Archive for março \31\UTC 2010

Vídeo da Suposta Agressão ao Rogério Ceni

31/03/2010

O último Majestoso ainda está rendendo, esse eu achei no You Tube.

Não dá pra saber direito o que aconteceu, mas assistindo o vídeo nota-se que haviam torcedores gambás no local da saida do time do São Paulo, assim como acontece na Paçoca Itália.

Mesmo não sendo estádio das galinhas, isso ai não deveria ser interditado ?

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Clubes Paulistas, Parabéns !

31/03/2010

De Vitor Birner

Futebol paulista!

Equipes de todas as divisões!

Este blogueiro não poderia deixar passar esta oportunidade de lhes parabenizar!

Reelegeram por aclamação o candidato único ao nobre cargo de presidente da Federação Paulista de Futebol!!!!!!

Marco Polo Del Nero ficará mais 4 anos, pois o novo mandato de 3 começará em 2011.

Entendo a satisfação dos clubes.

O campeonato é muito bom!

Relembra os dos anos 60!!!! Está até melhor, acho.

Os times do interior nunca foram tão estimulantes para seus torcedores!

A quantidade de adeptos dos menores jamais cresceu com tanta velocidade. Uma loucura!

Os seguidores dos grandes mal conseguem dormir esperando os épicos duelos, por exemplo, diante do Grêmio PP, terceiro lugar da competição.

Só posso creditar ao azar as patéticas médias de público nas séries A1, A2 e A3 e da segunda divisão que fica abaixo da terceira (A3).

Obras do acaso. Poderia acontecer com qualquer um, né?

A prioridade da Federação Paulista de Futebol, desde os tempos de Farah, sempre foi fiscalizar as administrações das equipes interioranas, pois os times pertencem aos cidadãos de cada local, e estes sentem-se representados por sua agremiações queridas.

Têm orgulho dos times que estão perto deles no dia a dia.

O atual mandatário, no cargo desde 2003, não deixou a peteca cair.

Os tradicionais XV de Piracicaba, Potuguesa Santista, Comercial de Ribeirão Preto, Ferroviária, XV de Jaú, Taubaté e o simpatico paulistano Juventus estão na A3 porque foram perdendo gols anos seguidos também devido ao famigerado  azar.

Como não ganhavam jogos, acabaram sendo rebaixados, a grana minguou, a FPF não tinha dinheiro guardado  para ajudar, e eles quebraram ou passaram dificuldades extremas.

Também seria uma tremenda injustiça se eu não mencionasse que as cobranças da FPF são responsáveis pelo espetacular trabalho de base feito pelos times.

A maioria dos clubes está cada vez mais rica por revelar e vender craques para as equipes maiores!

A história de empresários usando times como vitrines de jogadores é balela!

O dinheiro fica com a entidade que o investe na cidade.

Nem vou falar da fortuna gasta pela FPF na reforma de estádios.

Diante de tão belo quadro, da minúscula necessidade de mudanças, pois não há tanto o que melhorar, os times paulistas fizeram o melhor por eles e seus torcedores.

Só pode ser brincadeira.

OBS: dos grandes, só o São Paulo não compareceu ao pleito.  Checarei ao longo do dia se algum pequeno, em especial de primeira divisão, também não foi.

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Gol Irregular das Galinhas

30/03/2010

Salve Soberania !

Além de ter expulsado injustamente o Washington, esse vagabundo desse juiz não mandou voltar o lance do gol de falta do Roberto Carlos em que um jogador gambá empurra a barreira.

No vídeo dos melhores momentos postado neste blog, vá até 4m e 48s. Salvei o lance pra facilitar, olha só:

Além disso, a visão que o árbitro tinha do lance, no momento da cobrança aos 4m e 23s no vídeo era essa, portanto não marcou porque não quis:

Assim até o time da minha rua ganha jogo. Parece futebol de várzea, o pior é que o cara carrega um escudo da FIFA no peito.

Mas tudo isso é “apenas” outra coincidência que nos prejudicou. Não existe má vontade com o São Paulo. E o bloco da inveja vem dizer que o JJ compra campeonato. Puta povo mediocre…

Agradeço ao Jaime que apesar de querer polemizar em relação a falha do Rogério, acabou por informar sobre o lance que, pelo menos pra mim, tinha passado despercebido.

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Armando Nogueira

29/03/2010

Vá Em Paz Mestre Armando

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Toninho – O Nobre Guerreiro

29/03/2010

                                                                                            

Início dos anos 60. A cidade de Bauru, na região noroeste do estado de São Paulo, já havia revelado Pelé, o rei brilhava intensamente; projetava Bauru para o mundo.

Pelé, antes da glória, jogara por um time amador de Bauru mas o Noroeste, time profissional, era o dono daquela cidade e daquela região e acho que o Noroeste tinha ciúmes, por não ter revelado o rei.

O Noroeste era uma escola de futebol assim como tantos clubes do interior eram escolas de futebol, o futebol interiorano era chamado então de “celeiro de craques”.

Não havia empresários futebolísticos, o futebol não tinha dono, o futebol era, nessa época, ele próprio e por si próprio, o dono de todas as alegrias e de todos os prazeres.

Enquanto Pelé assombrava as multidões jogando pelo Santos FC e pela seleção brasileira, aparecia um menino em Bauru que deixava os bauruenses loucos.

Antonio Ferreira viera à luz em 1942.

Em 1962, aos 20 anos, o Toninho, como era chamado pela família e pelos amigos, tendo jogado bola desde os nove, dez anos, já conhecia tão bem os segredos da grande área que se dizia que ele nascera naquela região do campo de futebol.

Toninho era o dono da área, naquele espaço do campo Toninho transitava espontaneamente, muito à vontade, como se estivesse em casa. Pouco tempo demorou para que a fama daquele menino ganhasse dimensões estaduais.

Toninho, com seu jeito pacato, com seu estilo nobre de jogar e com a sua perseverança em busca do gol, começou a fazer história. Ele era impiedoso com o Palmeiras, com o Santos, com o São Paulo, com o Corinthians. Quem se habilitasse a enfrentar o Noroeste podia ganhar, mas que Toninho iria causar problemas iria, e como iria!

Toninho fazia gols de todo jeito, o menino cabeceava, batia bem com qualquer dos pés, driblava, era um leão feroz na área.

Quando aparecia um esboço de craque, os grandes se mexiam. Todo mundo queria o jogador. Toninho passou a ser o objeto do desejo dos grandes clubes de São Paulo no início dos anos 60.

Corinthians, Palmeiras, Portuguesa, Santos e até o avarento São Paulo, que só abria a carteira para comprar cimento, disputavam a pérola.

Resolvendo a árdua e longa disputa, o menino optou, claro, pelo Santos de Pelé, ele estava certo, quem não desejaria atuar ao lado do rei?

Toninho aportou na Vila, mas na Vila o centroavante era Coutinho, o lendário parceiro de Pelé, onde jogaria o menino prodígio de Bauru?

Logo se soube. Toninho foi para a ponta-direita, naquele tempo havia pontas-direitas, Garrincha era o modelo de todos eles.

Mas Toninho foi ser um ponta-direita diferente. Ele não era um driblador para entortar laterais, ele era, isto sim, um goleador implacável.

Toninho então passou a ser uma alternativa diferente para o mundo da bola, como é que um ponta, ao invés de ir à linha de fundo, fechava em diagonal para a área e tabelava com os atacantes ou fazia ele mesmo os gols?

Usando Toninho na ponta, Lula, o técnico santista, reinventava o ortodoxo futebol. Antonio Ferreira, o menino de Bauru, era o personagem da reinvenção.

Coutinho, o gênio da área, o homem que tinha pena da bola, pois a chutava com tanto carinho que na maioria das vezes ela ia para dentro do gol sem balançar a rede, passou a engordar, perdeu a forma. Coutinho não precisava correr, então não corria. Coutinho tinha um pacto com a bola. Ele apenas a impulsionava, ele a fazia transitar livre e solta e ela, a deusa bola, não o fazia se esforçar para tê-la, vinha a ele, como que por encanto.

Então, sedentário na área, Coutinho engordou. Pior, gordo, teve problemas no joelho.

Então, Antonio Ferreira, o menino de Bauru, que jogava com a 7, assumiu a camisa 9 do Santos. E foi uma verdadeira chuva de gols.

Não havia mais as tabelinhas Pelé/Coutinho, mas ver Toninho esquadrinhando a bola incansavelmente, por todos os cantos da área, era uma novidade especialíssima!

Toninho era tão bom, mas tão bom, que houve passagens em que a torcida perguntava: quem vai fazer mais gols nesse ano? Pelé ou Toninho?

Quando em 1969, ao fim de outro campeonato paulista ganho pelo Santos, eu ouvi uma entrevista de Toninho, o guerreiro, para a Rádio Bandeirantes, onde ele dizia que iria para o São Paulo, vibrei como se estivesse vendo chegar Leônidas! Contratar Toninho era, para o São Paulo, um gol de bicicleta!

Ele viria se juntar a Gérson, a Forlan, a Pedro Rocha, enfim o São Paulo voltaria a brilhar depois da longa, penosa e redentora construção do seu templo monumental!

Eu não dormi naquela noite. Toninho no Morumbi era demais!

Fui à estréia dele. Dele e de Gérson. Uma tragédia. O desentrosado São Paulo do “canhotinha de ouro”, de Dias e dele, Toninho, perdeu por 5 x 2 do Atlético Mineiro no Morumbi.

E não durou muito o sonho que a torcida tricolor mal acabava de sonhar. Todos os astros do futebol brasileiro foram convocados para a seleção que iria encantar o mundo em 1970. Toninho e Gérson, os novos heróis tricolores, estavam entre os convocados, claro.

Toninho, já como jogador do São Paulo, embora sem ter feito um golzinho sequer pelo Bem Amado, era uma aposta de toda a torcida brasileira. Toninho, já chamado “guerreiro”, era certeza de gols.
João Saldanha, o saudoso e inesquecível “João sem Medo” jornalista que o Brasil guindou inéditamente à condição de técnico da seleção brasileira naquela época, conta em um polêmico livro e em entrevista à revista Placar como foi o corte de Toninho Guerreiro da seleção.

Para Saldanha, Toninho era o melhor companheiro de Pelé, Toninho era insubstituível!

O general que naqueles tempos comandava a pátria com mãos de ferro, entretanto tinha outras idéias.

Segundo relato de Saldanha à referida revista Placar, inventaram uma sinusite para Toninho, sinusite que lhe impediria de jogar e então o guerreiro foi cortado. Em seu lugar, para rivalizar com a fama de Tostão, então jogador do Cruzeiro, foi convocado Dario, o centroavante do Atlético das Minas Gerais.

Toninho cortado da seleção voltou para o são Paulo. Voltou acabrunhado, triste, decepcionado. O São Paulo passava por um momento de transição.

Talvez passasse por um de seus maiores momentos de transição. Transição das transições. Depois da construção do Morumbi, era o momento de se tornar dentre os grandes o primeiro, tal qual profetizara, décadas antes, Porfírio da Paz.

Meses se passaram até o guerreiro se adaptar. Eu ia aos jogos e me perguntava: por que Toninho não marca?

Foi contra o Vasco, no Morumbi, em uma fria quarta-feira à noite, pela Taça de Prata, ancestral do Campeonato Brasileiro, que Toninho desencantou, bem ao seu estilo. O goleiro ousou largar uma bola depois de uma cobrança de falta, Toninho estava longe do goleiro mas deu um carrinho longo e desviou a bola para o fundo do gol. Estava selada a sina dos adversários do São Paulo.

Toninho desandou a fazer gols. Fazia gols de todos os jeitos. De cabeça, com o pé direito, com o pé esquerdo, de bicicleta, era uma tempestade de gols.

Toninho jogava sozinho à frente no time de Zezé Moreira, time que voltaria a ser campeão paulista em 1970, depois de longos treze anos de jejum.

Digamos que Toninho tinha o então meia Terto ao seu lado naquele ano de 1970.Verdade. Bem, mas Terto não era Pelé. E mais: Terto caía pelo lado direito, como se fosse um ponta, porque Paulo Nani, o nosso 7, era um meio-campista.

Então a jogada era a seguinte: bola com Gérson. Gérson, o virtuoso “canhotinha de ouro”, fazia um lançamento de 40 metros para Terto em um contra-ataque qualquer; Terto ia à frente, pela direita, e cruzava para a área. Lá estava Toninho, nosso personagem. Toninho e uma multidão de marcadores. Mas o intrépido guerreiro ia em busca da bola e no meio da refrega se encontrava com ela e era gol.

Toninho era um nobre na área.

Nunca se viu Toninho jogar sujo com um zagueiro. Toninho disputava a bola com os adversários como quem os convidasse educadamente para uma festa. Ele disputava a bola lealmente, e sempre levava vantagem.

Toninho tinha habilidade, sabia esconder seu esférico instrumento de trabalho e não tinha medo de cara feia. Toninho se colocava na área como um tigre, do lado esquerdo ou do lado direito, naquele território seu bote era fatal, de cabeça ou com os pés.
Até hoje me recordo de três dos maiores gols que, dentre muitos vi em minha vida.

Curiosamente são três gols de Toninho, o nobre guerreiro.

O Santos dava um baile em sua vítima interiorana preferida, o Botafogo de Ribeirão Preto. Sei lá quanto o placar ostentava. Então, Manuel Maria, um ponta hábil fez a maior jogada de sua vida: deu uma carretilha no lateral-esquerdo Carlucci do Botafogo e a bola caiu-lhe aos pé na lateral da pequena área. Manuel vislumbrou o “guerreiro” Toninho entrando sedento e, sem que a bola tocasse ao chão, deu-lhe o passe.

Toninho, o nobre guerreiro, podia ter dado um bico para fazer o gol, era o que se esperava de qualquer outro artilheiro. Mas, Toninho, encantado com aquela jogada do companheiro e sem querer tornar banal o lance, simplesmente virou-se de costas para a bola e surpreendentemente, de calcanhar, com indiferença jamais vista, a enviou para a rede, doce e suavemente.

Até hoje não se sabe se, naquele primor de lance, foi mais bonita a jogada do Manuel Maria ou a conclusão do guerreiro…

Outro gol do meu coração foi marcado por Toninho na decisão do Campeonato Paulista de 1971, quando o campeonato regional era uma “avis rara”.

São Paulo e Palmeiras decidiriam o título. O São Paulo de Gérson contra o Palmeiras de Ademir da Guia.

Logo aos 5 minutos do 1º tempo uma bola viajou pelo alto na área palmeirense, Minuca, o zagueiro verde, tocou nela quase com a nuca e a pelota veio caindo, dentro da área, lado esquerdo do ataque tricolor.

Lá estava o santo guerreiro e ele, sem pestanejar, amorteceu a bola no peito e acertou um sem-pulo antológico que estufou as malhas de Leão.

Um gol inesquecível, um gol místico, um gol para os nossos tataranetos e para os netos dos nossos tataranetos, um gol para a eternidade! Esse jogo durou três eternidades, foi esse gol que nos deu o título de 1971.

Toninho, o “guerreiro”, era insaciável, como era bom vê-lo jogar, que raça, que vontade, que dedicação e que grande nobreza em busca do gol!

Antes, no ano anterior, angustioso ano de 1970, quando o São Paulo quebraria o jejum para ganhar um título depois de 13 anos, foi de Toninho, no Brinco de Ouro da Princesa, o primeiro gol do São Paulo contra o Guarani, o gol que anunciava o sonhado título.

E como se todas essas memórias não bastassem, recordo-me que Toninho fez um gol que é para mim o gol dos gols, o “gol golzarum”.

Numa tarde chuvosa no Morumbi o São Paulo enfrentava o Santos pelo campeonato paulista, nesse mesmo ano de 1970, ano da ressurreição do Bem Amado. Foi um clássico eletrizante. O São Paulo venceu o time de Pelé por 3 x 2, e desse jogo em diante a torcida do Mais Querido passou a acreditar que o título viria. O gol que fez o tricolor vencer foi de Toninho. Um gol de ouro, um gol inesquecível, que assisti ao lado de meu pai.

Num cruzamento aéreo para a área Pelé escoltava Toninho. E foi à frente de Pelé que o guerreiro aplicou uma bicicleta de antologia poética, foi talvez para homenagear o rei que ele colheu aquela bola alta e a colocou com estilo e agilidade no fundo do gol. Em homenagem a Pelé, estava decretada a reaparição da sacrossanta camisa tricolor!

Toninho fora tri-campeão paulista pelo Santos de Pelé, em 1967/68/69. Veio para o São Paulo nos fins de 1969 e com a conquista do campeonato de 1970 pelo Mais Querido, tornou-se o único atleta a ser tetra-campeão paulista repetidamente. Quem se atreve a superar semelhante façanha?

Toninho ousou superar Pelé na artilharia do Campeonato Paulista. Foi o artilheiro isolado em 1970 e em 1972, sempre com a camisa tricolor.

Toninho era um bravo, mas era essencialmente um nobre na área.

Um nobre guerreiro. Detesto estatísticas mas recorro às estatísticas para dizer que Toninho, o nobre guerreiro, fez meio gol por jogo em sua carreira de três anos no São Paulo. Em 1973, Toninho parou.
Toninho era clássico, discreto e batalhador. Toninho não perdia gols, fazia gols.

Numa madrugada de 1973, década maravilhosa de anos já esquecidos e agora neste texto relembrados, em certo restaurante boêmio de São Paulo, um jovem universitário de Direito foi visto com o astro Toninho, ambos envolvidos com uma dúzia de garrafas de cervejas vazias, as cervejas eram, depois do São Paulo, as paixões do jovem e do craque.

O jovem universitário e o gênio nobre da bola deixaram a noite passar às gargalhadas, ambos fizeram poesia e recordaram gols de todos os tempos, tempos que julgavam imortais.

O gênio da bola era Toninho, o artilheiro que Deus levaria precocemente para fazer peripécias no céu em 1990 e o jovem universitário era eu, que hoje derramo lágrimas ao constatar que nunca mais teremos a nos motivar o leão da área, o nobre e implacável Toninho, o Antonio Ferreira, esse maravilhoso artilheiro tricolor.

Ave, Toninho Guerreiro, nobre tricolor!

Dr Catta-Preta é advogado e são-paulino.

Via Blog do Marcello Lima

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Galinhas 4×3 São Paulo

28/03/2010

Não é possivel. Esses gambás tem muita sorte.

Se analisar  gol a gol das galinhas dá pra entender que não houve superioridade nenhuma. O gol do Elias foi um golaço, alguém vai dizer que não ? Mas os outros 3 gols foram falhas da nossa defesa, simples assim. Então vejamos. Gol do Danilo: falha clamorosa da nossa defesa que não deu chutão e permitiu que o adversário ficasse com o rebote.  Gol do Roberto Carlos: frangaço do Rogério Ceni que deveria ter dado um soco na bola. O quarto gol: uma infelicidade  inédita do grande zagueiro Alex Silva que jogou para dentro do próprio gol.

Analisando os nossos gols. O primeiro. Jogada linda de Dagoberto pela esquerda, e um passe açucarado para o Jean encher o pé. Depois um rebote do goleirinho das galinhas para o segundo gol do Rodrigo Souto que ainda fez outro de cabeça numa bola alçada na área pelo Cicinho.

Portanto, não considero esse placar mérito das galinhas, mas muita sorte delas e puro infortúnio do nosso sistema defensivo. Mas mesmo comprovando isso, a imprensinha vai deitar e rolar e vai, como sempre, endeusar gordo e cia. Mas é bom porque vão se acomodar.

Outra coisa que deve ser mencionada é a péssima atuação do senhor Wilson Seneme. Quer dizer que o W9 numa disputa de bola, toma uma cotovelada do Dentinho e recebe cartão vermelho ? Que mundo que você vive seu merda ? E a cotovelada do Paulo André no peito do Fernandinho pela esquerda da área das galinhas ? Se você expulsou o Dentinho, deveria ter expulsado o Paulo André, qual o critério que você usa ? E a simulação de falta que o Jucilei fez na área do São Paulo, tentando cavar um penalty e nem amarelo levou ? Juiz fraco, pra não dizer safado e sem vergonha.

De qualquer forma, ao findar desta rodada, estaremos no G4 e dependeremos apenas de nós mesmos para chegar as finais. Eu, se fosse da diretoria ou da comissão técnica, entregava essa merda. Qual a diferença que faz um paulistinha pra camisa mais vencedora deste pais ?

Hoje eu tenho que falar porque eu não tenho sangue de barata velho. Tô começando a ficar de saco cheio dessa falta de vontade. Todos os blogs, comunidades, espaços, fóruns e qualquer lugar na blogosfera que fala do São Paulo tem repetido incansavelmente: o time precisa urgente de um meia clássico e outro atacante que seja referência na área para substituir o W9 quando necessário ou mesmo para ser titular.

Cadê !?!?! Quantas vezes vamos ter que repetir a mesma coisa ????

Ricardo Gomes. Será que você já realizou que o São Paulo não está se sentindo bem com o 4-3-1-2 que você quer implantar ? Não dá pra você perceber que o São Paulo sempre teve defesas fortes e por isso ganhava títulos ao não levar gols e marcar os seus tentos quando necessário ? Será que eu vou começar a sentir saudades do Muricy Ramalho meu Deus do céu ?!?!?!

Como que você me tira o Hernanes pra colocar o Cicinho ? O Cleber Santana não jogou porra nenhuma !!! O que você vai fazer com o Marcelinho Paraiba ??? Você não consegue arrumar um lugar pra ele nesse time ? Deixa eu entrar ai que eu resolvo porra !!!

Logo mais as 19:30h no Canindé, tem Portuguesa x Grêmio Prudentino, um dos dois tem que ganhar pra tirar as galinhas do G4.

Depois teremos pela frente, o Botafogo dia 04/04 no Morumbi, e dia 07/04 em Piracicaba, o jogo é contra o encardido Santo André. E ai eu quero ver se essa camisa tem algum valor pra esses caras, porque se perder pro Santo André, eu vou esculachar.

GALINHAS 4 X 3 SÃO PAULO

Galinhas
Rafael Santos; Moacir, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias (Tcheco) e Danilo (Jorge Henrique); Dentinho e Ronaldo (Iarley)
Técnico: Mano Menezes

São Paulo
Rogério Ceni; Jean, Miranda, Alex Silva e Junior Cesar; Rodrigo Souto, Cleber Santana, Léo Lima (Fernandinho) e Hernanes (Cicinho); Dagoberto (Marlos) e Washington
Técnico: Ricardo Gomes

Data: 28/03/2010, domingo
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Auxiliares: Emerson de Carvalho (SP) e Herman Vani (SP)

Público: 23.372 pagantes (total de 24.557 torcedores)

Renda: R$ 738.733,00

Cartões amarelos: Paulo André, Iarley (GAL); Léo Lima, Rodrigo Souto (SP)

Cartões vermelhos: Dentinho (GAL); Washington (SP)

Gols: Elias, aos 18min, Danilo, aos 34min, e Jean, aos 43min do primeiro tempo; Roberto Carlos, aos 7min, Rodrigo Souto, aos 29min e aos 37min, Alex Silva (contra), aos 44min do segundo tempo

Ficha técnica: UOL Esportes

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Nota: Acabo de saber pelo terceiro tempo que o Rogério Ceni foi agredido no Pacaembú.

Painel FC – 28.03.2010

28/03/2010

Morumbix

Pessoa ligada à EBX, a holding que controla os negócios do empresário Eike Batista, fez contato com o São Paulo sobre a possibilidade de patrocinar o clube e também de investir na reforma do Morumbi para a Copa-2014. O clube já enviou o programa que tem apresentado a possíveis investidores e patrocinadores, e uma reunião será agendada. O São Paulo pretende obter um parceiro para bancar 40% da reforma de seu estádio. A diretoria ainda diz negociar com quatro empresas o patrocínio master de seu uniforme.


Honra. O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, já mandou avisar que pagará prêmio ao time se vencer o clássico de hoje no Pacaembu. “Para esse jogo, mesmo jogando mal, tem que ter bicho”, afirma o superintendente Marco Aurélio Cunha.

Água fria. Aliados do presidente Andres Sanchez contam que ele telefonou para Juvenal Juvêncio durante a semana para dizer que não há problemas entre eles e que os dois não estão brigados.

O alvo. Mano Menezes é o principal motivo de críticas de jogadores do Galinhas. Um deles, inclusive, teria dado carona, após a derrota para o Paulista, a dois líderes da Galinhas da Fiel e dito que “ninguém no elenco aguenta mais o técnico” e que o clube traria Vanderlei Luxemburgo.

Professor? Outros atletas se queixam das seguidas mudanças táticas feitas pelo treinador galináceo por conta do fraco desempenho da equipe, o que impede o time de obter um padrão de jogo definido.

E a bola? No clube, porém, há insatisfação com boa parte do elenco, principalmente com os recém-contratados, como Iarley, Tcheco e Danilo, que ainda não convenceram.

Campanha. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, deve se reunir amanhã com cartolas de clubes de SP para pedir votos a Kléber Leite para a presidência do C13. Até agora, Leite não angariou votos.

Na cal. O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, diz que “só falta assinar” o acordo para que a Seara seja oficializada como patrocinadora principal do clube. O dirigente diz que, “descontados os dois meses do ano, o valor ficou bem próximo do que queríamos”.

Plim-plim. A Globo estuda aumentar as transmissões de jogos do Santos em TV aberta graças ao sucesso da equipe comandada por Dorival Jr.

Um ou outro. Gente que frequenta o futebol do Sujeiras comenta que o zagueiro Danilo e o meia Diego Souza não podem jogar mais juntos. Um dos dois jogadores deve deixar o clube. Se Diego Souza for embora, o destino dele pode ser o Cruzeiro.

Parado. Um Toyota Co- rolla, adquirido na gestão do ex-presidente Affonso della Monica, foi penhorado por conta de uma dívida do Sujeiras. A oposição vai cobrar explicações da diretoria na próxima reunião do COF.

Dividida

“Eu duvido que a Patrícia não vote em mim se eu for candidato”


Do ex-presidente flamenguista KLÉBER LEITE , candidato a dirigir o Clube dos 13, sobre o apoio da atual presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, ao mandatário da associação de clubes, Fábio Koff

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Frase

28/03/2010

“Todas as equipes grandes, em sua história, ficaram pequenas em determinado período. Mas o Sujeiras não é pequeno”
ANTÔNIO CARLOS
técnico do Sujeiras

Via Folha

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Decadência Anunciada

28/03/2010

Quando torcedores de outros clubes dizem nos fóruns, blogs e comunidades do orkut, que as porcas são atualmente menores que a Portuguesa, Santo André, São Caetano, Ponte Preta e Guarani; há uma revolta generalizada da torcidinha.

A conversinha é a mesma de sempre. Uma retórica chata e bem conhecida.

Primeiro querem nos mostrar sua grandeza (?) ao listar suas conquistas históricas: Copa 1951, Taças Brasil, Robertões, e etc;  e depois tentam denegrir os outros clubes numa tentativa desesperada de rebaixar os rivais ao seu nível e assim conseguir algum lugar confortável pra descansar: todos são uma merda portanto não há nada pra se envergonhar.

Não vou me dar o trabalho de dizer aos senhores, amigos e leitores deste blog, que essas “conquistas” não tem valor; pronto, já disse, não dá pra resistir !

Comprovo minha teoria lembrando que não faz muito tempo, tiveram a capacidade de criar dossiês pedindo a FIFA e a CBF que “reconhecessem” seus feitos do passado. Desnecessário dizer que tal dossiê se transformou em perda de energia, tempo, tinta e papel; porque lógico, não foram considerados.

Nestes últimos anos, temos visto o esforço tremendo de uma organização que já dá sinais de um fim anunciado. Como alguém numa UTI que busca algum ar pra respirar, lutando pelo direito de ter mais um fôlego de vida, mais tempo antes do trágico final.

Depois de anos sem conquistas, levantaram um troféu em 2008, que ficará marcado na história como o campeonato paulista mais sujo de todos os tempos. Pior ainda que o campeonato paulista de 1942, onde escalaram um árbitro que nunca apitou na vida, e depois de deixar a porrada comer a vontade no jogo final, foi visto pulando carnaval na escória.

No brasileiro de 2009, depois de abrirem 7 pontos do segundo colocado em um determinado ponto do campeonato, chegaram ao final do ano, sem caneco e sem ao menos a classificação para a Libertadores da América.

Em 2010, tentando mostrar alguma dignidade, rivalizam com Santos e São Paulo, mas fracassam diante do São Caetano 1×4, Santo André 1×3 e Ponte Preta 0x2, apenas para mencionar os jogos que aconteceram na Paçoca, diante da sua torcida.

Mas não é só isso, fora das quatro linhas ainda tem mais mediocridade: máfia dos ingressos, jogadores pagos com cheques sem fundos, W Torre e a tentativa de reformar a Paçoca Itália na esperança de abrir a copa do mundo de 2014 ou ao menos receber jogos da seleção italiana, agressões a jogadores, palestra de motivação da torcida organizada para os jogadores( essa foi foda, rsrsrs ), falta de pagamento de IPTU, conchavo político para aprovação de balanços que estão no vermelho, e etc.

Hoje, ao abrir a página da UOL pra saber como foi a rodada do sábado, me deparo com a seguinte manchete: Sujeiras minimiza tropeço e admite caráter de amistoso.

Essa empáfia é que me levou a escrever este post. Porque o discurso antes do jogo era outro: “vamos em busca da classificação para as finais pois temos chances matemáticas”, resultado: 1×1 contra o poderosíssimo Mirassol, em plena Paçoca Itália.

Tudo isso será minimizado, claro, após alguma vitória sobre alguma equipe de “grande expressão” do norte ou do nordeste pela copa do Brasil.

O dia que aquilo enfim fechar suas portas, confesso que ficarei triste. Porque eu tive bons momentos em todos os 11 jogos de mata-mata que tivemos: foram 10 vitórias e um empate a favor da Soberania.

Avanti Palestra ! Schoppia Che La Vitoria é Nostra.

SOLO NO_X_TRA

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Vale a Pena Ver de Novo

27/03/2010

Chupa galinhada !

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Os Verdadeiros Usurpadores do Bem Público

26/03/2010

Pra quem tem o hábito de apontar o dedo para a SOBERANIA, dizendo que construimos o Morumbi com dinheiro público, o que nunca existiu como já foi comprovado neste blog, a noticia que a galinhada invadiu terreno público mostra como quem acusa normalmente é quem tem culpa no cartório. Que coisa feia hein cara de areia mijada ?

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Prefeitura tenta retomar parte do Parque São Jorge

Blog do Paulinho

Dentre os inúmeros processos respondidos pelo Corinthians, na justiça, um deles causa especial preocupação aos seus dirigentes.

A Prefeitura de São Paulo notificou o clube, em maio de 2009, da impossibilidade de ceder a área em frente o portão principal, utilizada hoje como estacionamento, pizzaria, entre outros empreendimentos, pelo Timão.

Mesmo assim, a área não foi desocupada.

Restou para o Município entrar com processo de reintegração de posse, nº 053.10.006385-6, em junho de 2009, ajuizado no último dia 03 de março de 2010.

O Tribunal decidiu que precisa ouvir as justificativas do Corinthians para a não devolução do terreno.

Logo após, a sentença deverá ser pronunciada.

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