Archive for novembro \30\UTC 2009

Painel FC

30/11/2009

Elefante do Planalto

Na avaliação de cartolas envolvidos em projetos da Copa-14, a Operação Pandora, que envolve o governador do DF, José Roberto Arruda, e alguns de seus auxiliares, enterrou completamente as chances de Brasília fazer a abertura do Mundial. A capital federal, São Paulo e Belo Horizonte querem o jogo. O projeto do novo estádio de Brasília recebe críticas por conta de seu alto valor, R$ 700 milhões. A discussão, agora, é a de que, se Brasília não elaborar um projeto mais modesto, corre o risco até de ficar fora.

Boca do povo. Grupo de conselheiros do Sujeiras articula para convocar reunião extraordinária no conselho para cobrar o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo sobre as declarações dadas na sede da Merda  Alviverde. A ideia é colocá-lo na comissão de sindicância por falta de decoro.

Outro motivo. Para esses conselheiros, o ataque ao ônibus do time anteontem, no retorno de Itu, reforça a estratégia de levar Belluzzo para o “banco dos réus”. Eles acreditam que a emboscada tenha sido provocada por torcedores são-paulinos.

Análise. com o presidente são-paulino, Juvenal Juvêncio, sobre Belluzzo ouve que o sujeirense é um homem “agradável e inteligente”, mas que não entende de futebol.

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Nota do blog: A briga agora é com Belo Horizonte pra sediar a abertura, menos um pra encher o saco. Como em BH não tem rede hoteleira descente, parece que tá na mão a abertura do mundial.

E pra variar, é culpa de sãopaulinos as merdas que acontecem com as vagabundas, jogaram pedras nas putas e a culpa é nossa. Logo mais vão dizer que a camisa verde cor de sujeira foi pressão do São Paulo na época de Getulio Vargas.  Vão a merda !

Marcelo Portugal Gouvêa

30/11/2009

Não tenho idéia de como as coisas funcionam em outros clubes. Mas aqui nós prestamos reverência a quem merece.

Hoje faz 1 ano que faleceu o nosso saudoso presidente.

Este post é pra homenagear o homem que mudou a cara do São Paulo FC nos últimos anos. Desde que se tornou presidente do maior clube deste país, o Tricolor venceu quase tudo que disputou.

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Um pouco sobre Marcelo Portugal Gouvêa

Muito já foi dito no decorrer desse domingo e nos jornais dessa manhã de segunda-feira sobre Marcelo Portugal Gouvêa.
Nunca será o bastante para se ter a real dimensão do que foi e do que representou para sua família e para o São Paulo, que também era sua família. Uma família exigente em tempo, atenção, dedicação.
Enquanto voltava para São Paulo na manhã desse domingo que começou triste, pensava no dirigente, a quem já conhecia pela imprensa desde a posse como presidente, e pensava na pessoa, que conheci em 2004.

Marcelo primava pela educação e gentileza, sempre, dando importância e atenção a todos.
Sua gestão à frente do São Paulo foi, para mim, a síntese do que deve ser a administração de um clube que tem no futebol sua razão de ser, apoiado na democracia interna e no trabalho em equipe, em que a paixão não é inimiga da razão.

Na prática, ele foi o primeiro dirigente a perceber a nova dimensão que tomava o futebol brasileiro com o fim do malfadado e anacrônico “passe” e a plena vigência da Lei Pelé. Graças a isso, o São Paulo saiu na frente e apontou os caminhos que começavam a ser trilhados na Europa e hoje fazem parte da rotina de nosso futebol, mas ainda mal compreendidos e pior executados por muitos clubes.
Ao contratar Ricardinho, em 2002, ele disse que aquela era a última grande transação daquele tipo em nosso futebol.
Dito e feito.

O futebol era sua paixão e o time de 2002 correspondeu a ela durante toda a fase classificatória do Campeonato Brasileiro, voando em campo com Kaká, Simplício e Julio Batista, além de Rogério Ceni, crias da base tricolor, e mais Luiz Fabiano, Reinaldo e Ricardinho, conquistando uma série de dez vitórias seguidas.
Mas o futebol é o que é e aquele time fantástico não conquistou o Brasileiro. Foi, também, o começo de uma era em nosso futebol. No ano seguinte, com uma nova filosofia colocada em prática, o clube voltou, depois de dez anos, a disputar a Copa Libertadores de América, paixão maior de todo torcedor do São Paulo. No retorno, uma campanha excelente, chegando à semi-final e perdendo para o desconhecido Once Caldas, que viria, em seguida, a conquistar o título derrotando o poderoso Boca Juniors. Desconhecido, sim, mas muito competente.

Novamente classificado para a Libertadores, 2005 foi o grande ano da história recente do São Paulo. Mesmo com uma mudança de técnico no meio da disputa da Libertadores, o time conquistou o campeonato e, no final do ano, tornou-se campeão mundial do novo campeonato instituído pela FIFA, em sua primeira disputa nos novos moldes, fechando um ano brilhante que começara com a conquista do Campeonato Paulista.
Em campo, um time formado em parte dentro da nova realidade do futebol brasileiro.


Em 2003 Marcelo foi para o Uruguai e lá contratou um jovem zagueiro, promissor, mas desconhecido, Diego Lugano.
O então treinador não gostou muito e referia-se a ele como o “jogador do presidente”. O treinador pouco durou e pouco é lembrado hoje, mas o “jogador do presidente” tornou-se um dos maiores ídolos da história recente do São Paulo, ao lado de Rogério Ceni.

O outro “jogador do presidente” foi o melhor jogador de futsal do mundo, Falcão, que teve poucas chances de mostrar seu valor e adaptar-se para valer ao futebol, sendo pouco utilizado pelo treinador da época. Que teve seu trabalho respeitado pelo presidente.

Ao mesmo tempo que cuidava do time de futebol, levando-o a grandes conquistas, sua gestão foi marcada pela inauguração do REFFIS, considerado uma referência mundial em recuperação de atletas lesionados, e no futuro do clube, com a inauguração do Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia.


Em sua gestão, a área social do clube foi revitalizada e estruturada, iniciando um processo que transformou-a em centro gerador de receitas e não só de despesas, um caso quase único no universo dos clubes brasileiros.

O torcedor Marcelo nunca esqueceu os jogadores que levaram, no decorrer de sua história, a ser o São Paulo o que é.
Uma de suas “menina dos olhos” era o Encontro de Ex-Jogadores, uma festa bonita, no CCT da Barra Funda, reunindo atletas de diferentes épocas, ídolos de outros tempos, outras conquistas, ou de tempos difíceis, durante os quais o clube investia em seu futuro, construindo o Morumbi.
Sua alma de torcedor levava-o a fazer pequenas “loucuras”, que contava sorridente, como despertar à uma da manhã para ver um jogo de vôlei feminino da seleção dirigida por Zé Roberto Guimarães, dormir um pouco e acordar novamente às cinco para acompanhar a seleção de futebol sub 15 ou sub 17.

Há algum tempo, conversando com o amigo e são-paulino Damião, ele contou-me um episódio com o presidente do São Paulo que marcou-o. Enquanto voltava para São Paulo, numa Anhanguera com vans, ônibus e carros lotados, levando torcedores e suas bandeiras para o jogo contra o Fluminense, liguei para Damião e pedi-lhe para relatar esse episódio. Há outros, mas ficarei com esse, que retrata bem um pouco do Presidente Marcelo Portugal Gouvêa:

“Emerson, pouco sabia sobre Marcelo Portugal Gouvêa antes dele assumir a presidência do Tricolor. Mas na sua passagem pela presidência, tenho uma experiência pessoal que me deu noção de quem foi MPG, como era carinhosamente tratado pela torcida, na direção do nosso São Paulo e do tamanho do seu nível de atenção com as nossas coisas, o qual relato a seguir.

Quando da venda de Cicinho para o Real Madrid, em agosto de 2005, eu, torcedor do Tricolor e advogado por profissão, por vício do ofício, me preocupei que tal venda não fosse, efetivamente, uma manobra da então atuante MSI, para adquirir nosso craque de forma indireta. Diante disto, resolvi externar minha preocupação ao Tricolor, na figura do presidente e enviei um fax para seu gabinete no clube, inclusive sugerindo que fossem adotadas providências jurídicas para que se evitasse uma possível operação triangular.

Pensando ter cumprido meu dever, dei tal assunto por encerrado.

Qual não foi minha surpresa ao receber um telefonema do próprio Marcelo, quando ele teve a oportunidade de esclarecer para mim todos os pontos da negociação. Travamos uma agradabilíssima conversa na qual ele pôde me relatar os meandros dos problemas que enfrentava na direção do clube e as ações que estava implantando.

Eu que, por observação e por informações indiretas – inclusive de integrantes da própria oposição do clube – já estava formando uma impressão positiva em relação ao MPG, depois deste inusitado contato com ele, passei a ser um admirador seu.

Que o bom Deus reserve um lugar na ‘Tribuna de Honra’ do céu, para que logo mais, se o destino assim nos permitir, o Tricolor possa alcançar a glória do primeiro Tricampeonato da sua história e da história do campeonato brasileiro, e oferecer para o nosso eterno “Trisidente Mundial”, conforme gosto de tratá-lo carinhosamente.”

Ontem, por ser o futebol o esporte maravilhoso que é, o São Paulo não conquistou o Tri-Campeonato tão ansiado. Quem sabe para não entristecer Mestre Telê, pois a vitória de um Tricolor sobre o outro iria fazer isto. Quem sabe se lá na “Tribuna de Honra” celestial eles todos reunidos não resolveram nos dar mais uma semana de emoção, até o próximo domingo?

Estou certo que o time conquistará em campo mais esse título para o “Trisidente” Marcelo, justo e merecido. Muito merecido, pois durante esses anos ele permaneceu na direção do clube, como seu diretor de planejamento, trabalhando, como sempre, pela família Tricolor.

Olhar Crônico Esportivo – 30/11/2008

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Bad Mood

29/11/2009

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Nós não somos iguais aos outros

29/11/2009

Por isso, aqui não tem choradeira de STJD e nem de arbitragem e outras merdas. Mas pare pra pensar o real motivo da nossa derrota.

Pode um time ser campeão com Renato Silva, Washington, Arouca, Jean, Marlos, Hugo, e etc ?  Cade o lateral direito ? Cade o camisa 10 ? Cade o matador ? Eu falei matador e não caneleiro !!! Cade a meia ?

Cade o banco ??? Ricardo Gomes é técnico pro São Paulo FC ??? O Silas nào renovou o contrato com o Avai. Vai buscar JJ !!!

Não podemos conviver com mediocridade, nós não somos como os VENDIDOS, como os DOMINADOS PELA MÁFIA, como o CLUBE DO DITADOR !!!

Espero que o São Paulo FC já tenha seus contratos e contatos pré agendados para 2010.

A minha crítica é dura e injusta ? Talvez. O São Paulo FC não joga apenas contra o adversário no campo, por isso é preciso SEMPRE ter um SUPER TIME, caso contrário nos tirarão o caneco como fizeram este ano.

Espero que tenham aprendido a lição.

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Nota do blog: VÃO SE FUDER, BANDO DE FILHOS DA PUTA. Antes que eu me esqueça.

Assista

29/11/2009

Clica no video abaixo e coloca em 3:05. O penalty. Olha a atitude do goleiro GALINHA e tire as suas conclusões.

O São Paulo está em quarto porque jogou mal ? Ou porque estão jogando contra ele fora de campo ?

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Nota do blog: Na narração do Noriega no PFC, ele diz: “O goleiro Felipe poderia ter defendido essa bola, era só esticar a mão. Isso não é atitude profissional.” Essa é outra narração, assim que tiver a da SPORTV eu posto, em todo caso, prestem atenção no lance.

Isso também vale pra entender  que contra nós entram como leões, mas a nosso favor é isso ai…

DIÁRIO DA PARANÓIA

29/11/2009

09:00 – Acordei e fui comprar jornal, liguei a TV na VH1, não quero saber de notícia de esporte agora, vocês já ouviram a nova do Jay Z ? Muito som, e olha que eu gosto de som mais pesado, enjoy it anyway:

http://www.youtube.com/watch?v=0UjsXo9l6I8

10:20 – Já estava de volta em casa, com 1 caixa de cerveja, os jornais ( a banca é ao lado do Pão de Açucar ) azeitonas, macarrão e um molho. Queria comer massa hoje.

11:05 – Minha mulher começa a pilotar o fogão, ela domina. Já sinto o cheiro do alho, cebola.

11:40 – Comecei. Abri minha Brahma, sentei na mesa, atualizei o blog, achei duas reportagens show, sobre o Alex Dias e o Careca, fiquei pensando. Porque o Alex Dias não deu certo ? Ele é pior que o Washington caneleiro ? Eu gosto do W9, mas faz você a comparação. As vezes a diretoria dá uns vacilos, em todo caso, eu vou seguir meu pensamento: ” A gente nunca sabe o que um cara pede pra jogar no MAIOR DO MUNDO”.

12:30 – Almoço. Baralho, que fome.

14:20 – Internet de novo, hoje nem liguei meu video game ainda, que paranóia, não chega a hora do jogo.

15:10 – Abri outra, já não sei a quantas estou, rsrsrsrsrsrs

16:27 – Escrevo esta linha, ponho no Faustão, e ai toca a música. Fábio Junior, Pai. Então me lembrei do MEU PAI. Falecido. Bateu aquela emoção, chorei. ( Preciso ter vergonha ?  ) Meu pai, que me deu mais que um sobrenome, me deu caráter, me mostrou o caminho do bem, o caminho certo a seguir, a trilha do trabalho, da irmandade, da harmonia, do “brotherhood”. ME MOSTROU O TRICOLOR. Me levou no Morumbi, eu vi o Chulapa metendo gol na Ponte, em uma final de campeonato paulista, no tempo em que isso valia a pena. Me ENTREGUEI a esse amor. Hoje, quando eu defendo o TRICOLOR, eu defendo meu pai e seus ensinamentos.

16:34 – Vou sair. SÃO PAULO, vai lá e faz HISTÓRIA OUTRA VEZ.

A gente vai chegar !!!

Até mais

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Atualizando: Virou 4×2 PQP, e acho que o caneco foi pro saco…  Mas tudo bem, depois de 3, seria impossível conseguir 4 com tantos “INTERESSES” contra o TRICOLOR. De qualquer forma, o TRICOLOR fez o seu papel, quantas malas foram pra GOIÁS hoje hein ?

Memória Tricolor: Careca

29/11/2009

Como toda semana  vamos relembrar algum jogador que foi importante para a história do nosso São Paulo Futebol Clube.

Hoje falaremos sobre um dos melhores atacantes que passou pelo nosso clube: Careca.

Batizado com o nome de Antonio de Oliveira Filho, ganhou o apelido de Careca por ser fã do palhaço Carequinha.

Carreira

Careca começou sua história em Araraquara, no interior de São Paulo, sua cidade natal. Da geração de Lavinho, Carlos Henrique, Peligão, e tantos outros nomes de respeito no futebol amador de sua cidade, foi ganhando respeito por sua qualidade acima da média em fazer gols. Logo chamou atenção dos grandes de São Paulo, e foi aí que iniciou sua carreira.

Foi o Guarani em 1978, abriu as portas para o atacante. Foi campeão brasileiro no mesmo ano, tendo marcado o gol do título.

Veio para o São Paulo em 1983, com a responsabilidade de substituir Serginho Chulapa, após ter se recuperado de uma contusão que o fez perder a Copa do Mundo em 1982, na Espanha. Na Copa de 1986, ele marcou 5 (cinco) gols, colocando-o em segundo no ranking da Chuteira de Ouro, atrás de Gary Lineker, da Inglaterra.

Ainda em 1986, Careca liderou o São Paulo na conquista do Campeonato Brasileiro, batendo seu antigo clube, o Guarani, na final — e marcando o gol que levou a decisão para a disputa de penalidades. Com vinte e cinco gols, foi artilheiro e eleito o melhor jogador do campeonato.

Em 1987, depois de cento e noventa e um jogos e cento e quinze gols pelo São Paulo, foi contratado pelo Napoli, da Itália, onde foi companheiro de ninguém menos que Diego Maradona. Sua primeira temporada na Itália não teve sucesso, apesar de ter marcado 13 (treze) gols. No ano seguinte, conquistou a copa da UEFA.

Em 1993, Careca deixou a Itália para jogar pelo Kashiwa Reysol, time japonês. Ficou 4 (quatro) anos no clube, ajudado-o a subir para a primeira divisão.

Depois se transferiu para o Santos, seu clube do coração, onde encerrou a carreira depois de defender o clube em apenas nove jogos (com dois gols), no Campeonato Paulista de 1997.

Títulos conquistados

Campeonato Brasileiro de 1978 e Campeonato Brasileiro Série B em 1981 pelo Guarani;

Campeonato Paulista de 1985, 1987 e Campeonato Brasileiro de 1986, pelo São Paulo;

Copa da UEFA de 1989, Campeonato Italiano de 1990 e Supercopa Italiana , pelo Napoli;

Títulos Individuais

Bola de prata: em 1982 e 1985;

Bola de ouro em 1986;

Artilheiro do Campeonato Paulista de 1985, com 23 gols;

Artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1986, com 25 gols.

São Paulo Blog News

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Alex Dias: torcedor ilustre do São Paulo na ‘final’

29/11/2009

Atacante, campeão brasileiro pelo Tricolor em 2006, aposta na conquista do hepta já no domingo.

 
Alex Dias chegou ao São Paulo em fevereiro de 2006 e foi embora em dezembro, com o título brasileiro na bagagem. Mas a camisa do clube o acompanha desde os sete anos de idade. Às vésperas da possível conquista do heptacampeonato, é hora de tirá-la do armário.

De férias em Goiânia, após rescindir contrato com o Vila Nova, o atacante será mais um são-paulino ansioso por comemorar no Serra Dourada.

Alex Dias já defendeu 13 clubes profissionalmente na carreira, mas garante que, nas apresentações, beijou somente uma camisa.

– Só a do São Paulo, que é meu time, sempre foi. Beijei outras em comemorações de gol, mas o orgulho maior da carreira é ter vestido esse manto – afirma o jogador, com o símbolo do Tricolor entre seus dedos.

Com o Serra Dourada, palco da decisão deste sábado, ao fundo, Alex comprovou mais uma vez que não é são-paulino da boca para fora. Citou gols antigos e avaliou o momento do time, sempre em tom apaixonado.

– Com a saída do Muricy, aquele tumulto e a chegada do Ricardo Gomes, todo mundo pensou que iria desandar, mas o Ricardo administrou a confusão e teve paciência. O São Paulo é forte porque a única preocupação do jogador é jogar. O salário é pago em dia, a torcida é maravilhosa, poucos têm um CT e um estádio como aqueles – derrete-se o atleta.

Aos 37 anos, Alex Dias não tem a ilusão de retornar ao clube do coração, mas ainda tem esperança de estreitar novamente laços com o Tricolor. Elas passam por Alex Júnior.

– Se meu filho de sete anos seguir a carreira, meu sonho é vê-lo jogar no São Paulo como o pai – revela.

Enquanto o Júnior não cresce, o pai só torce – e muito – pelo hepta!

Bate-Bola com Alex Dias – Campeão em 2006

Quase três anos depois de sair do São Paulo, continua sofrendo quando assiste ao time jogar?
Sofrendo não, só torcendo. O meu São Paulo sempre chega! Tenho amigos lá, ligo sempre para o Rogério Ceni, o Renato Silva… Era um sonho de criança jogar no São Paulo, desde aquela máquina de Careca, Silas e Muller. Eu tinha pôsteres do time no quarto, ganhava aposta dos palmeirenses e corintianos na escola. Foi um momento fantástico.

Por que você é são-paulino?
Ah, desde os sete anos, quando já batia pelada, o São Paulo era uma máquina. Eu me lembro de um gol do Careca contra o Fluminense, depois de um lateral do Nelsinho. Depois vi o time do Telê, joguei contra pelo Remo. O São Paulo é minha vida.

E vai ser campeão de novo?
Será difícil contra o Goiás, mas os rivais também têm partidas complicadas. Confio mais no São Paulo. Vamos ganhar!

Você encerrou a carreira?
Não, quero jogar até os 40. Há times do interior de São Paulo interessados, mas de repente pode pintar algo no Rio de Janeiro, como América. Vamos esperar.

Lance!

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Pelo fim do STJD

28/11/2009

O erro do STJD no caso do atleta Jean, do São Paulo, é irreparável.

Puní-lo inadequadamente, como foi o caso, depois voltar atrás e reconhecer que o jogador cumpriu uma partida a mais do que deveria em sua punição é das maiores aberrações cometidas pelo órgão.

Pode até interferir em uma possível perda de título do clube.

Quem garante que o resultado contra o Botafogo seria o mesmo com Jean em campo ?

Por esta, e por outras, que a melhor solução, sem dúvida, é a destituição deste Tribunal.

Antes que novas barbaridades sejam cometidas.

Campeonatos têm que ser decididos dentro de campo.

Não pelo desejo de meia dúzia de incompetentes e comprometidos.

Blog do Paulinho

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Nazi-Fascismo, A Doença que não Acabou

27/11/2009

Uma das coisas mais asquerosas das ideologias que dão nome a este post, é a disceminação da idéia de superioridade de um grupo de pessoas.

Para que não houvesse “contaminação”, os “inferiores” deveriam ser eliminados, se não pelo gueto, pela Solução Final. Essa era o desejo do FUHRER e seu limpa botas o DUCE.

Pois bem. Os filhotes dessa ideologia, aqui representados pelos netos e filhos dos que fundaram o CLUBE VENDIDO; clube (?) que só aceitou negros a partir dos anos 50 depois de serem pressionados por Getúlio Vargas a mudar de nome por sua ligação com o FASCISMO, parece que não aprenderam a lição.

Ainda hoje, querem rotular pessoas. Então vejamos o que diz o LIXO MOR:

” Só pode pensar que instigo a violência quem não tem personalidade e vontade própria – a ponto de agir como testa-de-ferro de alguém e escrever apenas textos  encomendados pelo dono dele. O amigo que frequenta a “AQUELE BLOG” sabe disso, mas como explicá-lo para um motoboy iletrado que não sabe nem sequer digitar um parágrafo sem errar – quanto mais interpretar um texto?…”

Mas espera.

Havia um post lá que foi publicado e foi retirado. Que informava o nome de um arbitro, seu endereço e telefone ! Se esse IMBECIL é tão convicto das suas idéias, porque não manteve o post ? Não aguentou a pressão ? Não foi capaz de segurar a onda das suas mentiras ? Se tem tanta personalidade a ponto de acusar os outros que discordam das suas MENTIRAS ( IDÉIAS ?!?!?!?! ) de não ter personalidade, porque deletou o post e se contradisse  ?

PORQUE É UM CARA SEM PERSONALIDADE !

Não me intrometo em quem banca alguém, se é que banca. Não me interessa se fulano paga a faculdade de ciclano. Não me interessa quantos CPF’s uma pessoa tem, se é que tem mais de um. Não me importa se alguém escreve mal, até porque HITLER era inteligentíssimo e levou o mundo a MAIOR GUERRA e ao MAIOR MASSACRE DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

Não interessa qual é a sua profissão. Isso não é motivo pra rotular alguém.

Seja qual for a sua atividade, faça com amor e entenda que o que você é agora, é um degrau que te levará a lugares mais altos. AME O QUE DEUS TE DEU, se orgulhe !!!

Não sou motoboy, mas também não sou sou o tipo que vê injustiças e se cala.

Nem tampouco vou julgar alguém, afinal quem nunca pecou que atire a primeira pedra. O que importa não é de onde você vem, mas pra onde você vai.

A doença da ideologia segregacionista, a ideologia da superioridade de raça, que levou os nazistas a criarem qualidades e defeitos para que outras pessoas fossem rotuladas, e divididas em classes, e separadas em guetos; ainda hoje sobrevive em VERMES e BACTÉRIAS que conscientemente admiram o FUHRER e o DUCE, e querem espalhar essa ideologia na criação de guetos virtuais.

Esse blog, sem pretensões, combate esse tipo de atitude. Esse espaço se alinha aos que lutam contra a pseudo-elite que rotula, que segrega e que quer destruir aqueles que divergem.

Esse blog  criado por AMOR AO SOBERANO TRICOLOR, luta contra as fantasias, contra a invenção de histórias e dossiês mentirosos, e principalmente contra a INCITAÇÃO A VIOLÊNCIA.

Esse blog, prova o que diz caso necessário

Saudações TRICOLORES,

RUMO AO 7-3-3, NUNCA SERÃO !!!

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Vai entender a justiça desportiva brasileira…

27/11/2009
Vitor Birner

Jean foi punido com 1 jogo. Mas cumpriu 2.

Este ignorante no direito tenta entender essas coisas e não consegue. Como o caso do Morumbi, onde temos imagem, boletim de ocorência, identificação do infrator e tudo mais que e lei cobra.

Acabo de conversar sobre o assunto com o advogado José Francisco Manssur que assistiu ao julgamento representando o São Paulo.

Transcrevi literalmente, entre aspas, as palavras dele. Realmente curioso!

“O Relator Francisco Müssnich entendeu que Jean deveria ser punido com 1 jogo. E foi acompanhado pelo tribunal. Mas na última quinta-feira, quando o Dr. Francisco Mussnich teve a oportunidade de fazer prevalecer seu entendimento, quando poderia ter dado o efeito suspensivo para Jean cumprir um jogo, ele preferiu fazer prevalecer uma interpretação atípica do artigo da Lei Pelé que o obrigava a ter dado o efeito suspensivo para todos, e deu efeito suspensivo parcial reduzindo a pena de 3 para 2 jogos. Por que não deu o efeito suspensivo para  Jean que já tinha cumprido um jogo se achava que merecia um?”

José Francsco Manssur concluiu:

“É o caso típico onde o operador do direito coloca o Direito acima da Justiça, e o julgador deve saber que entre a sua interpretação do Direito e a justiça, deve sempre fazer Justiça”.

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