Ética versus Falta de Educação

19/04/2014

Salve Soberania.

Não deveria, mas eu ainda me surpreendo.

Mudou o presidente, mas o tratamento reservado ao nosso clube continua o mesmo. Se vislumbrarem um pequeno traço de vantagem política ao São Paulo FC nos bastidores, os hipócritas esquecidos (?) clamarão pela ética.

Museu pelé e fasci-me-rir receberam títulos brasileiros à granel há poucos anos atrás, não importando se entre estas conquistas , estão torneios onde foram disputados QUATRO jogos até chegar ao título. O campeonato brasileiro atual tem 38 rodadas e um clube para ter o direito de levantar a taça, tem que cruzar o país de norte a sul. Não importa. A CBF ratificou.

Vale pra eles, pra nós não vale: vide o Roberto Gomes Pedrosa vencido pelo São Paulo FC em 1956. Não ratificaram, não pedimos, pouco importa. Não faremos dossiês por asteriscos. Eles não cabem na nossa história.

O museu pelé contratou o Gabigol quando este era menor de 16 anos e o levou para o litoral. Não levantamos a voz por ética, afinal, deram casa e arrumaram emprego para o pai do menino, além de um robusto salário. Como não tinha contrato, ele foi ser feliz. Sem gritarias.

Vale pra eles, pra nós não vale: a base do São Paulo FC esteve próxima a um boicote nacional, porque clubes mal estruturados perderam seus atletas menores de 16 anos para Cotia. Pais preocupados com o futuro dos seus filhos procuram nosso CT de base, interessados em levar seus projetos de craque para a formação Tricolor. Não é pra menos: oferecem escola, reforço, médicos, dentistas e tratamento psicológico, além dos fundamentos do futebol.

Flalido e time.gov alinhados com globo e CBF em 2011, destruiram o C13 e por isso recebem o dobro em cotas de TV em comparação ao que recebe o São Paulo FC. Pagamento pelos préstimos ao monopólio do futebol na TV. Antes deste episódio, as cotas eram praticamente iguais entre os três maiores clubes do país. Rebaixaram o Tricolor e nenhum jornalista levantou a voz para reclamar sobre esta diferença de tratamento. Você leu/viu algum falar a respeito ? Chegaram a tratar um cidadão semi-analfabeto como cartola exemplar, não importando como ele levou seu clube a alçar vôos mais altos, nacional e internacionalmente.

Vale pra eles, pra nós não vale: o lusitano Flávio Gomes e o santista Fábio Sormani entrevistaram na FOX Sports por telefone o novo presidente Tricolor: Carlos Miguel Aidar. O assunto era o trabalho do novo presidente como advogado para a CBF no caso rebaixamento da Portuguesa.

Para eles faltou ética ao presidente porque o São Paulo pode supostamente ser beneficiado no campeonato brasileiro por estar alinhado a entidade. Se esquecendo (?) de todos os casos citados acima e principalmente a relação espúria entre time.gov, cbf e globo, trataram expertise profissional de forma desonrosa, como se advogar fosse tão rasteiro quanto se prestar a rachar entidades esportivas pelo toma-lá, dá-cá das vantagens prometidas e bem conhecidas de bastidores.

O Fábio Sormani, mais exaltado depois de tomar uma invertida do Aidar: -“Você acha errado, eu não acho”, disse que o presidente deveria pensar na sua consciência e no seu escritório de advocacia.

Mas isso não vale pra ninguém.

Porque uma pessoa pode até não gostar de uma instituição e lutar contra ela, mas não pode transformar uma discussão institucional em algo pessoal.

Isto é extrapolar o jornalismo, está em um patamar muito abaixo de qualquer discussão sobre ética.

É falta de educação.

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Bola da Vez com Juvenal Juvêncio

17/04/2014

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São Paulo FC 3×0 CSA

10/04/2014
Rubens Chiri - Site Oficial

Rubens Chiri – Site Oficial

Foi a estreia que certamente o atacante Alexandre Pato queria e a torcida esperava no Morumbi. Na noite desta quarta-feira (9), com grande festa da torcida, o Tricolor bateu o CSA-AL por 3 a 0 e seguiu adiante na Copa do Brasil de 2014. Os gols da partida foram marcados pelo camisa 11 e por Luis Fabiano (2), aproveitando cobrança de falta do novo companheiro de ataque no primeiro e mostrando oportunismo no segundo.

A festa dos mais de 28 mil torcedores nas arquibancadas foi o combustível do Tricolor, que mesmo com a vantagem de atuar pelo empate após ter vencido na ida, por 1 a 0, encurralou o rival durante boa parte do confronto e mostrou a sua força.

Na segunda fase do torneio, que renderá ao campeão uma vaga na Libertadores da América de 2015, a equipe são-paulina medirá forças contra mais um clube alagoano. Desta vez, porém, o adversário será o CRB-AL, que eliminou o Rondonópolis.

Assim como havia esboçado nas atividades realizadas no CT da Barra Funda, o técnico Muricy Ramalho apostou em uma postura mais ofensiva e montou o time com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Osvaldo, Alexandre Pato e Luis Fabiano.

E a alternativa do treinador deu certo e o Tricolor criou as melhores jogadas desde os instantes iniciais da primeira etapa. Aos 4 minutos, Maicon chutou de longe, levou perigo e levantou os torcedores na arquibancada. Movimentado, o embate começou com boa movimentação do maestro Paulo Henrique Ganso e, assim, as oportunidades foram surgindo.

Aos 14, Douglas bateu cruzado e deu trabalho ao goleiro Pantera, que se esticou para desviar a bola e evitar que as redes balançassem. Superior e envolvendo o adversário, o São Paulo registrou 76% de posso de bola durante boa parte do primeiro tempo e acuou os visitantes.

E, insistindo, os donos da casa conseguiram abrir o placar na capital paulista. Aos 19, Maicon tabelou com Luis Fabiano e lançou Pato. O camisa 11 invadiu a área, bateu rasteiro e escreveu o primeiro capítulo de sua história no Tricolor: 1 a 0. Demonstrando muita alegria, o centroavante vibrou bastante na comemoração e fez questão de dividir o momento com a torcida.

Em vantagem, os comandados de Muricy apostavam nas jogadas com Ganso que, em noite inspirada, abastecia o sistema ofensivo e mostrava toda a sua genialidade. Os visitantes até tentaram chegar ao gol de Rogério, mas as investidas eram contidas pela defesa. Maicon, também muito acionado, ajudava na construção do jogo e ditava o ritmo do meio de campo.

Na volta para a segunda etapa, sem tirar o pé para administrar o resultado, o Tricolor manteve a pressão e não deu espaço para o CSA. Logo aos 3 minutos, após ótima triangulação, Luis Fabiano recebeu na entrada da grande área e bateu rasteiro. Pantera defendeu e evitou o segundo gol da partida.

Tocando a bola com tranquilidade, o São Paulo passou muito perto de ampliar. Aos 12, Souza lançou para Osvaldo que, após rebatida, rolou para Pato. O atacante bateu de primeira, mas a bola passou por cima do gol. Pouco depois, aos 17, foi a vez de Alvaro Pereira arriscar e mostrar que o time buscava ampliar o marcador.

A blitz são-paulina era tão intensa que o uruguaio quase anotou um verdadeiro golaço no Morumbi. O camisa 6 deu um lindo chapéu no zagueiro e tentou encobrir o arqueiro rival, que conseguiu impedir a pintura do lateral, aos 22.

E, com tanta insistência, as redes balançaram com o Fabuloso. Aos 32, Pato cobrou falta e o camisa 9 testou para o fundo do gol: 2 a 0. Depois, Alvaro fez belo cruzamento da esquerda e achou Luis Fabiano na grande área. Com estilo, o centroavante marcou o terceiro gol do duelo e fechou o placar no Morumbi: 3 a 0.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 0 CSA-AL

Local:  Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 9 de abril de 2014 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Diego Almeida Real (RS)
Assistentes: Gabriel Conti Viana e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ)
Público: 28.742 pagantes
Renda: R$ 309.043,00
Cartões amarelos: Ganso (São Paulo); Lucas, Diego Clementino, Jerson (CSA)
Gols: SÃO PAULO: Alexandre Pato, aos 19 minutos do primeiro tempo, e Luis Fabiano, aos 32 minutos e aos 37 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza, Maicon (Wellington) e Ganso (Boschilia); Alexandre Pato, Luis Fabiano e Osvaldo (Pabon) Técnico: Muricy Ramalho

CSA: Pantera; Pedro, Léo Bahia, Roberto Dias e Mineiro; Charles Vagner, Lucas (Jerson), Jean Carioca (Santos) e Daniel Costa; Diego Clementino (Dinei) e Jefferson Maranhense Técnico: Marlon Araújo

Via Gazeta Esportiva

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Desculpe Neymar

07/04/2014

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São Paulo FC 0(4)x(5)0 CA Penapolense

27/03/2014

O Tricolor lutou até o fim, dominou boa parte do confronto, mas acabou eliminado nos pênaltis pela Penapolense na noite desta quarta-feira (26). No Morumbi, após empate sem gols durante os 90 minutos, os visitantes levaram a melhor, venceram por 5 a 4 nas penalidades e ficaram com a vaga para as semifinais do Campeonato Paulista de 2014.

Agora, o São Paulo se concentrará na disputa da Copa do Brasil, que renderá ao campeão uma vaga na Libertadores da América do próximo ano. No dia 9 de abril, diante de sua torcida, o time são-paulino medirá forças contra o CSA-AL no duelo de volta. Na ida, o Tricolor venceu por 1 a 0 e ganhou o direito de atuar pelo empate.

Sem poder contar com o volante Souza (lesionado), o técnico Muricy Ramalho repetiu a base das últimas partidas – com Wellington na proteção à zaga. Assim, o time entrou em campo com Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Pabon, Luis Fabiano e Osvaldo.

Empurrado pela torcida, que contagiou a equipe, o Tricolor criou mais jogadas no primeiro tempo. Apostando na velocidade de Osvaldo pela esquerda, a equipe são-paulina foi superior e levou a melhor durante boa parte do confronto. Aos 17 minutos, Douglas arriscou de perna esquerda e assustou os visitantes.

Cantando e demonstrando o seu amor pelo clube, os torcedores eram o combustível do São Paulo no embate. Apesar de tentar equilibrar o jogo, o Penapolense não conseguia trocar passes e tinha trabalho para segurar o sistema ofensivo dos anfitriões. Aos 26, Ganso bateu rasteiro de fora da área e obrigou o goleiro Samuel a praticar a defesa em dois tempos.

Mais envolvente e buscando a vitória, o Tricolor controlava as ações da partida e chegou a registrar 69% de posse de bola, contra apenas 31% do adversário. No entanto, mesmo explorando as investidas com Osvaldo e sendo mais agudo, o São Paulo não conseguiu balançar as redes antes do intervalo. Wellington, aos 44, ainda pegou firme e passou perto de marcar, mas a bola passou por cima e o placar não foi alterado.

Na volta para a segunda etapa, o time são-paulino até começou melhor, mas aos poucos o rival foi equilibrando as ações da partida e o duelo ficou parelho. Para evitar que o clube de Penápolis continuasse gostando do jogo, Muricy promoveu a entrada de Ademilson no lugar de Pabon.

A alteração do comandante deu novo ânimo ao Tricolor, que quase abriu o placar após jogada do jovem camisa 11. Aos 23 minutos, o atacante cruzou da direita, o zagueiro Jaílton tentou cortar e por pouco não jogou a bola contra o próprio patrimônio.

Com o passar do tempo, sem definição do vencedor, o confronto foi ficando tenso e as duas equipes tentavam impedir que a decisão fosse para as cobranças de pênaltis. No entanto, apesar de lutarem, os times não conseguiram evitar que a vaga para a próxima fase fosse decidida após os 90 minutos.

Nos pênaltis, os visitantes levaram a melhor e conseguiram a classificação. Rogério Ceni, Luis Fabiano, Paulo Henrique Ganso e Osvaldo converteram as cobranças, mas o goleiro Samuel defendeu a cobrança do jovem Rodrigo Caio e decretou a vitória do Penapolense.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0(4)x(5)0 PENAPOLENSE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 26 de março de 2013 (quarta-feira)
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Alessandro Darcie
Assistentes:  Mauro André de Freitas e Tatiane Sacilotti dos Santos
Público: 16.955 pagantes
Renda: R$ 406.425,00
Cartões amarelos: Wellington, Luis Fabiano, Maicon (São Paulo); Alexandro Créu, Petros, Gualberto, Rodrigo Biro, Rodnei (Penapolense)

Pênaltis: SÃO PAULO: Rogério Ceni, Luis Fabiano, Ganso e Osvaldo converteram; Rodrigo Caio desperdiçou
PENAPOLENSE: Guaru, Petros, Washington, Douglas Tanque e Neto converteram

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Wellington, Maicon e Ganso; Pabon (Ademilson), Osvaldo e Luis Fabiano Técnico: Muricy Ramalho

PENAPOLENSE: Samuel; Rodnei, Jailton, Gualberto e Rodrigo Biro; Liel, Washington, Petros e Guaru; Neto e Alexandro Créu (Neto) Técnico: Narciso

Via Gazeta Esportiva

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Ergue a cabeça, Tricolor!

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Rapidinhas do Lina

25/03/2014

Aidar – Vou confessar. Se eu fosse conselheiro eu votaria no Carlos Miguel Aidar. Já não tenho mais dúvidas. Sei que ele é candidato do Juvenal, que por sua vez colecionou tantos desafetos no clube que fortaleceu a oposição. Mas entre Kalil e Aidar não há como não notar a diferença de gabarito, basta assistir a entrevista com os dois candidatos que o UOL publicou em seu site. Também gosto do MAC ( é do ramo ) e espero que se o Aidar vencer, ele seja convidado para participar da gestão do futebol, o clube ficaria fortíssimo fora das quatro linhas.

Efeito Juvenal – Falando em Aidar, muita gente criticou o fato do candidato à presidência do clube ter se envolvido na questão CBF e Portuguesa, atuando como advogado para a confederação. O problema é que já sofremos muito com a maldade do cartola exilado em Miami quando este era presidente, pelos confrontos que tivemos com ele e outros desafetos. Brigas justas aliás, mas que nos trouxeram prejuízos. Os que se alinharam àquela gente durante a eleição do C13, ainda colhem frutos dos seus servicinhos. Não precisamos lamber a bota de ninguém, mas para o bem do clube, o dialogo deve ser mantido. Esta talvez tenha sido a grande lição da gestão Juvenal. Assim, não vejo nada demais em prestar auxílio profissional a entidade. Não se trata de toma lá, dá cá como já vimos por ai. É trabalho e é honesto.

Aliciamento – A gritaria contra o Tricolor deu uma trégua. O São Paulo se comprometeu na FPF a não aceitar mais jogadores de outros clubes em Cotia, o clube oficializou a promessa em carta enviada a entidade. Mas já fizeram a mesma coisa com o São Paulo diversas vezes como já falamos antes. O Gabigol, atacante do santos, foi revelado no São Paulo e foi levado para a Vila Belmiro antes de completar 16 anos conforme você pode ler aqui. Você viu o São Paulo gritar a respeito ?

Ganso e Jadson – A dupla que poderia ter formado o melhor meio de campo do país não funcionou. Desde que PH Ganso foi contratado, o torcedor Tricolor sonhou alto, chegando a vislumbrar a dupla Palhinha e Raí revisitada, guardadas as devidas proporções, lógico. Ganso e Jadson não conseguiram agradar nenhum treinador desde Ney Franco. A culpa foi dos treinadores ? Não. A culpa foi dos jogadores ? Não. De quem foi a culpa da dupla não ter funcionado como deveria ? Da falta de planejamento da diretoria. Futebol é simples amigos. Se um time tem dois meias, o meio de campo precisa de um outro extremo também importante: o volante de retenção, o marcador, o cão de guarda. Este jogador não existe e até hoje não temos um volante com esta pegada. O Jadson foi embora, se cansou de ser reserva porque sabe que tem bola pra ser titular. Fez o certo. Agora começa a jogar bem no arquirrival e pode ser mais um que entra na lista dos que saíram do Morumbi pelas portas dos fundos pra ser feliz em outras bandas. O engraçado da história fica apenas no fato do ex-meia Tricolor ter sido tratado como mediano quando estava por aqui, pra ser elevado a categoria de gênio na marginal. Coisas da imprensinha…

O 1 e o 9 – Eu não ligo mais pra seleção brasileira, me preocupa apenas quem do São Paulo vai vestir a camiseta amarela e só. Torço pelos representantes do maior clube do país, o resto não interessa. O que chama a atenção entretanto, é a falta de critério do Felipão em relação a velha máxima “futebol é momento”, em prol de um suposto grupo fechado de jogadores. O problema é que seu goleiro titular Júlio César está exilado no Canadá, país sem nenhuma representatividade no futebol, enquanto o Rogério anda jogando demais, sempre mantendo a regularidade desde que voltou da contusão no tornozelo. Se houver justiça, ele deve ser convocado. Na frente o seu escolhido vive sofrendo lesões. Fred tem 3 gols na temporada e está em fase descendente. Por aqui o Luis Fabiano já marcou 9, está querendo jogo e deseja ser convocado. Também deveria ser chamado na minha opinião. Bom lembrar que nenhuma seleção brasileira foi campeã do mundo sem jogadores do São Paulo.

Mudança de personalidade – Vocês notaram que o São Paulo não é mais um time que se abate quando sofre gols ? Não faz muito tempo, bastava levar um gol que batia o nervosismo. Agora não, os caras colocam a bola no chão e vão pro jogo. Foi o que aconteceu contra o time.gov e depois contra o Ituano. Não fosse a chuva, o time do governo ainda estaria no paulistinha. Mas fazer o quê se até a natureza é anti ?

Quando uma marca vira sinônimo – Marqueteiros sonham fazer uma marca virar sinônimo de um produto. Quando você deseja “Cotonete” por exemplo, você quer na verdade uma haste flexível com ponta de algodão. Quando você quer um “Band-Aid”, na verdade você deseja uma atadura colante com gaze. Poucas marcas conseguiram tal façanha. Pesquise. Em um passado recente, muito se falou que o São Paulo havia se corintianizado e que o corinthians havia se sãopaulinizado. Diziam que houve uma mudança de cadeiras no futebol paulista em relação a organização e conquistas.  Não tem preço ver seu clube do coração ser sinônimo de gestão competente e vitoriosa enquanto o outro é o oposto disso.

Quando uma marca vira sinônimo 2 – Poucas vezes eu vi na imprensa esportiva, tamanho escracho em relação as declarações de um treinador. A ampla maioria dos comentaristas nos programas que eu assisti, disseram que o São Paulo não entregou o jogo contra o Ituano e de quebra ainda detonaram o ex-treinador da seleção nacional, até os corintianos. Na ESPN,  o ex-jogador Ricardinho convidado de um dos programas chegou a dizer que duvidava que o São Paulo tivesse entregado, disse: “não tem esse perfil”. Foi então que eu me dei conta que não era uma questão de torcedor, mas da instituição. Não que eu não soubesse, mas a ira e a vontade de vingar 2009 falavam mais alto. Depois disso tudo eu entendi que nosso clube tem que continuar a ser o que é: ilibado, sinônimo de seriedade e competência. Não há troféu maior pra isso que ouvir da boca das pessoas o quanto nós somos honrados, ouvir alguém espontaneamente testemunhar da nossa honestidade. Não tem preço. Nunca mais vou desejar que meu time perca um jogo pra prejudicar quem quer que seja. Lição aprendida.

Padrão FIFA no Brasil – Vocês já viram aquelas pessoas que andam de terno e gravata em dias de verão ? Seja por questões profissionais ou por questões religiosas, usam uma vestimenta originalmente criada para o clima europeu em um país tropical. Estupidez sem tamanho não se adaptar. Muito se fala do padrão FIFA nos estádios em construção no Brasil. Por padrão FIFA subentenda-se modelo europeu: estádios verticais, arquibancadas com inclinação maior em relação ao campo de jogo e próximas ao gramado. Em muitos casos, o torcedor ficará distante de 2 a 3 metros da linha lateral. Será que o país que tem vivido episódios de violência entre torcidas nos últimos anos está preparado para tal padrão ? Não é um passo muito largo para um povo que não tem o mesmo nível cultural, intelectual e principalmente educacional dos europeus ? Quer um exemplo ? Vila Belmiro. O estádio que fica em uma das cidades com maior IDH do país já presenciou diversas vezes cusparadas, arremesso de moedas em atletas e já viu até chinelos voarem para dentro do campo de jogo. Isso sem contar privadas arremessadas em torcedores rivais durante a partida. Nós ainda testemunharemos problemas sérios em muitos estádios pelo Brasil por nos rendermos aos caprichos da FIFA. Quem viver, verá.

O impasse no Itaquerão e a pressão das ruas – A receita é conhecida: deixe atrasar até que venha o socorro. Em São Paulo falta dinheiro para fazer as tais estruturas temporárias no Privadão do Lula e do Kassab. Impasse criado, espera-se a injeção de recurso público no problema. Só que depois da demonstração de insatisfação popular nas ruas com o mal uso do erário, não há mais quem se arrisque a bancar o sonho de centenária incompetência sem medo de ter sua imagem arranhada às vésperas das próximas eleições. Pra quem acha que de nada serviu ir pra rua, eis a resposta. Se vira ai cara de areia !

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Botafogo-SP 0×2 São Paulo FC

23/03/2014

Preservando os titulares para as quartas de final do Campeonato Paulista de 2014, o técnico Muricy Ramalho escalou os suplentes na tarde deste domingo (23), em Ribeirão Preto, e certamente não se arrependeu. Com gols de Lucas Evangelista e Ademilson, o ‘Tricolor B’ bateu o Botafogo-SP por 2 a 0 na rodada de encerramento da primeira fase.

De quebra, o time são-paulino derrubou a invencibilidade do Bota, que acumulava 100% de invencibilidade como mandante no Estadual – eram sete triunfos em sete jogos. Na próxima quarta-feira (26), no Morumbi, o São Paulo entrará em campo novamente pela competição regional. Diante da Penapolense, o Tricolor decidirá o seu futuro no torneio em busca de uma vaga na semifinal.

Para encarar o adversário no interior paulista, o treinador são-paulino montou o time no esquema tático 3-5-2, com Denis; Paulo Miranda, Lucas Silva e Edson Silva; Luis Ricardo; Wellington, João Schmidt, Lucas Evangelista e Reinaldo; Ademilson e Ewandro.

Antes de a bola rolar pra valer, Raí, que começou a carreira no Botafogo-SP e brilhou no Tricolor, deu o pontapé inicial da partida. Ele também recebeu uma camisa do tricolor, com o número 9 (a quantidade de títulos que ele tem pelo clube). Os atletas são-paulinos também usaram braçadeira em homenagem a Bellini, ex-zagueiro que faleceu na última quinta-feira (20) e foi velado no Morumbi.

Na primeira etapa, mesmo atuando como visitante, o São Paulo criou as melhores oportunidades e pressionou o rival durante boa parte do confronto. Logo aos 11 minutos, Rafael Caldeira se atrapalhou na entrada da área e Ademilson roubou a bola. O são-paulino chutou cruzado e leva muito perigo para o goleiro Renan.

Pouco depois, aos 16, Lucas Silva apareceu com liberdade após cobrança de falta e, por pouco, não abriu o placar. O cabeceio do zagueiro, porém, passou por cima do gol. Apesar do calor e sem o entrosamento ideal, os visitantes eram melhor no jogo e ficavam mais tempo com a bola no pé.

Dessa forma, os comandados de Muricy conseguiram ir para o vestiário em vantagem no marcador. Aos 41, Lucas Evangelista aproveitou cruzamento de Ademison, subiu mais que todo mundo e testou no cantinho de Renan, que até foi na bola, mas não pôde impedir que as redes balançassem.

Na volta para a segunda etapa, administrando a vitória, o Tricolor deu mais espaço ao Botafogo-SP e diminuiu o ritmo. Assim, os donos da casa apertaram a marcação e deixaram o jogo truncado. No entanto, se o confronto esfriou, Ademilson tratou de levantar a torcida são-paulina nas arquibancadas novamente.

Aos 17 minutos, Luis Ricardo começou a jogada e deixou com o camisa 19, que recebeu e bateu forte. O arqueiro espalmou, mas a bola voltou para o atacante do São Paulo, que saiu driblando os defensores e bateu no canto: belo gol e 2 a 0 no placar.

O tento deu novo ânimo aos visitantes, que retomaram as ações do embate e contaram com a entrada de Boschilia no lugar de Ewandro. O meia, ao lado de Evangelista, cadenciou mais a partida e ajudou a equipe são-paulina a conquistar mais uma vitória no Estadual e fechar a primeira fase com chave de ouro.

Via Site Oficial

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP 0 X 2 SÃO PAULO

Local:  Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 23 de março de 2014 (domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Assistentes: Bruno Salgado Rizo e Maria Eliza Correia Barbosa (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Adriano de Assis Miranda e Silvio Renato Silveira (ambos de SP)
Cartões amarelos: Alex Silva, Diogo (Botafogo); Paulo Miranda, Lucas Evangelista (São Paulo)
Gols: SÃO PAULO: Lucas Evangelista, aos 42 minutos do primeiro tempo, e Ademilson, aos 16 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO-SP: Renan; Alex Silva, Rafael Caldeira (Camilo), Henrique Mattos e Augusto Ramos; Carlos Henrique, Afonso, Léo (Felipe) e Vitor; Borebi e Diogo Técnico: Wagner Lopes

SÃO PAULO: Denis; Paulo Miranda, Lucas Silva e Edson Silva; Luis Ricardo (Cañete), Wellington, João Schmidt, Lucas Evangelista e Reinaldo; Ewandro (Boschilia) e Ademilson Técnico: Muricy Ramalho

Via Gazeta Esportiva

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Entrevista Aidar e Kalil

20/03/2014

Via UOL

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