15.03.2015 – Pra Rua !

14/03/2015

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Juca Kfouri Tenta Explicar Porque Marxismo Não o Impediu de se Tornar Diretor da Playboy

14/03/2015

Risível…

Via Provocações

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Papo de Boleiro Com Álvaro Pereira

31/08/2014

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Figueirense 1×1 São Paulo FC

31/08/2014
fig 1x1 spo brasileiro 31082014 4-tile

Rubens Chiri/Site Oficial

O Tricolor até teve boas oportunidades para voltar com uma vitória de Santa Catarina, mas o empate com o Figueirense por 1 a 1 na tarde deste domingo (31), no Estádio Orlando Scarpelli, tem que ser valorizado. Diante de um adversário que também vive bom momento no Campeonato Brasileiro de 2014, o São Paulo somou um ponto importante e se manteve entre os líderes.

O gol são-paulino foi marcado pelo goleiro Rogério Ceni, de pênalti, que deixou tudo igual após Giovanni Augusto abrir o placar em Florianópolis. Com o resultado, os paulistas caíram para a terceira colocação, agora com 33 pontos, sendo ultrapassados pelo Internacional (34), mas se mantiveram no pelotão de elite em busca de uma vaga na Libertadores da América de 2015.

Antes do jogo com o Sport pelo Brasileirão, válido pela próxima rodada do torneio nacional, o São Paulo tem compromisso pela Copa Sul-Americana. Na quinta-feira (4), o clube decide uma vaga na próxima fase contra o Criciúma. Após a derrota por 2 a 1 no Heriberto Hulse, o Tricolor precisa do resultado positivo para avançar.

Mesmo depois de poupar alguns titulares na Copa Sul-Americana, o técnico Muricy Ramalho ainda teve dificuldades para montar o time, principalmente por suspensões e lesões. Alvaro Pereira, Alexandre Pato e Paulo Henrique Ganso estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo, não puderam encarar os catarinenses. Além do trio, Antonio Carlos e Luis Fabiano, que aprimoram a forma física, sequer viajaram para Florianópolis.

Já Rafael Toloi, Kaká, Denilson e Alan Kardec, preservados contra o Criciúma (2 x 1), foram utilizados pelo comandante, que montou a equipe no esquema tático 4-3-3. Com o polivalente Michel Bastos na lateral esquerda, o Tricolor começou a partida com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Michel Bastos; Denilson, Souza e Kaká; Ademilson, Osvaldo e Alan Kardec.

Com a bola rolando, o Figueirense começou animado, pressionando a saída do São Paulo e apostando nos cruzamentos. Os paulistas, por sua vez, tentavam esfriar o ímpeto do adversário, mas não conseguia segurar a bola. E após conter as investidas iniciais dos anfitriões, os visitantes criaram boas jogadas.

Aos 14 minutos do primeiro tempo, Kaká deu lindo passe para Kardec, que bateu cruzado. Tiago Volpi, já caído, conseguiu desviar com os pés. Foi a primeira boa chance da partida, que começou com a arrancada de Osvaldo e a visão de jogo de Kaká. Pouco depois, o Tricolor até poderia abrir o placar, mas a arbitragem não assinalou pênalti em Kardec, que foi puxado dentro da área.

Após a empolgação inicial do Figueirense, o São Paulo equilibrou as ações e chegou com mais frequência ao ataque. Aos 28, Osvaldo ficou com a sobra e arriscou após cobrança de escanteio, porém, o chute saiu no meio do gol e ficou nas mãos de Volpi. Na sequência, Osvaldo deixou Kaká na cara do gol. O meia bateu colocado, mas o goleiro rival acertou o canto e espalmou, salvando o Figueira.

Antes do intervalo, aos 36 minutos, o São Paulo ainda teve outra boa chance para abrir o marcador, mas a bola teimou novamente em não entrar. Em cobrança de escanteio, Edson Silva desviou para cima. Volpi afastou mal e a sobra ficou para Rafael Toloi, que dominou e bateu com perigo. A bola passou perto da trave esquerda da meta alvinegra.

Na volta para o segundo tempo, o Tricolor não teve tempo de impor o ritmo de jogo e logo acabou surpreendido. Giovanni Augusto, aos dois minutos, balançou as redes e tirou o zero do placar no Estádio Orlando Scarpelli: 1 a 0. A exemplo do primeiro tempo, o Figueirense começou com tudo. A diferença é que, desta vez, a pressão surtiu efeito. O São Paulo demorou para se encontrar e viu o adversário se fechar e diminuir os espaços.

Pelo alto, com bela cabeçada de Alan Kardec, o time são-paulino teve a oportunidade de igualar o placar, no entanto mais uma vez Volpi apareceu bem e espalmou. E se era difícil entrar na grande área dos catarinenses, o jeito foi usar o lance individual. Aos 30, Osvaldo tocou na frente e recebeu um tranco de Paulo Roberto dentro da área. Pênalti! Com categoria, o goleiro Rogério Ceni converteu aos 31 minutos e deixou tudo igual em Santa Catarina: 1 a 1.

O gol até animou o time são-paulino, que buscou a vitória até último minuto, mas o bom posicionamento defensivo do rival impediu que os comandados de Muricy acumulassem mais um triunfo no Campeonato Brasileiro. A arbitragem expulsou Michel Bastos nos instantes finais e, assim, fez com que o São Paulo administrasse o ponto importante fora de casa.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 31 de agosto de 2014 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho (Fifa-GO) e Bruno Boschilia (Fifa-PR)
Cartões amarelos: Paulo Roberto (Figueirense); Ademilson e Kaká (São Paulo)
Cartão vermelho: Michel Bastos (São Paulo)

Gols: FIGUEIRENSE: Giovanni Augusto, aos dois minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni (pênalti), aos 30 minutos do segundo tempo

FIGUEIRENSE: Tiago Volpi, Leandro Silva, Marquinhos, Thiago Heleno (Nirley) e Cereceda; Dener, Paulo Roberto, Marco Antônio e Giovanni Augusto; Clayton (Pablo) e Marcão (Everaldo) Técnico: Argel Fucks

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Michel Bastos; Souza, Denilson e Kaká (Boschilia); Ademilson (Reinaldo), Osvaldo e Alan Kardec Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Rapidinhas do Lina

29/08/2014

Brasileirão x Sul-americana e Copa do Brasil – Ontem o São Paulo perdeu para o Criciuma. Resultado normal ? Talvez, se considerarmos que o Tricolor jogou com um time diferente do que seria o titular. Torcedores mais exigentes podem cobrar a escalação do Muricy, mas será que ele está errado ? Entendo que não. O São Paulo que não tem um grande elenco, apesar de já ter provado que tem um bom time, deve mesmo priorizar o campeonato brasileiro por causa de contusões. Ao perder um jogador chamado titular em um torneio de menor expressão por algum tipo de lesão, pode no fim das contas prejudicar a performance do time em todas as competições. Na minha opinião, jogar apenas o brasileiro, com pausas para descanso e preparação, é o ideal. Afinal os jogadores não são máquinas e não se pode mais reclamar que eles não estão correndo ultimamente…

Douglas, Evangelista e o caixa – Todo mundo sabe que o São Paulo, como a maioria dos clubes do país, não está nadando em dinheiro como o próprio presidente Aidar confirmou. Heranças da gestão de JJ que fez várias lambanças no clube, entre elas, o contrato com a SEMP que venceu no meio do ano. Para um ano já atípico por conta da copa do mundo no país, um erro crasso deste, pode ser chamado de imperdoável. Nenhuma empresa vai fechar patrocínio faltando quatro meses para o fim do ano, empresas têm budgets ( orçamento ). Para resolver o rombo, o Tricolor tirou dois coelhos da cartola: as vendas de Douglas e Evangelista para o futebol europeu. Ainda assim não resolve, porque entram no caixa R$ 18 mi para um rombo de R$ 45 mi. Quem será o próximo jogador a nos deixar ?

E pra suprir a vaga do Douglas ? – Que tal o Auro da base pra reserva do Paulo Miranda ? Não sei se já está com o elenco profissional, mas deveria. O moleque tem bola. Assista e veja.

Centenário da sep – Além da indelicadeza de não convidar ninguém do São Paulo para participar da festa verde ( mesmo com alguns diretores Tricolores dizendo que têm ótimo relacionamento do outro lado do muro ), os mitômanos se lambusaram com seus “causos”. Não sei se os amigos viram, mas vários vídeos que a ESPN, BAND e TV Gazeta produziram pra mostrar a história da tal arrancada heróica de 42, têm as velhas inverdades. O que chamou a atenção é que participam destes vídeos historiadores da sep, o que significa que o que foi dito nas matérias apresentadas na TV contam com a aprovação deles. É dito que o São Paulo se retirou do campo, que o time deixou a partida no intervalo, entre outras inverdades. Naquela época, início do futebol profissional, mas ainda com um certo jeito amador de encarar o esporte, os times quando se sentiam prejudicados faziam o chamado corpo mole. O São Paulo fez o corpo mole e ficou em campo. A sep inclusive já fez o mesmo e até pior, ao perder jogo por WO. O São Paulo ao aplicar uma goleada em partida contra o Santos de Pelé, fez com que o time da baixada simulasse contusões e assim não ter o mínimo número de jpgadores, pra não ter que continuar a disputar partida em que poderia tomar uma goleada histórica, mas a gente não fica falando isso por ai, porque no Morumbi não faltam glórias a ponto de ter que criar fantasias. Isso é coisa de clube que se “apequena com o passar dos anos”.

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Entrevista do UOL Com Álvaro Pereira

28/08/2014

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Criciuma 2×1 São Paulo FC

28/08/2014
Rubens Chiri / Site Oficial

Rubens Chiri / Site Oficial

Em busca do bicampeonato da Copa Sul-Americana, o Tricolor estreou na edição deste ano na noite desta quinta-feira (28). No Estádio Heriberto Hülse, o São Paulo acabou derrotado pelo Criciúma por 2 a 1, no duelo de ida válido pela segunda fase, mas ainda segue vivo e tem condições de garantir a sua permanência na competição continental.

Com gols de Silvinho e Lucca, os catarinenses largaram na frente. No entanto, o tento marcado por Alexandre Pato manteve o time são-paulino com esperança de conseguir a vaga, já que uma vitória simples por 1 a 0, na volta, garante a classificação ao time paulista.

Após a partida contra o Tigre, o São Paulo permanece em Santa Catarina, pois enfrentará o Figueirense no domingo (31), pelo Campeonato Brasileiro. Vale lembrar que a partida de volta entre Tricolor e Criciúma está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de setembro, às 20h (de Brasília), no estádio do Morumbi.

Preservados pela comissão técnica, Rafael Toloi, Paulo Henrique Ganso e Kaká não viajaram com a delegação para o sul. Além deles, o atacante Osvaldo, que levou uma pancada no joelho, foi vetado pelo departamento médico. Já Luis Fabiano e Antonio Carlos seguem em recuperação de lesões musculares e também não viajaram para Santa Catarina.

Dessa forma, escalando pela primeira vez o polivalente Michel Bastos como titular, o técnico Muricy Ramalho montou o time são-paulino com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lucão, Edson Silva e Alvaro Pereira; Hudson, Souza, Maicon e Michel Bastos; Ademilson e Alexandre Pato.

Apesar de agitada no primeiro tempo, a partida começa em ritmo lento no Heriberto Hülse. Aos 10 minutos, Maicon faz belo passe na esquerda para Alvaro Pereira, que foi ao fundo e cruzou rasteiro. Ninguém apareceu na área para concluir e a defesa do Criciúma conseguiu afastar o perigo.

Daí em diante, o confronto esquentou e as redes balançaram. Aos 15, Silvinho escapou em velocidade e tirou o zero do placar. Após sofrer o gol, os paulistas trataram de ditar o ritmo de jogo e buscar o empate. Com mais posse de bola, o São Paulo melhorou no embate e começou a trocar mais passes. Assim, o marcador ficou igual novamente.

Michel Bastos, aos 27 minutos, desceu pela esquerda e fez cruzamento na medida para Alexandre Pato que, na segunda trave, só empurrou para o gol vazio: 1 a 1. O tento são-paulino mostrou uma arma que foi utilizada mais vezes com eficiência: as descidas do camisa 7 pela esquerda. Se movimentando pelos dois lados e dando trabalho aos defensores do Tigre, o meio-campista concentrava as investidas da equipe.

Alternando as jogadas ofensivas com Alvaro Pereira, Michel Bastos era o responsável por explorar as melhores descidas do São Paulo. No entanto, quando era melhor no confronto, o Tricolor sofreu o segundo gol. Lucca, aos 43, marcou e fechou o placar do primeiro tempo: 2 a 1.

Na volta para a segunda etapa, incentivado por sua torcida, o time catarinense assumiu o controle do jogo e cadenciou o embate. Nos contragolpes, os anfitriões ainda conseguiam levar perigo e dar trabalho ao sistema defensivo são-paulino. Para tentar mudar o panorama da partida, Muricy promoveu as entradas de Boschilia e Ewandro, que conseguiram dar mais mobilidade.

Apesar de insistir e buscar o empate, o Tricolor só conseguiu assustar aos 27 minutos.  Alvaro Pereira desceu pela esquerda e cruzou na cabeça de Alexandre Pato, que testou à esquerda de Bruno. A bola raspou a trave e assustou o goleiro do Criciúma. Recuado, os donos da casa souberam neutralizar as investidas do São Paulo e, assim, conquistaram a vitória: 2 a 1.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
CRICIÚMA 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC)
Data: 28 de agosto de 2014, quinta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Julio Bascuñán (CHI)
Assistentes: Sergio Román (CHI) e Juan Maturana (CHI)
Cartões amarelos: Lucca, Ronaldo Alves (Criciúma); Lucão, Hudson (São Paulo)

Gols: CRICIÚMA: Silvinho, aos 15, e Lucca, aos 42 minutos do primeiro tempo
SÃO PAULO: Alexandre Pato, aos 26 minutos do primeiro tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lucão, Edson Silva e Álvaro Pereira; Souza, Hudson, Maicon (Boschilia) e Michel Bastos; Ademilson (Ewandro) e Alexandre Pato Técnico: Muricy Ramalho

CRICIÚMA: Bruno; Luis Felipe; Alcides, Ronaldo Alves e Giovanni; Serginho, João Vitor, Wellington Bruno (Rafael Costa) e Paulo Baier (Michael); Silvinho (Maurinho) e Lucca Técnico: Wilson Vaterkemper (interino)

Via Gazeta Esportiva

Gols

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São Paulo FC 2×1 Santos

24/08/2014

Rubens Chiri/Site Oficial

Rubens Chiri/Site Oficial

Foi com muita emoção, mas o Tricolor conseguiu bater o Santos e assumir a segunda colocação no Campeonato Brasileiro de 2014. Na tarde deste domingo (24),com bom público no Morumbi, o São Paulo venceu o clássico por 2 a 1 e mostrou que está firme na briga pela liderança. Com gols de Ganso e Pato, além de grande atuação de toda a equipe, o time são-paulino assumiu o segundo lugar, agora com 32 pontos em 17 rodadas.

Dominando boa parte da partida, com atuações impecáveis do Maestro, Alvaro Pereira e Kaká, o Tricolor não merecia qualquer resultado que não fosse um triunfo neste final de semana. Empenhados na marcação e envolventes no ataque, os jogadores são-paulinos acreditaram até o apito final que era possível sair de campo com os três pontos.

Aos 40 minutos do segundo tempo, Gabriel empatou o jogo em cobrança de pênalti e pareceu dar números finais ao confronto. No entanto, instantes depois, aos 43, Pato apareceu para balançar as redes e garantir a justa e merecida vitória do São Paulo, que contou com tarde genial de Paulo Henrique Ganso. Os torcedores, gritando “time de guerreiros”, puderam celebrar a grande atuação da equipe.

Podendo contar com a volta do volante Souza, que cumpriu suspensão contra o Internacional, o técnico Muricy Ramalho escalou o time com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Paulo Henrique Ganso e Kaká; Alexandre Pato e Alan Kardec.

Empurrado pela torcida, que mais uma vez compareceu em grande número, o Tricolor ditou o ritmo do primeiro tempo e criou as principais jogadas ofensivas. Trocando passes, o São Paulo tinha algumas dificuldades, mas ainda assim conseguia explorar os espaços da defesa santista. Aos 12 minutos, Kaká tabelou com Ganso, que rolou para Alvaro Pereira. O uruguaio bateu cruzado e o goleiro Aranha espalmou para impedir que o zero saísse do placar.

Melhor no jogo e sem deixar os visitantes contra-atacarem, os donos da casa seguiam com certa superioridade para buscar o gol. Aos 21, após boa trama, Pato tocou para Paulo Miranda, que chutou e obrigou Aranha a defender em dois tempos. Ligado, Kaká já estava bem posicionado para aproveitar o rebote, mas o arqueiro rival soube evitar.

E controlando as ações da partida, os anfitriões conseguiram largar na frente. Aos 23 minutos, Paulo Miranda bateu lateral, Kardec escorou de cabeça e Ganso dominou, girou e chutou de esquerda, no ângulo esquerdo! Golaço do camisa 10! De gênio!  E muita festa dos jogadores e torcedores na comemoração do belo gol do Maestro.

Após tomar o gol, o Santos até levou algum perigo, mas parou em Rogério Ceni e no eficiente sistema defensivo tricolor, que contou com grandes desarmes de Alvaro Pereira. Antes mesmo do intervalo, o São Paulo ainda teve oportunidade de ampliar a vantagem, mas a bola teimou em não entrar nas finalizações de Pato e Kaká.

Com dificuldades para parar o eficiente quarteto ofensivo são-paulino, o adversário continuou pressionado durante boa parte do segundo tempo. Aos 4 minutos da etapa complementar, Kaká fez jogada na esquerda, cruzou fechado e deu trabalho ao goleiro Aranha, que seguia sendo exigido constantemente.

Pouco depois, aos 8, lance duplo do Tricolor: após chute cruzado de Kardec, Cicinho cortou e Aranha ficou com a bola. Logo na sequência, a zaga saiu mal e Alvaro Pereira chutou com perigo. Satisfeito com o resultado, o São Paulo cadenciou a partida e passou a apostar nos contragolpes.

A tática são-paulina surtiu efeito e as investidas contra o gol santista assustavam. Aos 32, em rápido contra-ataque, Ganso lançou Pato, que bateu para o gol, mas viu Aranha defender bem com os pés e evitar. O duelo parecia definido quando os visitantes anotaram o gol de empate. Gabriel, de pênalti aos 40 minutos, deixou tudo igual.

Sem acusar o golpe ou deixar o Santos tomar conta do jogo, o Tricolor foi guerreiro para conquistar mais uma importante vitória no Brasileirão. Aos 42, após bela e envolvente troca de passes, Denilson lançou Pato. O camisa 11 chutou, Aranha defendeu, mas o atacante são-paulino estufou as redes no rebote: 2 a 1! Festa no estádio, arquibancadas tremendo e Tricolor no ‘G-2′.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 SANTOS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 24 de agosto de 2014, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Carlos Augusto Nogueira Junior (SP)
Público: 31.281 Renda: R$ 955.453,00
Cartões Amarelos:
Alexandre Pato, Rafael Toloi, Ganso, Paulo Miranda, Alvaro Pereira (São Paulo), Vladimir, Gabriel e David Braz (Santos)
Gols: SÃO PAULO: Ganso, aos 23 minutos do primeiro tempo, e Alexandre Pato, aos 42 minutos do segundo tempo
SANTOS: Gabriel, aos 40 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Álvaro Pereira; Souza, Denilson, Ganso e Kaká (Hudson); Alexandre Pato (Michel Bastos) e Alan Kardec Técnico:Muricy Ramalho

SANTOS: Aranha, Cicinho, David Braz, Edu Dracena e Mena; Alison (Souza), Arouca e Lucas Lima; Thiago Ribeiro (Patito Rodríguez), Gabriel e Leandro Damião (Rildo) Técnico: Oswaldo de Oliveira

Via Gazeta Esportiva

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