo de lado. Não importava mais nada, apenas os placares dos jogos, sua honra e sua dignidade que além de tudo, traria vantagens pessoais aos protagonistas com propostas e visibilidade. Ou seja, lutaram por si apenas e pelo pacto. Todos concordaram em dar tudo de si e esquecerem tudo por 2 partidas.

O resultado? Calaram o Maracanã com 88 mil rubros negros e quase venceram a partida. Foram para a penúltima rodada e golearam o São Paulo por 4×2, de virada. Parecia que o Goiás era o time que disputava o título. Parecia final de campeonato. E mesmo com torcida em casa em número maior contrário, eles calaram a boca de todo mundo.

Era um grupo limitado, fraco e sem nenhuma convivência. Resultado de superação, vontade e do esforço pessoal de cada um. Fernandão olhou para todos os que ouviam-lhe e falou: nós somos muito melhores, podemos ser campeões, teremos torcida ao nosso lado e temos essa camisa com mais títulos que nenhum outro no Brasil e estamos entre os maiores times vencedores do mundo. Temos tradição, condições, temos tudo e se aquele time do Goiás fez jogar como mágica com muito menos em jogo, o que falta para cada um ali jogar tudo agora e se fechar no pacto? Teve jogador que arrepiou e parecia ter nascido de novo. A garra, a confiança e a emoção que ele passava era imensa, plena e não só convenceu como enraizou em todos a semente.

Agora, é com RC que TEM que aparecer para assumir seu papel, como Fernandão. É hora de Hernanes, Dagoberto, Marlos, Miranda, Alex Silva e cia mostrarem que são. Façam acontecer porque 14 milhões contam com vocês. E eu acredito!

É por isto e com a fé de torcedor, que eu, humildemente convoco a vocês, meus irmãos sãopaulinos para o apoio. A raça, a energia, o sentimento, o sangue fervendo em preto, vermelho e branco tem que começar por nós. Vamos juntos! É agora!

Rumo ao Tetra!

Isso é coisa de sãopaulino? Semana passada, em minha coluna, colocava que não ficaria como um imbecil dizendo que perdemos as semis para o Inter se ainda nem ao menos jogamos. Infelizmente, esta semana inteira, eu vi irmãos meus, de sangue preto, branco e vermelho, efetuando verdeiros dramalhões mexicanos. Verdadeiras tragédias gregas. Muitos perderam a compostura e saíram ofendendo todo mundo. Além de RG, JJ, diretores e jogadores no fogo. Instalou-se o apocalipse, o Armaggedon. E tudo por míseros jogos do Brasileirão, onde somos os maiores vencedores e que antecedem as partidas das SEMIFINAIS da LA, a única coisa que presta para 11 entre 10 sãopaulinos. Eu fiquei vendo e agora escrevendo, vejo o quão ridículo e mimado é este tipo de torcedor. Eu confesso que às vésperas de um jogo que era tudo que queríamos há 5 anos, ver tanta gente agindo assim me encheu. E hoje, que me desculpe quem não merece, mas eu vou desabafar.

Teve muita gente, detonando o São Paulo e sua diretoria por ter “demitido” o RG. Depois por não demitir. Agora eu lhes pergunto: a informação foi plantada ou era verdadeira? Pensem! Este papo de que desistiram porque um, eu disse UM mísero jornalista descobriu tudo antes é absurda. E provo. Em 2008, com Muricy, eu mesmo cravei que cairia. E era o Muricy, vindo de 3 títulos nacionais. Por que haveria frescura com RG? Incrível essa versão, não?

Será que não tem gente se achando muito e colocando muita caraminhola e lenha na fogueira da torcida que já ensandecida para que RG caísse, se aproveitou do momento para aparecer, deu chute e caiu do cavalo? O pior, é torcedor que se deixa levar e critica, se desespera e dá até xilique em cima de um chute que acertou no meio do Oceano Pacífico.

Convenhamos, isso é coisa de gente que pensa e é justa? Estes torcedores que passaram a última quinta e sexta detonando tudo e todos, pensou o quê depois que nada disso ocorreu? O São Paulo não era mais um que caiu na mesmice de demitir treinadores a esmo? Cadê os fanfarrões que pintaram o quadro do inferno no Morumbi como se nossa casa fosse o Corinthians? Teve gente, que me fez sentir e ter a sensação de que eu era um gambá de tão ruim que parecia ser o São Paulo.

A imprensa fazer alarde e agir em prol de gente que quer ver o São Paulo mal é uma coisa. Quer vender jornal e ver os rivais se divertindo e questionando nossa diretoria e presidência. Natural. Como fez o Lance! questionando sobre nossas contratações, base, decisões internas, etc. Basta ganharmos que somos deuses. Se perdemos, somos lixo.

Saiu a notícia de Arouca ser vendido ao Santos. Surgiu que JJ era uma besta. Péssimo dirigente. Pois bem. Então raciocinem comigo: se Arouca veio de graça e pagamos apenas luvas, se Arouca atuou e não apresentou futebol digno de ser titular, se Arouca que nos propiciou ter R. Souto também de graça foi pro Santos e agora nos gera 3,5 milhões de euros, sendo que AINDA teremos porcentagem nos direitos, que negócio ruim é esse???? Ou eu sou muito burro, ou não é possível.

Ah, o Inter contratou um monte de gente. E daí? Isso só foi possível devido a uma sacanagem da FIFA e da CBF que rasgaram todos os papéis e regras que criaram. Ou seja, fazem a todos de trouxas e o culpado ainda é o JJ? Ah, o Belletti foi pro Fluminense. E daí? Grande craque, hein? Monstro sagrado da bola ele é, não? Convenhamos…

Até que o São Paulo não aproveita a base ainda tem gente falando. Não estão vendo que os garotos estão cada vez mais integrando a equipe profissional? Até do marketing falaram. Estamos péssimos realmente, batendo recorde de arrecadação.Enfim, como esse assunto é chato e é o oposto do que um torcedor deve fazer, eu só vou encerrar e deixar meu lamento por imaginar como esse tipo de torcedor, agia entre 94 e 2004. Ações medíocres como aquelas que tiraram Kaká e depois L. Fabiano daqui, por exemplo. Imagino se alguns aqui torcessem 1 aninho pro Botafogo, pro Fluminense, pro Palmeiras, por exemplo. Aqueles que pediam por Joel Santana no 1o semestre, ainda o querem? Agora Celso Roth é rei? Até Toninho Cecílio pediram!

Nosso time é mesmo um lixo. RC, Alex Silva, Miranda, Xandão, Hernanes, Souto, Marlos, Dagoberto, Fernandão, C. Santana, Jr. César, JW, MP, CP, RS, Denis, Jean, Fernandinho entre outros e agora o pífio R. Oliveira. Que porcaria de time. Realmente a torcida tem razão…qual eu não sei. Mas deve ter uma surreal.

É este tipo de torcida que temos e queremos ter? Prefiro ser a 32a torcida da Série A com qualidade que esta 3a em crescimento que cresce sem qualidade. Isso não é coisa de sãopaulino, de um time caçula que MANDA no futebol brasileiro. Agora, respondam vocês, às vésperas da LA, faltando 4 passos:

Isso é coisa de sãopaulino?

Alexandre Zanquetta

Contato: zanquetta@hotmail.com

Siga-me no Twitter: http://twitter.com/zanquetta

Via Blog do São Paulo e Carlos Luchetta

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Não Dormem Os Deuses do Futebol

26/07/2010

Não dormem os deuses do futebol. E DEUS não dorme mesmo, nem cochila.

Chupa Entregacional !

http://migre.me/106S5

Via Lucas HEXA !

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